VTEX DAY anuncia lançamento do Brazilian Engineering Awards e homenageia Tatiana Sampaio em edição inaugural

5=ygz6ejmjj2mxojci5sbvnmlhrwy0nwzu92y4vgzulgqprgzhjxaufgz6gdmwutmxmtnyejonvgcq5ydvxwnwazmhbtzhbtzkvtn5ytzxqdomzjz0mdzyutnxqgnhzkmlqgnhzkmlitm5ezmgjtj5yzmzctn2ctnz8vl1etlf9vlwitlfpjn

O VTEX DAY, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, anuncia um novo e importante marco em sua trajetória: o lançamento da primeira edição do Brazilian Engineering Awards, uma iniciativa que nasce com o propósito de reconhecer talentos e projetos que elevam o padrão da engenharia brasileira no cenário global. A abertura do VTEX Day 2026 foi construída em torno de um conceito poderoso: Brazilian Engineering, uma celebração da capacidade única do Brasil de combinar criatividade, resiliência e excelência técnica para gerar impacto global. No palco, Mariano Gomide de Faria (fundador e co-CEO da VTEX) e Geraldo Thomaz (fundador e co-CEO da VTEX) conduziram uma narrativa que conectou identidade cultural e inovação tecnológica. A premissa central foi clara: o Brasil é um país moldado por referências como samba, pagode, futebol e Ayrton Senna. Essa essência se traduz historicamente não só pela cultura e pelo esporte, mas também pela engenharia. Desde Santos Dumont, pioneiro da aviação, até os dias atuais, o país desenvolve uma engenharia que se destaca não apenas pela execução, mas pela capacidade de inovar em cenários complexos.  Hoje, esse movimento é visível em escala global. O Brasil forma cerca de 150 mil engenheiros por ano, é referência em áreas como fintech, e-commerce, agritech e energia renovável, e conta com empresas de tecnologia que operam em dezenas de países, exportando soluções construídas localmente. A mensagem reforçada no palco foi clara: o Brasil deixou de ser apenas um mercado emergente para se tornar um exportador de engenharia e tecnologia. É nesse contexto que o prêmio passa a integrar a agenda oficial do evento, inaugurando um movimento recorrente de valorização da ciência, da engenharia e da inovação no país. Com isso, a VTEX fortalece o seu apoio à engenharia brasileira ao lançar, pela primeira vez, o Brazilian Engineering Awards, como extensão do movimento idealizado por Mariano Gomide para posicionar o Brasil como um polo global de engenharia e inovação. Mais do que uma premiação, a iniciativa amplia a visibilidade de talentos brasileiros, inspira novas gerações e consolida o “Brazilian Engineering” como um selo de excelência reconhecido internacionalmente. O conceito também contribui para reposicionar a imagem do país, tradicionalmente associada a commodities e cultura, ao evidenciar sua capacidade de desenvolver tecnologia de alto valor e competir globalmente. Nesse contexto, o prêmio se estabelece como um marco dessa agenda ao reconhecer profissionais que materializam essa visão. Como parte central da abertura, foi entregue o Brazilian Engineering Award 2026 para a cientista Tatiana Lobo Coelho de Sampaio, bióloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Reconhecida nacionalmente por suas pesquisas sobre a polilaminina, uma molécula com potencial para a regeneração de lesões medulares, Tatiana ganha destaque em um momento decisivo de sua trajetória científica. Em 2026, a substância foi aprovada pela Anvisa para o início da etapa de testes clínicos, marcando um avanço significativo na pesquisa biomédica brasileira.   Laís Souza (crédito: KZ Filmes Produtora) Tatiana Sampaio e Laís Souza (crédito: KZ Filmes Produtora) Tatiana Sampaio e Laís Souza (crédito: KZ Filmes Produtora) O momento mais marcante da abertura veio em forma de surpresa. A ex-ginasta olímpica Laís Souza subiu ao palco para homenagear Tatiana Sampaio. Após mais de uma década sem andar, desde o acidente sofrido em 2014 durante um treino de esqui aéreo, Laís apareceu em público em pé, utilizando um dispositivo de tecnologia assistiva. Esse foi um dos primeiros momentos públicos em que ela se apresentou nessa condição, tornando-se um símbolo vivo da interseção entre engenharia, tecnologia e superação humana. A cena sintetizou perfeitamente o conceito de Brazilian Engineering: a engenharia como ferramenta de transformação real. Ao colocar uma pesquisadora no centro desta primeira edição, a VTEX reforça a importância da ciência como pilar estratégico para o desenvolvimento do país. A escolha também evidencia o papel transformador da engenharia e da pesquisa aplicada na construção de soluções que impactam a sociedade. Sobre a VTEX DAY O VTEX DAY é o maior evento de digital commerce do mundo e, há mais de 15 anos, se consolida como o principal ponto de encontro do ecossistema de negócios digitais. Realizado ao longo de dois dias, em São Paulo, o evento reúne tecnologia, inovação e networking em escala global. São mais de 26 mil executivos, líderes e formadores de opinião de mais de 25 países, conectados por 160+ horas de conteúdo, 250+ palestrantes especialistas e 220+ marcas patrocinadoras e parceiras que constroem e lideram um mercado que movimenta bilhões. A Cidade VTEX DAY é um ambiente vivo e pulsante, onde marcas como Adyen, Mercado Livre, PagBank, Kobe, Nubank e Cielo criam experiências, conexões e negócios que impulsionam o futuro do comércio digital.Mais informações: www.vtexday.vtex.com fonte https://santotech.com.br/vtex-day-anuncia-lancamento-do-brazilian-engineering-awards-e-homenageia-tatiana-sampaio-em-edicao-inaugural/

Semana municipal do livro da Capital é encerrada neste fim de semana

A 17ª Semana Municipal do Livro Infantil (SMLI) chega ao fim neste sábado (18), com uma agenda especial aberta ao público. A organização é da Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, (SME), em parceria com a Fundação Cultural Franklin Cascaes e o Sesc Prainha dentre tantas parcerias, para valorização do livro e da leitura. Às 11 horas de sábado, no Museu de Florianópolis, ocorrerá o lançamento da coleção de livros digitais infantis “Floripa a pé”. O projeto é uma adaptação da obra ”Florianópolis para Crianças: 10 roteiros a pé pela capital”, de Cristina Santos, para uma versão digital que utiliza mídias locativas, com o propósito de conectar crianças a lugares históricos de Floripa, além de enriquecer habilidades de leitura digital e promover a reinserção social. No mesmo horário, livrarias da cidade recebem ações culturais, como a apresentação artística “Contos pra voar”, com Simone Leyser, na SUR Livraria (Mundo Sur Spotmarket), ampliando o acesso à literatura por meio de diferentes linguagens. À tarde, às 15h, o público é convidado a participar do encerramento oficial da SMLI, no Sesc Prainha, com o espetáculo “O ovo, a galinha e a máquina de escrever”. A apresentação reúne literatura e teatro e conta com acessibilidade em Libras, garantindo inclusão e participação ampliada.Às 16 horas, na Livraria Divertida, no Córrego Grande, será lançado “Festa das Letras”, da autora Maíra Pavan, pela Editora Ipê das Letras. A obra transforma o alfabeto em uma aventura lúdica na floresta, com animais, rimas, sonoridade e muita imaginação. Uma história criada para encantar e, ao mesmo tempo, ajudar as crianças no processo de alfabetização de forma leve, divertida e afetiva. Ainda dentro da Semana Municipal do Livro Infantil, também às 16 horas, no Centro Integrado de Cultura (CIC), acontecerá a Mostra de Cinema Infantil, com entrada gratuita. Será exibido o filme “A Pequena Frida (Hola Frida!)”, animação franco-canadense de 2024, com 82 minutos de duração, que apresenta a infância de Frida Kahlo de forma sensível, criativa e inspiradora, encerrando o dia com uma experiência cultural voltada especialmente ao público infantil. A MARCA DO EVENTO Ao longo dos últimos dias, o evento mobilizou diferentes públicos e territórios da cidade. Com iniciativas realizadas em escolas, creches, núcleos da EJA, espaços públicos e culturais, a programação envolveu a comunidade em uma ampla celebração do livro e da leitura. Criada pela Lei Municipal nº 8.125/2010, a SMLI integra as comemorações do Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, data que homenageia o escritor Monteiro Lobato. Ao final de mais uma edição, a Semana deixa como marca o incentivo à leitura e o fortalecimento das práticas culturais e educativas no município, enfatiza Waleska De Francheschi, coordenadora geral do evento. (PMF, 16/04/2026) Publicado em 17 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/semana-municipal-do-livro-da-capital-e-encerrada-neste-fim-de-semana/

Unidade vinculada do MCTI integra novo conselho de apoio ao empreendedorismo feminino

Em 2024, cerca de 10,4 milhões de mulheres eram donas de seu próprio negócio Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

pesar das dificuldades e preconceitos, as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços que antes eram majoritariamente masculinos, como o empreendedorismo. Ainda que o movimento tenha avançado nos últimos anos e seja uma grande conquista, a diretora da Lunagreen Bioativos, Nathália Pedroso, conta que o desafio continua. “Nós precisamos nos provar o tempo inteiro, mostrar que somos capazes, que somos tão boas quanto qualquer homem ou empresa liderada por um homem. Mesmo que isso canse, eu amo tanto o que faço, que essa luta já virou rotina”, explica. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em 2024, cerca de 10,4 milhões de mulheres eram donas do seu próprio negócio — contra os quase 20 milhões de homens na mesma posição. Com o intuito de apoiá-las e diminuir as desigualdades, o consórcio internacional Enterprise Europe Network Brasil (EEN) criou o Conselho Nacional de Empreendedorismo Feminino, Governança e Sustentabilidade Socioambiental. “Nós precisamos e queremos ver mulheres crescendo, ajudando umas às outras. Nós precisamos desse crescimento, não para provar para a sociedade a nossa capacidade, mas para mostrar para nós mesmas que podemos realizar os nossos sonhos e conquistar a nossa independência”, continua a empreendedora. Em 2024, cerca de 10,4 milhões de mulheres eram donas de seu próprio negócio De acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), nove entre dez mulheres relataram práticas para aumentar a sustentabilidade ambiental de seus negócios e, quatro, entre cinco, para objetivos de sustentabilidade social. A Lunagreen é uma empresa de pesquisa, desenvolvimento e fabricação de insumos naturais e biotecnológicos para a indústria de cosméticos. “Eu brinco que toda a parte natural que os cosméticos têm, a Lunagreen faz. Nós nascemos de um projeto muito especial, que é um beneficiamento de rejeitos. Hoje, todos os nossos insumos e processos são focados em obter biotecnologia com muita responsabilidade social e ambiental, sempre pensando em todos os elos da cadeia produtiva, de modo que todo mundo se beneficie e que o nosso trabalho não prejudique o meio ambiente”, explica Nathália. Ainda segundo o GEM, as empreendedoras ganham em média 20% menos que os homens. Mesmo com os constantes desafios, Nathália Pedroso considera que o prêmio final ainda vale o caminho. “Para mim, a mulher é tão boa como empreendedora porque, além de ser boa já pelo trabalho que faz, ela ainda coloca o coração nas coisas. E, quando a gente coloca o coração nas coisas, as coisas saem muito melhor”, finaliza. O conselho O conselho terá seus trabalhos desenvolvidos em sintonia com a Comissão de Combate às Desigualdades do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável, da Secretaria de Relações Institucionais ligada à Presidência da República. O comitê será formado por instituições do ecossistema do EEN, como o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Segundo a vice-presidente da EEN Brasil e coordenadora-geral de Informação Tecnológica e Informação para a Sociedade (CGIT) do Ibict, Cecília Leite, a iniciativa nasce como uma plataforma estratégica de transformação. “O objetivo é impulsionar uma nova agenda de desenvolvimento para o País, ancorada na inclusão produtiva, na sustentabilidade e, sobretudo, no protagonismo feminino. Mais do que reduzir desigualdades, o conselho busca reposicionar as mulheres como líderes nos negócios, inclusive no cenário internacional, reconhecendo que fortalecer a liderança feminina é acelerar a inovação, a competitividade e o crescimento econômico do Brasil”, afirma.  O conselho funcionará principalmente em ambientes digitais, com inteligência informacional e estratégias de comunicação inovadoras. “É nesse ponto que o Ibict assume um papel decisivo: como indutor de um ecossistema de informação e inovação, o instituto desenvolve e disponibiliza plataformas, ferramentas e conteúdos estratégicos que democratizam o acesso ao conhecimento. Isso permite que mais mulheres — em diferentes regiões e contextos — tenham acesso a informações qualificadas, oportunidades de capacitação e inserção em cadeias produtivas globais”, explica Leite.  Também participam do consórcio a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec), Organização Brasileira de Mulheres Empresárias, Enrich in Lac e Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação. fonte: MCTI fonte https://santotech.com.br/unidade-vinculada-do-mcti-integra-novo-conselho-de-apoio-ao-empreendedorismo-feminino/

MPSC questiona constitucionalidade de lei municipal sobre voluntários na segurança pública de Florianópolis

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei Municipal n. 11.498/2025 e o Decreto Municipal n. 28.779/2025, ambos do Município de Florianópolis. As normas instituíram e regulamentaram a figura do Agente de Segurança e Ordem Pública Comunitário, possibilitando a atuação de particulares, em regime denominado de serviço voluntário, em atividades vinculadas à Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública, em apoio à Guarda Municipal, à Defesa Civil e à fiscalização urbana. Segundo a 40ª Promotoria de Justiça da Capital, a legislação municipal autoriza a seleção de até 300 agentes comunitários, por meio de processo seletivo simplificado, os quais passam a integrar escalas de serviço, utilizar uniformes institucionais, receber treinamento e submeter-se a regime disciplinar, sempre sob supervisão formal de servidores municipais efetivos. Além disso, o programa prevê o pagamento de valores por turno, que variam entre R$ 125 e R$ 250, a título de ressarcimento, o que, para o MPSC, descaracteriza o conceito jurídico de serviço voluntário previsto na legislação federal. (Confira a matéria completa em MPSC, 16/04/2026) Publicado em 17 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/mpsc-questiona-constitucionalidade-de-lei-municipal-sobre-voluntarios-na-seguranca-publica-de-florianopolis/

Uma agenda para fortalecer o transporte coletivo

Uma agenda para fortalecer o transporte coletivo

Artigo de Léo Mauro Xavier FilhoEmpresário Preparar o sistema hoje é o melhor caminho para construir uma mobilidade metropolitana mais eficiente amanhã. O transporte coletivo de Grande Florianópolis precisa ser fortalecido antes da licitação. Escrevo estas reflexões não apenas como cidadão da Grande Florianópolis, mas como alguém que há décadas acompanha, como parte do sistema, os desafios do transporte coletivo da região. O transporte coletivo não é uma abstração técnica: é um serviço público essencial, conectando pessoas ao trabalho, à escola, à saúde e às oportunidades que fazem as cidades funcionarem. Diariamente, milhares de trabalhadores, estudantes e famílias dependem desse sistema para viverem suas rotinas. Quem observa o cotidiano da região percebe algo evidente — a Grande Florianópolis já funciona como uma metrópole. Pessoas partem entre Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu e municípios vizinhos em uma dinâmica econômica e social completamente integrada. A metrópole já existe, o que ainda precisa evoluir é a forma como organizamos o sistema de mobilidade que sustenta este território integrado. Nos últimos anos, grande parte do debate público passou a se concentrar na futura licitação do sistema de transporte coletivo. A licitação é, sem dúvida, um instrumento importante para dar segurança jurídica e estabilidade institucional ao serviço, porém não é uma política pública em si, e sim uma forma de contratação. Mas quem tem proximidade com o setor sabe que existe uma realidade que precisa ser reconhecida, na qual medidas urgentes se fazem necessárias para qualificar o sistema de transporte. O sistema não pode esperar pela licitação para melhorar. Esperar que a licitação resolva sozinha, como uma espécie de panaceia, todos os desafios acumulados ao longo dos anos, não parece ser o caminho mais prudente. Mais do que isso, licitar um sistema fragilizado, com frota envelhecida, ainda em recuperação após a pandemia, e a estrutura financeira pressionada dificilmente produzirá o melhor resultado para a região. Licitar é importante, mas preparar o sistema antes de licitar é ainda mais responsável. Precisamos de integração tarifária metropolitana; um programa de renovação de frota; financiamento das gratuidades; ajustes operacionais na rede; e informação e transparência ao usuário. (ND, 17/04/2026) Publicado em 17 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/uma-agenda-para-fortalecer-o-transporte-coletivo/

Florianópolis vai sediar o Blue Nautical Hub Brasil sobre economia do mar

Da Coluna de Estela Benetti (NSC, 16/04/2026) Florianópolis vai sediar de 26 de abril a 1º de maio o Blue Nautical Hub Brasil 2026, uma semana de programação voltada a quem movimenta a economia do mar. Inclui uma plataforma para conectar indústria, comércio, serviços, turismo náutico, marinas, estaleiros, inovação, educação, investidores, entidades e poder público. Para o presidente da Associação Náutica Brasileira (Acatmar), Leandro “Mané” Ferrari, esse evento representa um passo importante na articulação do setor. Dentro da programação, será realizado dia 29 de abril o III Simpósio Internacional Economia Azul, na Sala Franklin do Hotel Castelmar Eventos e Convenções, com a participação de especialistas internacionais, lideranças empresariais e representantes institucionais para debater temas decisivos para a próxima década da Economia do Mar no Brasil. Estão abertas as inscrições para o III Simpósio Internacional Economia Azul, que terá nomes fortes do exterior, e para os Encontros B2B. As inscrições são gratuitas para o simpósio no  https://www.bluenauticalhubbrasil.com/event-details/inscricaosimposio e para Encontros B2B em 30 de abril no site  https://forms.gle/JbCqnKa6hbT36RjX9. O presidente da Acatmar, destaca que a proposta é conectar conteúdo e ação, discutir oportunidades reais, modernização, competitividade e desenvolvimento estruturado. – O Hub foi estruturado para aproximar quem produz, quem investe, quem opera, quem regulamenta e quem pensa o desenvolvimento da economia do mar. É uma agenda construída para gerar conexão de verdade, fortalecer o setor e abrir caminhos práticos para novos negócios, projetos e posicionamento institucional – explica Mané Ferrari. Publicado em 17 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/florianopolis-vai-sediar-o-blue-nautical-hub-brasil-sobre-economia-do-mar/

Segurança, saúde e estrutura: o que muda com a criação de 30 novos bairros em Florianópolis

Se você mora em Florianópolis ou frequenta a Ilha de Santa Catarina, provavelmente já se referiu a Jurerê, Campeche ou Ingleses como “bairros”. No entanto, por mais curioso que pareça, até poucos dias atrás, esses locais não existiam oficialmente no mapa de bairros da Capital. Essa realidade mudou com a publicação de um novo decreto nesta sexta-feira (10). A capital catarinense redesenhou sua geografia oficial, saltando de 26 para 56 bairros. Na prática, a cidade “dobrou” sua organização administrativa para espelhar o que os moradores já vivenciam na rotina. De acordo com a prefeitura, a mudança na organização da capital busca otimizar a gestão territorial. A administração defende que, com a definição mais clara, a entrega de serviços públicos como segurança, saúde e infraestrutura, serão mais precisos. Além disso, a ação ainda garantiria maior segurança jurídica a munícipes e empresas de Florianópolis. “Florianópolis precisava dessa atualização para acompanhar o dinamismo dos nossos bairros. Com este decreto, eliminamos dúvidas geográficas e garantimos que a prefeitura chegue com mais eficiência a cada ponto da Ilha e do Continente”, disse o prefeito, Topázio Neto. A nova configuração está fundamentada na Lei Complementar n. 482 de 2014, alterada pela LCM n.º 739/2023. (Confira a matéria completa em ND, 17/04/2026) Publicado em 17 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/eguranca-saude-e-estrutura-o-que-muda-com-a-criacao-de-30-novos-bairros-em-florianopolis/

É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?

É melhor fazer a declaração do IRPF completa ou simplificada?

Na hora de prestar contas com a Receita Federal, uma dúvida é comum a milhões de brasileiros: qual o melhor modelo de declaração para pagar menos imposto ou aumentar a restituição?  A decisão entre o desconto simplificado e o modelo por deduções legais pode fazer uma grande diferença no seu bolso.  Notícias relacionadas: IR 2026: veja como declarar dependentes e pensão alimentícia . Saiba quem deve declarar Imposto de Renda em 2026. “A declaração completa é ideal para as pessoas que têm muitas despesas dedutíveis na área de saúde, educação, previdência privada e dependentes. Permite que eu detalhe todas as minhas despesas. Na declaração simplificada, aplica o desconto padrão de 20%, sem necessidade de comprovação das minhas despesas. É indicada para pessoas que têm pouca despesa dedutível”, explica o professor de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera, Gilder Daniel Torres. Despesas com educação e saúde Para quem opta pelo modelo completo, as despesas com educação são um pilar importante, mas exigem atenção aos detalhes. O abatimento vale para mensalidades escolares, graduação e cursos técnicos, mas deixa de fora o material escolar e os cursos de idiomas.  Agora, se o seu gasto foi com saúde, o cenário é outro: não existe limite de valor para a dedução. Mas cuidado com as exclusões. Procedimentos puramente estéticos, compra de medicamentos em farmácias ou gasto com acompanhantes em hospitais não dão direito ao abatimento. >> Confira no Tira-Dúvidas do IR 2026 A melhor estratégia para o contribuinte é testar os dois modelos, simplificado e completo.  “Utilizar seus gastos com saúde, educação, colocar seus dependentes na declaração. Gastos com médicos, dentistas, hospitais, plano de saúde, podem ser deduzidos sem limites, desde que comprovados os gastos com dependentes. A educação, desde que respeitado o limite anual. Também é possível utilizar os gastos com seus dependentes”, orienta a professora Ahiram Cardoso. Já o especialista Paulo Pêgas, vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ), dá uma dica importante para não errar na escolha final. “O contribuinte deve informar as deduções que tem, porque o próprio programa da Receita Federal informa quanto você teria que pagar no modelo completo e quanto você teria que pagar no modelo simplificado. E aí, você escolhe: o menor valor a pagar ou o maior valor a restituir.” O modelo simplificado é mais prático, mas se você tem dependentes e gastos elevados com saúde e educação, o modelo completo pode ser o seu maior aliado.  Organize seus recibos, compare os modelos no sistema e garanta o melhor resultado financeiro. >> Veja aqui mais informações no Tira-Dúvidas do IR 2026 Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/e-melhor-fazer-declaracao-do-irpf-completa-ou-simplificada

Mostra reúne obras de egressos dos sistemas prisional e socioeducativo

Vinte e sete egressos dos sistemas prisional e socioeducativo e familiares assinam trabalhos na exposição, “Coexistir Habitar”, em cartaz num espaço de arte contemporânea, instalado em imponente casarão do século 19, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. A mostra no Largo das Artes é resultado de curso realizado no Museu da Vida Fiocruz, que trabalhou o projeto como ferramenta de escuta e reconstrução de trajetórias. Segundo o curador Jean Carlos Azuos, a iniciativa coloca a arte como um direito de todos… “Antes de ser apenas um espaço de exposição, ele afirma o fazer artístico como um direito. Produzir arte não é privilégio, é possibilidade legítima de existência. Quando essas obras ganham visibilidade, algo se transforma, muda o reconhecimento do público, muda também a forma como esses artistas passam a ser vistos por suas famílias, suas redes de afeto. Se antes havia um estigma, agora há reconhecimento. A exposição inverte essa lógica e nos convida a celebrar essas potências que são essas pessoas”. Jean Carlos fala também sobre as escolhas temáticas da exposição… “A mostra é atravessada por uma relação intensa entre a arte e vida. As obras abordam a espiritualidade, cotidiano, relações familiares, experiências de trabalho e a presença de corpos negros periféricos na cidade, em linguagens diversas, como pintura, vídeo, escultura e instalação. É possível compreender aspectos dessas realidades por meio dos trabalhos, mas a exposição não se limita à narrativa da privação da liberdade. Não há compromisso exclusivo com a denúncia, mas com a criação. São produções esteticamente consistentes, que poderiam ocupar qualquer museu ou galeria no país”. Ao ocupar o Largo das Artes, sede de projetos artísticos de vários países, a mostra também cria um encontro simbólico entre territórios historicamente marginalizados e o circuito cultural tradicional carioca. O curador reforça essa importância.. “Estar no circuito cultural tradicional é um gesto de reposicionamento. Insere essas produções no debate público e tenciona o próprio sistema das artes. A exposição afirma que esses artistas não se reduzem a um episódio de suas biografias, mas pelo contrário, são sujeitos múltiplos, criadores livres no exercício do fazer”. Além da mostra, o projeto conta com atrações variadas, como detalha Jean Carlos. “A programação prevê encontros com artistas, rodas de conversa e ações mediadas por educadores, interlocutores, a exposição se desdobra em atividades artístico-pedagógicas ao longo de todo o período em cartaz, ampliando assim o diálogo com os diferentes públicos. É, não é apenas só a mostra, é um espaço contínuo de troca, de reflexão, de partilha”. A exposição “Coexistir Habitar” tem entrada gratuita, com visitação até 25 de abril, de terça a sábado, das 10h às 17h. Anote o endereço: Rua Luís de Camões, região central da cidade.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/mostra-reune-obras-de-egressos-dos-sistemas-prisional-e-socioeducativo

Governo de SC cria linha de crédito emergencial para apoiar maricultores que tiveram perdas na produção de ostras

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAPE) e da Secretaria Executiva da Aquicultura e Pesca (SAQ), instituiu uma linha emergencial de crédito voltada ao apoio de produtores de ostras impactados por perdas recentes na produção. A medida foi aprovada pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural (Cederural) em reunião realizada nesta terça-feira, 14. O crédito emergencial é de até R$ 50 mil para cada maricultor afetado pela mortalidade de ostras, podendo realizar o financiamento em até cinco parcelas anuais e ainda obter um desconto de 40% em cada parcela para pagamentos em dia. A iniciativa integra o Projeto Emergencial Aquicultura e Pesca, vinculado ao Programa Especial de Financiamento ao Desenvolvimento Aquícola e Pesqueiro de Santa Catarina (Pronampe Especial Aquicultura e Pesca SC), e amplia o escopo da política pública já existente para atender uma demanda específica da ostreicultura catarinense. “Em conversa com os produtores de ostras que tiveram essa perda significativa criamos essa nova linha emergencial com o apoio da Secretaria da Agricultura e Pecuária. Ela consiste no apoio financeiro de custeio tanto para semente de ostras, além de outros custos da atividade. Com isso o Governo do Estado demonstra preocupação e alternativa e apoio aos nossos produtores de ostra. Sabemos da importância da ostra para a economia e para a cultura do nosso estado”, disse o secretário da Aquicultura e Pesca de Santa Catarina, Fabiano Müller Silva. De forma excepcional em 2026, o novo regramento permite o financiamento não apenas de embarcações e equipamentos, mas também de itens diretamente ligados à produção de ostras, como a aquisição de sementes e insumos essenciais para a recomposição da atividade produtiva. A medida atende produtores prejudicados por fatores climáticos adversos que provocaram a mortandade de cultivos. A linha emergencial mantém as diretrizes do projeto original, criado em 2023, que prevê apoio a pescadores artesanais e aquicultores atingidos por eventos extremos, incluindo a recuperação ou substituição de embarcações, equipamentos e estruturas de produção. Para acessar o crédito, o maricultor produtor de ostras terá que se dirigir até um escritório da Epagri do seu município a partir do dia 22 de abril. De acordo com o secretário, a ampliação do programa reforça o compromisso do Governo do Estado com a continuidade da atividade aquícola, considerada estratégica para a economia de diversas regiões litorâneas de Santa Catarina. A ostreicultura, em especial, é uma das principais cadeias produtivas do setor, com forte impacto na geração de renda e emprego. (RCN, 5/04/2026) Publicado em 16 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/governo-de-sc-cria-linha-de-credito-emergencial-para-apoiar-maricultores-que-tiveram-perdas-na-producao-de-ostras/