Soberania digital poderá fragmentar o mercado de IA

Um novo relatório do Gartner prevê que pressões geopolíticas, regulatórias e de segurança levarão 35% dos países a serem bloqueados em plataformas de IA regionais e específicas até 2027. O movimento, impulsionado por objetivos de soberania digital, representa um aumento drástico em relação aos 5% atuais. Nações estão investindo em infraestruturas domésticas de IA — incluindo poder de computação, data centers e modelos alinhados a leis e culturas locais — como alternativa aos modelos fechados predominantes. Segundo Gaurav Gupta, Vice-Presidente de Análise do Gartner, a confiança e o ajuste cultural emergiram como critérios-chave para os tomadores de decisão. Eles priorizam plataformas que se alinham com valores locais, marcos regulatórios e expectativas dos usuários, em detrimento daquelas com os maiores conjuntos de dados de treinamento. Modelos linguísticos (LLMs) regionalizados superam os globais em aplicações como educação, conformidade legal e serviços públicos, especialmente em idiomas não ingleses. Impacto econômico e estratégico para nações Para estabelecer essa pilha de soberania de IA, o Gartner prevê que as nações precisarão investir pelo menos 1% de seu PIB em infraestrutura de IA até 2029. O desejo de autossuficiência em todos os aspectos da pilha de IA, movido pelo temor de ficar para trás na corrida tecnológica, acelerará os investimentos. “Data centers e a infraestrutura de fábrica de IA formam a espinha dorsal crítica da pilha de IA que permite a soberania”, afirma Gupta. Recomendações para CISOs e líderes de TI O relatório apresenta recomendações críticas para os CISOs navegarem neste cenário em fragmentação. A principal é projetar fluxos de trabalho agnósticos a modelos, utilizando camadas de orquestração que permitam alternar entre LLMs de diferentes regiões e fornecedores. Isso mitiga o risco de bloqueio tecnológico. É fundamental assegurar que a governança de IA, a residência de dados e as práticas de ajuste de modelos possam atender aos requisitos legais, culturais e linguísticos específicos de cada país. Paralelamente, deve-se estabelecer relacionamentos com provedores de nuvem nacionais, fornecedores regionais de LLM e líderes em pilhas de IA soberanas nos mercados prioritários, construindo uma lista aprovada de parceiros. O monitoramento contínuo da legislação de IA e das regras de soberania de dados é essencial. FONTE: CISO ADVISOR fonte https://santotech.com.br/soberania-digital-podera-fragmentar-o-mercado-de-ia/
Rio de Janeiro comemora Dia de Iemanjá com celebrações pela cidade

O dia 2 de fevereiro, é quando os mares brasileiros se põem em festa para celebrar o Dia de Iemanjá, orixá conhecida como a “Rainha das águas, mares e oceanos” e cultuada por religiões de matriz africana como Candomblé e Umbanda. Na cidade do Rio de Janeiro, milhares de fiéis se organizam para celebrar uma das entidades religiosas mais conhecidas com cortejos, rituais e apresentações musicais. Para abrir o dia, a Associação Recreativa Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro celebrou os 50 anos do Presente para Iemanjá, um dos eventos culturais mais tradicionais que reforça a ancestralidade negra fluminense. A programação começou às 7h, na região da Pequena África, Zona Portuária do Rio, com rituais de saudações aos orixás e café da manhã aberto ao público. Rio de Janeiro (RJ), 02/02/2026 – O grupo Afoxé Filhos de Gandhi desfila no dia de Iemanjá pelas ruas da zona portuária do Rio de Janeiro – Tomaz Silva/Agência Brasil De lá, um cortejo seguiu até a praça Mauá, onde houve a saída da célebre embarcação que leva os fiéis vestidos de branco a entregar suas oferendas à entidade e desfrutar do restante da programação cultural. Até o fim do dia haverá apresentações de sambas e outras atividades. Ouça também 🎧:Festa de Iemanjá leva milhares de pessoas ao Rio Vermelho, em SalvadorMonumento a Iemanjá é vandalizado em Teresina História A tradição remonta ao pai de santo umbandista Tatá Tancredo, um dos maiores líderes espirituais da história do Rio, que em 1950 reuniu um grupo de religiosos vestidos de branco no evento Flores para Iemanjá, para entregar suas oferendas ao mar antes da meia-noite. O costume foi ganhando mais adeptos e se tornou prática popular que originou a festa de Reveillon na praia de Copacabana. A chefe da Fundação Palmares, Sylvia Leandro, explica que os rituais reforçam a ancestralidade negra no Rio. “É um enfrentamento que toda a comunidade negra tem feito. Aqui na Pequena África, a gente tem trabalhado também junto ao comitê do Cais do Valongo, para que a gente consiga permanecer aqui, permanecer nesses espaços e demonstrar que o negro ele construiu o Brasil também.” Mas as comemorações não terminam por aí. Na praia do Arpoador, zona Sul da cidade, tem a quinta edição da Festa de Iemanjá do Arpoador, com rodas de ritmos e danças candomblecistas com o grupo Orin Dudu, no Largo Millôr. A concentração para o cortejo sagrado será a partir das 15h e a saída às 16h, na altura da estátua de Tom Jobim. Além das giras e entregas de oferendas, o público também terá acesso à feira gastronômica e 21 atrações artísticas e religiosas, com 300 artistas de grupos de jongo e samba. Dia de Iemanjá no centro do Rio, por Tomaz Silva/Agência Brasil Oferendas Sobre as oferendas do ritual, é recomendado ao público que todas sejam biodegradáveis e sem materiais plásticos, vidro ou madeira. Nas águas, somente flores e frutas serão oferecidas. No término da programação, tanto o público quanto a equipe da Pedra do Arpoador Conservação farão um mutirão de limpeza das praias e pedras. Após anos de luta dos povos de terreiro, a importância dessa celebração foi reconhecida pela prefeitura do Rio, que a instituiu, em janeiro deste ano, como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. No ano passado, a festa reuniu cerca de 25 mil pessoas. Este ano, a expectativa é de que cerca 30 mil pessoas participem da saudação à “Mãe cujo os filhos são peixes”. * Sob supervisão de Fábio Cardoso. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/rio-de-janeiro-comemora-dia-de-iemanja-com-celebracoes-pela-cidade
Cidades estão perdendo a oportunidade de adotar soluções baseadas na natureza

De acordo com especialistas globais, as cidades estão perdendo a oportunidade de adotar soluções baseadas na natureza que poderiam impulsionar a resiliência climática. Pensando nisso, uma das estratégias importantes que deve ser considerada é a infraestrutura verde e azul, que é explicada pela professora Amarilis Lucia Casteli, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, supervisora no Centro de Síntese Cidades Globais do Instituto de Pesquisas Avançadas da USP. A professora também participou da formulação de um renomado artigo sobre esse importante conceito, o CCD USP Cidades. “A infraestrutura verde e azul é um termo utilizado no planejamento de gestão urbana, que, como o próprio nome diz, representa os elementos verdes – parques, gramados, árvores, florestas urbanas – e os elementos azuis, como rios, lagos e córregos. Por outro lado, também existe a infraestrutura cinza, representada por edificações, ruas, pontes, que, com o processo acelerado de urbanização, vai substituindo o natural. Neste contexto, e pensando também nas mudanças climáticas, o termo infraestrutura verde e azul ganha destaque como estratégia de proteger essas áreas e desenvolver soluções para mitigar os problemas urbanos, tais como inundações, secas, ilhas de calor, qualidade do ar, biodiversidade e outros”, explica Amarilis. Fatores críticos Roberta Kronka, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP que também fez parte da elaboração do artigo, comenta os fatores que impedem a implementação dessas técnicas. “Esses fatores críticos podem ser divididos em quatro grupos, as barreiras relacionadas à governança (políticas públicas), ambientais, econômicas e sociais, que se conectam e se relacionam. Alguns exemplos são: escassez de terra e expansão urbana, a fragmentação dos estudos em frente à estrutura verde e azul, o financiamento para a implementação dessa tecnologia e a injustiça social.” Amarilis ressalta exemplos de SBNs, termo que é utilizado para se referir a essas estratégias urbanas de resiliência climática, e os divide em três tipos. “Existem três tipos de soluções, a primeira tipo 1, que representa um melhor uso dos ecossistemas naturais protegidos, ou seja, criar novas unidades de conservação, mesmo em áreas urbanas, periurbanas, áreas de preservação permanente. O tipo 2, que trata da recuperação desses ecossistemas degradados, restaurando paisagens, áreas verdes urbanas, recuperação de córregos e rios. E, por fim, o tipo 3, que refere-se a projetos, inclusive a criação de novos ecossistemas, por exemplo, corredores verdes, parques, sistemas de drenagem sustentáveis, telhados verdes etc. A cidade de São Paulo tem, como exemplo, um programa de jardim de chuva, visando a mitigar as inundações.” “Outra barreira, agora em âmbito nacional, que atrapalha o desenvolvimento da infraestrutura verde e azul, foi o planejamento urbano orientado ao automóvel. Isso muitas vezes impede que a cidade seja utilizada para caminhabilidade e soluções baseadas na natureza. Por outro lado, vejo que as mudanças climáticas mostram um grande potencial da integração dessa infraestrutura e, ao mesmo tempo, melhorar os centros das cidades. Barcelona é um exemplo de cidade que tem adotado soluções maravilhosas neste período de crise”, adiciona Roberta. Para sair do papel “A Universidade tem desempenhado um papel importante nesse contexto, mas é preciso também engajar empresas, a sociedade, e divulgar mais o tema em sua perspectiva técnica, em suas multifacetas, suas diferentes visões. Também mostrar para o público que são soluções eficientes e podem ser implementadas nas nossas cidades para a melhoria da nossa qualidade de vida e enfrentamento dos graves problemas que vivenciamos”, finaliza a professora da Escola Politécnica. Por fim, Roberta adiciona suas conclusões finais. “Temos um potencial muito grande, eu vejo que essa herança das cidades voltadas para os automóveis pode trazer modificações importantes. Existem questões muito importantes já acontecendo efetivamente e que incorporam a finança adaptativa e incentivos à política pública, caminhos para um futuro melhor.” Jornal da USP FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/cidades-estao-perdendo-a-oportunidade-de-adotar-solucoes-baseadas-na-natureza/
Revitalização da Travessa Ratcliff – FloripAmanhã
Da Coluna de Diogo de Souza (ND, 31/01/2026) Foram instalados 134 guarda-chuvas, em seis cores diferentes, ao longo de 38 metros da Travessa Ratcliff, no Centro Leste de Florianópolis. A iniciativa, da ACIF (Associação Empresarial de Florianópolis), visa valorizar a revitalização da região e será oficializada na próxima segunda-feira (2), a partir do meio-dia, com uma feijoada no bar do Noel. Publicado em 02 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/revitalizacao-da-travessa-ratcliff/
Governo libera mais R$ 4,6 bi para pagar saque-aniversário do FGTS

O governo federal libera, a partir desta segunda-feira (2), R$ 4,6 bilhões para pagamento da segunda parcela a trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor corresponde aos recursos retidos de trabalhadores que foram demitidos entre janeiro de 2020 e 20 de dezembro de 2025. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o pagamento desses saldos remanescentes nesta segunda etapa beneficiará 822,6 mil pessoas. Notícias relacionadas: Saque-aniversário do FGTS 2026 começa a ser liberado. Os pagamentos dos saldos remanescentes serão feitos até o dia 12 de fevereiro. Confira mais informações sobre o assunto no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Na primeira etapa, foram liberados também R$ 3,8 bilhões, que beneficiaram mais de 14 milhões de pessoas, conforme previsto em medida provisória publicada no dia 23 de dezembro. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Penalização injusta Em nota, o MTE lembra que a modalidade impõe uma “penalização injusta” aos trabalhadores e trabalhadoras que optam por esse formato, ao impedir o acesso aos recursos do FGTS em caso de demissão. “O saque-aniversário tem essa crueldade com o trabalhador e com a trabalhadora, que adere à modalidade e fica impedido de acessar o saldo quando perde o emprego”, alerta o ministro Luiz Marinho ao lembrar que o FGTS é uma “poupança individual criada para amparar o trabalhador e a trabalhadora nos momentos de desemprego, mas, na prática, ele não consegue acessá-la justamente quando mais precisa”. De acordo com o MTE, a maior parte dos trabalhadores terá os valores creditados automaticamente nas contas bancárias previamente cadastradas no aplicativo FGTS. Quem não informou um número de conta para o depósito poderá fazer o saque por meio dos terminais de autoatendimento da Caixa; nas casas lotéricas; ou nas unidades do CAIXA Aqui. Empréstimos bancários Dos 14,1 milhões de pessoas com saldo disponível para saque, 9,9 milhões possuem parte dos recursos parcialmente comprometidos com empréstimos bancários, “o que impede o recebimento do valor integral”, alerta o ministério. “Outras 2,1 milhões de pessoas têm o saldo totalmente comprometido, não havendo, portanto, valores disponíveis para saque”, acrescentou. O MTE informa que, desde 2020, cerca de R$ 197 bilhões já foram liberados pela modalidade saque-aniversário. Desse total, 40% foram destinados diretamente aos trabalhadores, enquanto 60% foram transferidos aos bancos que anteciparam os valores por meio de operações de crédito, detalha o ministério. Segundo a pasta, atualmente 40,3 milhões de pessoas aderiram à modalidade saque-aniversário, em um total de 130 milhões de trabalhadores celetistas. Deste total, 28,5 milhões possuem operações de antecipação de valores ativas. * Matéria alterada às 14h17 para correção de informação. O valor liberado pela Caixa a partir desta segunda-feira é de R$ 4,6 bilhões, e não R$ 3,9 bilhões, como informado anteriormente pelo banco. O número foi corrigido pela própria Caixa posteriormente. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/governo-libera-mais-r-46-bi-para-pagar-saque-aniversario-do-fgts
Rio de Janeiro celebra Dia de Iemanjá com celebrações pela cidade

O dia 2 de fevereiro, é quando os mares brasileiros se põem em festa para celebrar o Dia de Iemanjá, orixá conhecida como a “Rainha das águas, mares e oceanos” e cultuada por religiões de matriz africana como Candomblé e Umbanda. Na cidade do Rio de Janeiro, milhares de fiéis se organizam para celebrar uma das entidades religiosas mais conhecidas com cortejos, rituais e apresentações musicais. Para abrir o dia, a Associação Recreativa Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro celebrou os 50 anos do Presente para Iemanjá, um dos eventos culturais mais tradicionais que reforça a ancestralidade negra fluminense. A programação começou às 7h, na região da Pequena África, Zona Portuária do Rio, com rituais de saudações aos orixás e café da manhã aberto ao público. Rio de Janeiro (RJ), 02/02/2026 – O grupo Afoxé Filhos de Gandhi desfila no dia de Iemanjá pelas ruas da zona portuária do Rio de Janeiro – Tomaz Silva/Agência Brasil De lá, um cortejo seguiu até a praça Mauá, onde houve a saída da célebre embarcação que leva os fiéis vestidos de branco a entregar suas oferendas à entidade e desfrutar do restante da programação cultural. Até o fim do dia haverá apresentações de sambas e outras atividades. Ouça também 🎧:Festa de Iemanjá leva milhares de pessoas ao Rio Vermelho, em SalvadorMonumento a Iemanjá é vandalizado em Teresina História A tradição remonta ao pai de santo umbandista Tatá Tancredo, um dos maiores líderes espirituais da história do Rio, que em 1950 reuniu um grupo de religiosos vestidos de branco no evento Flores para Iemanjá, para entregar suas oferendas ao mar antes da meia-noite. O costume foi ganhando mais adeptos e se tornou prática popular que originou a festa de Reveillon na praia de Copacabana. A chefe da Fundação Palmares, Sylvia Leandro, explica que os rituais reforçam a ancestralidade negra no Rio. “É um enfrentamento que toda a comunidade negra tem feito. Aqui na Pequena África, a gente tem trabalhado também junto ao comitê do Cais do Valongo, para que a gente consiga permanecer aqui, permanecer nesses espaços e demonstrar que o negro ele construiu o Brasil também.” Mas as comemorações não terminam por aí. Na praia do Arpoador, zona Sul da cidade, tem a quinta edição da Festa de Iemanjá do Arpoador, com rodas de ritmos e danças candomblecistas com o grupo Orin Dudu, no Largo Millôr. A concentração para o cortejo sagrado será a partir das 15h e a saída às 16h, na altura da estátua de Tom Jobim. Além das giras e entregas de oferendas, o público também terá acesso à feira gastronômica e 21 atrações artísticas e religiosas, com 300 artistas de grupos de jongo e samba. Dia de Iemanjá no centro do Rio, por Tomaz Silva/Agência Brasil Oferendas Sobre as oferendas do ritual, é recomendado ao público que todas sejam biodegradáveis e sem materiais plásticos, vidro ou madeira. Nas águas, somente flores e frutas serão oferecidas. No término da programação, tanto o público quanto a equipe da Pedra do Arpoador Conservação farão um mutirão de limpeza das praias e pedras. Após anos de luta dos povos de terreiro, a importância dessa celebração foi reconhecida pela prefeitura do Rio, que a instituiu, em janeiro deste ano, como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. No ano passado, a festa reuniu cerca de 25 mil pessoas. Este ano, a expectativa é de que cerca 30 mil pessoas participem da saudação à “Mãe cujo os filhos são peixes”. * Sob supervisão de Fábio Cardoso. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/rio-de-janeiro-celebra-dia-de-iemanja-com-celebracoes-pela-cidade
Megablocos de rua do RJ: confira a programação de fevereiro no Circuito Preta Gil

O Carnaval de Rua do Rio de Janeiro conta com 10 megablocos em 2026 no Circuito Preta Gil, no Centro da cidade. A programação dos maiores blocos do Carnaval começou no dia 24 de janeiro, com o Chá da Alice, e segue até 22 de fevereiro, quando o tradicional Monobloco encerra oficialmente a folia carioca, arrastando milhares de foliões. Este ano, o Cordão do Boitatá celebra 30 anos e o cortejo volta para a Rua Primeiro de Março, no Centro. Com mais de 250 músicos tocando sem carro de som e quase 400 integrantes com suas alas de estandartes, pernas de pau e baianas, o Boitatá é o único grupo dos megablocos que não faz uso de trio elétrico. O bloco apresenta-se no dia 8 de fevereiro. “Após um longo hiato, o Boitatá volta a desfilar na Primeiro de Março e arredores. São muitos anos de construção e conversas com a Riotur para garantir um espaço que permita realizar nossas atividades de forma plena. Um trajeto que acolhe a orquestra e todos os brincantes de forma condizente com o tamanho da festa”, celebra Kiko Horta, um dos fundadores e diretor musical do grupo. Durante o cortejo, os músicos cantam gêneros da música brasileira como samba, marchas, afoxés, frevos e os foliões fazem coro. Arranjos originais de Moacir Santos, Villa-Lobos, Pixinguinha, Maestro Duda, Braguinha e outros criados especialmente para a orquestra também são apresentados do Boitatá, patrimônio Cultural Imaterial do Rio. A expectativa é de que cada megabloco reúna um público estimado entre 50 mil e 700 mil pessoas, consolidando os desfiles como um dos principais atrativos do calendário turístico do Rio de Janeiro durante o verão. “Os megablocos têm um papel importante no Carnaval de Rua. Eles reúnem um número muito expressivo de foliões e ampliam o acesso do público à festa na cidade. Justamente por isso, exigem uma operação robusta e integrada, que a Prefeitura coordena, com a articulação da Riotur e outros órgãos, para garantir organização, segurança e serviços ao público”, afirma o presidente da Riotur, Bernardo Fellows. Entre os destaques da programação estão ainda Cordão da Bola Preta, Bloco da Favorita, e apresentações de artistas renomados como Anitta, Ludmilla e Lexa, que prometem arrastar verdadeiras multidões com seus sucessos, enquanto Léo Santana levou 250 mil pessoas às ruas para curtir o suingue da Bahia no Bloco da Gold. “O Fervo da Lud é a realização de um sonho e um grande orgulho para mim. Estar à frente de um dos maiores blocos do Carnaval carioca é uma conquista que celebro todos os anos”, afirma Ludmilla. A cantora destaca que o bloco é um espaço de celebração da diversidade, da liberdade e da alegria do Carnaval de rua, reunindo pessoas para cantar, dançar e ocupar a cidade juntas. Programação 07/02 – Bloco da Favorita Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 50 mil 08/02 – Cordão do Boitatá Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 50 mil 14/02 – Cordão da Bola Preta Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 700 mil 17/02 – Fervo da Lud (Ludmilla) Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 600 mil 21/02 – Bloco da Anitta Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 100 mil 22/02 – Monobloco Concentração: Rua Primeiro de Março – 7h Público estimado: 80 mil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/megablocos-de-rua-do-rj-confira-a-programacao-de-fevereiro-no-circuito-preta-gil/
Centelha impulsiona startup maranhense que capacitou mais de 5 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social para mercado de trabalho

A Ela Faz, startup maranhense que desenvolve uma plataforma de tecnologia educacional para qualificar mulheres e promover paridade de gênero, é um dos casos de sucesso impulsionados pela segunda edição do Programa Centelha. Presente em 19 estados brasileiros com cursos presenciais e online, a empresa capacitou mais de 5 mil mulheres e conta com um índice de 80% das participantes relatando aumento de renda após a formação. “Mais do que números, é sobre histórias de transformação. Mulheres que antes não acreditavam no próprio potencial hoje lideram obras, empreendem e inspiram suas comunidades”, pondera Lívia Viana, CEO da empresa. trabalhadoras beneficiadas pela plataforma ela faz, do maranhão divulgação Criada em 2020 pela empreendedora Lívia Viana, durante a pandemia, a iniciativa começou oferecendo cursos e oficinas comunitárias voltados a reparos domésticos, elétrica básica, pintura e outras habilidades práticas. O objetivo era apoiar mulheres em situação de vulnerabilidade a conquistar autonomia, independência financeira e autoestima. Com o aumento da demanda, surgiu a necessidade de estruturar o negócio, o que levou à inscrição e aprovação no Centelha, marco que possibilitou a validação do modelo e a criação da plataforma digital que hoje leva capacitação a todo o país. Ao centro lívia vianna, ceo da ela faz, com trabalhadoras que utilizam a plataforma da startup – divulgação Com inscrições abertas no Maranhão para sua terceira edição, o Centelha – promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela Finep com o CNPq, com apoio da Fundação CERTI e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) – desempenhou papel decisivo para transformar o propósito social da Ela Faz em um modelo de negócio sustentável. “O sucesso da startup nascida fora do eixo tradicional de negócios reforça a relevância do programa como alicerce para alavancar ideias com impacto social transformador em todas as regiões do país”, ressalta Priscila Procópio, coordenadora de projetos do Centro de Empreendedorismo Inovador da CERTI. trabalhadora que utiliza a plataforma ela faz divulgação Após a participação no programa Centelha, a startup triplicou o número de turmas, ampliou para cursos EAD, firmou parcerias com empresas da construção civil e prefeituras, e lançou a plataforma digital Ela Faz, que já conta com mais de 2 mil usuárias ativas em 2024. “O programa foi um divisor de águas que nos ajudou a transformar nosso propósito em uma operação sustentável”, afirma a CEO da empresa. Entre os reconhecimentos recebidos pela Ela Faz estão o Prêmio de Inovação Social e a participação em editais como Mulheres Inovadoras e Sebrae Delas. O faturamento anual atual gira entre R$ 300 mil e R$ 700 mil, com reinvestimento na expansão do impacto social. “Pretendemos capacitar 20 mil mulheres até 2030 e nos consolidar como a maior rede de formação técnica para mulheres do Brasil.”, completa Lívia Viana. Sobre o Centelha O Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios com potencial de impacto econômico e social. Voltado a pessoas físicas, oferece capacitações empreendedoras e recursos financeiros. Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal com a expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos pelo país. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI. Em duas edições, o programa já apoiou mais de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores em todo o Brasil. FONTE: 1VIA fonte https://santotech.com.br/centelha-impulsiona-startup-maranhense-que-capacitou-mais-de-5-mil-mulheres-em-situacao-de-vulnerabilidade-social-para-mercado-de-trabalho/
Governo libera mais R$ 3,9 bi para pagar saque-aniversário do FGTS

O governo federal libera, a partir desta segunda-feira (2), R$ 3,9 bilhões para pagamento da segunda parcela a trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor corresponde aos recursos retidos de trabalhadores que foram demitidos entre janeiro de 2020 e 20 de dezembro de 2025. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o pagamento desses saldos remanescentes nesta segunda etapa beneficiará 822,6 mil pessoas. Notícias relacionadas: Saque-aniversário do FGTS 2026 começa a ser liberado. Os pagamentos dos saldos remanescentes serão feitos até o dia 12 de fevereiro. Na primeira etapa, foram liberados também R$ 3,8 bilhões, que beneficiaram mais de 14 milhões de pessoas, conforme previsto em medida provisória publicada no dia 23 de dezembro. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Penalização injusta Em nota, o MTE lembra que a modalidade impõe uma “penalização injusta” aos trabalhadores e trabalhadoras que optam por esse formato, ao impedir o acesso aos recursos do FGTS em caso de demissão. “O saque-aniversário tem essa crueldade com o trabalhador e com a trabalhadora, que adere à modalidade e fica impedido de acessar o saldo quando perde o emprego”, alerta o ministro Luiz Marinho ao lembrar que o FGTS é uma “poupança individual criada para amparar o trabalhador e a trabalhadora nos momentos de desemprego, mas, na prática, ele não consegue acessá-la justamente quando mais precisa”. De acordo com o MTE, a maior parte dos trabalhadores terá os valores creditados automaticamente nas contas bancárias previamente cadastradas no aplicativo FGTS. Quem não informou um número de conta para o depósito poderá fazer o saque por meio dos terminais de autoatendimento da Caixa; nas casas lotéricas; ou nas unidades do CAIXA Aqui. Empréstimos bancários Dos 14,1 milhões de pessoas com saldo disponível para saque, 9,9 milhões possuem parte dos recursos parcialmente comprometidos com empréstimos bancários, “o que impede o recebimento do valor integral”, alerta o ministério. “Outras 2,1 milhões de pessoas têm o saldo totalmente comprometido, não havendo, portanto, valores disponíveis para saque”, acrescentou. O MTE informa que, desde 2020, cerca de R$ 197 bilhões já foram liberados pela modalidade saque-aniversário. Desse total, 40% foram destinados diretamente aos trabalhadores, enquanto 60% foram transferidos aos bancos que anteciparam os valores por meio de operações de crédito, detalha o ministério. Segundo a pasta, atualmente 40,3 milhões de pessoas aderiram à modalidade saque-aniversário, em um total de 130 milhões de trabalhadores celetistas. Deste total, 28,5 milhões possuem operações de antecipação de valores ativas. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/governo-libera-mais-r-39-bi-para-pagar-saque-aniversario-do-fgts
Caetano e Maria Bethânia levam Grammy de melhor álbum da música global

Mais um prêmio pra Cultura Nacional, para a música brasileira e para um reencontro histórico de dois irmãos. Estamos falando de Caetano Veloso e Maria Bethânia, que venceram neste domingo (1º) o Grammy Awards 2026 na categoria Melhor Álbum de Música Global com o disco Caetano e Bethânia Ao Vivo. Um registro da turnê que os dois fizeram pelo Brasil em 2024 e 2025, sempre com ingressos esgotados. O trabalho reúne sucessos das trajetórias individuais dos dois artistas, como Gente Reconvexo e Vaca Profana, além de uma versão inédita de Fé, composição de Iza numa releitura dos irmãos. Em Los Angeles a apresentadora Dee Dee Bridgewater recebeu o gramofone dourado pela dupla, já que os dois não viajaram para os Estados Unidos. A entrega do prêmio de Melhor Álbum Global aconteceu na cerimônia que antecede a transmitidas pela TV. Aqui no Brasil, Caetano estava deitado quando recebeu a notícia e ligou para a irmã. Registro divulgado pelas redes sociais. Para Maria Bethânia, o primeiro Grammy representa a consagração internacional após décadas de carreira. Para o Caetano, já é o terceiro Grammy Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/caetano-e-maria-bethania-levam-grammy-de-melhor-album-da-musica-global
