Programa Centelha registra crescimento de 12,39% no número de inscrições na terceira edição e amplia alcance nacional

Com investimento de R$ 155 milhões, Programa Centelha projeta lançamento de novos editais em 11 estados em 2026

Faltando iniciar em 11 estados do Brasil, a terceira edição do Programa Centelha já superou 12 mil inscrições em todo o país, registrando crescimento de 12,39% em relação à edição anterior. A iniciativa mobiliza 11.160 proponentes e 33.270 participantes nas equipes. Entre os destaques regionais, a Bahia registrou aumento de 229% no número de inscrições, seguido por Ceará e Pernambuco acima dos 157%, Piauí (144,7%), Goiás (135,7%) e Tocantins (133,5%). Rio Grande do Sul, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal (DF também superaram 100% de crescimento, enquanto Sergipe praticamente dobrou o número de ideias inscritas.  “O aumento das ideias submetidas e a diversidade de participantes mostram que estamos conseguindo levar oportunidades para novos públicos e fortalecer a inovação como instrumento de desenvolvimento econômico e social”, afirma Públio Ribeiro, coordenador-geral do Programa Centelha no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Criado em 2017, o programa oferece capacitações, recursos financeiros e suporte aos projetos selecionados, impulsionando a transformação de ideias em negócios inovadores. A iniciativa é promovida pelo MCTI por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI. Desde sua criação, envolveu milhares de empreendedores, apoiando mais de 1.600 ideias. Em sua terceira edição, chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal, com investimento total de R$ 155 milhões. Centelha registra crescimento em todas as regiões do país evento de lançamento do programa centelha 3 no mato grosso divulgação Além dos estados que lideraram o avanço percentual, outras unidades federativas também apresentaram crescimento no número de inscrições na comparação com o Centelha 2. Espírito Santo registrou aumento de 54% nas propostas submetidas e o Rio Grande do Norte avançou 43,6%. Mesmo estados com variações menores, como Roraima (18,7%), também ampliaram a participação no programa. evento de lançamento do centelha 3 em goiás divulgação De acordo com Priscila Procópio, coordenadora de projetos do Centro de Empreendedorismo Inovador da CERTI, um dos focos da terceira edição é ampliar o impacto socioambiental do programa, estimulando o desenvolvimento de soluções que contribuam para superar desafios sociais e ambientais. “Além de fomentar o potencial de negócios das startups, criamos condições a partir de capacitação, recursos e redes de apoio para que essas ideias se desenvolvam, ampliando o impacto positivo que podem gerar no desenvolvimento sustentável de suas regiões e de todo o país”, conclui.     Sobre o Centelha  O Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros em formato de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte. Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal, com a previsão de investimento de R$ 155 milhões e a expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país.  A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI. Em duas edições, o programa já apoiou a criação de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores em todo o Brasil. fonte https://santotech.com.br/programa-centelha-registra-crescimento-de-1239-no-numero-de-inscricoes-na-terceira-edicao-e-amplia-alcance-nacional/

Os endividados – FloripAmanhã

Os endividados - FloripAmanhã

Artigo de Joaquim Nóbrega JrPresidente do Conselho Consultivo da FloripAmanhã No Brasil, o endividamento da população em 2026 tem tendência de crescimento, com o índice de famílias endividadas atingindo 79,5%, o maior nível da série histórica. Cerca de 81,2 milhões de brasileiros estão com restrições de crédito, o que representa quase metade (49,7%) da população adulta. O endividamento médio equivale a 49,8% da renda anual das famílias. Aproximadamente 13,2% delas declaram não ter condições de pagar suas dívidas em atraso, um recorde histórico. Em Florianópolis, embora tenha registrado, nos últimos dois anos, a maior queda do índice de endividamento entre as capitais brasileiras, o comprometimento da renda familiar ainda é de 43%, um dos mais altos do país. O último plano do governo federal para ajudar famílias brasileiras endividadas foi o “Desenrola Brasil”, encerrado em maio de 2024. Está claro que ajudar os endividados não é a solução para o problema, que é complexo e multidisciplinar. Vivemos numa sociedade que poderíamos chamar de hedonista, caracterizada, por um lado, pelo impulso consumista, turbinado pelas mídias sociais, pela valorização da satisfação pessoal, do bem-estar imediato, do exibicionismo e, agora, pelo hábito de jogar nas plataformas de apostas esportivas. Do outro lado, há pouca disposição para sacrificar o presente para viver melhor no futuro. O sistema financeiro oferece cartões e facilidades para obter o máximo de lucros, deixando para os bons pagadores o ônus dos custos adicionais da inadimplência. Assim como na área da saúde, o foco inicial da ação tem que ser a prevenção que, no caso em questão, envolve educação financeira. Em vez de separar um valor para investir e gastar o restante, muitos gastam tudo, e acaba não sobrando nada para investir. Não sabem que, com essa forma de pensar, não vão poupar nunca. Quanto mais cedo começarem a criar o hábito de poupar, melhor para todos. Um dos caminhos para isso é incluir a educação financeira no Ensino Fundamental II, entre 11 e 14 anos de idade. Portanto, ela deve ser iniciada nos municípios. No caso de Florianópolis, a educação financeira deveria ser uma disciplina obrigatória nas escolas de tempo integral, regime que, infelizmente, ainda não foi adotado em todas as unidades da rede. Publicado em 19 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/os-endividados/

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (19) a parcela de março do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões. Notícias relacionadas: Caixa começa a pagar Bolsa Família de março . Caixa: carteira de crédito chegará a R$ 1,5 trilhão neste ano. Caixa libera abono salarial para nascidos em fevereiro. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Pagamento unificado Os beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento nessa quarta-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e os moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9). Essas localidades foram afetadas por chuvas, por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Regra de proteção Cerca de 2,35 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Neste mês, o benefício médio para elas está em R$ 368,97. Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos. Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026 – Arte EBC   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/caixa-paga-bolsa-familia-beneficiarios-com-nis-de-final-2

Governo endurece fiscalização contra reajuste indevido de combustíveis

Governo endurece fiscalização contra reajuste indevido de combustíveis

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta quarta-feira (18) que o governo federal “não dará trégua” para quem eleve o preço dos combustíveis indevidamente ou pratique “crime contra a economia popular”. Em pronunciamento a jornalistas durante o Leilão de Reserva de Capacidade de Energia, em São Paulo, o ministro informou que ações de fiscalização e também de desoneração foram tomadas para frear o aumento do preço dos combustíveis no país, afetado pela alta do petróleo no mercado internacional no contexto da guerra no Oriente Médio. Notícias relacionadas: Federação de petroleiros atribui alta do diesel a aumentos abusivos. Petrobras suspendeu leilão de combustíveis para reavaliar estoques. Governo propõe que estados zerem ICMS do diesel importado. “Nós estamos agindo com a Polícia Federal, ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis], Receita Federal, Senacon [Secretaria Nacional do Consumidor] e sinergizando com os Procons dos estados para que a gente possa fiscalizar [os preços dos combustíveis]”, disse. “E nós não teremos um segundo sequer de trégua àqueles que querem delinquir contra o povo brasileiro, contra a economia popular ou contra os preços reais, preços que efetivamente deveriam estar na bomba de combustíveis no Brasil”, completou. A União propôs nesta quarta-feira que estados e o Distrito Federal zerem temporariamente o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide na importação de diesel, para conter a alta dos preços dos combustíveis. Em contrapartida, a União se compromete a compensar 50% da perda de arrecadação. Na semana passada, o governo já havia anunciado a suspensão das alíquotas do PIS e da Cofins sobre a importação e comercialização do diesel. Silveira afirmou que o governo adotou as medidas de forma proativa, criando uma compensação ao aumento do diesel anunciado pela Petrobras. “E agora o governo avança mais, unificando as suas forças de vigilância, para poder combater não só o crime organizado no setor de combustível, como também o crime contra a economia popular e o crime contra os cartéis”, concluiu o ministro.   Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em entrevista coletiva sobre o Leilão de Reserva de Capacidade, por Paulo Pinto/Agência Brasil Fiscalização Segundo o ministro, a Polícia Federal instaurou inquéritos para investigar casos já detectados de abusos nos preços dos combustíveis. De acordo com a ANP, 46 postos e uma distribuidora de combustíveis foram fiscalizados na terça-feira em 22 cidades de dez estados e do Distrito Federal. Durante a ação, foram lavrados 11 autos de infração e três de interdição, por diferentes motivos. “Esses dados serão analisados pela ANP e, em caso de caracterização de preços abusivos, poderão gerar autuações, processos administrativos e, ao final dos processos, multas”, disse a ANP, em nota. Segundo a agência, as multas podem variar entre R$ 50 mil e R$ 500 milhões, dependendo da gravidade da conduta e do porte do infrator. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/governo-endurece-fiscalizacao-contra-reajuste-indevido-de-combustiveis

Agricultores com perda de produção começam a receber o Garantia-Safra

Agricultores com perda de produção começam a receber o Garantia-Safra

O governo federal divulgou, nesta quarta-feira (18), a portaria que autoriza o pagamento do benefício do programa Garantia-Safra, referente ao ano 2024-2025, para agricultores familiares do Amazonas e dos estados do Nordeste e do Norte de Minas Gerais. Nesta primeira etapa, serão contemplados mais de 685 mil agricultores familiares, distribuídos em 934 municípios de 11 estados.  Notícias relacionadas: Canal Gov destaca agricultura familiar no novo programa Campo da Gente. O benefício, de R$ 1,2 mil, será pago em parcela única. O pagamento começa em março e ocorre na mesma data do calendário do Bolsa Família. O Garantia-Safra é um programa de seguro destinado a pequenos agricultores com renda de até 1,5 salário-mínimo, que cultivam feijão, milho ou mandioca em áreas de 0,6 a 5 hectares e com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado. O pagamento é feito aos agricultores com perda comprovada de pelo menos 40% a 50% da produção, em razão do fenômeno da estiagem ou do excesso hídrico e que aderiram ao programa. O benefício pode ser solicitado via aplicativo CAIXA Tem, lotéricas ou agências da Caixa. Os agricultores com alguma pendência ou imprecisões cadastrais têm até 30 dias para regularizar a situação e, posteriormente, receber o benefício. A consulta pode ser feita no site do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Garantia-Safra é vinculado ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com a finalidade de assegurar condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares cujas produções sejam sistematicamente afetadas por perdas decorrentes de estiagem ou excesso hídrico.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/agricultores-com-perda-de-producao-comecam-receber-o-garantia-safra

Entidades questionam fontes poluentes no leilão de reserva de energia

Entidades questionam fontes poluentes no leilão de reserva de energia

Organizações em defesa do meio ambiente e dos direitos dos consumidores reprovaram os resultados do Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP 2026), que aconteceu nesta quarta-feira (18). O processo envolve a contratação de energia de usinas que ficam de prontidão para abastecer o Sistema Interligado Nacional (SIN) em momentos de demanda alta ou emergências. O Instituto Internacional Arayara, que atua em litigância climática e ambiental, critica a prioridade dada às usinas movidas a combustíveis fósseis. Na lista dos 100 empreendimentos vencedores do leilão, apenas cinco são hidrelétricas (potência de 9,5 GW). Outras 90 são termelétricas a gás natural (18,7 GW), três são termelétricas a carvão mineral (1,4 GW) e duas são termelétricas a biogás (9,2 MW). Notícias relacionadas: Leilão contrata 19 mil MW em leilão histórico para reserva energética. “No ano seguinte à COP30, realizada em Belém (PA), é inacreditável que o Brasil esteja contratando usinas térmicas a carvão mineral. Este é o combustível fóssil que responde pelo maior percentual de emissão de gases de efeito estufa do sistema elétrico nacional”, diz a nota do Arayara. O instituto também afirma que as usinas a carvão não possuem a flexibilidade necessária para cumprir a função de garantir energia em momentos de pico de demanda, especialmente no início da noite. O argumento é de que dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicam que o tempo de acionamento dessas usinas — a chamada partida a frio — pode demorar até oito horas. “O resultado desse leilão mostra a incoerência da Política Energética Nacional relativamente aos compromissos climáticos assumidos pelo país. Com isso, no momento em que o Brasil deveria estruturar o desenho do mapa do caminho para a eliminação dos combustíveis fósseis, verificamos mais contratação de longo prazo de termelétricas movidas a carvão mineral”, diz outro trecho. A Frente Nacional de Consumidores de Energia (FNCE) disse que o resultado do leilão privilegia fontes poluentes e mais caras. Cálculos da organização estimam que as termelétricas representarão custo anual de R$ 39 bilhões e um aumento médio de 10% nas contas de luz. “Além da receita fixa estipulada no leilão, os consumidores ainda precisarão pagar os custos dos combustíveis quando as usinas forem acionadas. Outro impacto relevante ocorrerá na inflação, além do agravamento do desequilíbrio no setor elétrico e das emissões de gases de efeito estufa”, diz a entidade, em nota. A FNCE entende que, dado o peso das fontes renováveis no país, contratar usinas movidas a combustíveis fósseis compromete o nível alto de renovabilidade da matriz elétrica nacional. O Instituto Nacional de Energia Limpa (INEL) também se opôs à presença de termelétricas no leilão. A organização chegou a protocolar um pedido de impugnação do certame na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que foi negado. O INEL estima que, em dez anos, haverá prejuízo entre R$ 190 bilhões e R$ 510 bilhões aos consumidores. E afirma que os valores fixos de operação e manutenção adotados superam as referências do Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, instrumento de planejamento estratégico do governo federal. Último leilão de não renováveis Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o leilão resolve o problema de potência do sistema energético brasileiro. Ele disse acreditar que este seja um dos últimos certames de energia não renovável organizados pelo governo. “Quando a gente contrata uma térmica, nós estamos falando, além de segurança energética, de menor tarifa para o consumidor. Uma coisa é contratar uma térmica, que já tem um custo fixo e é disputada em um leilão público. A outra coisa é ser contratado de forma emergencial, pagando muito mais caro”, disse o ministro. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica disse que a contratação da potência “assegura o aumento da segurança energética do país, com recursos prontamente disponíveis em situações críticas e maior estabilidade para o sistema, especialmente em períodos de baixa hidrologia”. Também defendeu que o leilão garante a complementariedade necessária para a expansão das renováveis. Na próxima sexta-feira (20), está previsto mais um LRCAP, desta vez para contratar energia gerada por termelétricas a óleo diesel, óleo combustível e biodiesel. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/entidades-questionam-fontes-poluentes-no-leilao-de-reserva-de-energia