Aliança por Floripa: CDL e Prefeitura unem forças para gerar empregos

A FloripAmanhã realiza um monitoramento de mídia para republicação de notícias relacionadas com o foco da Associação. O chamado “Radar da Cidade” veicula notícias selecionadas para promover o debate e o conhecimento sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, economia criativa, entre outros assuntos relevantes de Florianópolis. As notícias veiculadas nesta seção não necessariamente refletem a posição da FloripAmanhã e são de responsabilidade dos veículos e assessorias de imprensa citados como fonte. fonte https://floripamanha.org/2026/02/alianca-por-floripa-cdl-e-prefeitura-unem-forcas-para-gerar-empregos/

Camex zera tarifa de importação para mais de 1 mil produtos

Camex zera tarifa de importação para mais de 1 mil produtos

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta quinta-feira (12) a redução a zero do Imposto de Importação para mais de 1 mil produtos, além da aplicação de novas medidas de defesa comercial. Ao todo, foram concedidos 1.059 ex-tarifários, mecanismo que reduz temporariamente a alíquota de importação quando não há produção nacional equivalente. Desse total, 421 são para bens de capital e de informática e 638 para autopeças. Segundo o colegiado, a medida busca ampliar investimentos e reduzir custos para a indústria ao permitir a importação de máquinas, equipamentos e componentes sem similar fabricado no país. Além dos ex-tarifários, o Gecex zerou a alíquota de importação para 20 insumos utilizados pelos setores industrial e agropecuário, bem como para dois produtos finais. As isenções abrangem itens ligados às áreas de saúde, energia, eletrodomésticos, setor automotivo e alimentação animal, entre outros segmentos. Medidas antidumping Na mesma reunião, o comitê aprovou a aplicação de três novos direitos antidumping, com o objetivo de proteger a indústria nacional contra importações consideradas desleais. No setor de dispositivos médicos, foi determinada a aplicação de direito antidumping por cinco anos sobre agulhas hipodérmicas originárias da China. Já na área siderúrgica, o Gecex aprovou medidas contra laminados planos a frio e laminados planos revestidos, também provenientes da China. As medidas têm como objetivo neutralizar prejuízos causados por produtos importados a preços abaixo do valor de mercado. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) não detalhou os produtos com alíquotas zeradas nem as medidas antidumping. Apenas informou que os itens serão conhecidos após a publicação no Diário Oficial da União, prevista para ocorrer nos próximos dias. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/camex-zera-tarifa-de-importacao-para-mais-de-1-mil-produtos

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 62 milhões

Mega-Sena não tem ganhador; prêmio acumula para R$ 41 milhões

O prêmio do concurso 2.972 da Mega-Sena acumulou nesta quinta-feira (12).  A estimativa de prêmio do próximo concurso, que será realizado no dia 14 de fevereiro, é de R$ 62 milhões.  Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 09 – 10 – 15 – 46 – 49 – 51 Na quina, 55 apostas acertaram. Cada uma vai receber o valor de R$ 41.264,65. Outras 3.582 apostas levaram a quadra, alcançando R$ 1.044,39 cada. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/mega-sena-acumula-e-premio-vai-r-62-milhoes

Em 15 anos, carnaval de rua de SP passou de 20 para 600 blocos

Nos últimos 15 anos, o carnaval de rua de São Paulo viveu um crescimento vertiginoso: passou de 20 blocos em 2012, para 200 em 2014 e, agora, são mais de 600. O evento é regulamentado por decreto municipal desde 2014. Entre os blocos que já se firmaram no calendário da cidade está o Pagu, que surgiu há dez anos e conta com uma bateria cem por cento feminina. Mariana Bastos, uma das fundadoras do Bloco Pagu, critica a prefeitura pela visão comercial em vez de cultural, o que deixa os blocos tradicionais em desvantagem em relação a megablocos comandados por artistas consagrados. “Esses blocos que antes contavam com o patrocínio dessas marcas, hoje disputam eh essa verba com outros com esses outros artistas e blocos gigantescos, inclusive de artistas internacionais. Então, eu acho que falta também um pouco de falta de olhar da prefeitura, de olhar o carnaval como um como parte da cultura e não parte de um negócio, né?” Entre os desafios apontados por blocos como o Pagu está a divulgação tardia de horários e trajetos por parte da prefeitura – cerca de três semanas antes do carnaval, o que dificulta a captação de recursos com patrocinadores. Zé Cury, coordenador do Fórum Aberto dos Blocos de Carnaval de São Paulo, que representa cerca de 200 blocos, fala sobre o patrocínio de quase R$ 30 milhões oferecido por uma marca de cerveja para este ano. “Então, se eu sou um bloco que não tem dinheiro e vou nessa cerveja pedir um dinheirinho para o meu bloco, ela fala para mim que desculpa, mas eu já vou aparecer no seu bairro, eu não preciso patrocinar você. Você tá trabalhando de graça para mim, porque você vai fazer o bloco e eu vou pôr minha marca de cerveja inteirinha em volta do seu bloco e os vendedores de cerveja, só podem vender minha marca.” O carnaval de rua paulistano tem origem nos cordões carnavalescos: o primeiro surgiu no bairro da Barra Funda em 1914 mas, na década de 60, muitos cordões se transformaram em escolas de samba, e a folia das ruas perdeu força. Entre os blocos de rua mais antigos, ainda em atividade, está o Esfarrapados, criado em 1947 no bairro do Bixiga. A relação com o território está na essência dos blocos fundados por foliões em seus próprios bairros. Algo que se perde com a magnitude dos megablocos, segundo Pato Papaterra, um dos fundadores do Bloco Vai Quem Quer. “Não se mantém uma comunidade numa multidão. É, essa carência hoje está predominando na cidade inteira, né? Assim, são pessoas que tão em busca de uma comunidade, mas que encontram uma multidão, não mais um pequeno bloco, uma comunidade onde é bem recebido, onde é, ele é inserido de uma maneira, ele pode assumir papéis ali dentro do bloco. A própria comunidade, o próprio bloco que pertence à comunidade, acaba cuidando desse espaço.” Entre as alternativas pensadas pelos blocos tradicionais para um carnaval plural e democrático, com megablocos e blocos menores, está a divisão do patrocínio em mais de uma grande marca, com cotas baixas, e mais verba direcionada do imposto recolhido no ano anterior. “Nós giramos ano passado R$ 3 bi e 400 milhões. Só no imposto tradicional que é o ISS, ela faturou R$180 milhões. E nós geramos, os blocos geraram isso. E ela só transmite e volta para os blocos 2,5 milhões. Você gasta R$ 7 milhões, você faz os 600 blocos saírem. Sobre o patrocínio da prefeitura, com clareza, com inscrição, com segurança, com roteiro programado, tudo isso pode ser feito. Mariana Bastos, fundadora do Bloco Pagu, cobra mais antecedência para que os blocos consigam correr atrás dos recursos e mais diálogo com a prefeitura. “A gente precisa desse movimento e isso depende muito do poder público. Então, acho que falta um pouco essa visão de proteção mesmo, né? Para que as coisas não sejam simplesmente, é, atropeladas, destruídas, senão o que a gente vai ver nos próximos anos é um apagão enorme do que foi construído aqui.” Em nota, a prefeitura reiterou que, como sempre aconteceu no carnaval da cidade, é de responsabilidade dos organizadores de blocos se viabilizarem economicamente por meio de patrocínio. Ainda de acordo com a prefeitura, a infraestrutura foi projetada para atender integralmente a realização do carnaval de rua e, segundo a SPTuris, não houve atraso na divulgação da programação dos blocos e a prefeitura mantém atendimento presencial, por telefone, whatsapp e e-mail para diálogo e orientação. *Com sonoplastia de Jailton Sodré e colaboração de Eliane Gonçalves e Maura Martins Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/em-15-anos-carnaval-de-rua-de-sp-passou-de-20-para-600-blocos

Transporte público de Florianópolis será ampliado durante o Carnaval

O transporte público de Florianópolis vai contar com quadro de horários ampliado e um reforço de 181 ônibus durante o Carnaval. Apenas no sábado (14), haverá 1321 novos horários de ônibus, um aumento de 34% em relação ao quadro normal. Ao todo, estarão disponíveis 5 mil horários de ônibus no principal dia de festas. Segundo a Prefeitura de Florianópolis (PMF), os demais dias, incluindo a sexta-feira (13) terão um reforço de 426 partidas adicionais, mas o número pode aumentar conforme a demanda observada nos terminais e demais áreas de circulação. O órgão ainda destacou que a passagem para o ônibus Formiguinha é gratuita nas comunidades do Maciço do Morro da Cruz. O secretário de infraestrutura e manutenção da cidade, Rafael Hahne, afirmou que a ação busca reduzir os impactos na mobilidade através do incentivo ao uso do transporte público. “O Carnaval toma conta de diferentes bairros, então buscamos distribuir de forma assertiva esse volume adicional, de acordo com os pontos de maior fluxo”, explica. Confira a dinâmica dos horários de ônibus durante o Carnaval Sexta-feira (13) Horário de dias úteisExtras programados para a noite Sábado (14) Horário especial de CarnavalAdição de 1321 horários Domingo (15) Horário de domingo Extras ao longo de todo o dia Segunda (16) Horário de sábado, incluindo o FormiguinhaExtras ao longo de todo o dia Terça (17) Horário de domingo, incluindo o Formiguinha (TVBV, 11/02/2026) Publicado em 12 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/transporte-publico-de-florianopolis-sera-ampliado-durante-o-carnaval/

Governo publica programação do Orçamento em 2026

Governo publica programação do Orçamento em 2026

O Governo Federal publicou nesta quinta-feira (12), em edição extra do Diário Oficial da União, o Decreto de Programação Orçamentária e Financeira (DPOF) para o exercício de 2026. O texto estabelece o cronograma mensal de desembolsos e fixa os limites de empenho para os órgãos do Poder Executivo Federal. O objetivo do decreto é assegurar que a execução das despesas públicas ao longo do ano esteja alinhada às metas fiscais previstas na Lei Orçamentária Anual (LOA), sancionada em janeiro. Notícias relacionadas: Alckmin critica quebra de patentes de canetas emagrecedoras. Confiança da indústria recua pelo 14º mês consecutivo. Anac quer criar categoria de piloto específica para “carro voador”. O decreto cumpre o Orçamento aprovado pelo Congresso, sem contingenciamentos nem bloqueios de verbas. Os cortes temporários no Orçamento virão apenas após o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, a ser publicado no fim de março. Editado em cumprimento ao artigo 8º da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o decreto obriga o Poder Executivo a estabelecer a programação orçamentária e o cronograma de execução em até 30 dias após a publicação da LOA. Assim como nos anos anteriores, este primeiro decreto trata exclusivamente da organização inicial da execução orçamentária. Limites de empenho O decreto também detalha o cronograma consolidado dos limites de empenho ao longo do ano. Os valores, em bilhões de reais, ficam distribuídos da seguinte forma: Período Limites de empenho (R$ bilhões) Até março 115,7 Até novembro 196,9 Até dezembro 240,3 Os limites de empenho representam o teto de despesas que podem ser oficialmente autorizadas (empenhadas) pelos órgãos públicos em cada período. A programação poderá ser revista ao longo do ano, conforme o comportamento das receitas e o cumprimento das metas fiscais. Por enquanto, os limites de empenho seguem o Orçamento original aprovado pelo Congresso. No ano passado, o governo criou uma restrição nos empenhos. Chamada de faseamento, a medida congelou um terço dos gastos discricionários (não-obrigatórios) programados para cada mês. Com essa medida, a liberação mensal de gastos não obrigatórios fica limitada 1/18 dos gastos previstos para o ano, em vez da proporção de 1/12. O faseamento para 2026, caso ocorra, só será publicado junto com o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, no fim de março. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/governo-publica-programacao-do-orcamento-em-2026

Brasileiros históricos serão homenageados no 2º dia de desfile em SP

A segunda noite de desfiles do Grupo Especial no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, traz enredos sobre o compositor Paulo César Pinheiro, o médium Chico Xavier, a atriz Léa Garcia, a capital da Holanda e o orixá Exu. Tem ainda enredos que exaltam a resistência das mulheres negras escravizadas e a luta dos povos indígenas. Para Raul Machado, comentarista de carnaval há 15 anos, o interesse das escolas tem aumentado em relação a temas de cunho social, para além da preocupação com a questão plástica das alegorias. “O tema da mulher está em evidência, muito por questões da atualidade, mas também por conceitos históricos. Há também a preocupação de escolher um tema que seja mais denso, que seja cultural, e mais do que isso, que as comunidades possam ao longo do ano vivenciar esse enredo e transmitir uma mensagem a quem vai assistir ao desfile.” História, cultura e religião pela avenida A segunda noite de desfiles do Grupo Especial do carnaval paulistano tem início com a escola Império de Casa Verde, com o enredo “Império dos Balangandãs: Joias Negras Afro-Brasileiras” que narra a história de Dona Fulô, mulher negra alforriada que viveu na Bahia e foi símbolo de resistência ao usar joias conhecidas como balangandãs. Na sequência, a Águia de Ouro apresenta “Mokum Amsterdã – o voo da Águia à cidade libertária”, numa viagem pela capital holandesa que destaca o caráter livre, progressista e vanguardista da cidade. Depois, é a vez da Mocidade Alegre, escola com o segundo maior número de títulos: venceu 12 carnavais. Neste ano, a agremiação apresenta “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”, numa homenagem à atriz Léa Garcia, pioneira no teatro e cinema nacional. A quarta escola a desfilar é a Gaviões da Fiel, com o enredo “Vozes Ancestrais para um Novo Amanhã”, que exalta a luta e o legado dos povos indígenas enquanto guardiões das florestas, e a sabedoria ancestral como esperança para o futuro. Tadeu Kaçula, sambista e sociólogo, destaca que este vai ser um carnaval com aparatos tecnológicos ao mesmo tempo em que mantém a conexão com as tradições. “Escolas de samba que vão buscar na história das diásporas africanas, na história dos povos originários, a formação da identidade do povo brasileiro, nós estamos falando que são escolas de samba, estão antenadas no futuro, mas que tem o conhecimento, o entendimento daquilo que nós chamamos da praxis filosófica do Sankofa, que é uma filosofia africana que diz que o nosso futuro, ele só pode ser construído a partir da nossa visita do entendimento do que foi produzido e pensado no passado.” A Estrela do Terceiro Milênio é a quinta agremiação a cruzar a avenida, com a homenagem “Hoje a poesia vem ao nosso encontro: Paulo César Pinheiro, uma viagem pela vida e obra do poeta das canções”. O compositor carioca de 76 anos é autor de mais de duas mil canções. A penúltima escola a desfilar pelo Grupo Especial é a Tom Maior, campeã do Grupo de Acesso 1 de 2025. Este ano, a escola traz o enredo “Chico Xavier: nas entrelinhas da alma, as raízes do céu em Uberaba”, com a história do expoente do espiritismo e um retrato da cidade do Triângulo Mineiro. Por fim, quem fecha a segunda noite do Grupo Especial é a Camisa Verde e Branco, a terceira escola com mais títulos entre as que competem este ano, com nove vitórias. A agremiação chega com o enredo “Abre Caminhos” sobre as formas de manifestação de Exu, orixá da comunicação e guardião dos caminhos. Ouça também 🎧: Primeira noite de desfile das escolas de SP celebra figuras femininas Felipe Rangel, locutor da Rádio MEC, comenta a safra de sambas deste ano. “Eu destaco aqui o samba do Camisa Verde Branco que fala de Exu e também o da Estrela do Terceiro Milênio que vai homenagear Paulo César Pinheiro, um dos maiores poetas da história do nosso país. Mas também tem outros grandes sambas, Barroca Zona Sul, Gaviões da Fiel, Mocidade Alegre que vai falar de Léa Garcia. E para mim serão apresentações de altíssimo nível que serão decididas nos detalhes. A apuração das notas dos desfiles acontece na terça-feira de carnaval e o desfile das campeãs será no sábado, dia 21 de fevereiro. * Com sonoplastia de Jailton Sodré, colaboração de Priscila Cestari e produção de Dayana Vitor.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/brasileiros-historicos-serao-homenageados-no-2o-dia-de-desfile-em-sp

Carnaval de Florianópolis terá operação integrada de limpeza, manutenção e coleta

A Prefeitura de Florianópolis, por meio das subsecretarias de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública, ativa operação integrada de Carnaval. O serviço faz parte do planejamento da cidade para garantir organização, saúde pública e responsabilidade ambiental durante o período de festas públicas. As ações coordenadas de limpeza e coleta de resíduos começaram já no pré-carnaval e no Berbigão do Boca, quando foram coletadas 8,6 toneladas de rejeito no Centro da cidade. A operação com reforço de equipes no Centro e em todos os bairros e balneários com tradição de blocos, em especial nas Arenas do Carnaval, acompanha a programação dos eventos e o aumento no fluxo de pessoas. As arenas estarão localizadas no Centro, Campeche, Lagoa da Conceição, Ponta das Canas, Canasvieiras, Sambaqui, Santo Antônio de Lisboa, Pântano do Sul e Ingleses. No sábado (14), será mobilizado o maior contingente da Comcap no Centro, com 147 pessoas da limpeza pública e 37 da coleta de resíduos, para atender o Bloco dos Sujos e o desfile na Passarela Nego Quirido. Além disso, haverá atenção especial ao Centro Leste. A logística é, ao final da festa, ativar simultaneamente a varrição, a coleta, a lavação e a desodorização para que a cidade amanheça limpa. (Confira a matéria completa em OCP News, 11/02/2026) Publicado em 12 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/carnaval-de-florianopolis-tera-operacao-integrada-de-limpeza-manutencao-e-coleta/

Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6×1

Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6x1

Cerca de 84% dos brasileiros são favoráveis aos trabalhadores terem, no mínimo, dois dias de descanso por semana, segundo a pesquisa da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, feita nas 27 unidades da Federação, entre os dias 30 de janeiro e 5 deste mês. Ainda de acordo com a pesquisa 73% dos entrevistados apoiam o fim da escala 6×1, desde que não haja redução de salário. Foram ouvidos 2.021 cidadãos acima de 16 anos de idade. O CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, esclareceu nesta quinta-feira (12) à Agência Brasil que a ampla maioria – 62% dos consultados – sabe que há em debate, no âmbito do governo federal e do Congresso Nacional, a proposta de acabar com a escala 6×1.  Notícias relacionadas: Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6×1. Fim da Escala 6×1 pode ser votado em maio, diz presidente da Câmara. Proposta que acaba com jornada de trabalho 6×1 vai para a CCJ. “A gente tem de cara 35%, ou seja, uma de cada três pessoas que nunca nem ouviu falar desse negócio. E dos 62% que já ouviram falar, 12% conhecem bem e 50% conhecem mais ou menos”, disse Tokarski.  De maneira genérica, 63% dos consultados se mostraram a favor do fim da escala 6×1. Ao serem indagados se tiver redução de salário continuaria a favor ou mudaria de opinião, 30% afirmaram ser favoráveis, desde que não se mexa no bolso dos trabalhadores.  >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A mesma pergunta foi feita para os 22% que afirmaram ser contrários ao fim da jornada 6×1. Desses, 11% disseram que iriam continuar sendo contra, mas 10% responderam que “se não mexer no bolso, eu topo”. Com a diminuição do salário, o total de pessoas favoráveis ao fim da escala cai para 28%, ou seja, a minoria. Outros 40% só são favoráveis à escala 6×1 se a medida for aprovada e não implicar em redução salarial. Há ainda 5% que se dizem favoráveis ao fim da jornada, mas ainda não têm opinião formada sobre a condicionante de manutenção ou redução dos salários. Marcelo Tokarski avalia que a grande discussão no Congresso vai tratar da redução da jornada, com ou sem diminuição da remuneração dos trabalhadores. Para ele, o que a pesquisa mostra muito claramente é que quase todo mundo é favorável que tem que ter uma folga a mais. “Não dá para trabalhar seis dias e folgar um só”, disse. “Essa é a grande questão, porque as empresas defendem que a jornada não seja reduzida mas, se houver redução, é com diminuição do salário. E os trabalhadores, de maneira geral, não topam uma redução de jornada com redução de salário”, explica. Menos dinheiro De acordo com Marcelo Tokarski, o problema é que, no Brasil, país de renda média baixa, de trabalho mais precarizado, pouca gente aceita ter uma folga a mais se o salário diminuir.  “Acho que é um pouco essa leitura que a pesquisa nos traz e que joga luz sobre essa discussão”, disse.  A pesquisa aponta que 84% das pessoas acreditam que o trabalhador deveria ter duas folgas obrigatórias. “É quase um viés de desejo. Quem não quer ter folga a mais? Todo mundo quer. Agora, quando a gente coloca que você vai trabalhar um dia menos, mas vai ganhar menos, o cara não quer porque tem conta para pagar. Acho que é um pouco isso que o dado evidencia ali para a gente”.  Confira as informações sobre a pesquisa no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Lula O projeto de acabar com a jornada 6×1 tem mais aprovação por quem votou no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Era uma promessa, uma bandeira defendida pelo governo também. É natural que quem votou no Lula tende a apoiar mais”, disse Marcelo Tokarski. A pesquisa revela que 71% dos entrevistados que votaram no presidente Lula no segundo turno das eleições de 2022 são a favor do projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1. Outros 15% são contra, enquanto 15% não opinaram. Já entre quem votou em Jair Bolsonaro nas últimas eleições presidenciais, 53% são a favor do fim das 44 horas de trabalho semanais, 32% são contrários e 15% não opinaram. PEC A PEC 148/2015 foi aprovada no dia 10 de dezembro do ano passado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas ainda precisa passar por duas votações no plenário do Senado e duas na Câmara, com voto favorável de, pelo menos, 49 senadores e 308 deputados. Se aprovada, o fim da escala 6×1 ocorrerá de forma gradual. No primeiro ano, serão mantidas as regras atuais. No ano seguinte, o número de descansos semanais subirá de um para dois. Atualmente, a jornada máxima semanal de trabalho é de 44 horas mas, a partir de 2027, poderá cair para 40 horas. O teto final será de 36 horas por semana de 2031 em diante. Anteriormente, o que se previa era que os empregadores não poderiam reduzir a remuneração dos trabalhadores para compensar o novo tempo de descanso. Esse ponto deverá ser votado pelo Congresso Nacional. A pesquisa indagou dos entrevistados se acham que a proposta será aprovada pelo Congresso, e 52% disseram que sim, contra 35% que responderam que não. Outros 13% não opinaram. E apenas 12% afirmaram entender bem a PEC. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/pesquisa-diz-que-73-dos-brasileiros-apoiam-fim-da-escala-6×1

Carnaval no Recife e em Olinda começa hoje; confira a programação

A partir desta quinta-feira (12), Pernambuco já respira Carnaval. Em Olinda, epicentro da folia, a abertura dos festejos de Momo começa às 16h com o cortejo de brincantes “Tá Todo Mundo Aqui”, que vai desfilar pelas ladeiras do sítio histórico ao som da orquestra Henrique Dias. A programação de shows tem início às 18h30, no polo Erasto Vasconcelos, que fica na Praça do Carmo, onde está montado o palco Pernambuco Meu País. A animação deste primeiro dia de folia fica por conta de artistas como Priscila Senna, Alceu Valença e Nação Zumbi. Com o tema “A Gente É Festa”, o Carnaval de Pernambuco homenageia este ano os cantores João Gomes e Nena Queiroga, além do Maestro Duda e Chico Science (em memória). Uma das maiores representantes do frevo pernambucano, Nena Queiroga, fala da felicidade de ser homenageada: “Foi muito importante para mim quando eu recebi a notícia dessa homenagem, porque mais uma vez estou honrando o nome da minha mãe e de todas as cantoras, principalmente de frevo e de carnaval. Reverencio mais, mais ainda,  esse fato de receber essa homenagem me dá isso e, além de tudo, servir de inspiração para outras cantoras como minha filha, que está seguindo aí a estrada, e tantas outras cantoras maravilhosas que se eu fosse citar o nome aqui, posso esquecer alguém, mas todas elas que eu fico muito feliz de ver trilhando esse caminho. Então essa homenagem foi de extrema importância porque é reconhecimento e prestígio para uma mulher, compositora e cantora”. Na capital pernambucana, a abertura do Carnaval será marcada pelo espetáculo Tumaraca, que reúne 13 nações de maracatu em uma apresentação marcante no palco do Marco Zero, principal polo de animação do Carnaval do Recife. Por lá, hoje também se apresentam nomes como João Gomes, com o projeto Dominginhos e Lenine. O Carnaval do Recife vai contar com 13 polos de animação espalhados por toda a cidade e mais de três mil apresentações gratuitas. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/carnaval-no-recife-e-em-olinda-comeca-hoje-confira-programacao