Carnaval 2026: Entrega da chave da cidade acontece nesta sexta-feira (06)

Nesta sexta-feira (06), a Prefeitura de Florianópolis realiza a cerimônia de Entrega da Chave da Cidade ao Rei Momo, às 16h30, na tradicional festa do Berbigão do Boca, patrimônio cultural da Capital. O ato representa a abertura oficial do Carnaval, quando a administração municipal passa simbolicamente o comando da cidade ao Rei Momo durante os dias de folia. O Berbigão do Boca acontece das 12h às 22h, na Arena Central, no Largo da Alfândega. É um dos eventos mais tradicionais do Carnaval de Florianópolis e ocupa um papel importante na preservação da identidade cultural da cidade. O bloco reúne milhares de foliões e mantém viva uma manifestação popular que conecta música, folia e ocupação democrática do espaço público. Das 13h às 16h acontece o Concurso Gastronômico, que deverá ter como insumo principal e destacável o berbigão, valorizando a culinária local e a criatividade dos chefs. Durante a competição, no palco principal, terá som mecânico, Banda Em Cima da Hora e apresentações de dança. A entrega do troféu da competição será às 16h, e, em seguida a entrega do troféu amigos do Berbigão do Boca, criado em 1996 com o objetivo de homenagear entidades, empresas ou pessoas que contribuíram para o êxito da Festa. A saída do bloco será 19h e irá percorrer o entorno da Praça XV junto do trio elétrico, seguindo com a folia até 22h. Programação oficial: 13h às 14h – Palco principal com som mecânico 14h às 15h – Banda Em Cima da Hora 15h às 15h10 – Apresentação de dança com coreografia da Andreia Zaida 15h10 às 16h – Apresentação da Banda Carapeva com marchinhas de carnaval 15h45 às 15h55 – As rainhas do carnaval e do Berbigão do Boca subirão ao palco e se apresentarão junto com a banda Carapeva 16h às 16h15 – Entrega do Troféu Gastronomia 16h15 às 16h30 – Entrega do Troféu “Amigos do Berbigão do Boca” 16h30 às 17h – Prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, entrega a chave da cidade ao Rei Momo e sua corte 17h às 19h – Apresentação do Grupo Entre Elas 18h30 às 18h45 – Apresentação da ala das passistas do Berbigão, rainhas, cidadã samba e madrinhas do bebo O QUE: Entrega das chaves da cidade acontece nesta sexta-feira (06) QUANDO: 06 de fevereiro de 2026, das 12h às 22h ONDE: Arena Central de Carnaval – Largo da Alfândega, Florianópolis (PMF, 05/02/2026) Publicado em 06 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/carvanal-2026-entrega-da-chave-da-cidade-acontece-nesta-sexta-feira-06/

Mulheres na percussão: grupo Agbelas toca no pré-carnaval do Rio

Neste sábado (7), às vésperas do Carnaval, chega ao Rio de Janeiro pela primeira vez o grupo percussivo Agbelas, um coletivo feminino que valoriza a cultura afro-brasileira, a ancestralidade e o papel da mulher na música. A apresentação será no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade, com concentração às 6h da manhã e início do cortejo às 7h. A performance será uma Oferenda Musical à Rainha do Mar, já tradicionalmente feita pelo grupo em Salvador, no dia 2 de fevereiro. Vão participar cerca de 100 percussionistas que, além de cantar, apresentarão toda a potência de instrumentos como o xequerê, composto por uma trama de sementes que produzem som por meio do atrito. Gio Paglia, fundadora e maestrina do coletivo, fala sobre a expectativa para a apresentação no Rio de Janeiro: “Três anos seguidos em Salvador e agora pela primeira vez no Rio de Janeiro, uma honra gigante poder desaguar aqui também. Tem gente vindo do país inteiro para essa oferenda. Tem mulheres do país, do mundo inteiro que vem para tocar, né, que estão ensaiando com a gente desde outubro online, e agora vem se encontrar aqui presencialmente para poder oferecer esse presente. Então, a gente está muito animada, muito feliz”. Gio Paglia destaca, ainda, os valores do grupo: “”AgBelas, ela tem esse princípio, né, dessa conexão, dessa intimidade, desse coletivo que pertence, que é unido, que se ajuda, tem a cura como o princípio, né, de movimento, a autocura, o autoconhecimento. E eu vejo AgBelas como esse portal de entrada, né, para as mulheres na música, na percussão, na arte”. O Agbelas também realiza ações, como oficinas, com aulas gratuitas de confecção de instrumentos, voltadas para mulheres, muitas vezes em comunidades em situação de vulnerabilidade. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/mulheres-na-percussao-grupo-agbelas-de-salvador-toca-no-rio-de-janeiro

Construindo seu MCP com FastMCP

MCP Tools em python

#mcp #python #claude #docker INTRODUÇÃO: Se você usa inteligência artificial, sabe que ela tem um limite claro: ela é muito inteligente, mas vive presa dentro de uma caixa de texto. O Claude, por exemplo, pode escrever um poema sobre chuva, mas não sabe se está chovendo agora na minha cidade. Ele pode simular uma venda, mas não consegue dar baixa no meu estoque real. E por que estou dizendo isso, por que neste artigo eu vou te ensinar a criar ferramentas MCP com conexões API de clima e conexão com um banco de dados SQLite. Decidi resolver isso explorando o MCP (Model Context Protocol). A ideia era simples: dar “mãos” para a IA interagir com meus dados locais e APIs externas. O resultado foi um repositório que foi desde um script Python básico até uma aplicação dockerizada completa. Meu primeiro desafio foi arquitetural. Eu precisava de duas capacidades distintas: Acessar um banco de dados SQLite local (uma operação síncrona). Consultar uma API de clima na internet (uma operação assíncrona). Em vez de criar vários microsserviços complexos, unifiquei tudo em um único arquivo que chamei de “super_server.py”. Utilizando a biblioteca FastMCP, consegui misturar funções normais com funções “async” no mesmo agente. Isso permitiu que o Claude, em uma única resposta, verificasse que estava chovendo em Londres e, baseado nisso, sugerisse vender guarda-chuvas do meu banco de dados local. Ficando desta forma o código (Ao final vou disponibilizar o link no meu github): import sqlite3import osimport httpxfrom mcp.server.fastmcp import FastMCPfrom dotenv import load_dotenvfrom typing import Annotatedfrom pydantic import Field load_dotenv() server_name = os.getenv(“MCP_SERVER_NAME”, “Assistente Padrão”)mcp = FastMCP(server_name) BASE_DIR = os.path.dirname(os.path.abspath(file))db_name = os.getenv(“DB_FILENAME”, “loja.db”)DB_PATH = os.path.join(BASE_DIR, db_name) GEO_URL = os.getenv(“GEO_API_URL”)WEATHER_URL = os.getenv(“WEATHER_API_URL”) if not items: return “Nenhum produto encontrado.” resultado = “ID | Produto | Preço (R$) | Estoque\n” resultado += “-” * 40 + “\n” for item in items: resultado += f”{item[0]} | {item[1]} | {item[2]:.2f} | {item[3]}\n” return resultado except Exception as e: return f”Erro ao acessar banco de dados: {str(e)}” @mcp.tool() def listar_produtos() -> str: “””Lista todos os produtos do estoque com preços e quantidades.””” try: with sqlite3.connect(DB_PATH) as conn: cursor = conn.cursor() cursor.execute(“SELECT id, nome, preco, estoque FROM produtos”) items = cursor.fetchall() @mcp.tool() def vender_produto( nome_exato: str, quantidade: Annotated[int, Field(description=”Quantidade vendida.”)] ) -> str: “””Registra uma venda e abate do estoque no banco de dados.””” # Validação Manual (Soft Fail) if quantidade <= 0: return “Erro: A quantidade para venda deve ser maior que zero. Por favor, tente novamente com um valor positivo.” try: with sqlite3.connect(DB_PATH) as conn: cursor = conn.cursor() cursor.execute(“SELECT estoque FROM produtos WHERE nome = ?”, (nome_exato,)) res = cursor.fetchone() if not res: return f”Erro: Produto ‘{nome_exato}’ não encontrado.” estoque_atual = res[0] if estoque_atual < quantidade: return f”Estoque insuficiente. Restam apenas {estoque_atual}.” novo_estoque = estoque_atual – quantidade cursor.execute(“UPDATE produtos SET estoque = ? WHERE nome = ?”, (novo_estoque, nome_exato)) conn.commit() return f”Venda realizada! Saldo de ‘{nome_exato}’: {novo_estoque}.” except Exception as e: return f”Erro ao processar venda: {str(e)}” — BLOCO 2: FERRAMENTAS DE CLIMA — @mcp.tool() async def obter_previsao(cidade: str) -> str: “””Consulta API externa para ver o clima atual (Async).””” async with httpx.AsyncClient() as client: try: # Busca Lat/Lon resp_geo = await client.get(GEO_URL, params={“name”: cidade, “count”: 1, “language”: “pt”}) resp_geo.raise_for_status() data_geo = resp_geo.json() if “results” not in data_geo: return f”Cidade ‘{cidade}’ não encontrada.” local = data_geo[“results”][0] # Busca Clima params_clima = { “latitude”: local[“latitude”], “longitude”: local[“longitude”], “current”: [“temperature_2m”, “relative_humidity_2m”], “timezone”: “auto” } resp_weather = await client.get(WEATHER_URL, params=params_clima) data_weather = resp_weather.json() curr = data_weather[“current”] return (f”Clima em {local[‘name’]}: {curr[‘temperature_2m’]}°C, ” f”Umidade: {curr[‘relative_humidity_2m’]}%”) except Exception as e: return f”Erro na conexão: {str(e)}” — BLOCO 3: PROMPTS — @mcp.prompt()def assistente_vendas() -> str:“””Prompt pronto para atuar como vendedor proativo.”””return “””Você é um assistente de vendas inteligente.Sua missão é:1. Verificar o clima da cidade do usuário.2. Sugerir produtos do estoque que combinem com o clima.Use as ferramentas disponíveis para consultar os dados reais.“”” if name == “main“:mcp.run()` Para que seja possivel utilizar esse custom MCP no seu Claude Desktop você deve alterar as configurações no claude_desktop_config.json que geralmente fica no diretório Roaming/claude. {“mcpServers”: {“super-servidor-docker”: {“command”: “wsl.exe”,”args”: [“docker”,”run”,”-i”,”–rm”,”–env-file”,”/home/airtonlirajr/Estudos/mcp_learning/.env”,”mcp-super-server”]}},”preferences”: {“coworkScheduledTasksEnabled”: false,”sidebarMode”: “chat”}} Desta forma basta salvar e abrir novamente o Claude Desktop e veja o resultado que massa: image OBS: Sim sou de JAMPA – João Pessoa Após tudo estar funcionando resolvi dockerizar o projeto com o seguinte Dockerfile: `# 1. Usa uma imagem oficial do Python, leve (slim)FROM python:3.11-slim ENV PYTHONUNBUFFERED=1 ENV PYTHONDONTWRITEBYTECODE=1 WORKDIR /app COPY requirements.txt .RUN pip install –no-cache-dir -r requirements.txt COPY . . RUN python criar_banco.py CMD [“python”, “super_server.py”]` Também criei um script python que esta mencionado no Dockefile para alimentar meu SQLite com dados fictícios: `import sqlite3 def setup_database(): # Cria o arquivo ‘loja.db’ conn = sqlite3.connect(“loja.db”) cursor = conn.cursor() # Cria tabela de Produtos cursor.execute(“”” CREATE TABLE IF NOT EXISTS produtos ( id INTEGER PRIMARY KEY, nome TEXT NOT NULL, preco REAL NOT NULL, estoque INTEGER NOT NULL ) “””) # Insere dados de exemplo (se a tabela estiver vazia) cursor.execute(“SELECT count(*) FROM produtos”) if cursor.fetchone()[0] == 0: dados = [ (“Notebook Gamer”, 4500.00, 10), (“Mouse Sem Fio”, 120.50, 50), (“Monitor 4K”, 1800.00, 15), (“Teclado Mecânico”, 350.00, 30), (“Cadeira Ergonômica”, 850.00, 5) ] cursor.executemany(“INSERT INTO produtos (nome, preco, estoque) VALUES (?, ?, ?)”, dados) conn.commit() print(“Banco de dados ‘loja.db’ criado com sucesso!”) else: print(“Banco de dados já existe.”) conn.close() if name == “main”: setup_database()` Montagem de a imagem Docker e execução do server MCP no docker: Vamos mergulhar nos detalhes. No mundo do Docker, existem dois momentos principais: Construir (Build) e Rodar (Run). É como cozinhar: primeiro você prepara o prato (Build) e depois você serve o prato (Run). O Claude só consegue “comer” o prato se você souber servir corretamente. Aqui está a anatomia completa dos comandos que usamos: O Comando de Construção (docker build) docker build -t mcp-super-server . Este comando pega o seu Dockerfile (a receita) e o seu código Python e os funde em um arquivo estático e imutável chamado Imagem. docker build: O comando base que diz “quero criar uma nova imagem”. -t mcp-super-server: O “t”

Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai

Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai

O indicador que mede o percentual de famílias brasileiras que têm dívidas como cartão de crédito e financiamentos alcançou 79,5% em janeiro, patamar mais alto já registrado, igualando recorde de outubro passado.  O dado faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira (6) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Notícias relacionadas: Mercado reduz previsão da inflação para 3,99% este ano. CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria. BC confirma corte da Selic em março, mas manterá juros restritivos. Por outro lado, a quantidade de famílias que não conseguiu pagar essas dívidas no prazo caiu pelo terceiro mês seguido. Em dezembro, o nível de endividamento estava em 78,9%, enquanto, em janeiro no ano passado, abrangia 76,1% das famílias. Ao analisar os dados de janeiro de 2026, percebe-se que o endividamento é mais presente em famílias que ganham até três salários mínimos, chegando a 82,5% delas. Já nas com renda superior a dez salários mínimos, o indicador recua para 68,3%. Desde janeiro, o salário mínimo é fixado em R$ 1.621. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Perfil da dívida O levantamento revela que o cartão de crédito é a forma de endividamento mais presente no endividamento das famílias: Cartão de crédito: 85,4% Carnês: 15,9% Crédito pessoal: 12,2% Financiamento de casa: 9,6% Financiamento de carro: 8,7% Crédito consignado: 6% Cheque especial: 3,4% Outras dívidas: 2,5% Cheque pré-datado: 0,3% A pesquisa identificou que o comprometimento médio com as dívidas é de 7,2 meses ─ isso significa que esse é o tempo médio que falta para que as famílias quitem essas contas. Já a parcela da renda gasta com as dívidas ocupa em média 29,7% do orçamento familiar, segundo a Peic. Uma em cada cinco famílias (19,5%) afirmaram ter mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas. O levantamento é feito com 18 mil famílias de todo o país. São levadas em conta dívidas com cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa. A CNC ressalta que dívida não é necessariamente um comportamento financeiro negativo, uma vez que é uma forma de direcionar dinheiro para o consumo, o que aquece a economia como um todo. No entanto, a instituição adverte que o índice de endividamento preocupa quando as famílias começam a apresentar dificuldade na capacidade de honrar os pagamentos, a chamada inadimplência. Dívidas atrasadas A pesquisa identificou que a inadimplência em janeiro ficou em 29,3%, marcando o terceiro mês seguido de recuo, ou seja, cai desde outubro, quando estava em 30,5%. A parcela de famílias com conta atrasada é maior à medida que diminui o rendimento domiciliar. Nos lares com renda de até três salários mínimos, o percentual é 38,9%. Já entre consumidores que recebem mais de dez mínimos, fica em 14,9%. A pesquisa apurou que o tempo médio de pagamento em atraso ficou em 64,8 dias em janeiro. A CNC identificou ainda que 12,7% das famílias disseram que não terão condições de pagar dívidas atrasadas. Juros altos De acordo com a CNC, os juros altos dificultam a amortização das dívidas e tornam o orçamento cada vez mais apertado. A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006 (15,25%). O percentual é determinado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e influencia as demais taxas praticadas no mercado, como os juros ao consumidor. A Selic está mantida em nível elevado como ferramenta de combate à inflação. O índice oficial de inflação (IPCA) chegou a ficar 13 meses fora do teto da meta do governo (4,5% ao ano), voltando para o intervalo de tolerância em novembro de 2025. A Selic alta age na economia de forma restritiva, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo. O impacto esperado é menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos. Projeção A CNC projeta que o endividamento das famílias deve seguir em alta, ao menos no primeiro semestre, chegando a 80,4% em junho. Para a inadimplência, a estimativa é redução até encostar em 28,9% em junho. De acordo com o economista-chefe da CNC, um dos motivos para a regressão é queda da taxa Selic, já indicada pelo Banco Central a partir de março. “A gente vem em um patamar [de juros] muito elevado, então vai levar um certo tempo para que esse desaperto monetário seja sentido também no mercado de crédito”, avalia. “Começando em março, provavelmente no início do terceiro trimestre, final do segundo trimestre, as famílias já devem se deparar com uma taxa de juros significativamente menor”, completa. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/percentual-de-familias-com-dividas-cresce-mas-inadimplencia-cai

Nascido da saudade do Carnaval, Berbigão do Boca chega à 34ª edição em Florianópolis

Era uma quarta-feira de cinzas de 1992 quando a história do Berbigão do Boca, bloco tradicional de Florianópolis, começou a ser desenhada. Sentados em uma mesa da sede do clube Doze de Agosto, no bairro Coqueiros, sete amigos bebiam para curar a ressaca de um Carnaval que havia acabado cedo demais. Boca, um dos foliões do grupo, estava inconsolável. Para ele, um “carnavalesco inimigo do fim”, o Carnaval em Santa Catarina durava pouco se comparado a festas de outros estados, como Pernambuco. — Nessa época o Carnaval passou para a Passarela Nego Quirido, com as escolas de samba. Com isso, houve uma diminuição do número de blocos, que sempre foi a grande manifestação carnavalesca de Florianópolis, a mais típica pelo menos, e ele [o Boca] estava inconsolável — lembra Leonardo Garofallis, o Nado, que era um dos homens sentados naquela mesa em 92. Foi quando veio a provocação: “nós precisamos fazer alguma coisa”. A ideia, então, não era prolongar o Carnaval, mas criá-lo antes mesmo de ele começar. Assim nasceu o Berbigão do Boca — um nome que une uma iguaria típica de Florianópolis ao apelido do folião que se revoltou com o fim precoce da festa na Ilha. (Confira a matéria completa em NSC Total, 06/02/2026) Publicado em 06 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/nascido-da-saudade-do-carnaval-berbigao-do-boca-chega-a-34a-edicao-em-florianopolis/

Petrobras compra 42,5% de bloco de exploração de petróleo na Namíbia

Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça

A Petrobras adquiriu participação em um bloco de exploração de petróleo na costa da Namíbia, no sudoeste da África. A área fica na Bacia de Lüderitz e cobre cerca de 11 mil quilômetros quadrados (km²), equivalente à metade do tamanho de Sergipe. A informação foi divulgada por meio de fato relevante, comunicado que empresas fazem a investidores. Notícias relacionadas: CNI: faturamento da indústria fica estagnado em 2025. Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026. A estatal explica que adquiriu 42,5% de participação da área, identificada como Bloco 2613. A petroleira francesa TotalEnergies, parceira da Petrobras na produção de petróleo no Brasil, adquiriu outros 42,5%. A Namcor Exploration and Production, estatal do governo da Namíbia, possui 10%, enquanto a Eight Offshore Investment Holdings detém 5%. As participações adquiridas pela Petrobras e TotalEnergies foram vendidas pelas empresas Eight e Maravilla Oil & Gas. O comunicado não informa o valor de aquisição. A empresa acrescentou que a conclusão do negócio depende ainda do cumprimento de condições precedentes, incluindo aprovações governamentais e regulatórias, notadamente do Ministério da Indústria, Minas e Energia da Namíbia. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Busca por reservas A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, aponta que a nova participação faz parte dos esforços da companhia para recomposição das reservas de petróleo e gás. “Temos avaliado com muito cuidado áreas que têm mostrado boas perspectivas, tanto no Brasil como em outras partes do mundo”, disse, acrescentando que a compra marca a volta da empresa à Namíbia. A diretora de Exploração e da Petrobras, Sylvia Anjos, enfatizou o conhecimento da formação geológica da bacia exploratória. “Temos bastante conhecimento geológico da região, em grande parte análoga às nossas bacias sedimentares. Olhamos com atenção a costa oeste Africana e as boas oportunidades na África. Foi assim em São Tomé e Príncipe, África do Sul e, agora, Namíbia”, afirmou. África O continente africano é uma aposta da Petrobras para aumentar o atual estoque de reservas de petróleo, previsto para entrar em declínio na década de 2030.  A Petrobras voltou a manter operações no continente africano em 2024. Em 8 de fevereiro daquele ano, a companhia concluiu a aquisição de participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África. Em dois blocos a participação é de 45%; e no terceiro, 25%. Em outubro de 2024, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies. Américas Além de posições no Brasil e na a África, a Petrobras tem operações na América do Sul e nos Estados Unidos. Na Colômbia, a estatal anunciou, em dezembro de 2024, a descoberta da maior reserva de gás da história do país. O poço gigante Sirius-2, explorado em consórcio com a Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, tem capacidade equivalente à quase metade da produção diária de gás da Petrobras no Brasil. Na Argentina, por meio da subsidiária Petrobras Operaciones S.A., a companhia detém uma participação de 33,6% no ativo de produção Rio Neuquén. Na Bolívia, a petroleira produz gás principalmente nos campos de San Alberto e San Antonio, com 35% de participação em cada um desses contratos de operação de serviços, que são operados principalmente para fornecer gás ao Brasil e à Bolívia. Nos Estados Unidos, a atuação se dá em campos em águas profundas no Golfo do México, com participação de 20% da Petrobras America Inc., formando com a Murphy Exploration & Production Company a joint venture MPGoM. Brasil No Brasil, além das prolíficas bacias do pré-sal, no litoral do Sudeste, a empresa mira esforços exploratórios na Margem Equatorial, região no litoral norte tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”. Há também grande interesse na Bacia de Pelotas, no litoral sul. Um fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são descobertas de petróleo no Uruguai e na própria África – Namíbia e África do Sul. As duas costas geográficas possuem características físicas que se assemelham. Produção e reservas No mês passado, a Petrobras informou que atingiu recorde de produção de petróleo em 2025, alcançando média de 2,40 milhões de barris por dia (bpd). O pré-sal respondeu por 82% do total. Também em janeiro, a estatal brasileira informou que o total de reservas de petróleo e gás chegou a 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2025, sendo 84% de óleo e condensado e 16% de gás natural. Boe é uma unidade de medida que padroniza o volume de gás natural e petróleo, convertendo o gás para o valor energético equivalente a um barril de petróleo bruto. Dessa forma, é possível somar a produção. O índice de reposição de reservas (IRR) no ano passado foi de 175%, ou seja, para cada barril produzido, outro 1,7 foi descoberto. A relação entre as reservas provadas e a produção está em 12,5 anos, isto é, mantido o ritmo de produção, as reservas atuais são suficientes para pouco mais de 12 anos. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/petrobras-compra-425-de-bloco-de-exploracao-de-petroleo-na-namibia

Cuidado com os gurus de LinkedIn: marketing não faz milagre

Cuidado com os gurus de LinkedIn: marketing não faz milagre

Ultimamente, abrir o LinkedIn virou um exercício de paciência. A cada scroll, surge alguém prometendo a fórmula definitiva para “salvar” o seu jogo. São campanhas milagrosas, frameworks infalíveis, threads intermináveis sobre growth e gurus oferecendo cronogramas editoriais como se fossem o caminho da verdade. A ideia é sempre a mesma: com a estratégia certa, qualquer jogo dá certo. Foi impossível não pensar nisso ao assistir a uma palestra do Jared J. Tan, da Devolver Digital, sobre o sucesso de Cult of the Lamb (que eu assisti recentemente). O que ele faz nessa fala é desmontar quase tudo que esse discurso vende. Não com buzzwords ou fórmulas prontas, mas com uma constatação simples (e incômoda): jogos não viralizam porque tentam viralizar. Eles viralizam porque são memoráveis. Social media não faz mágica: é amplificador. Tan fala de retenção, dos dois segundos de vida ou morte no TikTok, de reaproveitar assets com inteligência — o que é trailer vira corte, machinima, GIF. Mas o subtexto é claro (e indigesto para os gurus de plantão): nada disso funciona se o jogo não tiver um mundo atraente, uma identidade clara, uma “fantasia” bem definida. Algo que responda, sem esforço, por que alguém passaria horas e horas ali dentro. Nenhum marketing cria isso. Existe uma diferença brutal entre um jogo que é só mais um perdido na Steam e um jogo que gruda no imaginário. Os que realmente marcam precisam de poucos segundos para criar uma imagem mental, provocar uma emoção – nem que seja estranhamento! Já outros exigem explicação constante, dependem de carrosséis didáticos, textos longos dizendo “do que o jogo se trata” e posts tentando convencer o público de que “vale a pena”. E quando o marketing vira o principal argumento… geralmente é porque o jogo não está se sustentando por conta própria. Talvez a pergunta mais honesta (e menos vendável, claro) que a indústria deveria se fazer antes de montar qualquer plano de campanha seja esta: esse jogo tem alma? Ele tem uma fantasia clara, sustentada por mecânicas, arte e tom? Ou depende de contexto, legenda e muita boa vontade? Se a resposta for “mais ou menos”, não existe thread no LinkedIn que resolva. O que resolve é edição. Clareza. E coragem de cortar o que não funciona. Porque, no fim, marketing bom não salva jogo fraco. Ele só amplifica quem já tem algo a dizer. E barulho sem conteúdo… a gente já sabe como termina. fonte https://santotech.com.br/cuidado-com-os-gurus-de-linkedin-marketing-nao-faz-milagre/

Centro Cultural dos Correios apresenta exposição sobre Michelangelo

Símbolo do Renascimento Italiano, Michelangelo ganha uma homenagem à sua altura no Rio de Janeiro. O Centro Cultural Correios recebe ‘Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina’, a mais abrangente experiência imersiva já dedicada ao gênio no Brasil. Durante a exposição, o público pode circular por 15 salas contendo réplicas de obras do artista, além de manuscritos, desenhos e esculturas em tamanho real. Entre os destaques está a famosa “Pietà”, que representa a Virgem Maria segurando seu filho Jesus nos braços, e uma reprodução do teto da Capela Sistina, com diversas pinturas, entre elas “A Criação de Adão”, que retrata Deus dando vida ao primeiro homem. A pintura é vista como uma das grandes obras da humanidade. O produtor responsável pelo projeto, João Victor Trascastro, explica que os visitantes podem conhecer o teto da capela em detalhes: “O público em geral vai poder conhecer em detalhes o trabalho que Michelangelo fez na Capela Sistina. Então, todos aqueles afrescos, toda aquela narrativa completa, agora detalhada parte a parte, capítulo a capítulo, de toda essa representação bíblica e dessa riqueza artística de Michelangelo em detalhes”. Com mais de mil metros quadrados, a mostra foi concebida para oferecer uma experiência imersiva e interativa, como aponta o produtor: “A imersão e a interatividade de “Michelangelo: O mestre da Capela Sistina”, ela já inicia na primeira sala, quando a gente tem já a trilha sonora da exposição, trazendo aquela calma, aquele momento de contemplação do simples, de um atelier, de um artista. Porque nós temos na composição cenográfica uma representação do que poderia ter sido o atelier de Michelangelo. E isso avança conforme a gente vai engrandecendo a cada sala, a cada ambiente”. Como gostava de retratar o corpo humano em suas obras, Michelangelo também estudou anatomia e até dissecou cadáveres. Um trabalho feito com paixão e disciplina, destaca João Victor Trascastro: “Ele segue sendo uma das principais referências em não só o talento nato, mas também é no ponto de estudar, de se aprimorar, de ser perfeccionista até num ponto que às vezes sai um pouco da fora da curva. Porque é algo muito perfeito, mas o tempo que ele se dedicou estudando para trazer a perfeição da criação do corpo humano”. Para João Victor, com toda essa riqueza de imagens, a exposição traz para os visitantes a mais pura emoção provocada pela arte. Um sentimento que nem mesmo o próprio Michelangelo poderia ser capaz de mensurar: “Acho que nem ele esperava que fosse emocionar tanto, mas quando a gente observa ali presencialmente e quando a gente também vê outras pessoas juntas olhando a mesma obra, a gente entende que ele atravessa a história e atravessa os nossos sentimentos até hoje. Então a gente aprende também, além da técnica, como emocionar e como Michelangelo e a obra dele são de fato imprescindíveis para a história do nosso mundo”. E uma curiosidade. Além de pintor e escultor, Michelangelo escrevia poemas. Foram mais de 300 ao longo da vida.  A exposição “Michelangelo : O Mestre da Capela Sistina” é apresentada pelo Ministério da Cultura e fica em cartaz até 22 de fevereiro. Ingressos a R$ 50. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/centro-cultural-dos-correios-apresenta-exposicao-sobre-michelangelo

Rainha do rock, Rita Lee será padroeira da liberdade na Mocidade

Rainha do rock, Rita Lee será padroeira da liberdade na Mocidade

“Eu bato samba de guitarra/ Eu gosto tanto de café/ Quanto de Coca-Cola… Existem sempre os dois lados da questão”, diz a letra de Tum Tum, um samba aparentemente improvável composto por Rita Lee e pelo parceiro de vida e de música Roberto de Carvalho. A canção está registrada no álbum Santa Rita de Sampa (1997). A cantora e compositora paulistana (1947-2023), batizada de Rainha do Rock no Brasil, é o enredo do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, que traz o título Rita Lee, a padroeira da liberdade. Se samba e rock podem parecer à primeira vista (ou audição) água e azeite, o convite a todos da Mocidade trata de deixar tudo bem misturado. “Chega mais, Rita. Vem para o templo do samba fazer um monte de gente feliz. Bota esse povo para cantar tuas músicas de letras afiadas, irreverentes, bem-humoradas, divertidas. Alegremente carnavalescas. Teu “rockcarnaval”. Baila. Como se baila na tribo. Desbaratina. Lança teu perfume na avenida”, roga a sinopse pela qual a escola apresentou o enredo à sua comunidade. Segundo a Mocidade, Rita Lee foi um “sopro libertário” e seu “roque enrow” serviu como “um deboche lisérgico [alucinante] que refrescou e mudou a cena musical no país.” A veia disruptiva da homenageada da escola de Padre Miguel deixa a agremiação em sintonia com as demais escolas de samba em desfiles que reverenciam quem quebrou barreiras e mudou paradigmas. Ópera rock  O samba não é um gênero musical de todo estranho à Rita Lee, como mostrou Tum tum. Antes dessa composição, ela gravou com João Gilberto Joujoux e Balangandãs, de Lamartine Babo. Compôs ainda, com Roberto de Carvalho, o samba Brasil é com S, também cantada com João Gilberto. Rita também gravou Samba do Arnesto (Adoniran Barbosa e Alocin) com Demônios da Garoa e até fez a marchinha de carnaval Frou frou, com Roberto de Carvalho. Além disso, gostava muito de Carmem Miranda e pode ser ouvida imitando “a pequena notável” em I like you so much. Independentemente do gênero musical, atributos de Rita Lee fazem dela um bom enredo, avalia Marcelo Misailidis, responsável pela coreografia da comissão de frente da Mocidade Independente de Padre Miguel. “Ela foi uma pessoa que teve uma postura contestadora. Alguém muito lúcida e atenta às questões que realmente interessavam”, descreve à Agencia Brasil. “Uma mulher fascinante” Tarimbado no Sambódromo do Rio de Janeiro, Marcelo Misailidis tem formação no balé clássico e sabe que um desfile de escola de samba pode fazer tributos a uma roqueira, pois a Marques de Sapucaí é a avenida onde se cruzam diversas expressões artísticas. “Os desfiles de escola de samba são uma grande ópera a céu aberto. Eles obedecem toda a característica de narrativa como há em uma ópera ─ como um enorme espetáculo de grandes cenários e elencos gigantescos. Com essa densidade toda, os desfiles envolvem trabalho musical, artístico e cenográfico, [composição] indumentária e dança”. Santa Rita A escolha de Rita Lee como enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel foi anunciada em 22 maio do ano passado, Dia de Santa Rita de Cássia, considerada santa dos casos impossíveis. O desfile é preparado pelo carnavalesco Renato Lage, que já venceu quatro carnavais do grupo especial das escolas de samba do Rio, três deles com a Mocidade. Renato Lage e o compositor Roberto de Carvalho, viúvo de Rita Lee. Foto: roberto_de_carvalho/Instagram Ao todo, 13 sambas foram apresentados à escola. Em etapas eliminatórias e com participação da comunidade, o samba escolhido (em setembro) foi o assinado Jeffinho Rodrigues, Diego Nicolau, Xande de Pilares, Marquinho Índio, Richard Valença, Orlando Ambrósio, Renan Diniz, Lauro Silva, Cleiton Roberto e Cabeça do Ajax. A letra do samba recomenda “quem foge ao padrão vence a regra”. O principal intérprete na avenida será Igor Vianna. Estreante na escola, ele segue o pai Ney Vianna (1942-1989), que cantou para a Mocidade Independente de Padre Miguel nos anos 1970 e 1980, e foi campeão com a escola no carnaval de 1985 no desfile “Ziriguidum 2001”. A Mocidade é a primeira agremiação a desfilar na segunda noite de apresentações das escolas do grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro (segunda-feira, 16/2). A agremiação venceu os carnavais de 1979, 1985, 1990, 1991, 1996 e 2017. O músico Roberto de Carvalho, viúvo de Rita Lee, promete estar com a família na avenida desfilando na Mocidade. Em visita à escola à época dos preparativos no ano passado, ele desejou “que tudo seja perfeito, de acordo com o astral que eu sinto aqui no rolé na Mocidade de Padre Miguel”, como registrou a escola e ele replicou em seu perfil no Instagram. Conheça os enredos e a ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro 1º dia – domingo (15/2) Acadêmicos de Niterói – Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil; Imperatriz Leopoldinense – Camaleônico; Portela – O Mistério do Príncipe do Bará; Estação Primeira de Mangueira – Mestre Sacacá do Encanto Tucuju – o Guardião da Amazônia Negra. 2º dia – segunda-feira (16/2) Mocidade Independente de Padre Miguel – Rita Lee, a Padroeira da Liberdade; Beija‑Flor de Nilópolis – Bembé do Mercado; Unidos do Viradouro – Pra Cima, Ciça; Unidos da Tijuca – Carolina Maria de Jesus. 3º dia – terça-feira (17/2) Paraíso do Tuiuti  – Lonã Ifá Lukumi; Unidos de Vila Isabel – Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África; Acadêmicos do Grande Rio – A Nação do Mangue; Acadêmicos do Salgueiro – A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/rainha-do-rock-rita-lee-sera-padroeira-da-liberdade-na-mocidade/

Marina da Beira-Mar Norte tem licença para início da construção em Florianópolis

Marina da Beira-Mar Norte tem licença para início da construção em Florianópolis

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 05/02/2026) O prefeito Topázio Neto (PSD) anunciou, nesta quinta-feira (5) que o município obteve a licença definitiva para a construção do Parque Urbano Marina Beira-Mar, na Beira-Mar Norte, região central de Florianópolis. O documento que dá aval para a obra é a Licença Ambiental de Instalação (LAI), entregue pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Nos próximos dias, segundo o Executivo, a ordem de serviço será assinada, em ato com o governador Jorginho Mello (PL). O projeto do Parque Urbano Marina Beira-Mar tem área total 440 mil m2, com investimento de R$ 350 milhões, que será feito pela empresa JL Construções, de Cascavel (PR) escolhida por meio de licitação. O prazo de concessão para exploração comercial do parque é de 35 anos. O prazo para entrega da primeira etapa das obras (aterro, principais equipamentos públicos e jardinagem) será de dois anos e meio, e de mais um ano e meio para concluir a marina, totalizando quatro anos. “Estamos trabalhando muito há anos para entregar um empreendimento inovador, totalmente dentro da legislação e que será um grande marco para todos nós de Florianópolis. É uma obra grandiosa que tem tudo para ser um sucesso e proporcionar grandes experiências à população”, disse o secretário de Turismo, Desenvolvimentos Econômico e Inovação da Capital, Juliano Richter Pires, que acompanhou as tratativas para o projeto desde o início e esteve à frente do processo dos pedidos de licença no órgão ambiental. Publicado em 06 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/marina-da-beira-mar-norte-tem-licenca-para-inicio-da-construcao-em-florianopolis/