Páscoa com propósito: comunidade ribeirinha aposta no turismo sustentável como alternativa no feriado

Páscoa com propósito: comunidade ribeirinha aposta no turismo sustentável como alternativa no feriado

O feriado de Páscoa se aproxima e, no coração da Amazônia, uma experiência que vai além do turismo tradicional desponta como alternativa para quem busca natureza, cultura e propósito. No interior do Amazonas, o Turismo de Base Comunitária (TBC) convida visitantes a mergulharem nos saberes e no modo de vida de populações ribeirinhas, em um modelo sustentável que alia conservação ambiental, geração de renda e valorização das tradições locais. O momento é oportuno. Segundo ranking divulgado pelo projeto “Brasil em Mapas” no início deste ano, a capital amazonense conquistou o 5º lugar na lista “50 Lugares para Viajar no Brasil em 2026”. O resultado reforça o interesse crescente pela região Norte como destino turístico e amplia a visibilidade de experiências autênticas na Amazônia. Entre as iniciativas que fortalecem esse modelo está a Pousada Vista Rio Negro, empreendimento apoiado pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), que preparou um pacote especial para a data. A proposta reúne hospedagem em meio à floresta, vivências culturais e contato direto com moradores da comunidade, proporcionando uma imersão autêntica no cotidiano amazônico. A pousada está localizada na comunidade Santa Helena do Inglês, dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, no município de Iranduba, a cerca de 27 quilômetros de Manaus (AM), com acesso de aproximadamente uma hora e meia de barco a partir da Marina do Davi. Segundo a moradora da comunidade, Lucilene Oliveira, a pousada é um refúgio às margens do Rio Negro. “Esse é o destino ideal porque provoca uma imersão na Amazônia com conforto e uma natureza exuberante, além de gerar empregos, apoio aos produtores locais e incentivo ao ecoturismo”, enfatiza. Para o feriado de Páscoa, o pacote contempla dois dias e duas noites, com programação que inclui roda de conversa à beira do rio com moradores antigos, vivência na tradicional casa de farinha, visita a iniciativas comunitárias — como usina de energia solar e ateliê de artesanato, com troca de saberes com as artesãs —, trilhas na floresta, banho de rio e passeio noturno de canoa para observação da natureza. A experiência inclui hospedagem, alimentação completa, guias locais e demais atividades previstas no roteiro.O empreendimento integra as ações do Programa de Empreendedorismo e Negócios Sustentáveis (PENSA) da FAS, iniciativa voltada ao fortalecimento de negócios comunitários, à geração de renda para as famílias e à promoção de práticas alinhadas à conservação ambiental. Wildney Mourão, gerente do Programa de Empreendedorismo da FAS, ressalta que a proposta vai além da hospedagem em meio à floresta amazônica. “O turismo de base comunitária vai além da visitação. Ele cria oportunidades reais para que as famílias prosperem, contribui para a conservação da floresta e valoriza os conhecimentos tradicionais que fazem parte da identidade amazônica. Ao viver uma experiência como essa, o visitante passa a integrar um ciclo positivo de desenvolvimento sustentável”, afirma. A pousada também conta com um calendário de ações previsto para outros períodos estratégicos de 2026, como o verão amazônico e as férias escolares (junho e julho), além do feriado da Semana da Pátria, em setembro, e do Dia das Crianças, em outubro, ampliando as oportunidades para quem deseja vivenciar o turismo responsável na região. “Nosso objetivo é consolidar este e outros empreendimentos apoiados pela FAS como referência em turismo responsável na região do Rio Negro. Buscamos estruturar negócios comunitários para que sejam economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente responsáveis. A Pousada Vista Rio Negro demonstra que é possível gerar renda mantendo a floresta em pé e conservando o modo de vida local”, finaliza Mourão. Mais informações podem ser obtidas diretamente com a Pousada Vista Rio Negro pelo telefone (92) 98534-9820 ou pelas redes sociais, no perfil @pousadavistarionegrooficial. Sobre a FAS A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia. Sua missão é contribuir para a conservação do bioma, para a melhoria da qualidade de vida das populações da Amazônia e para a valorização da floresta em pé e de sua biodiversidade.– FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/pascoa-com-proposito-comunidade-ribeirinha-aposta-no-turismo-sustentavel-como-alternativa-no-feriado/

Dinheiro Não-reembolsável para INOVAÇÃO – SantoTech

Dinheiro Não-reembolsável para INOVAÇÃO - SantoTech

Você sabia que a sua empresa não precisa parar o operacional e suas vendas para inovar? Muitas empresas ainda enxergam edital como algo distante, burocrático e difícil de acessar. Mas, na prática, os editais da Finep continuam a ser uma das oportunidades mais relevantes para transformar inovação em investimento concreto. Para empresas, indústrias e negócios de base tecnológica, esses recursos podem acelerar pesquisa, desenvolvimento, validação, prototipagem, escalabilidade e entrada no mercado. A Finep mantém chamadas públicas abertas em 2026 voltadas tanto para empresas quanto para ICTs, com foco em áreas estratégicas da economia brasileira. Hoje, entre as oportunidades mais relevantes, estão as chamadas da Rodada 2 do Finep Mais Inovação Brasil e de outros editais com foco em inovação tecnológica e desenvolvimento produtivo. As chamadas empresariais abertas abrangem temas como saúde, transição energética, tecnologias digitais, mobilidade sustentável, cadeias agroindustriais sustentáveis, economia circular e cidades sustentáveis, transformação mineral, base industrial de defesa e semicondutores. Esse conjunto mostra que a Finep está direcionando recursos para setores considerados estratégicos para a competitividade do país. O que são os editais da Finep e por que eles interessam às empresas? A Finep é uma instituição pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação, vinculada ao ecossistema nacional de desenvolvimento. Na prática, ela financia projetos inovadores por meio de diferentes instrumentos, incluindo subvenção econômica, apoio reembolsável, chamadas públicas e programas temáticos. Para as empresas, isso representa a possibilidade de obter recursos para desenvolver novos produtos, processos ou serviços com menor pressão imediata de capital próprio.  Isto interessa especialmente à indústria porque inovação custa caro, envolve risco tecnológico e nem sempre gera retorno imediato. Quando um edital da Finep está bem alinhado com o problema tecnológico da empresa, ele pode funcionar como uma alavanca para acelerar desenvolvimento, reduzir dependência tecnológica, ampliar produtividade e fortalecer posicionamento competitivo. Para conhecer a Finep acesse: http://www.finep.gov.br/ Quais editais abertos merecem atenção em 2026? Entre as chamadas empresariais mais relevantes está a Subvenção Econômica Regional, que apoia projetos inovadores alinhados às missões da Nova Indústria Brasil nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte. O edital prevê recursos não reembolsáveis para projetos com atividades entre TRL 3 e TRL 9, valores solicitados entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões e prazo de submissão até 7 de abril de 2026. O foco está em projetos com risco tecnológico real, potencial de inovação e aderência às prioridades industriais do país. Além disso, a Rodada 2 do Finep Mais Inovação Brasil reúne chamadas temáticas voltadas diretamente ao ambiente empresarial, incluindo saúde, transformação mineral, transição energética, tecnologias digitais e mobilidade sustentável e prazo de submissão até 31 de agosto de 2026. Esse modelo permite que as empresas identifiquem o edital mais aderente ao seu setor, aumentando as chances de submeter uma proposta competitiva e bem enquadrada. Quem pode se inscrever nos editais da Finep? Nas chamadas empresariais, o perfil elegível costuma ser o de empresa brasileira com finalidade lucrativa. No edital de Subvenção Econômica Regional, por exemplo, são elegíveis empresas com sede no país que exerçam atividade econômica organizada para produção ou circulação de bens e serviços com intuito lucrativo. O edital exclui pessoas físicas, fundações, associações, MEI, empresário individual e Empresa Simples de Inovação. Também é necessário cumprir critérios formais adicionais, como ter registro anterior ao ano da submissão, objeto social compatível com o projeto, enquadramento nos limites de receita previstos no edital e apresentação correta da documentação exigida. Ou seja, não basta ter uma boa ideia.  A empresa precisa estar juridicamente e documentalmente pronta para participar. Como as empresas e indústrias podem ganhar esse dinheiro? A resposta mais honesta é: não se trata apenas de pedir dinheiro, mas de construir uma proposta tecnicamente forte e estrategicamente alinhada ao edital. A empresa aumenta suas chances quando consegue demonstrar, ao mesmo tempo, cinco elementos: aderência ao tema da chamada, elegibilidade documental, inovação real, capacidade de execução e potencial de impacto. Nos editais da Finep, a análise normalmente observa fatores como consistência da proposta, grau de inovação, relevância tecnológica, qualificação da equipa, risco tecnológico, externalidades, impacto no mercado e potencial de internacionalização. Na prática, ganhar esse recurso exige que a empresa faça um movimento mais estratégico. Primeiro, identificar um problema tecnológico ou oportunidade de desenvolvimento real dentro do negócio. Depois, escolher o edital certo. Em seguida, estruturar um projeto com objetivo claro, plano de trabalho, cronograma, orçamento, indicadores, equipa e, quando fizer sentido, parcerias com ICTs. O projeto precisa mostrar por que merece apoio público e qual transformação tecnológica ou produtiva vai gerar. Quem já teve Tecnova pode participar novamente? Em muitos casos, sim. No edital de Subvenção Econômica Regional, por exemplo, a Finep admite como alternativa ao requisito de receita mínima a comprovação de apoio anterior da própria Finep, inclusive em ações realizadas por meio de parcerias com agentes financeiros, Fundações de Amparo à Pesquisa ou fundos. Isso abre espaço para empresas que já participaram de programas como o Tecnova, desde que apresentem documentação comprobatória e atendam os demais critérios do edital. Isso é importante porque o histórico anterior pode fortalecer a candidatura em duas dimensões: comprovação de trajetória de inovação e reforço da credibilidade da empresa para executar novos projetos. Ainda assim, o apoio anterior não substitui a necessidade de uma proposta forte no presente. O projeto submetido continua a ser avaliado por mérito técnico e aderência ao regulamento atual. Quais erros mais impedem a aprovação? Um dos erros mais comuns é tentar encaixar qualquer projeto em qualquer edital. Essa abordagem enfraquece a proposta e reduz a aderência. Outro erro recorrente é deixar a documentação para a última hora. Em muitos casos, a empresa até tem potencial técnico, mas perde competitividade ou é inabilitada por falhas formais, inconsistências orçamentárias ou documentação incompleta. Também é comum que empresas tratem o edital como uma oportunidade isolada, quando ele deveria ser tratado como parte da estratégia de inovação do negócio. A proposta aprovada normalmente nasce de um processo anterior de preparação: diagnóstico interno, definição do desafio tecnológico, alinhamento do projeto ao objeto social, organização financeira e construção de uma narrativa técnica consistente. O

BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo

BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo

O Banco de Brasília (BRB) anunciou na noite desta terça-feira (31) que não divulgará o balanço consolidado de 2025 dentro do prazo legal, ampliando a incerteza sobre sua situação financeira. A decisão ocorre em meio à crise desencadeada por operações com o Banco Master e deve aumentar a pressão de reguladores e investidores sobre a instituição. A legislação brasileira determina que instituições financeiras publiquem suas demonstrações financeiras anuais até o fim de março. O prazo termina às 23h59 desta terça, sem a divulgação dos números pelo BRB, que não informou uma nova data. Notícias relacionadas: ABDI tem R$ 6,8 milhões em editais e bolsas com foco em inovação. Fazenda pede que Receita Federal automatize declaração anual do IR. Brasil cria 255,3 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Caged. Em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o banco afirmou que precisa concluir os trabalhos de auditoria forense relacionados à operação Compliance Zero, além de avaliar os possíveis impactos dessas investigações nos resultados. Segundo a instituição, o adiamento busca garantir “fidedignidade, transparência e integridade” das informações prestadas a acionistas e ao mercado. Auditoria A auditoria em andamento investiga operações realizadas com o Banco Master, que estão sob suspeita de irregularidades. O BRB informou que a análise envolve tanto a apuração dos fatos quanto a mensuração dos efeitos contábeis dessas transações. A conclusão desse processo é considerada essencial para que o banco apresente números consistentes, o que, na prática, impede a divulgação imediata do balanço. Além disso, o banco também não apresentou, como era esperado, um plano detalhado para cobrir os prejuízos decorrentes dessas operações. Regras Com o descumprimento do prazo, o BRB terá de prestar esclarecimentos a órgãos reguladores como o Banco Central (BC) e a CVM. As normas da CVM preveem a aplicação de multa diária pelo atraso na divulgação de informações obrigatórias. Embora o impacto financeiro dessas penalidades seja limitado, especialistas apontam que o dano reputacional tende a ser mais significativo. Em situações mais extremas, caso o atraso persista por período prolongado, o banco pode até ter suspenso seu registro como companhia aberta, o que impediria a negociação de suas ações no mercado. Impacto A ausência dos resultados financeiros aumenta a incerteza entre investidores e analistas, que seguem sem visibilidade sobre o tamanho das perdas e a real situação patrimonial do banco. O cenário tende a elevar a volatilidade dos ativos ligados ao BRB, com oscilações mais intensas e frequentes nos preços, refletindo maior percepção de risco. Além disso, o atraso pode pressionar ainda mais a avaliação de risco da instituição, com impacto potencial em seu rating e no custo de captação de recursos. Crise A atual crise do BRB teve origem na aquisição de cerca de R$ 12 bilhões em ativos do Banco Master, operação que passou a ser investigada por suspeitas de fraude. O caso levou à liquidação do Banco Master e provocou perdas relevantes para o BRB. A crise afetou o capital mínimo prudencial, reserva que instituições financeiras são obrigadas a manter para garantir estabilidade e absorver choques, do banco. Diante do avanço das investigações, o Banco Central intensificou o monitoramento sobre o banco nos últimos meses. Pressão O episódio aumentou a pressão sobre a gestão do BRB, que agora precisa apresentar soluções para recompor o capital, passo considerado essencial para restaurar a confiança do mercado. Oficialmente, o banco afirma que tem solidez e um plano estruturado de capitalização. No entanto, investidores permanecem cautelosos diante da falta de divulgação dos dados e das incertezas sobre o tamanho do prejuízo, estimado em pelo menos R$ 8 bilhões, podendo chegar a R$ 13 bilhões, segundo uma auditoria independente. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/brb-confirma-que-nao-divulgara-balanco-de-2025-no-prazo

ACATE 40 anos: Pioneiros da Tecnologia em Santa Catarina

Você já parou para pensar como o setor de tecnologia de Santa Catarina começou? Em uma era de máquinas de escrever e recursos limitados, a união de empreendedores pioneiros deu vida à ACATE, em 1º de abril de 1986. Neste vídeo, a associação celebra essa trajetória de 40 anos: da resiliência dos primeiros passos a como o ecossistema de inovação catarinense se tornou referência nacional.  (ACATE, 30/03/2026) Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/acate-40-anos-pioneiros-da-tecnologia-em-santa-catarina/

Após reportagem, Github se pronuncia sobre o caso das inserções de anúncios em pull requests

Git Hub

O gitHub, através de sua assessoria de impresa, a SHERLOCK COMUNICATIONS, em contato com a redação do santotech.com.br informou sobre o caso das inserções de anuncios em pull requests. Recentemente, foi introduzida uma funcionalidade que permite convidar o GitHub Copilot a realizar alterações em pull requests. Como parte desse lançamento, uma dica de produto do agente de código do GitHub Copilot, que incluía uma sugestão de terceiros, foi exibida inadvertidamente no principal comentário de pull request quando o Copilot foi acionado por uma pessoa desenvolvedora. Foi identificado esse comportamento como uma falha de lógica de programação e removemos o recurso de dicas do agente de comentários do pull request. O porta-voz Martin Woodward, VP de Relacionamento com Desenvolvedores no GitHub: Martin Woodward, VP de Relacionamento com Desenvolvedores no GitHub “O GitHub não inclui e não tem planos de incluir anúncios no GitHub. Identificamos um problema na lógica de programação com uma dica do agente de código do GitHub Copilot que apareceu fora de contexto em um comentário de pull request. Removemos as dicas do agente dos comentários de pull request daqui em diante” Entenda o caso Zach Manson, um desenvolvedor de software, publicou um post em seu blog no dia 30 de março descrevendo como um membro da equipe havia pedido ao Copilot para corrigir um erro de digitação em um de seus pull requests. Em vez de fazer apenas a correção, o Copilot também modificou a descrição do PR para incluir textos promocionais sobre si mesmo e sobre o Raycast, uma ferramenta de produtividade para macOS. “Isso é horrível. Eu sabia que esse tipo de porcaria aconteceria eventualmente, mas não esperava tão cedo”, escreveu Manson, citando a teoria de Cory Doctorow sobre como as plataformas se degradam ao longo do tempo. fonte: https://sherlockcomms.com/ fonte https://santotech.com.br/apos-reportagem-github-se-pronuncia-sobre-o-caso-das-insercoes-de-anuncios-em-pull-requests/

Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado

Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado

Mais de 80% dos estados brasileiros indicaram adesão à proposta de subsídio ao diesel importado apresentada pelo Ministério da Fazenda, informou a pasta em nota conjunta divulgada com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. A proporção de 80% das 27 unidades da Federação significa que 22 ou 23 aceitaram a proposta do governo. Notícias relacionadas: MP da subvenção de R$ 1,20 no diesel sai esta semana, diz Durigan. BRB confirma que não divulgará balanço de 2025 no prazo. Dólar cai para R$ 5,17 e bolsa sobe com expectativas sobre guerra. Oficialmente, a Fazenda não divulga as unidades da Federação que não aderiram. A assessoria da pasta informou que não pode repassar as informações porque as conversas ainda não foram concluídas Mais cedo, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida provisória com o subsídio sai ainda esta semana. Embora a subvenção não exija o compromisso de todos os governadores, o ministro explicou as negociações para conseguir a adesão de todas as unidades da Federação contunuam. De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação. Proporção Segundo o comunicado, a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição. A iniciativa terá duração limitada, com o objetivo de evitar impactos fiscais permanentes. A adesão é voluntária, conforme discutido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão deliberativo que reúne os secretários estaduais da área, acima do Comsefaz. O texto também estabelece que as cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas. “A iniciativa reforça o diálogo cooperativo entre União e estados na busca por soluções conjuntas para o mercado de combustíveis, com foco na previsibilidade de preços, na segurança do abastecimento e na manutenção do equilíbrio das contas públicas em todos os níveis de governo”, ressaltou a nota conjunta. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/mais-de-80-dos-estados-aderem-subsidio-diesel-importado

Praça Artística – FloripAmanhã

Fotografia de brinquedo de parque em forma de pássaro amarelo e azul, com escorregador, sobre areia e sob árvores.

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 30/03/2026) Foto: Divulgação  A revitalização do parquinho da Praça Governador Celso Ramos, na região central de Florianópolis, foi entregue pela WOA. O projeto foi desenvolvido pela arquiteta e urbanista Juliana Castro, da JA8 Arquitetura Viva, e executado pela Ebaplay. É a primeira “praça artística” da cidade, um conceito que une arte, natureza e infância. O destaque é uma escultura brincante inspirada na liberdade de um pássaro, feita em madeira e com trabalho artesanal. “Acreditamos que o urbanismo caminha de mãos dadas com a qualidade de vida. Por isso, buscamos oferecer um espaço seguro, moderno e que estimule o convívio das famílias ao ar livre”, afirma Waltinho Koerich, diretor da WOA. Foto: divulgação   Publicado em 31 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/praca-artistica/

Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil

Governo adia por 90 dias regra sobre trabalho no comércio em feriados

Um estudo divulgado nesta terça-feira (31) pela organização não governamental ACT Promoção da Saúde, em parceria com a Agência Bori, mostra que a inflação de alimentos no Brasil se configura como um fenômeno estrutural, que encarece mais os produtos frescos em comparação com os ultraprocessados.  O levantamento foi elaborado pelo economista Valter Palmieri Junior, doutor em desenvolvimento econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Notícias relacionadas: Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa. Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos. Segundo ele, a inflação dos alimentos no Brasil não pode ser atribuída exclusivamente a questões sazonais ─ oscilações temporárias que tendem a se corrigir espontaneamente quando a estação muda. O estudo aponta o exemplo de alta no preço do tomate durante a entressafra. O economista também defende que a inflação dos alimentos não pode ser só explicada por fatores conjunturais, que seriam variações por eventos não recorrentes, que podem durar meses ou poucos anos. Um exemplo é a desvalorização súbita do câmbio. O estudo classifica a inflação da alimentação como estrutural, composta por pressões permanentes que não se resolvem sozinhas e exigem mudanças no modo como a economia está organizada. “A inflação é estrutural, pois não decorre apenas de choques temporários, é específica, porque está associada às características históricas do modelo de desenvolvimento brasileiro”, escreve o pesquisador no estudo. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Alta acima da inflação Em quase 20 anos, o custo da alimentação do brasileiro subiu 302,6%, ou seja, multiplicou por quatro, enquanto a inflação geral do país foi de 186,6%. Isso significa que, de junho de 2006 a dezembro de 2025, o encarecimento da comida supera em 62% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conhecido como inflação oficial. Para efeito de comparação, Palmieri Junior mostra que nos Estados Unidos, no mesmo período, o nível de preços dos alimentos ficou cerca de 1,5% acima da inflação geral. O pesquisador ressalta que no Brasil, quando acontece algum tipo de crise e os preços dos alimentos sobem muito, há resistência de recuo. “Aumentar é fácil, mas depois, em algum momento, cair um pouco, isso é muito difícil. Vi isso em relação a alguns outros países”, disse em conversa com jornalistas para apresentar o estudo. Ao detalhar os grupos alimentícios do custo da comida no Brasil, a pesquisa revela que os itens que mais subiram foram:  Tubérculos, raízes e legumes (359,5%),  Carnes (483,5%) e  Frutas (516,2%)  Saudáveis x ultraprocessados O levantamento mostra que a perda do poder de compra é mais sentida em alimentos in natura. “Se uma pessoa destinasse, por exemplo, 5% do salário mínimo para comprar alimentos em 2006, hoje, com essa mesma proporção, ela conseguiria levar mais produtos ultraprocessados e menos alimentos saudáveis”, diz. Entre 2006 e 2026, o poder de compra para frutas caiu cerca de 31%; e para hortaliças e verduras, 26,6%. Já para compra de refrigerantes (+23,6%) e embutidos como presunto (+69%) e mortadela (+87,2%), aumentou. Pelo lado dos ultraprocessados, o economista explica que o barateamento está associado ao fato de ter elementos como os aditivos, “que são industriais, com menos oscilação de preço”. Outro ponto é o fato de serem cultivos de “monotonia”, quando o solo é usado insistentemente para poucos tipos de alimentos, o que reduz a resiliência do cultivo. “Poucos ingredientes básicos, como trigo, milho, açúcar e óleo vegetal, passam a ser transformados em milhares de produtos distintos por meio da adição de aditivos químicos”, diz. Para o professor, o menor efeito da inflação nos alimentos ultraprocessados direciona as escolhas, fazendo as pessoas a comprar produtos menos saudáveis. “Você vai tendo uma mudança nos padrões de consumo a partir disso”. Uma pesquisa divulgada hoje pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou os fatores que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas.    Modelo exportador Um dos fatores que levam ao aumento persistente dos preços, assinala, é a inserção internacional do Brasil e o modelo agroexportador. O fato de o país ser um dos maiores exportadores de alimentos do mundo faz com que a prioridade dos produtores seja vender para outros países e receber o valor da produção em dólares, em vez de direcionar para o mercado interno. Na década de 2000, mostra o estudo, o país exportava 24,2 milhões de toneladas de alimento e importava 14,2 milhões de toneladas. Em 2025, as exportações saltaram para 209,4 milhões de toneladas, enquanto as importações ficaram em 17,7 milhões. “Esse indicador mostra a quantidade líquida de alimentos produzidos no país cujo destino é o mercado externo, reforçando o papel do Brasil como grande exportador e aumentando a influência do mercado internacional sobre os preços internos”, afirma. O direcionamento para exterior faz com que os produtores brasileiros deem prioridade para itens que são mais demandados em outros países, como soja, milho e cana de açúcar. A área dedicada ao cultivo dessas culturas passou de 41,93 milhões de hectares em 2006 para 79,30 milhões de hectares em 2025. Essa diferença é maior que todo o território da Alemanha (35,7 milhões de hectares). No mesmo período, a área dedicada ao cultivo de arroz, feijão, batata, trigo, mandioca, tomate e banana encolheu de 10,22 milhões de hectares para 6,41 milhões de hectares. Para efeito de comparação, o estado da Paraíba se estende por 5,64 milhões de hectares. Insumos mais caros Outro elemento apontado como causa do encarecimento recorrente dos alimentos é o custo dos insumos agrícolas, como fertilizantes, defensivos, colheitadeiras e outras máquinas. O estudo comparou preços dos triênios 2006-2008 e 2022-2024 e identificou os seguintes aumentos na moeda real: fertilizantes: 2.423%. herbicidas e reguladores de crescimento: 1.870% colheitadeiras: 1.765% inseticidas: 1.301% ureia (fertilizante nitrogenado): 981% peças e partes de máquinas agrícolas: 667% Para o pesquisador, isso reflete a ausência de uma estratégia de desenvolvimento, com expansão de commodities (matérias-primas negociadas em grandes quantidades e preços internacionais) baseada em insumos e tecnologias controlados por oligopólios de países desenvolvidos. O autor explica que há um ciclo vicioso que se reflete nos preços internos.

Black STEM abre inscrições e oferece bolsas de até R$ 42 mil para estudantes negros em tecnologia e inovação

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O programa Black STEM, iniciativa do Fundo Baobá para Equidade Racial, está com inscrições abertas e reforça o papel da diversidade na formação de profissionais nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). A proposta é clara: ampliar o acesso de estudantes negros brasileiros a universidades internacionais e fortalecer suas trajetórias acadêmicas e profissionais em setores estratégicos da economia global. Bolsas e apoio completo para estudantes no exterior O edital prevê a concessão de três bolsas no valor de até R$ 42 mil, destinadas a estudantes negros que já estejam matriculados ou tenham sido aprovados em instituições estrangeiras. O apoio financeiro cobre despesas essenciais como moradia, transporte e custos acadêmicos, permitindo que os bolsistas foquem no desenvolvimento de suas carreiras. Além do incentivo financeiro, o programa se diferencia por oferecer um pacote completo de desenvolvimento, incluindo: Mentorias com especialistas Workshops de capacitação Conexões com lideranças negras Acompanhamento psicológico Esse conjunto de ações amplia o impacto do programa, indo além da educação formal e promovendo crescimento pessoal e profissional. Foco em carreiras estratégicas e impacto global O Black STEM é voltado exclusivamente para cursos nas áreas de alta demanda global, como engenharia, ciência da computação, biologia, medicina e outras disciplinas tecnológicas. A iniciativa acompanha uma tendência global: a necessidade de formar talentos qualificados em tecnologia, ao mesmo tempo em que promove inclusão e equidade racial em setores historicamente pouco diversos. Quem pode participar do programa Para concorrer às bolsas, é necessário atender a alguns critérios: Ser brasileiro nato ou naturalizado Se autodeclarar negro (preto ou pardo) Ter sido aprovado em universidade estrangeira em cursos STEM Estar cursando ou prestes a iniciar a graduação no exterior O processo seletivo é realizado de forma totalmente online e inclui análise de perfil, envio de vídeo de apresentação, cartas de recomendação e entrevistas individuais. Educação, inovação e equidade como estratégia de futuro Mais do que um programa de bolsas, o Black STEM se posiciona como uma estratégia de transformação social e econômica. Ao investir na formação de estudantes negros em áreas tecnológicas, a iniciativa contribui para a construção de um ecossistema mais diverso, inovador e competitivo. Em um cenário onde a inovação é motor de crescimento, ampliar o acesso à educação internacional e às carreiras STEM não é apenas uma pauta social — é também uma agenda estratégica para o futuro do Brasil. fonte https://santotech.com.br/black-stem-bolsas-estudantes-negros-tecnologia-inovacao-exterior/

Brasil cria 255,3 mil postos de trabalho em fevereiro, aponta Caged

Ampliação do número de carteiras assinadas é sustentada, diz IBGE

Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 255.321 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em fevereiro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo é maior em relação a janeiro, quando o país criou 115.018 empregos. Notícias relacionadas: Firjan estima R$ 526,3 bilhões em investimentos no Rio até 2028. Contas públicas têm déficit primário de R$ 16,4 bilhões em fevereiro. Lei reestrutura carreiras no Executivo e cria mais de 24 mil cargos. A criação de empregos caiu 42% em comparação a fevereiro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 440.432 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de fevereiro desde 2020, esse é o terceiro resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês de 2020 (+217,329 postos) e de 2023 (+252.480 postos). A mudança da metodologia impede a comparação com anos anteriores a 2020. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Acumulado Em janeiro e fevereiro, o Caged registrou queda de 37,8% no acumulado de vagas formais. Foram 370.339 nos dois primeiros meses de 2026 contra 594.953 no mesmo período de 2025. Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. Setores Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em fevereiro. Serviços: 177.953 postos Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 32.027 Construção civil: 31.099 Agropecuária: 8.123 Comércio: 6.127 Tradicionalmente, o mês de fevereiro é fraco para o comércio, que se recupera dos fins dos contratos temporários no Natal. Destaques Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 79.788 postos formais. A categoria de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 48.132 vagas. Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 29.029 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 1.626 vagas. A indústria extrativa abriu 1.199 vagas em fevereiro Regiões e estados Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em fevereiro. >> Veja abaixo o desempenho de cada região: Sudeste: 133.052 postos Sul: 67.718 Centro-Oeste: 32.328 Nordeste: 11.629 Norte: 10.634 Na divisão por unidades da Federação, 24 registraram saldo positivo e três demitiram mais do que contrataram. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (+95.896 postos); Rio Grande do Sul (+24.392) e Minas Gerais (+22.874). Os estados que eliminaram empregos formais em fevereiro foram Alagoas (-3.023), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186); Carteira assinada Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou fevereiro em 48.837.602, alta de 0,53% em relação a janeiro e de 2,19% em relação ao mesmo mês do ano passado. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/brasil-cria-2553-mil-postos-de-trabalho-em-fevereiro-aponta-caged