Prêmio Oscar terá novo palco a partir de 2029

Além de ter confirmado, ainda no final do ano passado, que a apresentação do Oscar passará a ser veiculada oficialmente também pelo Youtube a partir de 2029, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas acaba de informar que o evento também mudará de lugar. A premiação de número 101, que ocorrerá em 2029, não só será a primeira a ser transmitida pelo YouTube, como também deixará de ser sediada no Teatro Dolby, localizado na Calçada da Fama, e se muda para o Teatro Peacock, no centro de Los Angeles. O acordo inicial entre a Academia e a empresa AEG, que passará a ser responsável pelo evento e pela transmissão, prevê que a dobradinha Youtube + Teatro Peacock seja mantida até 2039. O local, inclusive, passará por reformas em sua infraestrutura, incluindo palco, sistema de som e iluminação, camarins e outros espaços nos bastidores, para receber o Oscar em sua 101ª edição. A plateia também deve sofrer alterações, já que a atual casa do Oscar tem capacidade para receber mais de 7 mil pessoas; e o Peacock tem apenas cerca de 3,4 mil lugares. As edições dos próximos dois anos ainda seguem a formatação atual, sendo transmitidas exclusivamente pela rede americana ABC e sediada no Teatro Dolby. Atingindo atualmente um público de centenas de milhões de pessoas em todo mundo, a primeira entrega dos prêmios Oscar, que ainda não tinha este nome oficialmente, aconteceu em 16 de maio de 1929. Naquele ano, o evento foi apenas um jantar privado no Hollywood Roosevelt Hotel, em Los Angeles, Califórnia, com cerca de 270 convidados para homenagear os melhores filmes de 1927 e 1928. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/premio-oscar-tera-novo-palco-partir-de-2029
Precatórios da União para 2027 somam R$ 44,9 bilhões

A União deverá pagar R$ 44,9 bilhões em precatórios em 2027, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (27) pela Secretaria de Orçamento Federal, vinculada ao Ministério do Planejamento. Os valores correspondem a dívidas judiciais definitivas, quando não cabe mais recurso, e serão pagos a mais de 200 mil beneficiários. Notícias relacionadas: Brasil tem recorde de 66,8% dos trabalhadores na previdência social. Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre. Confira os principais números do relatório: R$ 44,9 bilhões em precatórios para 2027; R$ 71,9 bilhões em 2026 (queda no comparativo); R$ 5,8 bilhões ligados ao Fundef; R$ 2,5 bilhões é valor do o maior precatório individual; 97,9% dos pedidos são de até R$ 1 milhão; R$ 23,9 bilhões somam esses pequenos valores; 117.855 pedidos apresentados; 209.622 beneficiários. Queda de valores O total previsto para 2027 é inferior ao de 2026, quando os precatórios somaram R$ 71,9 bilhões. Segundo o governo, a redução se deve principalmente à mudança no prazo de envio das informações pelo Judiciário, antecipado de abril para fevereiro, e à alteração no indexador da dívida, que passou da Taxa Selic (juros básicos da economia) para a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais 2% ao ano. Maiores valores Entre os precatórios, destacam-se ações relacionadas ao antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Ao todo, 127 pedidos vinculados ao fundo somam R$ 5,8 bilhões. O maior deles, de cerca de R$ 2,5 bilhões, foi expedido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, único acima de R$ 1 bilhão. Distribuição A maior parte dos processos é de pequeno valor: 97,9% são de até R$ 1 milhão. Na divisão por tipo de despesa: Previdência lidera em quantidade, com 79.353 pedidos; Outras despesas de custeio e capital concentram o maior volume financeiro, com R$ 20,4 bilhões; Pessoal e encargos sociais somam R$ 6,6 bilhões (14,7% do total). Contexto legal Precatórios são dívidas que a União precisa pagar após condenações definitivas na Justiça. As regras para esses pagamentos foram alteradas recentemente por emenda constitucional, que prevê a reincorporação gradual dessas despesas às metas fiscais até 2036. O impacto dessa transição ainda será detalhado nas próximas peças orçamentárias do governo, a começar pelo projeto de lei orçamentária de 2027, a ser apresentado no fim de agosto. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/precatorios-da-uniao-para-2027-somam-r-449-bilhoes
Recife recebe festival de jazz neste fim de semana

O Festival de Jazz de Recife acontece, neste fim de semana, com uma programação multicultural. Neste sábado (28) e domingo (29), a Praça do Arsenal volta a sediar o encontro que traz, além do gênero musical que dá nome ao evento, várias atrações que propõem o diálogo do jazz com estilos musicais como blues, música erudita e bossa nova, além de incorporar ritmos pernambucanos, como frevo e maracatu. Seguindo essa fórmula, no sábado, a partir das 15h, o palco vai ser espaço para vários encontros musicais: Mobile Jazz e os Mestres do Frevo, Maracatu Nação Erê, Maracatu Leão Coroado de Araçoiaba, O Bonde – Bloco Carnavalesco Lírico, Léo Gandelman, Maestro Spok, Claudette King e Rosa Passos, dentre outros. Já no domingo, a partir das 16h, os destaques serão Trio Corrente e Joabes Reis; e Prado Brothers convida Tia Carol e Wilson Sideral. O encerramento do Festival de Jazz de Recife fica por conta do grupo musical paulista Teatro Mágico. Além de música, o festival vai abrigar a Feira Maré Cultural, na Rua do Bom Jesus, reunindo cerca de 60 expositores entre gastronomia e artesanato, com foco na valorização da produção local e no estímulo à economia criativa. A programação é totalmente aberta ao público e integra as comemorações dos 489 anos de fundação da capital pernambucana, celebrados no último dia 12 de março. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/recife-recebe-festival-de-jazz-neste-fim-de-semana
Qualidade da água dos rios da Mata Atlântica segue precária, segundo relatório

A qualidade da água dos rios da Mata Atlântica continua precária, sem apresentar sinais consistentes de melhora. Lançado na semana do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o novo relatório da Fundação SOS Mata Atlântica confirma um cenário de estagnação nos indicadores e revela uma redução significativa no número de pontos com água classificada como boa. No estudo mais recente, que reúne dados coletados entre janeiro e dezembro de 2025, quase 80% dos pontos monitorados apresentaram qualidade regular – o que indica impacto relevante da poluição e necessidade de tratamento da água para diferentes usos. Produzido pelo programa Observando os Rios, uma das maiores iniciativas de ciência cidadã voltadas ao monitoramento da qualidade da água no Brasil, o Retrato da Qualidade da Água nos Rios da Mata Atlântica reúne um amplo diagnóstico sobre a situação dos cursos d’água do bioma. Neste ciclo de monitoramento, foram realizadas 1.209 análises em 162 pontos de coleta, distribuídos em 128 rios e corpos d’água localizados em 86 municípios de 14 estados, com a participação de 133 grupos voluntários. O relatório conta com patrocínio da Ypê e da Inditex, além do apoio da Águia Branca, da CMA GCM, da Fundação Sol de Janeiro, da Heineken e da Itaúsa. Os resultados mostram que apenas cinco pontos (3,1%) apresentaram qualidade boa, enquanto 127 (78,4%) foram classificados como regulares, 25 (15,4%) como ruins e cinco (3,1%) como péssimos. Mais uma vez, nenhum ponto analisado atingiu a classificação de qualidade ótima. O monitoramento utiliza o Índice de Qualidade da Água (IQA), indicador internacional adotado no Brasil para avaliar a condição ambiental da água doce. A metodologia classifica os rios em cinco categorias (ótima, boa, regular, ruim e péssima), considerando parâmetros físicos, químicos e biológicos, além de características da água como espumas, odor e turbidez (aferições organolépticas). Enquanto rios com qualidade boa ou ótima se mantêm em condições adequadas para abastecimento, produção de alimentos e vida aquática equilibrada, aqueles classificados como regulares já demonstram impactos ambientais que podem comprometer seu uso para consumo ou lazer. Nos rios com qualidade ruim ou péssima a poluição atinge níveis críticos, prejudicando tanto a biodiversidade quanto a população que depende desses recursos hídricos e a saúde pública. Apenas cinco pontos de água com boa qualidade A comparação com os dados do ciclo anterior reforça o alerta. Entre os 115 pontos acompanhados nos dois anos consecutivos, os classificados como bons caíram de nove para três. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos regulares e leve crescimento dos enquadrados como ruins. Cinco pontos permaneceram na categoria péssima, mantendo condições críticas de qualidade da água. Para Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, os resultados sinalizam que o país ainda não conseguiu avançar de forma estrutural na recuperação dos rios. “Seguimos presos a um cenário de estagnação num patamar que há anos já é preocupante. A predominância da qualidade regular revela que a maioria dos rios está sob pressão constante da poluição. Sem mudanças estruturais, o país continuará convivendo com rios degradados e, consequentemente, com riscos crescentes para toda a população”, afirma. Ainda assim, há exemplos pontuais de recuperação. O rio Betume, em Pacatuba (SE), apresentou melhora e passou da classificação regular para boa, enquanto o rio Capivari, em Florianópolis (SC), e o córrego Itaguaçu/Itaquanduba, em Ilhabela (SP) avançaram de ruim para regular. Os casos indicam que a recuperação é possível quando há redução das fontes de poluição e avanços na gestão das bacias hidrográficas. No entanto, o número de rios que perderam qualidade foi maior. Seis pontos que haviam apresentado classificação boa no ciclo anterior passaram para regular em 2025: os rios Pratagy, em Maceió (AL); Mamanguape, em Rio Tinto (PB); Sergipe, em Aracaju (SE); do Sal, em Nossa Senhora do Socorro (SE); Arroio Serraria, em Lindolfo Collor (RS); e o córrego do Balainho, em Suzano (SP). Entre os fatores associados a essa piora estão obras de infraestrutura, alterações no uso do solo, incêndios florestais, lançamento irregular de esgoto e pressões associadas à expansão urbana e às atividades agropecuárias. Em alguns casos, a situação se agravou ainda mais: o rio Jaboatão, em Jaboatão dos Guararapes (PE), e pontos dos rios Paraíba do Sul, em Itaocara (RJ), e Tietê, em Guarulhos (SP) e Santana de Parnaíba (SP), passaram de regular para ruim, tornando a água imprópria para diversos usos. O relatório também aponta que alguns dos trechos mais críticos, com água péssima, permanecem sem melhora – como os rios Pinheiros e Jaguaré, na capital paulista, e o Ribeirão dos Meninos, em São Caetano do Sul (SP) –, evidenciando que a recuperação dos rios é lenta e exige ações estruturais contínuas. “A Ypê é parceira do Observando os Rios desde 2015, ininterruptamente, o que possibilitou a expansão da metodologia para os 17 estados brasileiros que possuem Mata Atlântica. Consideramos muito importante apoiar as comunidades para conhecer e monitorar seus rios e poder dar esse alerta para toda a sociedade. Apesar de o cenário ser de estagnação, seguimos acreditando que o engajamento coletivo, envolvendo pessoas físicas e jurídicas, aliado a investimentos em saneamento e à gestão adequada das bacias hidrográficas, pode reverter esse quadro e garantir água de qualidade para as próximas gerações”, diz Gustavo de Souza, Diretor de P&D, Sustentabilidade e Inteligência Industrial da Ypê. Saneamento precário ainda é o maior obstáculo O principal entrave para a melhoria da qualidade da água no Brasil continua sendo a falta de saneamento adequado. Embora haja a meta de universalização dos serviços até 2033, cerca de 35 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à água potável, enquanto aproximadamente metade da população do país não conta com coleta e tratamento de esgoto. Em muitas cidades, o despejo irregular de efluentes continua chegando diretamente aos rios. A degradação das florestas também influencia diretamente a qualidade da água. A perda de matas ciliares reduz a capacidade dos rios de reter sedimentos, filtrar poluentes e regular o fluxo hídrico, agravando processos de assoreamento e comprometendo a disponibilidade de água em diversas bacias hidrográficas. Esses ecossistemas
Vila Galé anuncia construção de resort em Florianópolis e assume hotel histórico de SC
Da Coluna de Estela Benetti (NSC, 27/03/2026) O Grupo Vila Galé, multinacional hoteleira de Portugal, anunciou a construção do resort Vila Galé Floripa, um empreendimento de R$ 200 milhões no Sapiens Parque, em Florianópolis, e, também, que assumiu o projeto de restauração e ampliação do histórico hotel Caldas Imperatriz. O fundador e presidente do grupo, Jorge Rebelo de Almeida, em evento na Casa D’Agronômica, nesta quinta-feira (26), assinou documento que confirma o projeto do resort e revelou que fará a restauração do Hotel Caldas Imperatriz na Grande Florianópolis. Esses lançamentos foram feitos pelo empresário em evento na Casa D’Agronômica, ao lado do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, da vice-governadora Marilisa Boehm, do prefeito de Florianópolis Topázio Neto e da secretária de estado de Turismo Catiane Seif, entre outras autoridades. Jorge Rebelo de Almeida disse que foi convencido pelo governador a fazer o projeto de Caldas da Imperatriz, que resultará em empreendimento de 80 quartos. O primeiro projeto da multinacional em SC será um resort com 308 quartos, no parque tecnológico Sapiens, próximo da praia de Canasvierias, no Norte da Ilha de Santa Catarina. Com foco misto, para receber executivos do setor de tecnologia e também turistas que buscam sol e mar, o resort planeja ter um beach club para atende quem está com pé na areia, adiantou o empresário. – Nós fomos desafiados pelo governo para fazer aqui um projeto. Eu não vinha a Floripa há mais de 20 anos (até vir de novo no ano passado) e a cidade está muito diferente. Mesmo este Parque Sapiens estava meio parado e o atual governador deu uma mexida grande ali. Eu hoje eu visitei o parque e conheci vários projetos previstos para essa região. Achamos que é uma área muito interessante – disse Jorge Rebelo de Almeida, ao observar que a força do Grupo Vila Galé vai ajudar a atrair hóspedes. O governador Jorginho Mello destacou que o novo resort estará no Sapiens Parque, polo tecnológico em expansão e numa região que está recebendo uma série de grandes empreendimentos como um novo centro de evento privado e o novo centro estadual de formação de professores. – É um investimento muito bem-vindo para Santa Catarina, vai gerar emprego e todo o ecossistema em volta será beneficiado. Eu não tenho dúvida disso, que é uma obra desejada por qualquer Estado que quer gerar turismo, quer trazer pessoas, quer dar conforto. Isso é fundamental – destacou o governador Jorginho Mello. – Nós temos, hoje, 52 hotéis, dos quais 13 no Brasil. Neste momento, com este em Floripa temos sete hotéis em construção no país. E o Governador não descansou agora, nesta reunião, até me convencer a lançar mais um empreendimento em Santa Catarina, o do projeto no Hotel Caldas da Imperatriz – afirmou Jorge Rebelo de Almeida. Como será o Vila Galé Floripa O Vila Galé Floripa, novo resort do Norte da Ilha de Santa Catarina, será construído numa área de 48 mil metros quadrados no Sapiens Parque, centro tecnológico situado em área ampla, com a maior arte de preservação ambiental permanente. Terá 308 apartamentos, um lago, um acesso amplo com visual único. A infraestrutura contará com três restaurantes, dois bares, piscina externa, spa com piscina coberta e aquecida, academia, quadras de padel, de tênis e de futebol, além de uma pista de pedal kart infantil e Clube Nep, um espaço padrão do grupo para o lazer das crianças. Além disso, o resort terá um centro de eventos e salas de reuniões para receber eventos empresariais e outros. A multinacional Vila Galé A rede hoteleira Vila Galé é a segunda maior de Portugal e cresce no país e no exterior – no Brasil e em Cuba – principalmente com empreendimentos no modelo resort, como o que será construído em Florianópolis, e com uma marca de luxo, a Vila Galé Collection. No Brasil, são 13 hotéis em atividade e sete em construção. Além disso, o grupo se destaca na elaboração de vinhos em Portugal, alguns deles apresentados no evento da noite desta quinta-feira em Florianópolis. O grupo conta com as vinícolas Santa Vitória, na região do Alentejo; Val Moreira, no Douro; e Paço do Curutelo, em Ponte de Lima, na região dos vinhos verdes. No Brasil, a multinacional Vila Galé tem resorts all inclusive, hotéis de cidade e os empreendimentos da marca Collection, que oferecem um padrão mais personalizado de atendimento. Os hotéis da companhia no Brasil São o Vila Galé Alagoas; Vila Galé Salvador e Vila Galé Marés (Bahia); Vila Galé Fortaleza, Vila Galé Cumbuco e Vila Galé Collection Sunset Cumbuco (Ceará); Vila Galé Collection Ouro Preto (Minas Gerais); Vila Galé Cabo (Pernambuco); Vila Galé Rio de Janeiro e Vila Galé Eco Resort Angra (Rio de Janeiro); Vila Galé Paulista (São Paulo); Vila Galé Touros (Rio Grande do Norte) e Vila Galé Amazônia (Pará). Os projetos hoteleiros em construção no Brasil são dois em São Luis (MA), dois em Coruripe (AL), um em João Pessoa (PB) e um em Brumadinho (MG), além desse novo no Sapiens Parque, em Florianópolis. Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/vila-gale-anuncia-construcao-de-resort-em-florianopolis-e-assume-hotel-historico-de-sc/
Florianópolis entrega primeiro centro comunitário viabilizado por Outorga Onerosa
A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, entrega no próximo sábado, dia 28 de março, às 11h, a primeira obra viabilizada através da Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC), instrumento previsto no Plano Diretor da Capital. Localizado no bairro João Paulo, o novo Centro Comunitário foi requalificado e passa a oferecer uma estrutura moderna voltada ao lazer, esporte e integração dos moradores. Em uma área de aproximadamente 4 mil metros quadrados, o local conta com a ampliação do pavilhão comunitário, construção de um campo society com grama sintética, duas quadras de areia, playground infantil, pista de caminhada, áreas com paisagismo e espaços de permanência. O espaço também inclui iluminação esportiva para uso noturno, bicicletário, bebedouros, duchas e estrutura acessível. “Essa entrega mostra que é possível promover o desenvolvimento da cidade com responsabilidade e planejamento, garantindo que o crescimento urbano gere retorno direto para a população. A outorga onerosa é um instrumento que assegura que quem investe também contribua com a qualificação dos espaços públicos”, enfatiza a secretária de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Ivanna Tomasi. A solenidade de entrega da obra terá a presença do Prefeito de Florianópolis, Topázio Neto; da Vice-Prefeita Maryanne Mattos; da Secretária Executiva de Parcerias Estratégicas e Investimentos Internacionais, Zena Becker; da Secretária de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Ivanna Tomasi; do Presidente da Câmara Municipal de Florianópolis, João Cobalchini, do chefe de gabinete da Assembleia Legislativa, Carlos Eduardo de Souza Neves; líderes do Conselho Comunitário do João Paulo e representantes da Dimas Construtora. Contrapartida urbanística O modelo de outorga onerosa permite que empreendedores construam acima do limite básico permitido em um terreno mediante o pagamento de uma contrapartida ao município. Esses recursos são obrigatoriamente revertidos em melhorias urbanas. Neste modelo, o empreendedor é responsável pela execução da obra, enquanto a Prefeitura atua no planejamento, aprovação e fiscalização do projeto A entrega marca a aplicação concreta do instrumento urbanístico previsto no Plano Diretor e reforça o potencial da outorga onerosa como ferramenta para qualificar espaços públicos em diferentes regiões da cidade. O novo Centro Comunitário do João Paulo foi concebido como um espaço multifuncional, preparado para receber atividades esportivas, eventos comunitários e momentos de lazer para todas as idades. Serviço O quê: Entrega do novo Centro Comunitário do João PauloQuando: Sábado, 28 de março de 2026, às 11hOnde: Rod. João Paulo, s/nº, fim da Servidão da Escola José do Valle Pereira (PMF, 25/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/florianopolis-entrega-primeiro-centro-comunitario-viabilizado-por-outorga-onerosa/
Ibaneis pede R$ 4 bi a Fundo Garantidor de Créditos para socorrer BRB

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pediu um empréstimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). O pedido foi formalizado por carta enviada ao fundo, com o objetivo de garantir a continuidade de serviços financeiros, apoiar políticas públicas e preservar a liquidez da instituição. Notícias relacionadas: Justiça proíbe venda de área ambiental no DF para salvar BRB. Câmara Legislativa aprova uso de imóveis públicos para socorrer BRB. Mendonça prorroga inquérito que apura fraudes no Banco Master. A operação prevê carência de um ano e seis meses, com pagamentos semestrais. A remuneração deve seguir o CDI acrescido de spread, conforme condições a serem definidas pelo FGC. O modelo inclui tanto reforço de capital quanto eventual linha de liquidez, em formato ainda sujeito a ajustes entre as partes. Garantias Para viabilizar o crédito, o Governo do Distrito Federal propôs como garantias participações acionárias em empresas públicas, como a Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal), o BRB (Banco de Brasília) e a CEB (Companhia Energética de Brasília), além de nove imóveis públicos autorizados em lei. Parte desses ativos, porém, enfrenta questionamentos. A área conhecida como Serrinha do Paranoá, por exemplo, teve o uso de garantias suspenso pela Justiça local, mas cabe recurso. Outro ponto de controvérsia é o Centrad, complexo administrativo sem uso há mais de uma década e envolvido em disputa judicial. Objetivo do aporte O Governo do Distrito Federal classifica a operação como “estruturante” e afirma que o objetivo é recompor indicadores exigidos pela regulação bancária, como o Índice de Basileia, que mede a solidez das instituições financeiras. Entre os resultados esperados estão: expansão da carteira de crédito; financiamento de infraestrutura e habitação; apoio a micro e pequenas empresas; estímulo à economia local e à arrecadação. A iniciativa ocorre em meio a dificuldades fiscais do DF. O governo local recorre ao FGC após encerrar 2025 com déficit de cerca de R$ 1 bilhão e sem capacidade de obter garantia do Tesouro Nacional para operações de crédito. No caso do BRB, a situação também é pressionada por perdas associadas a ativos problemáticos e pela necessidade de elevar provisões, estimadas em bilhões de reais. Negociação O processo ainda está em fase inicial e depende da análise do FGC quanto à viabilidade, risco e adequação às regras do fundo. O Palácio do Buriti informou que prepara documentos como plano de negócios, plano de capital e diagnóstico financeiro, além de uma proposta detalhada de garantias e cronograma de implementação. A liberação dos recursos dependerá da avaliação da capacidade de pagamento e da consistência dos ativos oferecidos. Banco Master Investigações indicam que o Banco de Brasília adquiriu R$ 12,2 bilhões em créditos considerados irregulares do Banco Master. A instituição afirma, contudo, que conseguiu recuperar parte desses recursos. Atualmente, a necessidade de provisões do BRB gira em torno de R$ 8,8 bilhões, mas uma auditoria forense independente estima um impacto maior, de até R$ 13,3 bilhões, relacionado a operações com indícios de falta de lastro. O banco também enfrenta dificuldades para divulgar os resultados de 2025 dentro do prazo, até o fim deste mês, e o Banco Central tem resistido a conceder a prorrogação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/ibaneis-pede-r-4-bilhoes-ao-fgc-para-socorrer-banco-de-brasilia
Ponte Hercílio Luz guarda histórias de quem a manteve viva
Confira a reportagem do Jornal SCC Meio-Dia. (SCC/SBT, 26/03/2026) O post Ponte Hercílio Luz guarda histórias de quem a manteve viva apareceu primeiro em FloripAmanhã. fonte https://floripamanha.org/2026/03/ponte-hercilio-luz-guarda-historias-de-quem-a-manteve-viva/
Alcântara estreia uso de recursos do Rouanet Nordeste

A cidade de Alcântara, no Maranhão, é o primeiro município brasileiro a apresentar na prática como estão sendo aplicados os recursos públicos do programa especial de fomento à cultura Rouanet Nordeste. O programa, lançado em 2025, é uma ação do Ministério da Cultura que disponibiliza R$ 40 milhões para 126 projetos culturais da região Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Neste fim de semana, o Festival Itinerante AfroSom vai levar manifestações da música regional afro-nordestina para apresentações gratuitas no município de Alcântara, no Maranhão. O Grupo Coco Marajá do Cajueiro, Moleques do Samba e a banda de reggae Barba Branca se apresentam, a partir das seis da tarde, na Praça da Matriz. Como parte da programação, também está prevista a Oficina de Dança Afro e Encantarias, ministrada por Zayda Moraes, mestra em artes, na sede da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial, sábado, às nove da manhã. Programação e expansão do AfroSom O projeto segue até outubro e percorrerá outras nove cidades maranhenses: Caxias, Raposa, São José de Ribamar, Pirapemas, Estreito, Paço do Lumiar, Barreirinhas, Pinheiro e a capital, São Luís. Em cada cidade, o projeto seguirá sempre o mesmo formato: apresentações culturais envolvendo gêneros como reggae, tambor de mina, tambor de crioula e bumba-meu-boi; e uma oficina artística formativa nas áreas de capoeira, dança, artesanato, audiovisual, religiões de matriz africana e patrimônio cultural da região. Trinta grupos, bandas e coletivos musicais, além de dez DJs selecionados por curadoria, integram a iniciativa maranhense vinculada ao Rouanet Nordeste. A ação quer garantir que mestras e mestres transmitam saberes ancestrais, fortaleçam tradições regionais e ampliem o acesso de jovens a essas referências, além de estimular a economia criativa de cada cidade que sediar o AfroSom. No perfil afrosomfest, no Instagram, haverá atualização da programação em cada cidade e também o link com os formulários para acessar as oficinas. Além desse, o Maranhão ainda irá executar outros sete projetos. Entre os estados vinculados ao Programa Rouanet Nordeste, Pernambuco lidera o número de iniciativas selecionadas, com 28 propostas; seguida da Bahia, com 19. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/alcantara-estreia-uso-de-recursos-do-rouanet-nordeste
Zona Azul: estacionamento rotativo deve voltar à Florianópolis; entenda
O estacionamento rotativo deve voltar à Florianópolis após meses interrompido. À reportagem da CBN Floripa, a Prefeitura de Florianópolis declarou que o processo licitatório está sendo elaborado e se aproxima da fase final. Os serviços da Zona Azul foram interrompidos em janeiro de 2025. Na época, o Tribunal de Justiça discordou do método utilizado pela prefeitura para contratar empresas responsáveis pelo serviço. Agora, pouco mais de um ano depois, a gestão municipal confirmou que elabora um novo texto para o processo licitatório. O documento está na fase final e deve ser aberto em breve. (Confira a matéria completa em CBN Total, 26/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/zona-azul-estacionamento-rotativo-deve-voltar-a-florianopolis-entenda/
