Mutirão da Cidadania oferece atendimento jurídico gratuito neste sábado em Florianópolis
A população de Florianópolis poderá acessar serviços jurídicos gratuitos neste sábado (11), durante a realização do Mutirão da Cidadania. A ação acontece das 8h às 12h, no Conselho Comunitário do bairro Monte Verde. A Defensoria Pública será responsável pelos atendimentos, oferecendo orientação jurídica, consulta processual e solicitação da segunda via de registro civil. A iniciativa também contará com a presença de serviços parceiros, ampliando o atendimento ao público. Aberto a todos os moradores da cidade, o mutirão tem como objetivo facilitar o acesso a direitos básicos e a serviços essenciais, especialmente para quem encontra dificuldades em buscar esse tipo de atendimento no dia a dia. Além da ação itinerante, a Defensoria Pública também realiza atendimentos no Balcão da Cidadania da Câmara Municipal de Florianópolis. O serviço está disponível para quem precisa de orientação jurídica, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 13h às 19h. Para ser atendido, é necessário apresentar documento de identificação e toda a documentação relacionada ao assunto a ser tratado. (CMF, 06/04/2026) Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/mutirao-da-cidadania-oferece-atendimento-juridico-gratuito-neste-sabado-em-florianopolis/
Falhas na prestação de serviços podem encerrar concessão da Enel em SP

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) iniciou nesta terça-feira (7) o processo administrativo para avaliar a continuidade da concessão de distribuição de energia elétrica na região metropolitana de São Paulo. A concessionária atende a capital e mais 23 municípios, com cerca de 8,5 milhões de clientes. Notícias relacionadas: Justiça suspende processo que pode levar à perda de concessão da Enel. Aneel mantém bandeira verde e conta de luz não terá acréscimo em abril. Diretor da Aneel critica Enel por tentar suspender processo. Segundo a agência, a medida, excepcional, foi motivada pela continuidade de falhas de transmissão e pela dificuldade da empresa de prestar atendimento célere e eficiente. “Após análise do processo de fiscalização, a Agência concluiu que as falhas na prestação de serviços continuaram, com elevado tempo de atendimento emergencial, aumento de interrupções superiores a 24 horas e falhas no planejamento e execução de planos de contingência”, diz a Aneel. “A Enel SP não conseguiu alcançar os padrões de desempenho satisfatórios e permaneceu abaixo da média de outras distribuidoras em eventos climáticos extremos semelhantes”, acrescenta a agência por meio de nota. A Aneel esclareceu ter avaliado períodos com eventos climáticos severos de 2023 a 2025. Para a Aneel a concessionária de energia apresentou um plano de recuperação com ações consideradas insuficientes para a área técnica, que também rejeitou manifestações e pareceres jurídicos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Enel Segundo a assessoria da Enel, a companhia “seguirá trabalhando para demonstrar firmemente, em todas as instâncias, que tem cumprido integralmente com todos os indicadores previstos em contrato e no plano de recuperação apresentado em 2024 ao regulador”. “A distribuidora tem plena confiança nos fundamentos legais e técnicos que norteiam suas operações no Brasil”, afirma a Enel. A concessionária alegou ainda que há necessidade de se garantir um tratamento não discriminatório, de valorizar a previsibilidade dos mecanismos punitivos e a segurança dos contratos, dando a entender que considera o processo injusto. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/falhas-na-prestacao-de-servicos-podem-encerrar-concessao-da-enel-em-sp
Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan

A equipe econômica avalia permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas, como parte de um novo pacote de crédito em elaboração. A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo o ministro, a proposta está em discussão conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego, comandado por Luiz Marinho, que demonstra preocupação com possíveis impactos sobre o fundo. Notícias relacionadas: FGTS eleva para R$ 13 mil limite de renda do Minha Casa, Minha Vida. Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai. Governo prevê arrecadar R$ 4,4 bi com taxação de fintechs, bets e JCP. Durigan afirmou que o uso do FGTS ainda está em análise e não há definição sobre o formato da medida. “Se acharmos que é razoável para financiamento de dívidas, isso vai ser admitido”, disse, após reunião com parlamentares do PT na Câmara. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Pacote contra endividamento O plano em estudo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como foco reduzir o endividamento das famílias e ampliar o acesso ao crédito. A proposta deve atender principalmente pessoas de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas. Entre as medidas analisadas está a concessão de garantia da União para renegociação de dívidas, o que pode facilitar a obtenção de melhores condições de pagamento, como juros mais baixos. O programa também pode prever descontos de até 80% sobre o valor total das dívidas, além de incluir débitos como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. Restrições e alcance Outra frente em discussão é a criação de restrições para apostas online (bets) para beneficiários do programa, como forma de evitar novo endividamento. A proposta também deve contemplar pessoas com contas em dia, mas com alto comprometimento da renda, permitindo a migração para linhas de crédito mais baratas. Apesar do avanço nas discussões, o pacote ainda não foi fechado. A expectativa do governo é anunciar as medidas nos próximos dias. Inadimplência O debate ocorre em meio a um cenário de alto endividamento no país. Dados recentes apontam que mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida, sendo que quase um terço está com pagamentos em atraso. O governo tem dialogado com bancos, fintechs e instituições financeiras para viabilizar o programa, que deve ter formato mais simples do que iniciativas anteriores de renegociação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-avalia-uso-do-fgts-para-quitar-dividas-diz-durigan
As mudanças que podem acabar com a maior Crise das Ostras da história
Da Coluna de Renato Igor (NSC, 07/04/2026) A produção de ostras em Florianópolis e na região metropolitana pode passar por mudanças no período de colheita e no formato de comercialização. A proposta foi apresentada por André Novaes, gerente da Epagri/Cedap, em entrevista à CBN Floripa. “Temos a possibilidade de mudar o período da colheita, que hoje ocorre majoritariamente no verão, quando as águas estão mais quentes, e também de repensar a oferta da ostra crua. Podemos pensar em outras formas de oferecer a carne do produto, além do consumo in natura. Outra ideia é deslocar a colheita para o inverno, quando as águas estão mais frias”, afirmou Novaes. O que está causando a morte das ostras? Os maricultores enfrentam a maior crise da história do setor, com perdas estimadas em até 90% da produção. Segundo técnicos, a principal causa é o aquecimento da água do mar. A Grande Florianópolis é responsável por cerca de 91% da produção nacional de ostras. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/as-mudancas-que-podem-acabar-com-a-maior-crise-das-ostras-da-historia/
Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra

As exportações brasileiras para o Oriente Médio caíram 26% em março, primeiro mês da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o valor exportado para os 15 países da região recuou de US$ 1,2 bilhão em março de 2025 para US$ 882 milhões neste ano. Notícias relacionadas: Preço do petróleo sobe após pronunciamento de Trump. Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz. Guerra contra o Irã é desnecessária e baseada em mentira, diz Lula. A queda atingiu principalmente produtos do agronegócio. A exportação de carne suína recuou 59%. As vendas de frango, principal item vendido ao Oriente Médio, caíram cerca de 22%. As vendas de soja para a região diminuíram 25%. Segundo o diretor de Estatísticas da pasta, Herlon Brandão, ainda é cedo para medir todos os efeitos do conflito sobre o comércio internacional. “Para fazer uma afirmação de que o conflito está afetando o fluxo [comercial], é necessário esperar um pouco mais”, disse Brandão. No fim de março, o Brasil fechou um acordo com a Turquia para a passagem e o armazenamento temporário de mercadorias do agronegócio exportadas para o Oriente Médio e a Ásia Central. Os efeitos, no entanto, só começarão a aparecer na balança comercial de abril. Petróleo O destaque positivo das exportações brasileiras foi o petróleo. As exportações de óleo bruto avançaram 70,4% em valor, alcançando US$ 4,7 bilhões. Em volume, o crescimento foi de 75,9%. Segundo o governo, ainda não é possível afirmar que a alta esteja diretamente ligada ao conflito, embora a guerra já tenha afetado cerca de 20% do comércio global de petróleo e elevado significativamente o preço do barril no mercado internacional. Para os próximos meses, a expectativa é de queda nas vendas do produto. Para compensar parte dos subsídios ao diesel, o governo introduziu, em meados de março, uma alíquota de 12% sobre as exportações brasileiras de petróleo. Impacto global Além do Oriente Médio, outros mercados importantes também reduziram compras de produtos brasileiros em março na comparação com o mesmo mês do ano passado. As exportações para os Estados Unidos caíram 9,1%, enquanto houve recuos de 10% para o Canadá e de 5,9% para a Argentina. No entanto, as vendas para a China cresceram 17,8% no mês, reforçando o papel do país asiático como principal parceiro comercial do Brasil. Resultados Em relação aos Estados Unidos, o Brasil registrou déficit comercial em março, com exportações de US$ 2,8 bilhões e importações de US$ 3,3 bilhões. Já com a China, houve superávit de US$ 3,8 bilhões no período. As exportações para a União Europeia cresceram 7,3%, enquanto para a Argentina houve queda nas vendas, mas manutenção de saldo positivo na balança. O cenário reflete os impactos iniciais da guerra sobre o comércio global, com efeitos variados entre regiões e produtos, especialmente nas cadeias ligadas a energia e alimentos. Apesar das quedas pontuais, o Brasil registrou superávit comercial de US$ 6,4 bilhões em março. As exportações totais somaram US$ 31,7 bilhões, alta de 10%, enquanto as importações cresceram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/exportacoes-para-o-oriente-medio-caem-26-desde-inicio-da-guerra
Zona Azul em Florianópolis – FloripAmanhã
Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 06/04/2026) A Secretaria de Infraestrutura e Manutenção da Cidade trabalha nos ajustes finais dos termos do edital do sistema de estacionamento rotativo em Florianópolis, que deve ser lançado nos próximos dias com previsão de 3 mil vagas no total. Conforme antecipado pela coluna em fevereiro, as tarifas serão mais altas na região central, onde funcionará a categoria Amarela – R$ 6,20/h para carros, R$ 3,10/h para motos/ciclomotores e R$ 12,40 para veículos de carga. A permanência máxima será de duas horas. Nas categorias Azul e Branca, os valores por hora serão iguais (R$ 4,00/h para carros, R$ 2,00/h para motos e R$ 8,00/h para carga), com tempo máximo de permanência de 2 e 5 horas, respectivamente. O retorno do serviço da Zona Azul, suspenso há dois anos por decisão judicial, é aguardado com expectativa, principalmente pelo comércio – afetado pela dificuldade que os clientes têm de estacionar no centro. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/zona-azul-em-florianopolis/
Rio recebe série de atividades culturais em unidades prisionais

O Rio de Janeiro recebe uma série de atividades culturais em sete unidades prisionais do estado até esta sexta-feira (10). A Semana da Cultura no Sistema Prisional conta com música, cinema, teatro e artes visuais. O projeto foi lançado nesta terça-feira (7), na Biblioteca Nacional, na capital fluminense. Além de reforçar as atividades que já ocorrem nas unidades prisionais, como o concurso de música Voz da Liberdade, realizado desde 2024 no Presídio Djanira Dolores de Oliveira, o evento conta com outras atrações, pensadas especialmente para compor a Semana, dentro e fora das unidades prisionais. O projeto é voltado para pessoas em privação de liberdade, egressas, familiares e servidores penais. Alguns exemplos das atividades são visitas guiadas a museus, com a participação de quem já retornou ao convívio social, doação de livros e exposição de peças de arte relacionadas à temática penal, que passaram por curadoria. De acordo com levantamento do CNJ realizado em 1,2 mil unidades prisionais, 45% delas não contam com atividades de cultura. O coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça, Luis Lanfredi, destacou a importância do evento: “Nós damos início a essa semana, que não é apenas celebratória, mas é histórica, por reposicionar a cultura, a leitura, a arte, a expressão do espírito como direitos fundamentais de todas as pessoas no nosso país, incluídas as que estão em privação de liberdade”. A programação no Rio de Janeiro funciona como projeto-piloto e deve orientar a expansão para outros estados. O coordenador falou sobre essa ideia: “O piloto Rio de Janeiro, na verdade, é o sonho de replicação possível dessa experiência em todas as unidades federativas do nosso país”. Horizontes Culturais A Semana de Cultura será concluída com o lançamento da estratégia nacional de fomento à cultura no sistema prisional, o Horizontes Culturais, em um evento no Theatro Municipal. A política tem por objetivo fortalecer práticas culturais já existentes nas unidades prisionais e ampliar o acesso à arte e à cultura, por meio de um plano nacional para o setor e de iniciativas nas áreas de audiovisual, música e comunicação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/rio-recebe-serie-de-atividades-culturais-em-unidades-prisionais
Governo projeta superávit comercial de US$ 72,1 bi em 2026

Em meio às incertezas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o comércio exterior, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) projeta que a balança comercial brasileira terá superávit de US$ 72,1 bilhões em 2026, alta de 5,9% em relação ao saldo positivo de US$ 68,1 bilhões registrado em 2025. A estimativa considera exportações de US$ 364,2 bilhões, avanço de 4,6% na comparação anual, e importações de US$ 292,1 bilhões, com crescimento de 4,2%. O valor projetado fica próximo do piso da faixa estimada anteriormente pelo governo, que varia entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões. Notícias relacionadas: Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra. Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020. FGC libera R$ 6 bi a credores com mais de R$ 1 mil no Will Bank. Segundo o diretor de estatísticas e estudos de comércio exterior do MDIC, Herlon Brandão, o cenário internacional ainda apresenta incertezas, mas os indicadores internos sustentam a projeção. “Sabemos que o cenário internacional tem desafios, mas pelas informações que temos até agora, olhando atividade econômica, taxa de câmbio e consumo, os modelos apontam para esse resultado”, afirmou. Brandão também destacou a resiliência do comércio exterior brasileiro diante de crises. “Por mais que tenha variações, olhando a direção e o patamar, observamos um comércio exterior brasileiro relativamente estável e resiliente a crises”, acrescentou. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. Resultado de março Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior mostram que o Brasil registrou superávit de US$ 6,4 bilhões em março, abaixo das expectativas do mercado. No período, as exportações somaram US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 25,2 bilhões. O desempenho das exportações foi puxado principalmente pela indústria extrativa, com alta de 36,4%, impulsionada pelo aumento nas vendas de petróleo. Também houve crescimento na indústria de transformação (+5,4%) e na agropecuária (+1,1%). Já as importações cresceram em todos os segmentos, com destaque para bens de consumo (+54,4%) e bens de capital (+26,5%). Acumulado do ano No primeiro trimestre de 2026, o país acumula superávit de US$ 14,1 bilhões, acima dos US$ 9,6 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com o Mdic, fatores como nível de atividade econômica, câmbio e preços internacionais seguem influenciando as projeções, que podem ser revisadas ao longo do ano conforme o cenário global evolua. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-projeta-superavit-comercial-de-us-721-bi-em-2026
FloripAmanhã apresenta Programa Floripa +100 à Secretaria de Saúde e avança articulação sobre longevidade na Capital

Representantes da FloripAmanhã, da Secretaria Municipal de Saúde e parceiros participaram da reunião que apresentou a proposta do Programa Floripa +100. A construção de uma Florianópolis mais preparada para o envelhecimento foi tema de uma reunião entre a FloripAmanhã e a Secretaria Municipal de Saúde. No encontro, realizado no dia 2/4, a Associação apresentou a proposta do Programa Floripa +100, voltado à promoção da saúde, do bem-estar, da longevidade e da valorização da memória de pessoas com 100 anos ou mais que vivem na Capital. A proposta foi recebida pelo secretário municipal de Saúde, Almir Gentil, e por integrantes de sua equipe. Pela FloripAmanhã, participaram o presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário Daniel Araújo, a gerente executiva Márcia R. Teschner, o coordenador do Programa Floripa +100, Dr. Luiz Alberto Silveira, e a coordenadora nacional do Conselho Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV), Fernanda Bornhausen. Como encaminhamento do encontro, o secretário Almir Gentil e Fábio Dias, da área de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, passam a integrar o grupo de trabalho da iniciativa. Proposta conecta saúde, longevidade e qualidade de vida O Programa Floripa +100 foi apresentado como uma iniciativa que busca estimular uma visão mais ampla sobre o envelhecimento, associando saúde, bem-estar, prevenção, autonomia e participação social. A proposta parte do entendimento de que a longevidade precisa ser tratada como tema estratégico para o presente e para o futuro da cidade. Ao reunir diferentes áreas e instituições em torno desse debate, a iniciativa pretende contribuir para a construção de caminhos que respondam ao crescimento da população idosa e à necessidade de fortalecer políticas e práticas voltadas à qualidade de vida em todas as fases do envelhecimento. Mapeamento de centenários integra a iniciativa Uma das frentes do Programa Floripa +100 é o mapeamento de pessoas com 100 anos ou mais que vivem em Florianópolis. A ação busca valorizar histórias, trajetórias e contribuições de quem atravessou décadas da vida da cidade e carrega experiências que ajudam a preservar sua memória histórica. Para a FloripAmanhã, cada centenário representa um patrimônio vivo de Florianópolis. O levantamento pretende dar visibilidade a essas trajetórias e ampliar a compreensão sobre longevidade, cuidado e pertencimento, aproximando a cidade de quem ajudou a construir sua história. Comunidade pode colaborar com o levantamento Familiares, amigos, vizinhos e instituições podem participar indicando pessoas centenárias que vivem em Florianópolis. Para contribuir, é necessário informar nome completo, data de nascimento, bairro ou região onde a pessoa reside e telefone para contato. As indicações podem ser feitas pelo telefone e WhatsApp (48) 9987-0244 ou pelo e-mail secretaria@floripamanha.org. Segundo a FloripAmanhã, os dados serão utilizados exclusivamente para o levantamento, com respeito à privacidade das informações. Com a participação da Secretaria Municipal de Saúde no grupo de trabalho e o apoio da comunidade no mapeamento dos centenários, a iniciativa amplia sua base de construção coletiva e reforça a proposta de pensar uma Florianópolis mais preparada para o envelhecimento, com saúde, memória e qualidade de vida. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/floripamanha-apresenta-programa-floripa-100-a-secretaria-de-saude-e-avanca-articulacao-sobre-longevidade-na-capital/
Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020

A queda nas exportações de café e o aumento na importação de veículos fizeram a balança comercial registrar o superávit mais baixo para meses de março em seis anos, divulgou nesta terça-feira (7) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 6,405 bilhões. O resultado representa queda de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit ficou em US$ 7,736 bilhões. O superávit é o mais baixo para meses de março desde 2020, início da pandemia de covid-19, quando o resultado ficou positivo em US$ 4,046 bilhões. Notícias relacionadas: Balança comercial tem quarto melhor resultado para fevereiro. Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz. O valor das exportações e das importações ficou o seguinte: Exportações: US$ 31,603 bilhões alta de 10% em relação a março do ano passado; Importações: US$ 25,199 bilhões, alta de 20,1% na mesma comparação. O valor das exportações é o segundo maior para meses de março desde o início da série histórica, só perdendo para março de 2023. As importações registraram o maior valor da série, que teve início em 1989. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Setores Na distribuição por setores da economia, as exportações em março variaram da seguinte forma: Agropecuária: +1,1%, com queda de 2 no volume e alta de 3% no preço médio; Indústria extrativa: +36,4%, puxada pelo petróleo, com alta de 36,4% no volume e de 0,2% no preço médio; Indústria de transformação: +5,4%, com alta de 4,2% no volume e de 1% no preço médio. Produtos Os principais produtos responsáveis pela alta das exportações em março foram os seguintes: Agropecuária: animais vivos, exceto pescados ou crustáceos (+49,4%); algodão em bruto (+33,6%); e soja (+4,3%). Indústria extrativa: outros minerais brutos (+55,9%); outros minérios e concentrados de metais de base (+66,8%); e óleos brutos de petróleo (+70,4%); Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+29%); combustíveis (+30%); e ouro não monetário (excluindo minérios de ouro e concentrados) (+92,7%). Apesar do crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em março. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 437,1 milhão a menos que em março de 2025 (-30,5%). A queda deveu-se à redução de 31% na quantidade exportada, por diferença de cronogramas de embarque. Em relação ao petróleo bruto, a alta nas exportações chega a US$ 1,971 bilhão em relação a março de 2025. Tradicionalmente, as vendas de petróleo registram forte variação mensal por causa da manutenção programada de plataformas. No entanto, a expectativa é de queda nos próximos meses por causa da alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação de petróleo, imposta em meados de março como medida para segurar a alta dos combustíveis após o início da guerra no Oriente Médio. Importações Em relação às importações, a alta está vinculada principalmente a veículos, cujas compras do exterior subiram US$ 755,7 milhões em março na comparação com o mesmo mês de 2025. Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes: Agropecuária: pescados (+28,9%); frutas e nozes não oleaginosas (+26,6%); e soja (+782%); Indústria extrativa: minérios e concentrados de metais de base (+33,7%); carvão não aglomerado (+59,9%); e óleos brutos de petróleo (+19,4%); Indústria de transformação: outros medicamentos, incluindo veterinários (+72,2%); adubos ou fertilizantes químicos (+61%) e automóveis de passageiros (+204,2%). Acumulado Nos três primeiros meses do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 14,175 bilhões, valor 47,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O crescimento deve-se à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026. A composição ficou a seguinte: Exportações: US$ 82,338 bilhões, alta de 7,1% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado; Importações: US$ 68,163 bilhões, alta de 1,3% na mesma comparação. O superávit acumulado é o terceiro maior da série histórica, só perdendo para o primeiro trimestre de 2024 e de 2023. Projeções O Mdic atualizou as estimativas para a balança comercial em 2026. Para este ano, a pasta projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, alta de 5,9% em relação ao resultado positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025. Em janeiro, o ministério tinha estimado superávit de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões neste ano. Segundo o Mdic, as exportações deverão encerrar o ano em US$ 364,2 bilhões, alta de 4,6% em relação a 2025. As importações deverão chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, aumento de 4,2% na comparação com o ano passado. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. As estimativas do Mdic estão mais otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 70 bilhões. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/balanca-comercial-tem-superavit-mais-baixo-para-marco-desde-2020
