Cientista paraibana da Nasa aborda pesquisas sobre o universo em palestra promovida pelo Governo do Estado

Com o objetivo de popularizar a ciência e aproximar as pessoas do conhecimento sobre o universo, o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior (Secties), em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), realizou nesta sexta-feira (10) uma palestra com a pesquisadora paraibana Raíssa Estrela, integrante do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa. O evento O evento reuniu estudantes, professores e o público em geral para discutir avanços da pesquisa espacial e a busca por vida fora da Terra. Durante a abertura, o secretário da Secties, Claudio Furtado, ressaltou a importância de iniciativas como essa para aproximar a sociedade da produção científica e estimular a busca pelo conhecimento. “O interesse das pessoas pelo cosmos, pelo desconhecido, é muito grande. Sec Claudio Furtado – SECTIES – Fotos: Júlio Marinho/Secties Hoje, temos pesquisas sendo desenvolvidas em laboratórios de ponta, como o que Raíssa integra, que investigam exoplanetas e a possibilidade de vida fora da Terra. Isso nos ajuda a entender o surgimento da vida, a formação dos sistemas planetários e também a valorizar o nosso próprio planeta”, destacou. Trajetória Raíssa Estrela compartilhou sua trajetória acadêmica e profissional, destacando suas contribuições em pesquisas sobre sinais biológicos em exoplanetas – planetas localizados fora do sistema solar. A cientista também abordou a missão Artemis II, considerada um dos marcos da nova era da exploração lunar. “A pergunta que me motivou a ser cientista foi: ‘estamos sozinhos?’ Motivada por essa pergunta eu comecei a minha carreira. Meu percurso profissional começou aqui em João Pessoa, quando tive o meu primeiro contato com a astronomia no planetário do Espaço Cultural”, afirmou Raíssa. Entre os participantes, a palestra foi destacada pela linguagem acessível e pelo caráter inspirador, especialmente no incentivo à presença feminina na ciência. A arquiteta Luana Abrantes ressaltou a qualidade da apresentação e a importância da iniciativa. “Eu achei a palestra maravilhosa, fazia muito tempo que uma palestra não me prendia tanto. Ela apresentou de uma forma extremamente fácil de entender para quem não é da área, para quem não conhece muito sobre o assunto. Foi fascinante também ver uma mulher paraibana ganhar tanto espaço em ciência da Nasa, envolvida em tantas pesquisas importantíssimas. É muito importante o Governo do Estado trazer palestras dessa forma, desse tipo, trazer mulheres na ciência, inspirando outras mulheres e mostrando que nosso espaço é onde a gente quiser estar”, afirmou. A realização da palestra reforça o compromisso do Governo da Paraíba com a popularização da ciência e o incentivo à educação, promovendo o diálogo entre pesquisadores e a sociedade. A iniciativa também contribui para inspirar novas gerações, mostrando que talentos locais podem alcançar protagonismo em instituições de referência mundial. fonte https://santotech.com.br/cientista-paraibana-da-nasa-aborda-pesquisas-sobre-o-universo-em-palestra-promovida-pelo-governo-do-estado/
ANP tem 1ª redução do diesel após início da guerra no Oriente Médio

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) registra a primeira queda no preço médio do diesel comum após o começo da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, iniciada no dia 28 de fevereiro. De acordo com levantamento semanal feito pela agência entre domingo (5) e este sábado (11), o preço médio cobrado pelos postos ficou em R$ 7,43, redução de R$ 0,02. Na semana anterior, o litro do combustível foi vendido a R$ 7,45. Notícias relacionadas: Reforma tributária expõe desafios em automatização de empresas. Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos . IR 2026: veja como declarar dependentes e pensão alimentícia . O litro da gasolina comum foi vendido a R$ 6,77 no mesmo período. Na semana passada, o preço do combustível ficou em R$ 6,78. O etanol também teve redução de R$ 0,01 e passou de R$ 4,70 para R$ 4,69, o litro. Pacote Na segunda-feira (6), o governo federal anunciou um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. Entre as principais medidas está a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual de custos entre União e estados. Também foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/anp-tem-1a-reducao-do-diesel-apos-inicio-da-guerra-no-oriente-medio
Anthropic baniu o criador do OpenClaw do acesso ao Claude em meio a disputa por uso e preços

“É, pessoal, vai ser mais difícil garantir que o OpenClaw continue funcionando com os modelos da Anthropic no futuro”, publicou Peter Steinberger, criador do OpenClaw, no X na manhã de sexta-feira , junto com uma foto de uma mensagem da Anthropic dizendo que sua conta havia sido suspensa por atividade “suspeita”. A suspensão não durou muito. Algumas horas depois, após a publicação viralizar, Steinberger disse que sua conta havia sido reativada. Entre centenas de comentários — muitos deles repletos de teorias da conspiração, visto que Steinberger agora trabalha para a OpenAI, concorrente da Anthropic — havia um de um engenheiro da Anthropic. O engenheiro disse ao renomado desenvolvedor que a Anthropic nunca havia banido ninguém por usar o OpenClaw e se ofereceu para ajudar. Não está claro se essa foi a chave que restaurou a conta. (Perguntamos à Anthropic sobre isso.) Mas toda a sequência de mensagens foi esclarecedora em muitos aspectos. Recapitulando o histórico recente: essa proibição ocorreu após a notícia, na semana passada, de que as assinaturas do Claude, da Anthropic, não cobririam mais “ferramentas de terceiros, incluindo o OpenClaw”, afirmou a empresa de modelos de IA. Os usuários do OpenClaw agora precisam pagar separadamente por esse uso, com base no consumo, através da API do Claude. Em essência, a Anthropic, que oferece seu próprio agente, o Cowork, agora está cobrando uma “taxa de garra”. Steinberger disse que estava seguindo essa nova regra e usando sua API, mas mesmo assim foi banido. A Anthropic afirmou que implementou a mudança de preços porque as assinaturas não foram projetadas para lidar com os “padrões de uso” das ferramentas de raciocínio automatizado (claws). Essas ferramentas podem exigir mais poder computacional do que prompts ou scripts simples, pois podem executar loops de raciocínio contínuos, repetir ou tentar novamente tarefas automaticamente e se integrar a diversas outras ferramentas de terceiros. Steinberger, no entanto, não acreditou nessa desculpa. Depois que a Anthropic mudou os preços, ele publicou : “Engraçado como as coisas coincidem, primeiro eles copiam alguns recursos populares para seu sistema fechado, depois bloqueiam o código aberto”. Embora não tenha especificado, ele pode estar se referindo a recursos adicionados ao agente Claude’s Cowork, como o Claude Dispatch, que permite aos usuários controlar agentes remotamente e atribuir tarefas . O Dispatch foi lançado algumas semanas antes da Anthropic mudar sua política de preços do OpenClaw. A frustração de Steinberger com a Anthropic ficou evidente novamente na sexta-feira. Uma pessoa insinuou que parte da culpa era dele por ter aceitado um emprego na OpenAI em vez da Anthropic, publicando: “Você tinha a opção, mas escolheu a errada”. Ao que Steinberger respondeu: “Uma me acolheu, a outra me ameaçou com processos judiciais”. Ai ! Quando várias pessoas lhe perguntaram por que ele estava usando o Claude em vez dos modelos fornecidos por seu empregador, ele explicou que o utilizava apenas para testes, para garantir que as atualizações do OpenClaw não causassem problemas para os usuários do Claude. Ele explicou: “É preciso separar duas coisas. Meu trabalho na Fundação OpenClaw, onde queremos fazer com que o OpenClaw funcione perfeitamente para *qualquer* provedor de modelos, e meu trabalho na OpenAI, para ajudá-los com a estratégia futura do produto.” Várias pessoas também apontaram que a necessidade de testar o Claude se deve ao fato de esse modelo continuar sendo uma escolha popular entre os usuários do OpenClaw em relação ao ChatGPT. Ele também ouviu falar disso quando a Anthropic mudou seus preços, ao que respondeu: “Estamos trabalhando nisso”. (Então, isso dá uma pista sobre o que seu trabalho na OpenAI envolve.) Steinberger não respondeu ao pedido de comentário. fonte: TechCrunch fonte https://santotech.com.br/anthropic-suspende-criador-openclaw-acesso-claude/
Reforma tributária expõe desafios em automatização de empresas

Os desafios da reforma tributária começam a expor fragilidades na operação fiscal das empresas. A menos de nove meses do início da entrada em vigor do Imposto sobre Valor Adicionado Dual (IVA dual), grande parte das companhias enfrentam processos lentos e dependência de tarefas manuais. Levantamento da V360, empresa que ajuda outras companhias a automatizar o pagamento de fornecedores, mostra que 62,2% das empresas levam mais de 20 dias para registrar uma nota fiscal no sistema, enquanto 22,3% ultrapassam 30 dias. Notícias relacionadas: Brasil fecha 2025 com mais de 1,3 milhão de trabalhadores domésticos . Reservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025. Ao mesmo tempo, 87% das companhias afirmam ter alto nível de automação fiscal, um contraste que evidencia o que especialistas chamam de “falsa automação”, quando processos são digitais, mas ainda exigem intervenção humana. Apesar do avanço tecnológico, a adaptação ao novo modelo deve pressionar ainda mais estruturas consideradas pouco eficientes. O dado revela gargalos relevantes justamente no momento em que o país se prepara para mudanças profundas no sistema tributário. A pesquisa ouviu 355 profissionais de médias e grandes empresas, a maioria com alto volume operacional. Do total de companhias pesquisadas, 63% processam mais de 10 mil notas fiscais por mês. Automação parcial e atrasos Na prática, a automação ainda é incompleta. Embora 61% das empresas consigam capturar notas fiscais automaticamente, apenas 49% fazem o registro no sistema sem ação manual. Isso acontece porque o Enterprise Resource Planning (ERP) depende de integrações e validações adicionais para funcionar plenamente no ambiente tributário brasileiro. Traduzido como Recurso de Planejamento Empresarial em português, o ERP funciona como espécie de cérebro para empresas. “Muitas empresas acreditam que estão automatizadas, mas ainda dependem de pessoas para validar dados e concluir processos”, afirma o presidente-executivo (CEO) da V360, Izaias Miguel. “O documento entra automaticamente, mas ainda precisa de ajustes e conferências antes de seguir no sistema.” Riscos operacionais O estudo também aponta falhas na validação das notas fiscais. Apenas 48% das empresas fazem conferência completa; comparando itens, valores e quantidades com pedidos de compra. Outras 44% realizam checagens parciais, enquanto 8% ainda operam de forma totalmente manual. Esse cenário aumenta riscos como pagamentos indevidos, erros fiscais e perda de controle interno, especialmente em empresas com grande volume de fornecedores. “O tempo entre a emissão e o registro da nota é um termômetro claro de eficiência. Quando leva semanas, há acúmulo de exceções e retrabalho”, diz Miguel. Pressão com a reforma A chegada do novo modelo tributário tende a agravar esse cenário. As empresas terão de adaptar sistemas para operar com regras antigas e novas simultaneamente, além de lidar com tributos como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos que comporão o IVA Dual. Na avaliação do CEO da V360, o principal desafio não está apenas em entender a reforma, mas em executá-la dentro de estruturas complexas e pouco integradas. “O estudo mostra fragilidades importantes nos processos de validação: menos da metade das empresas fazem uma checagem completa das notas fiscais contra pedidos de compra, enquanto o restante opera com validações parciais ou manuais. Esse cenário aumenta o risco de erro”, diz Miguel. Fase de testes Em 2026, a reforma tributária está em forma de testes, com as empresas cobrando uma alíquota simbólica de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS que serão deduzidas dos tributos atuais <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/reforma-tributaria-entra-em-fase-de-testes-em-2026>. A partir de 2027, os cinco tributos sobre o consumo serão gradualmente extintos, enquanto as alíquotas de CBS e de IBS subirão. Mesmo com alíquotas simbólicas, as obrigações acessórias são imediatas. As empresas deverão destacar a CBS e o IBS nas notas fiscais, preencher novos campos obrigatórios e informar corretamente a classificação fiscal de produtos e serviços. Em dezembro, a Receita Federal suspendeu as multas por falta da discriminação dos dois novos tributos nas notas fiscais até o quarto mês seguinte à regulamentação da CBS e do IBS <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/multa-por-falta-de-cbs-e-ibs-em-notas-e-suspensa-no-inicio-de-2026>. Segundo Miguel, nesse cenário, a automação deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a ser estratégica. “Empresas mais eficientes tendem a ganhar agilidade para lidar com as mudanças, enquanto aquelas com processos fragmentados podem enfrentar mais custos, erros e dificuldades de adaptação”, diz. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/reforma-tributaria-expoe-desafios-em-automatizacao-de-empresas
Em processo de retomada, Intel vai fornecer chips para Elon Musk

Em sua jornada de retomar uma posição de destaque no mercado de chips, a Intel decidiu unir forças com Elon Musk. A fabricante anunciou que vai se juntar ao complexo Terafab, iniciativa que envolve também SpaceX e Tesla para produzir os processadores que devem sustentar os planos do bilionário em robótica e data centers de IA. O anúncio foi feito pela Intel nesta terça (07), inclusive com uma foto do CEO Lip-Bu Tan, ao lado de Elon Musk no campus da fabricante. Conforme reportou a Reuters, o mercado reagiu rápido, com as ações da Intel subindo mais de 2% após o anúncio. Segundo a companhia, sua capacidade fabril deve ajudar o Terafab a perseguir uma meta nada modesta: produzir 1 terawatt por ano em capacidade computacional para dar conta dos próximos saltos em IA e robótica previstos pela Tesla e SpaceX Para Lip-Bu Tan, o movimento vai além de mais uma parceria. Em tom quase manifesto, o executivo afirmou que Musk tem um histórico de reinventar indústrias inteiras. Na leitura dele, o Terafab representa uma mudança estrutural na forma como lógica, memória e empacotamento de chips serão construídos no futuro. Do lado de Elon Musk, o plano também vem ganhando contornos mais concretos. No mês passado, ele afirmou que a SpaceX – que recentemente se fundiu com a xAI – e a Tesla devem erguer duas fábricas avançadas de chips em um complexo no Texas. Uma voltada a carros e robôs humanoides e outra, mais ambiciosa, pensada para data centers de IA no espaço. Enquanto isso, a SpaceX também prepara, em paralelo, um IPO confidencial nos Estados Unidos, que pode acabar se tornando uma das maiores aberturas de capital da história, com possível estreia ainda este ano. Virada da Intel? Para a Intel, que vinha correndo atrás do prejuízo na corrida da IA, na qual a Nvidia se tornou a líder absoluta, a parceria surge como um respiro e sinaliza ao mercado que seu turnaround pode estar começando a ganhar tração. Desde que assumiu, Lip-Bu Tan vem tocando uma reestruturação agressiva, com cortes de custos e venda de ativos, numa tentativa de reorganizar as finanças da companhia. Ao mesmo tempo, a empresa recebeu bilhões em aportes, incluindo investimentos da Nvidia (US$ 5 bilhões), SoftBank (US$ 2 bilhões) e do governo dos Estados Unidos, hoje seu maior acionista. No ano passado, a demanda por processadores voltou a crescer (9% no último trimestre de 2025) e, segundo analistas, iniciativas como a parceria com Elon Musk ajudam a reforçar a narrativa de que a empresa ainda consegue jogar no mais alto nível. Como resumiu o analista Gil Luria, da consultoria D.A. Davidson, a Intel precisa provar que consegue atender os maiores clientes nos projetos mais críticos, e o acordo com a Tesla caminha nessa direção. O ponto mais sensível dessa história segue sendo a Intel Foundry, braço de fabricação sob encomenda da companhia. Apesar de ser peça-chave na estratégia, a unidade ainda sangra: foram mais de US$ 10 bilhões de prejuízo operacional em 2025, com crescimento de receita bastante tímido. FONTE: STARTUPS.COM.BR fonte https://santotech.com.br/em-processo-de-retomada-intel-vai-fornecer-chips-para-elon-musk/
Este app de relacionamento promete mais qualidade e menos quantidade

uem nunca teve o coração partido e recorreu aos apps de relacionamento que atire a primeira pedra — foi o que Henrique Galvão fez após o término de um casamento de 20 anos. Mas as experiências dele não foram das melhores: ghosting, conversas que não iam para frente, perfis que não condiziam com a realidade e a dificuldade de encontrar alguém com os mesmos objetivos. Depois de passar por experiências frustrantes, Henrique decidiu fazer diferente: criar um aplicativo pensado para quem busca um relacionamento sério, o Twogether, do qual é sócio-fundador. Com investimento próprio de R$ 100 mil, a proposta ganhou forma ao unir tecnologia e suporte humanizado, combinando inteligência artificial com acompanhamento terapêutico para ajudar usuários a se conhecerem melhor e construírem conexões mais alinhadas. Ao se cadastrar no Twogether, o usuário preenche uma série de fichas comportamentais desenvolvidas por psicoterapeutas. O questionário do app inclui desde preferências de lazer — como gosto musical, rotina, relação com pets ou estilo de vida — até características de personalidade e expectativas de vida. Também há espaço para indicar preferências físicas e o tipo de pessoa que se busca. Nesse processo, a inteligência artificial analisa as respostas das fichas comportamentais e transforma essas informações em padrões que ajudam a identificar compatibilidades entre os usuários. Mesmo sem optar pelo suporte durante o cadastro, o usuário pode acessar acompanhamento terapêutico a qualquer momento dentro da plataforma. Para utilizar o app, é cobrada uma mensalidade de R$ 97, enquanto as sessões com terapeutas custam, em média, R$ 200 por hora. “Estamos lançando o aplicativo agora em abril. A estimativa é de alcançar cerca de 500 usuários até o fim do ano, o que pode gerar um faturamento aproximado de R$ 50 mil”, disse o fundador em entrevista ao Startups. A proposta financeira acompanha um posicionamento que busca se diferenciar dos aplicativos tradicionais. A ideia, ainda segundo Henrique, é trazer filtros e oferecer mais privacidade e profundidade em um ambiente que foge da lógica superficial dessas plataformas. No Twogether, a foto do usuário não fica exposta livremente: ela só é apresentada para perfis considerados compatíveis pelo sistema. “Além da minha experiência pessoal, conversei com muitas pessoas e percebi um cansaço geral com os aplicativos tradicionais, essa sensação de ‘cardápio humano’, que gera ansiedade e frustração. Ao mesmo tempo, ficou claro que ainda existe espaço e demanda para uma proposta diferente, mais focada em privacidade e em conexões sérias”, relata. A plataforma ainda limita o número de conexões a entre três e seis perfis por mês. A variação está diretamente ligada à dinâmica de interação dentro da plataforma. A proposta é de começar com um número mais enxuto (três perfis), para estimular conversas com mais atenção e qualidade. Caso não haja avanço ou compatibilidade nessas interações, novos perfis podem ser liberados dentro do mesmo período, chegando a até seis sugestões mensais. Com isso, o app busca desacelerar o processo e incentivar que os usuários dediquem mais tempo a conhecer melhor cada pessoa sugerida, priorizando interações mais intencionais e evitando a dinâmica acelerada de “deslizar” por dezenas (ou até centenas) de opções. O Twogether já conta com uma versão beta disponível para desktop, que está em funcionamento, além de uma versão pronta para dispositivos Android (Play Store). Já o aplicativo para iOS (App Store) ainda está em fase final de desenvolvimento e deve ser lançado em breve. FONTE: STARTUPS.COM.BR fonte https://santotech.com.br/este-app-de-relacionamento-promete-mais-qualidade-e-menos-quantidade/
Florianópolis amplia presença no turismo e se destaca nas buscas, diz estudo da Embratur
Florianópolis vem ampliando de forma consistente sua presença no cenário turístico nacional e internacional. Segundo dados da Revista Tendências do Turismo 2026, elaborada pela Embratur com base em informações de plataformas como Google Travel Analytics Center, SimilarWeb, Amadeus e GlobalData, entre outras fontes do setor, a capital catarinense se destaca tanto em volume de buscas quanto em intenção de viagem. O levantamento reúne indicadores de buscas por viagens, hospedagens e comportamento do turista, além de projetar tendências para o setor. Mais do que aparecer em rankings, Florianópolis surge de forma consistente em diferentes etapas da jornada do viajante — da inspiração inicial à busca por hospedagem — o que indica não apenas visibilidade, mas avanço nas etapas de intenção de viagem. Em um cenário de transformação do turismo, essa presença transversal passa a ser um dos principais indicadores de competitividade entre destinos. (Confira a matéria completa em floripa.com) Publicado em 10 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/florianopolis-amplia-presenca-no-turismo-e-se-destaca-nas-buscas-diz-estudo-da-embratur/
Prévia da carga tributária sobe para 32,4% do PIB em 2025

A prévia da carga tributária (peso dos impostos e demais tributos sobre a economia) subiu para 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, divulgou nesta sexta-feira (10) o Tesouro Nacional. Em 2024, o mesmo indicador tinha atingido 32,22%, diferença de 0,18 ponto percentual. Esse foi o maior valor da série histórica, que começou em 2010. Segundo o Tesouro, vários fatores pesaram para o aumento da carga tributária. O principal foi o crescimento da economia e do emprego formal, que aumentou a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) em 0,23 ponto percentual do PIB e a arrecadação da Previdência Social em 0,12 ponto percentual. Notícias relacionadas: Caixa libera vale-recarga do programa Gás do Povo a 206 mil famílias. Ação do governo freia alta de passagem aérea, diz presidente da Anac. Revendedora Vibra adere à subvenção para baixar preço do diesel. A elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também fez a prévia da carga tributária subir 0,1 ponto percentual. No ano passado, o governo elevou o IOF sobre operações cambiais e de crédito e sobre a saída de moeda estrangeira. A medida chegou a ser derrubada pelo Congresso, mas foi parcialmente mantida pelo Supremo Tribunal Federal. Em contrapartida, a participação dos impostos sobre bens e serviços federais, que incide sobre o consumo, caiu 0,02 ponto percentual em 2025. Embora o valor nominal tenha subido, a participação no PIB recuou. Em âmbito estadual, a receita do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo que mais arrecada no país e também está relacionado ao consumo, caiu 0,09 ponto percentual do PIB em 2025, mesmo com o aumento nominal da arrecadação. Segundo o Tesouro Nacional, esse movimento reflete a composição do crescimento econômico em 2025, concentrado em setores sobre os quais não há incidência do ICMS ou a incidência é reduzida. Na esfera municipal, a receita do Imposto sobre Serviços (ISS) subiu 0,02 ponto percentual do PIB, impulsionada pelo crescimento de 2,9% no volume de serviços em 2025. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Esferas de governo A carga tributária do governo federal subiu 0,26 ponto percentual em 2025, de 21,34% para 21,6% do PIB. O peso dos impostos estaduais recuou 0,1 ponto, de 8,48% para 8,38% do PIB. Nos governos municipais, a arrecadação de impostos subiu 0,03 ponto percentual, de 2,39% para 2,42% do PIB, puxada por aumentos no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e pelo ISS. Classificação econômica Ao somar as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), os Impostos sobre bens e serviços caíram 0,09 ponto percentual do PIB em relação a 2024, passando de 13,87% para 13,78%. No entanto, os Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital subiram de 9,04% para 9,16% do PIB, alta de 0,12 ponto em relação ao ano anterior. A arrecadação dos impostos sobre a propriedade subiu 0,02 ponto, de 1,71% para 1,73% do PIB. A receita dos impostos sobre a folha de pagamento e a mão de obra subiu 0,01 ponto, de 0,3% para 0,31% do PIB. Por causa do crescimento das importações, os impostos sobre o comércio externo e as transações internacionais avançaram 0,05 ponto, de 0,66% para 0,71% do PIB. O peso das contribuições sociais sobre o PIB subiu de 6,63% para 6,72% do PIB. A alta de 0,09 ponto percentual foi motivada principalmente pela arrecadação da contribuição para a Previdência Social, que subiu de 5,28% para 5,4% do PIB, puxada pela recuperação do mercado de trabalho. Em março ou abril, o Tesouro divulga uma estimativa própria da carga tributária do ano anterior. Segundo o Ministério da Fazenda, a elaboração de uma prévia da carga tributária é necessária porque os dados são incluídos na prestação de contas da Presidência da República. O número oficial, divulgado pela Receita Federal, só sai ao longo do segundo semestre. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/previa-da-carga-tributaria-sobe-para-324-do-pib-em-2025
Farol Digital estabelece sede oficial e amplia a colaboração tecnológica em João Pessoa

O fortalecimento da inovação em João Pessoa ganha um novo capítulo com a conquista de um espaço físico dedicado ao desenvolvimento de iniciativas tecnológicas e colaborativas. O Ecossistema Farol Digital passa a contar com uma sede oficial, fruto de uma parceria estratégica com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do município (SECITEC). Localizado na Rua Diógenes Chianca, nº 955, no bairro de Água Fria, em João Pessoa (PB), no mesmo endereço da secretaria, o novo espaço representa um importante avanço para o ecossistema de inovação da capital paraibana. A iniciativa consolida um ambiente de integração entre poder público, academia, iniciativa privada e sociedade civil, fortalecendo a articulação de projetos voltados ao desenvolvimento sustentável e tecnológico. A conquista marca um momento histórico para o Farol Digital, que ao longo de seus 22 anos de atuação operou de forma itinerante, utilizando espaços de parceiros e instituições pactuadas. Com a nova sede, o ecossistema passa a dispor de uma referência física para a realização de encontros, reuniões estratégicas, eventos e ações de fomento à inovação. De acordo com Jaildo Tavares, líder executivo do Farol Digital e professor titular do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), a nova sede simboliza a consolidação e o amadurecimento do ecossistema. “Esse momento simboliza um fato muito importante para o Farol Digital. Durante esses 22 anos, vivíamos numa itinerância entre ambientes dos nossos pactuados e parceiros. Hoje, consolidamos uma parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, que nos cede um espaço compartilhado. Passamos a ter uma referência física para receber todos os atores do ecossistema e aqueles que desejam conhecer o Farol Digital”, destacou. Jaildo também agradeceu ao secretário Guido Lemos e à equipe da SECITEC pelo apoio contínuo ao fortalecimento da inovação. Segundo ele, a nova sede contribuirá para impulsionar o desenvolvimento de João Pessoa, da Região Metropolitana e de toda a Paraíba. O secretário de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, Guido Lemos, ressaltou a relevância da iniciativa e o papel do poder público no incentivo ao empreendedorismo e à inovação. “Para nós, é um prazer receber aqui, talvez, a primeira sede física do Farol Digital. Assim como no passado a secretaria incubou outras iniciativas, estamos apoiando o Farol Digital com espaço e infraestrutura para reuniões e atividades. Estamos cumprindo nosso papel ao incentivar o ecossistema de inovação da nossa cidade”, afirmou. O gestor destacou ainda que a parceria reafirma o compromisso da administração municipal em fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico, além de estimular a participação da sociedade civil na construção de soluções inovadoras para a cidade. Um novo marco para a inovação na Paraíba Com a nova sede, o Farol Digital amplia sua capacidade de articulação e consolida-se como uma referência no fortalecimento do ecossistema de inovação. O espaço servirá como ponto de encontro para empreendedores, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e demais atores interessados em impulsionar o desenvolvimento tecnológico e socioeconômico do estado. A iniciativa reforça João Pessoa como um polo emergente de inovação no Nordeste, evidenciando a importância da colaboração entre governo, academia, iniciativa privada e sociedade civil na construção de um futuro mais sustentável, competitivo e inovador para a Paraíba. ASCOM FAROL DIGITAL fonte https://santotech.com.br/farol-digital-estabelece-sede-oficial-e-amplia-a-colaboracao-tecnologica-em-joao-pessoa/
Reservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025

O volume de reservas de petróleo no Brasil alcançou 17,488 bilhões de barris em 2025, o que representa expansão de 3,84% em relação ao ano anterior. Esse volume representa que, se o Brasil não descobrisse mais nenhum reservatório de petróleo e mantivesse o mesmo ritmo de produção, teria reservas suficientes para 12,7 anos. Notícias relacionadas: Justiça mantém liminar que derruba imposto na exportação de petróleo. Indígenas levam a Itamaraty proposta de áreas livres de petróleo e gás. Preços do gás e petróleo na Europa caem após acordo de cessar-fogo. Os dados fazem parte do Boletim Anual de Recursos e Reservas, divulgado nesta sexta-feira (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, autarquia federal que regula o setor. As informações apontadas pela ANP são apuradas diretamente com companhias que exploram e produzem petróleo. Para alteração no volume de reservas, são levadas em conta informações sobre descobertas e também revisão de campos já conhecidos. A agência teve acesso a dados de 441 campos em 12 estados. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Nível de reposição Os dados de 2025 mostram que o índice de reposição de reservas provadas em 2025 foi de 147,03%, representando 2,023 bilhões de barris em novas reservas. Quando um país ou uma empresa tem o índice superior a 100%, isso significa que descobre mais reservas do que produziu de petróleo em determinado período. No caso do Brasil em 2025, para cada 100 barris produzidos foram provados 147 em reservas. No ano passado, os campos brasileiros produziram 1,38 bilhão de barris de petróleo. Do total de reservas provadas no país, 82% ficam no pré-sal, vasta reserva localizada no litoral brasileiro, situada a mais de 7 mil metros de profundidade (equivalente a 184 vezes a altura da estátua do Cristo Redentor), abaixo de uma espessa camada de sal. O pré-sal se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo. Gás natural O boletim da ANP traz informações também sobre gás natural. As reservas provadas alcançaram 572,752 bilhões de metros cúbicos (m³), expansão de 4,89% na passagem de 2024 para 2025. Das reservas provadas de gás natural, 69,3% estão no pré-sal. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/reservas-provadas-de-petroleo-no-brasil-crescem-384-em-2025
