BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo

O Banco de Brasília (BRB) anunciou na noite desta terça-feira (31) que não divulgará o balanço consolidado de 2025 dentro do prazo legal, ampliando a incerteza sobre sua situação financeira. A decisão ocorre em meio à crise desencadeada por operações com o Banco Master e deve aumentar a pressão de reguladores e investidores sobre a instituição. A legislação brasileira determina que instituições financeiras publiquem suas demonstrações financeiras anuais até o fim de março. O prazo termina às 23h59 desta terça, sem a divulgação dos números pelo BRB, que não informou uma nova data. Notícias relacionadas: ABDI tem R$ 6,8 milhões em editais e bolsas com foco em inovação. Fazenda pede que Receita Federal automatize declaração anual do IR. Brasil cria 255,3 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Caged. Em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco afirmou que precisa concluir os trabalhos de auditoria forense relacionados à operação Compliance Zero, além de avaliar os possíveis impactos dessas investigações nos resultados. Segundo a instituição, o adiamento busca garantir “fidedignidade, transparência e integridade” das informações prestadas a acionistas e ao mercado. Auditoria A auditoria em andamento investiga operações realizadas com o Banco Master, que estão sob suspeita de irregularidades. O BRB informou que a análise envolve tanto a apuração dos fatos quanto a mensuração dos efeitos contábeis dessas transações. A conclusão desse processo é considerada essencial para que o banco apresente números consistentes, o que, na prática, impede a divulgação imediata do balanço. Além disso, o banco também não apresentou, como era esperado, um plano detalhado para cobrir os prejuízos decorrentes dessas operações. Regras Com o descumprimento do prazo, o BRB terá de prestar esclarecimentos a órgãos reguladores como o Banco Central (BC) e a CVM. As normas da CVM preveem a aplicação de multa diária pelo atraso na divulgação de informações obrigatórias. Embora o impacto financeiro dessas penalidades seja limitado, especialistas apontam que o dano reputacional tende a ser mais significativo. Em situações mais extremas, caso o atraso persista por período prolongado, o banco pode até ter suspenso seu registro como companhia aberta, o que impediria a negociação de suas ações no mercado. Impacto A ausência dos resultados financeiros aumenta a incerteza entre investidores e analistas, que seguem sem visibilidade sobre o tamanho das perdas e a real situação patrimonial do banco. O cenário tende a elevar a volatilidade dos ativos ligados ao BRB, com oscilações mais intensas e frequentes nos preços, refletindo maior percepção de risco. Além disso, o atraso pode pressionar ainda mais a avaliação de risco da instituição, com impacto potencial em seu rating e no custo de captação de recursos. Crise A atual crise do BRB teve origem na aquisição de cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master, operação que passou a ser investigada por suspeitas de fraude. O caso levou à liquidação do Banco Master e provocou perdas relevantes para o BRB. A crise afetou o capital mínimo prudencial, reserva que instituições financeiras são obrigadas a manter para garantir estabilidade e absorver choques, do banco. Diante do avanço das investigações, o Banco Central intensificou o monitoramento sobre o banco nos últimos meses. Pressão O episódio aumentou a pressão sobre a gestão do BRB, que agora precisa apresentar soluções para recompor o capital, passo considerado essencial para restaurar a confiança do mercado. Oficialmente, o banco afirma que tem solidez e um plano estruturado de capitalização. No entanto, investidores permanecem cautelosos diante da falta de divulgação dos dados e das incertezas sobre o tamanho do prejuízo, estimado em pelo menos R$ 8 bilhões, podendo chegar a R$ 13 bilhões, segundo uma auditoria independente. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/brb-confirma-que-nao-divulgara-balanco-de-2025-no-prazo
ACATE 40 anos: Pioneiros da Tecnologia em Santa Catarina
Você já parou para pensar como o setor de tecnologia de Santa Catarina começou? Em uma era de máquinas de escrever e recursos limitados, a união de empreendedores pioneiros deu vida à ACATE, em 1º de abril de 1986. Neste vídeo, a associação celebra essa trajetória de 40 anos: da resiliência dos primeiros passos a como o ecossistema de inovação catarinense se tornou referência nacional. (ACATE, 30/03/2026) Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/acate-40-anos-pioneiros-da-tecnologia-em-santa-catarina/
Após reportagem, Github se pronuncia sobre o caso das inserções de anúncios em pull requests

O gitHub, através de sua assessoria de impresa, a SHERLOCK COMUNICATIONS, em contato com a redação do santotech.com.br informou sobre o caso das inserções de anuncios em pull requests. Recentemente, foi introduzida uma funcionalidade que permite convidar o GitHub Copilot a realizar alterações em pull requests. Como parte desse lançamento, uma dica de produto do agente de código do GitHub Copilot, que incluía uma sugestão de terceiros, foi exibida inadvertidamente no principal comentário de pull request quando o Copilot foi acionado por uma pessoa desenvolvedora. Foi identificado esse comportamento como uma falha de lógica de programação e removemos o recurso de dicas do agente de comentários do pull request. O porta-voz Martin Woodward, VP de Relacionamento com Desenvolvedores no GitHub: Martin Woodward, VP de Relacionamento com Desenvolvedores no GitHub “O GitHub não inclui e não tem planos de incluir anúncios no GitHub. Identificamos um problema na lógica de programação com uma dica do agente de código do GitHub Copilot que apareceu fora de contexto em um comentário de pull request. Removemos as dicas do agente dos comentários de pull request daqui em diante” Entenda o caso Zach Manson, um desenvolvedor de software, publicou um post em seu blog no dia 30 de março descrevendo como um membro da equipe havia pedido ao Copilot para corrigir um erro de digitação em um de seus pull requests. Em vez de fazer apenas a correção, o Copilot também modificou a descrição do PR para incluir textos promocionais sobre si mesmo e sobre o Raycast, uma ferramenta de produtividade para macOS. “Isso é horrível. Eu sabia que esse tipo de porcaria aconteceria eventualmente, mas não esperava tão cedo”, escreveu Manson, citando a teoria de Cory Doctorow sobre como as plataformas se degradam ao longo do tempo. fonte: https://sherlockcomms.com/ fonte https://santotech.com.br/apos-reportagem-github-se-pronuncia-sobre-o-caso-das-insercoes-de-anuncios-em-pull-requests/
Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado

Mais de 80% dos estados brasileiros indicaram adesão à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda, informou a pasta em nota conjunta divulgada com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A proporção de 80% das 27 unidades da Federação significa que 22 ou 23 aceitaram a proposta do governo. Notícias relacionadas: MP da subvenção de R$ 1,20 no diesel sai esta semana, diz Durigan. BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo. Dólar cai para R$ 5,17 e bolsa sobe com expectativas sobre guerra. Oficialmente, a Fazenda não divulga as unidades da Federação que não aderiram. A assessoria da pasta informou que não pode repassar as informações porque as conversas ainda não foram concluídas Mais cedo, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida provisória com o subsídio sai ainda esta semana. Embora a subvenção não exija o compromisso de todos os governadores, o ministro explicou as negociações para conseguir a adesão de todas as unidades da Federação contunuam. De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação. Proporção Segundo o comunicado, a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição. A iniciativa terá duração limitada, com o objetivo de evitar impactos fiscais permanentes. A adesão é voluntária, conforme discutido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão deliberativo que reúne os secretários estaduais da área, acima do Comsefaz. O texto também estabelece que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas. “A iniciativa reforça o diálogo cooperativo entre União e estados na busca por soluções conjuntas para o mercado de combustíveis, com foco na previsibilidade de preços, na segurança do abastecimento e na manutenção do equilíbrio das contas públicas em todos os níveis de governo”, ressaltou a nota conjunta. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/mais-de-80-dos-estados-aderem-subsidio-diesel-importado
Praça Artística – FloripAmanhã

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 30/03/2026) Foto: Divulgação A revitalização do parquinho da Praça Governador Celso Ramos, na região central de Florianópolis, foi entregue pela WOA. O projeto foi desenvolvido pela arquiteta e urbanista Juliana Castro, da JA8 Arquitetura Viva, e executado pela Ebaplay. É a primeira “praça artística” da cidade, um conceito que une arte, natureza e infância. O destaque é uma escultura brincante inspirada na liberdade de um pássaro, feita em madeira e com trabalho artesanal. “Acreditamos que o urbanismo caminha de mãos dadas com a qualidade de vida. Por isso, buscamos oferecer um espaço seguro, moderno e que estimule o convívio das famílias ao ar livre”, afirma Waltinho Koerich, diretor da WOA. Foto: divulgação Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/praca-artistica/
Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil

Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) pela organização não governamental ACT Promoção da Saúde, em parceria com a Agência Bori, mostra que a inflação de alimentos no Brasil se configura como um fenômeno estrutural, que encarece mais os produtos frescos em comparação com os ultraprocessados. O levantamento foi elaborado pelo economista Valter Palmieri Junior, doutor em desenvolvimento econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Notícias relacionadas: Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa. Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos. Segundo ele, a inflação dos alimentos no Brasil não pode ser atribuída exclusivamente a questões sazonais ─ oscilações temporárias que tendem a se corrigir espontaneamente quando a estação muda. O estudo aponta o exemplo de alta no preço do tomate durante a entressafra. O economista também defende que a inflação dos alimentos não pode ser só explicada por fatores conjunturais, que seriam variações por eventos não recorrentes, que podem durar meses ou poucos anos. Um exemplo é a desvalorização súbita do câmbio. O estudo classifica a inflação da alimentação como estrutural, composta por pressões permanentes que não se resolvem sozinhas e exigem mudanças no modo como a economia está organizada. “A inflação é estrutural, pois não decorre apenas de choques temporários, é específica, porque está associada às características históricas do modelo de desenvolvimento brasileiro”, escreve o pesquisador no estudo. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Alta acima da inflação Em quase 20 anos, o custo da alimentação do brasileiro subiu 302,6%, ou seja, multiplicou por quatro, enquanto a inflação geral do país foi de 186,6%. Isso significa que, de junho de 2006 a dezembro de 2025, o encarecimento da comida supera em 62% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como inflação oficial. Para efeito de comparação, Palmieri Junior mostra que nos Estados Unidos, no mesmo período, o nível de preços dos alimentos ficou cerca de 1,5% acima da inflação geral. O pesquisador ressalta que no Brasil, quando acontece algum tipo de crise e os preços dos alimentos sobem muito, há resistência de recuo. “Aumentar é fácil, mas depois, em algum momento, cair um pouco, isso é muito difícil. Vi isso em relação a alguns outros países”, disse em conversa com jornalistas para apresentar o estudo. Ao detalhar os grupos alimentícios do custo da comida no Brasil, a pesquisa revela que os itens que mais subiram foram: Tubérculos, raízes e legumes (359,5%), Carnes (483,5%) e Frutas (516,2%) Saudáveis x ultraprocessados O levantamento mostra que a perda do poder de compra é mais sentida em alimentos in natura. “Se uma pessoa destinasse, por exemplo, 5% do salário mínimo para comprar alimentos em 2006, hoje, com essa mesma proporção, ela conseguiria levar mais produtos ultraprocessados e menos alimentos saudáveis”, diz. Entre 2006 e 2026, o poder de compra para frutas caiu cerca de 31%; e para hortaliças e verduras, 26,6%. Já para compra de refrigerantes (+23,6%) e embutidos como presunto (+69%) e mortadela (+87,2%), aumentou. Pelo lado dos ultraprocessados, o economista explica que o barateamento está associado ao fato de ter elementos como os aditivos, “que são industriais, com menos oscilação de preço”. Outro ponto é o fato de serem cultivos de “monotonia”, quando o solo é usado insistentemente para poucos tipos de alimentos, o que reduz a resiliência do cultivo. “Poucos ingredientes básicos, como trigo, milho, açúcar e óleo vegetal, passam a ser transformados em milhares de produtos distintos por meio da adição de aditivos químicos”, diz. Para o professor, o menor efeito da inflação nos alimentos ultraprocessados direciona as escolhas, fazendo as pessoas a comprar produtos menos saudáveis. “Você vai tendo uma mudança nos padrões de consumo a partir disso”. Uma pesquisa divulgada hoje pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou os fatores que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas. Modelo exportador Um dos fatores que levam ao aumento persistente dos preços, assinala, é a inserção internacional do Brasil e o modelo agroexportador. O fato de o país ser um dos maiores exportadores de alimentos do mundo faz com que a prioridade dos produtores seja vender para outros países e receber o valor da produção em dólares, em vez de direcionar para o mercado interno. Na década de 2000, mostra o estudo, o país exportava 24,2 milhões de toneladas de alimento e importava 14,2 milhões de toneladas. Em 2025, as exportações saltaram para 209,4 milhões de toneladas, enquanto as importações ficaram em 17,7 milhões. “Esse indicador mostra a quantidade líquida de alimentos produzidos no país cujo destino é o mercado externo, reforçando o papel do Brasil como grande exportador e aumentando a influência do mercado internacional sobre os preços internos”, afirma. O direcionamento para exterior faz com que os produtores brasileiros deem prioridade para itens que são mais demandados em outros países, como soja, milho e cana de açúcar. A área dedicada ao cultivo dessas culturas passou de 41,93 milhões de hectares em 2006 para 79,30 milhões de hectares em 2025. Essa diferença é maior que todo o território da Alemanha (35,7 milhões de hectares). No mesmo período, a área dedicada ao cultivo de arroz, feijão, batata, trigo, mandioca, tomate e banana encolheu de 10,22 milhões de hectares para 6,41 milhões de hectares. Para efeito de comparação, o estado da Paraíba se estende por 5,64 milhões de hectares. Insumos mais caros Outro elemento apontado como causa do encarecimento recorrente dos alimentos é o custo dos insumos agrícolas, como fertilizantes, defensivos, colheitadeiras e outras máquinas. O estudo comparou preços dos triênios 2006-2008 e 2022-2024 e identificou os seguintes aumentos na moeda real: fertilizantes: 2.423%. herbicidas e reguladores de crescimento: 1.870% colheitadeiras: 1.765% inseticidas: 1.301% ureia (fertilizante nitrogenado): 981% peças e partes de máquinas agrícolas: 667% Para o pesquisador, isso reflete a ausência de uma estratégia de desenvolvimento, com expansão de commodities (matérias-primas negociadas em grandes quantidades e preços internacionais) baseada em insumos e tecnologias controlados por oligopólios de países desenvolvidos. O autor explica que há um ciclo vicioso que se reflete nos preços internos.
Black STEM abre inscrições e oferece bolsas de até R$ 42 mil para estudantes negros em tecnologia e inovação

O programa Black STEM, iniciativa do Fundo Baobá para Equidade Racial, está com inscrições abertas e reforça o papel da diversidade na formação de profissionais nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). A proposta é clara: ampliar o acesso de estudantes negros brasileiros a universidades internacionais e fortalecer suas trajetórias acadêmicas e profissionais em setores estratégicos da economia global. Bolsas e apoio completo para estudantes no exterior O edital prevê a concessão de três bolsas no valor de até R$ 42 mil, destinadas a estudantes negros que já estejam matriculados ou tenham sido aprovados em instituições estrangeiras. O apoio financeiro cobre despesas essenciais como moradia, transporte e custos acadêmicos, permitindo que os bolsistas foquem no desenvolvimento de suas carreiras. Além do incentivo financeiro, o programa se diferencia por oferecer um pacote completo de desenvolvimento, incluindo: Mentorias com especialistas Workshops de capacitação Conexões com lideranças negras Acompanhamento psicológico Esse conjunto de ações amplia o impacto do programa, indo além da educação formal e promovendo crescimento pessoal e profissional. Foco em carreiras estratégicas e impacto global O Black STEM é voltado exclusivamente para cursos nas áreas de alta demanda global, como engenharia, ciência da computação, biologia, medicina e outras disciplinas tecnológicas. A iniciativa acompanha uma tendência global: a necessidade de formar talentos qualificados em tecnologia, ao mesmo tempo em que promove inclusão e equidade racial em setores historicamente pouco diversos. Quem pode participar do programa Para concorrer às bolsas, é necessário atender a alguns critérios: Ser brasileiro nato ou naturalizado Se autodeclarar negro (preto ou pardo) Ter sido aprovado em universidade estrangeira em cursos STEM Estar cursando ou prestes a iniciar a graduação no exterior O processo seletivo é realizado de forma totalmente online e inclui análise de perfil, envio de vídeo de apresentação, cartas de recomendação e entrevistas individuais. Educação, inovação e equidade como estratégia de futuro Mais do que um programa de bolsas, o Black STEM se posiciona como uma estratégia de transformação social e econômica. Ao investir na formação de estudantes negros em áreas tecnológicas, a iniciativa contribui para a construção de um ecossistema mais diverso, inovador e competitivo. Em um cenário onde a inovação é motor de crescimento, ampliar o acesso à educação internacional e às carreiras STEM não é apenas uma pauta social — é também uma agenda estratégica para o futuro do Brasil. fonte https://santotech.com.br/black-stem-bolsas-estudantes-negros-tecnologia-inovacao-exterior/
Brasil cria 255,3 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Caged

Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 255.321 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em fevereiro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo é maior em relação a janeiro, quando o país criou 115.018 empregos. Notícias relacionadas: Firjan estima R$ 526,3 bilhões em investimentos no Rio até 2028. Contas públicas têm déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro. Lei reestrutura carreiras no Executivo e cria mais de 24 mil cargos. A criação de empregos caiu 42% em comparação a fevereiro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 440.432 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de fevereiro desde 2020, esse é o terceiro resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês de 2020 (+217,329 postos) e de 2023 (+252.480 postos). A mudança da metodologia impede a comparação com anos anteriores a 2020. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Acumulado Em janeiro e fevereiro, o Caged registrou queda de 37,8% no acumulado de vagas formais. Foram 370.339 nos dois primeiros meses de 2026 contra 594.953 no mesmo período de 2025. Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. Setores Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em fevereiro. Serviços: 177.953 postos Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 32.027 Construção civil: 31.099 Agropecuária: 8.123 Comércio: 6.127 Tradicionalmente, o mês de fevereiro é fraco para o comércio, que se recupera dos fins dos contratos temporários no Natal. Destaques Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 79.788 postos formais. A categoria de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 48.132 vagas. Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 29.029 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 1.626 vagas. A indústria extrativa abriu 1.199 vagas em fevereiro Regiões e estados Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em fevereiro. >> Veja abaixo o desempenho de cada região: Sudeste: 133.052 postos Sul: 67.718 Centro-Oeste: 32.328 Nordeste: 11.629 Norte: 10.634 Na divisão por unidades da Federação, 24 registraram saldo positivo e três demitiram mais do que contrataram. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (+95.896 postos); Rio Grande do Sul (+24.392) e Minas Gerais (+22.874). Os estados que eliminaram empregos formais em fevereiro foram Alagoas (-3.023), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186); Carteira assinada Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou fevereiro em 48.837.602, alta de 0,53% em relação a janeiro e de 2,19% em relação ao mesmo mês do ano passado. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/brasil-cria-2553-mil-postos-de-trabalho-em-fevereiro-aponta-caged
Reconhecimento do Movimento ODS destaca compromisso da FloripAmanhã com a cidade

Declaração do Movimento Nacional ODS Santa Catarina reconhece o cumprimento integral, pela FloripAmanhã, dos compromissos assumidos em 2025. A FloripAmanhã teve sua atuação reconhecida pelo Movimento Nacional ODS Santa Catarina pelo cumprimento integral, em 2025, dos seis compromissos assumidos no âmbito da adesão à iniciativa. A declaração foi emitida em Florianópolis no dia 31/03 de 2026 e reforça a presença da associação em uma rede voltada à promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS. Compromisso renovado com a Agenda 2030 A FloripAmanhã integra o Movimento ODS Santa Catarina desde 2020. A adesão formalizada naquele ano reforçou o alinhamento da associação com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, aprovada pela Organização das Nações Unidas, ONU, e com uma agenda voltada a uma sociedade mais inclusiva, ambientalmente sustentável e economicamente equilibrada. Esse alinhamento também aparece na própria trajetória institucional da entidade. A FloripAmanhã foi criada em 2005 com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida em Florianópolis e região metropolitana, atuando de forma colaborativa com diferentes organizações e estimulando o desenvolvimento sustentável, a cidadania e a cooperação entre setores. Diálogo, planejamento e responsabilidade na construção da cidade No depoimento em vídeo sobre a participação da associação no movimento, o presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário, Daniel Araújo, destaca que a entidade nasceu da vontade de cuidar de Florianópolis e que, há mais de 20 anos, reúne pessoas, ideias e instituições para pensar a cidade do presente e do futuro. Segundo Daniel Araújo, a FloripAmanhã acredita que a cidade se constrói com diálogo, planejamento e responsabilidade. Ele também ressalta que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ajudam a transformar boas intenções em ações concretas no território, fortalecendo organizações que escolhem agir de forma colaborativa. Confira o vídeo completo abaixo. Reconhecimento se conecta a ações permanentes da associação O reconhecimento do Movimento ODS Santa Catarina dialoga com frentes que fazem parte da atuação da FloripAmanhã em áreas como qualificação urbana, economia criativa, articulação institucional e produção de estudos e pesquisas. Esses eixos orientam projetos e ações voltados ao desenvolvimento equilibrado da cidade. Entre essas iniciativas está o Programa Adote uma Praça, criado em parceria com a Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis, FLORAM, para revitalização e manutenção de espaços públicos. Atualmente, cerca de 100 dos 208 espaços mapeados já foram adotados, em uma ação que busca qualificar áreas de convivência e incentivar a cidadania ativa. Outra frente é o Relatório Anual de Progresso dos Indicadores de Florianópolis, RAPI, coordenado pela FloripAmanhã junto com parceiros, com foco no monitoramento de indicadores de sustentabilidade ambiental, urbana e fiscal da cidade. A associação também coordena e participa de iniciativas ligadas à economia criativa, à gastronomia, à gestão de resíduos sólidos e ao planejamento de longo prazo para Florianópolis. Atuação em rede e visão de longo prazo A Agenda Floripa 2030/2040/2050, lançada pela FloripAmanhã, é um dos exemplos dessa visão. O documento foi construído de forma participativa e propõe diretrizes para o futuro da cidade com base em indicadores, cenários e compromissos relacionados ao desenvolvimento sustentável. Na apresentação da publicação, a associação relaciona essa construção aos compromissos assumidos com o Movimento Nacional ODS Santa Catarina. Mais do que um reconhecimento institucional, a nova certificação reforça uma linha de atuação que conecta planejamento, participação social e ação coletiva. Ao manter os compromissos assumidos junto ao Movimento ODS Santa Catarina, a FloripAmanhã reafirma seu papel na articulação de propostas e projetos voltados a uma Florianópolis mais humana, inteligente e sustentável. Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/reconhecimento-do-movimento-ods-destaca-compromisso-da-floripamanha-com-a-cidade/
Programa Florianópolis Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia realiza planejamento para o ciclo 2026/2027

A abertura do workshop foi conduzida pelo presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário, Daniel Araújok. A FloripAmanhã realizou o Planejamento Tático-Estratégico do Programa Florianópolis Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia, com foco na construção coletiva das ações e projetos para o ciclo 2026/2027. O encontro realizado nesta segunda-feira, 30/03, na Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis (CDL Florianópolis), reuniu representantes das instituições parceiras do Grupo Gestor para validar planejamentos institucionais e definir prioridades estratégicas Na abertura, o presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário, Daniel Araújo, destacou a importância do alinhamento entre as instituições parceiras para a definição das ações do novo ciclo.Coordenado pela FloripAmanhã, o programa avançou em mais uma etapa de organização e alinhamento entre as entidades envolvidas. Alinhamento para o novo ciclo A agenda do encontro incluiu a análise dos planejamentos institucionais das entidades participantes e a definição de prioridades para 2026 e 2027. O objetivo foi conectar iniciativas, metas e frentes de atuação capazes de dar continuidade ao desenvolvimento do programa. O planejamento buscou organizar as próximas ações de forma articulada, considerando o papel da gastronomia na promoção da economia criativa e a relação deste tema com outros campos criativos e a cultura de Florianópolis. Governança colaborativa Ao reunir representantes de diferentes instituições, o workshop reforçou o papel da governança colaborativa na condução do programa. A construção conjunta das estratégias contribui para qualificar decisões, integrar esforços e fortalecer a presença de Florianópolis em uma rede internacional voltada à economia criativa. Participaram representantes da FloripAmanhã, Sebrae, Prefeitura de Florianópolis – Fundação Cultural Franklin Cascaes, CDL Florianópolis, UFSC/Sinova, Udesc/Esag, JCI, Abrasel, SESC-Sistema Fecomércio e Confraria Sabores de Floripa. Gastronomia como vetor de desenvolvimento O planejamento do novo ciclo foi estruturado para orientar ações que conectem gastronomia, cultura, turismo, conhecimento e inovação. A proposta é seguir fortalecendo projetos voltados à valorização dos saberes locais, da cadeia produtiva e do posicionamento de Florianópolis no cenário da gastronomia. Com a realização do encontro, a FloripAmanhã deu continuidade ao trabalho de articulação institucional em torno de uma agenda que une planejamento, cooperação e visão de futuro. Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/programa-florianopolis-cidade-criativa-unesco-da-gastronomia-realiza-planejamento-para-o-ciclo-2026-2027/
