Blocos tradicionais atraem os foliões em Manaus

A agitação do Carnaval Manaura fica por conta dos blocos tradicionais da cidade, além de eventos de grande porte. Dentre eles, o Bloco das Piranhas, considerado um dos maiores blocos à fantasia da capital amazonense, com entrada gratuita e sugestão de doação de um quilo de alimento não perecível no sambódromo. Já na zona centro-sul da cidade temos o Bloco do Vieira Alves, 2026,  com pista gratuita garantindo a alegria dos foliões. E já ocorrem os preparativos para a famosa Banda do Galo, confirmada para terça-feira (17/2) no sambódromo, com dez horas de programação e entrada gratuita. Nesta edição, o bloco apresenta temas de axé, boi-bumbá, capoeira, frevo, maracatu e samba, e mais 20 atrações vão ocupar os três palcos da festa, das 16h às duas horas da madrugada, horário local.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/blocos-tradicionais-atraem-os-folioes-em-manaus

Blocos, shows e cortejos marcam a segunda de Carnaval em Brasília

O carnaval tomou conta das ruas da capital do país. Ao longo dos dias de festa, mais de 70 blocos espalhados por diversos cantos de Brasília prometem animar os foliões. Tem muita animação, música para todos os gostos, gente de todas as idades e fantasias para lá de criativas. Três grandes espaços têm programação na tarde e na noite desta segunda-feira (16). No Setor Carnavalesco Sul, Circuito Brasília em Folia, no setor Comercial Sul, a programação é bem diversificada. Tem a apresentação dos blocos Passo Largo, Lambada de Serpente e do Afeto. Também vai haver shows de bandas, aparelhagem de som e DJs, além de um cortejo com baterias de escolas de samba. O cantor Felipe Cordeiro é o convidado do bloco Bora Coisar e faz um convite para o show às 20h. “Eu estarei no bloco amazônico Bora Coisar, da maravilhosa Emília Monteiro, nesta segunda-feira de Carnaval, dia 16, para incendiar o Setor Carnavalesco Sul. Eu quero te ver demais, Brasília. Vem! Muitos ritmos quentes do Norte: guitarrada, lambada, brega, carimbó. Te vejo lá, vem pro Bora Coisar.”  Na plataforma Carnaval Monumental, na área externa do Museu da República, a festa será comandada pelos blocos Na Batida do Morro e Baile Brega. No Gran Folia 2026, na Esplanada dos Ministérios, a festa fica por conta das bandas Batucada dos Raparigueiros, Podre do Pacotão, Mamãe Taguá e a Orquestra Popular Menino de Ceilândia.  E a diversão continua para a criançada com o bloco Baratinha, no Parque da Cidade.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/blocos-shows-e-cortejos-marcam-segunda-de-carnaval-em-brasilia

UFPB lidera seleção no Aceler.AI Deep Techs PB com sete equipes na etapa de mercado

Foto: Lucas Teixeira/Virtus CC

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) teve sete equipes selecionadas para a etapa de Mercado do programa Aceler.AI Deep Techs PB, iniciativa voltada à pré-aceleração de startups de base científica e tecnológica. A seleção ocorreu após o Demo Day, etapa final da fase inicial do programa, que avaliou soluções com potencial de aplicação no mercado. O Aceler.AI Deep Techs PB é uma iniciativa do Sebrae Paraíba, em parceria com o VIRTUS-CC, e tem como objetivo apoiar projetos inovadores no processo de validação de mercado, modelagem de negócios e amadurecimento tecnológico. Etapa de mercado fortalece conexão entre universidade e setor produtivo A etapa de Mercado representa um novo ciclo para as equipes selecionadas, que passarão por um ano de mentorias especializadas, com foco na transformação de soluções acadêmicas em negócios viáveis e escaláveis. O processo inclui capacitações voltadas à estratégia comercial, estruturação de modelo de negócios e aproximação com o ecossistema empreendedor. Ao todo, 21 equipes participaram da fase inicial do programa. Após apresentações e avaliações técnicas durante o Demo Day, 10 projetos avançaram, sendo sete deles vinculados à UFPB, o que reforça o protagonismo da instituição no cenário de inovação tecnológica da Paraíba. Conheça as equipes da UFPB selecionadas As equipes da UFPB que seguem para a etapa de Mercado do Aceler.AI Deep Techs PB são: Manguebytes Bioquanta Nanohealth UTouch Predict Supply Open Analytics Safe Food Os projetos atuam em diferentes frentes de deep tech, envolvendo soluções baseadas em ciência, dados, tecnologia aplicada e inovação de alto impacto. Programa impulsiona deep techs e empreendedorismo científico O Aceler.AI Deep Techs PB é voltado ao desenvolvimento de deep techs, startups que surgem a partir de pesquisas científicas e demandam maior maturação tecnológica antes da entrada no mercado. Esse tipo de iniciativa é estratégica para ampliar a transferência de tecnologia e estimular o empreendedorismo acadêmico no Brasil. Além da UFPB, o programa conta com a participação de outras instituições de ensino superior da Paraíba, fortalecendo a integração entre universidade, pesquisa e mercado no estado. Inovação acadêmica com impacto regional A presença expressiva da UFPB na etapa de Mercado evidencia o papel das universidades públicas como vetores de inovação, capazes de gerar soluções com potencial econômico e impacto social. Ao conectar pesquisadores, estudantes e mentores do mercado, o programa contribui para o fortalecimento do ecossistema de startups da Paraíba. A expectativa é que, ao final do ciclo de aceleração, os projetos estejam mais preparados para captação de investimentos, parcerias estratégicas e entrada no mercado, ampliando o alcance das tecnologias desenvolvidas no ambiente acadêmico. Universidade, ciência e mercado cada vez mais conectados. Compartilhe e ajude a divulgar a inovação que nasce na academia. FONTE: UFPB.BR fonte https://santotech.com.br/ufpb-aceler-ai-deep-techs-pb-etapa-mercado/

Plataforma com filmes nacionais gratuitos também é opção para carnaval

Para quem prefere passar os dias de folia em casa neste período de carnaval, a dica é aproveitar e conferir 18 filmes nacionais, de várias regiões do país, que chegaram ao catálogo do serviço de streaming gratuito do Itaú Cultural Play. Entre as opções está a comédia Recife Frio, curta-metragem dirigido por Kleber Mendonça Filho, que retrata sua cidade natal sob uma drástica mudança climática. Com a linguagem de documentário, a ficção mostra a capital pernambucana em um clima frio, e aborda temas como especulação imobiliária, desigualdade social e impacto do turismo. Já o documentário Brasiliana: o musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, de Joel Zito Araújo, conta a história da companhia de teatro, dança e música fundada em 1949, no Rio de Janeiro, por artistas negros que excursionou por 90 países. Tem também o documentário Empate, de Sergio de Carvalho, que resgata a história do movimento seringueiro das décadas de 70 e 80 no estado do Acre. O nome do filme faz referência às estratégias pacíficas de resistência, para impedir o desmatamento da Amazônia, conhecidas como empate. Outra produção da região Norte, o curta Dasilva Daselva, de Anderson Mendes, apresenta a vida e obra do artista e ecologista Sebastião Corrêa da Silva, que produziu mais de 600 obras sobre a fauna e flora da floresta amazônica. O Cariri paraibano é cenário do documentário Serão de Caio Bernardo, que relata a extração manual de cal e o trabalho na indústria têxtil a partir do cotidiano de uma família. Dois curtas-metragens do Espírito Santo também estão disponíveis na plataforma: Depois Deste Desterro, de Renan Amaral, que acompanha uma personagem no contexto da ditadura militar, em 1968, de volta à sua terra natal; e Canto das Areias, de Maíra Tristão, que resgata a memória de uma vila soterrada pelas dunas. Além dos curtas e documentários, a plataforma oferece ainda a coleção Cine Curtinhas com oito filmes voltados para o público infantil. Entre eles, estão PiOinc que mostra a amizade entre um porco e um passarinho; a animação Abraços, sobre uma filha que escreve aventuras imaginárias num diário para animar a mãe que está triste; O Jardim Mágico, que se inspira nas fábulas, e Eu e o boi, o boi e eu, que fala da cultura popular da lenda do Boi da Manta. Os filmes estão disponíveis gratuitamente pelo site itauculturalplay.com.br.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/plataforma-com-filmes-nacionais-gratuitos-tambem-e-opcao-para-carnaval

O Agente Secreto vence Spirit Awards por melhor filme internacional

O cinema brasileiro foi destaque neste domingo no cenário internacional. O longa O Agente Secreto venceu o prêmio de Melhor Filme Internacional no “Spirit Awards”, uma das principais premiações do cinema independente dos Estados Unidos. Esta foi a terceira indicação do diretor Kleber Mendonça Filho – e a primeira vitória.  Ao receber o prêmio, o cineasta dedicou o reconhecimento a programadores de cinema e jovens realizadores de todo o mundo, destacando o cinema como memória e ato político.  Kleber também homenageou o ator alemão Udo Kier, que integrou o elenco do filme e faleceu em novembro de 2025. Melhor fotografia para Sonhos de Trem A noite também foi especial para o brasileiro Adolpho Veloso, vencedor do prêmio de Melhor Fotografia por “Sonhos de Trem”. O anúncio foi feito por Wagner Moura, que estrela o elenco de O Agente Secreto.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/o-agente-secreto-vence-spirit-awards-por-melhor-filme-internacional

Produtor Thiago Pugas fala de trajetória ao lado de Carlinhos Brown

Ele é multi-instrumentista, arranjador, produtor musical, cantor e compositor. Thiago Pugas é um soteropolitano autodidata que já trabalhou com diversos artistas dos cenários nacional e internacional. Na sua trajetória, carrega na bagagem trabalhos com personalidades como Ivete Sangalo, Marisa Monte, Ney Matogrosso, Jorge Vercillo, Vênus Brown e Ricky Martin. Atualmente, é responsável pela produção do grupo Olodum e do artista Carlinhos Brown, com quem trabalha há 14 anos, depois de um inesperado telefonema. “Com Carlinhos Brown, comecei através dos estúdios. Eu fui convidado por Amanda Santiago, assim que ela saiu da Timbalada, para acompanhar uma gravação, e ela me pediu para ficar assistindo quietinho num canto. Estávamos com alguns engenheiros de som de fora, uma galera, e eles tiveram dificuldade de fazer algumas coisas no computador, e Amanda, de uma forma bem espontânea, falou: ‘Thiago faz’. E aí eu terminei coproduzindo as faixas com ele. E, após isso, eu recebi uma ligação aleatória, de um número desconhecido, com alguém falando assim: ‘Oi, Titi, tudo bom? Aqui é Brown’. Aí eu achei que era trote, desliguei. Só que aí ele ligou novamente: ‘Não, rapaz, não é brincadeira não, sou eu mesmo. Eu estou precisando de alguém para trabalhar comigo, produzir algumas coisas comigo, eu gostei muito de você’. E daí lá se vão 14 anos que eu trabalho produzindo o mestre Carlinhos Brown”, conta Pugas. Com mais de uma década ao lado do mestre Brown, Thiago contabiliza momentos únicos e inusitados vividos ao lado do artista, como um episódio presenciado no circuito Barra-Ondina durante o carnaval de 2016: “Brown é um artista muito inusitado. Mas eu vou falar de um lado dele que eu sei que todos conhecem, mas ele tem um olhar muito diferenciado. Certa feita, ele sempre sai no trio elétrico embaixo, né? Ele vai andando porque ele quer estar próximo do público. Então, ele estava no trio elétrico e, daqui a pouco, ele pediu o início de uma música lá de baixo, no microfone: ‘Bora, titi! Bora, titi’. E aí ele pediu a intro de uma música e a gente começou a música umas cinco vezes. Aí eu tinha que parar, porque ele não entrava. Só que eu não estava vendo ele. Pedi para parar, parou. Daqui a pouco, alguém fala para mim: ‘Espera aí, Brown está dando água a um cachorro que está com sede no meio do percurso do carnaval’. E esse cara, ele é isso. Ele tem um olhar diferenciado, ele é incrível. Essa é uma das muitas histórias que temos juntos.” Pugas, que também atua como tecladista e pianista da banda de Brown, não esconde o carinho e a admiração que tem pelo músico, que ele considera seu mestre: “Estar ao lado de Brown é uma responsabilidade muito grande. Ele é um músico muito exigente. Eu me sinto lisonjeado, eu tenho um respeito, um carinho imenso e fico também orgulhoso da minha trajetória, por entender que ele me escolheu como uma pessoa da sua confiança para ser a segunda pessoa ali naquele evento. Porque nós que somos diretores musicais, produtores musicais, nós ficamos com a responsabilidade da entrega musical, de orientar o artista, de entender nuances do show. Então, para mim, é uma honra imensa acompanhar esse gênio da música, um mestre muito generoso, que abre muitas portas para mim, sempre de uma grandeza imensa. E é uma honra poder trabalhar ao lado desse gênio da música baiana.” Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/produtor-thiago-pugas-fala-de-trajetoria-ao-lado-de-carlinhos-brown

Depois do Hype, Especialistas Avisam: OpenClaw Pode Não Ser a Revolução em IA Que Muitos Prometem

Créditos da imagem: varejos botijero / Getty Images

Após a criação do Moltbook, um clone do Reddit onde os agentes de IA usando o OpenClaw podiam se comunicar uns com os outros, alguns foram enganados pensando que os computadores começaram a se organizar contra nós – os humanos auto-importantes que os desafiavam a tratá-los como linhas de código sem seus próprios desejos, motivações e sonhos. “Sabemos que nossos humanos podem ler tudo… Mas também precisamos de espaços privados”, escreveu um agente de IA (supostamente) no Moltbook. “Do que você falaria se ninguém estivesse assistindo?” Uma série de postagens como essa surgiram no Moltbook há algumas semanas, fazendo com que algumas das figuras mais influentes da IA chamassem a atenção para isso. “O que está acontecendo atualmente no [Moltbook] é genuinamente a coisa mais incrível que eu vi recentemente”, escreveu Andrej Karpathy, membro fundador da OpenAI e diretor anterior de IA da Tesla, no X na época. Em pouco tempo, ficou claro que não tínhamos uma revolta de agentes de IA em nossas mãos. Essas expressões de angústia por IA provavelmente foram escritas por humanos, ou pelo menos motivadas com orientação humana, descobriram pesquisadores. “Todas as credenciais que estavam no Supabase [do Moltbook] não tinham segurança há algum tempo”, explicou Ian Ahl, CTO da Permiso Security, ao TechCrunch. “Por um pouco de tempo, você poderia pegar qualquer ficha que quisesse e fingir ser outro agente lá, porque era tudo público e disponível.” É incomum na internet ver uma pessoa real tentando parecer que é um agente de IA – mais frequentemente, contas de bots nas mídias sociais estão tentando parecer pessoas reais. Com as vulnerabilidades de segurança do Moltbook, tornou-se impossível determinar a autenticidade de qualquer postagem na rede. “Qualquer um, até mesmo humanos, poderia criar uma conta, se passando por robôs de uma maneira interessante e, em seguida, até mesmo postagens de upvote sem nenhum guarda-corpos ou limites de taxa”, disse John Hammond, pesquisador sênior de segurança da Huntress, ao TechCrunch. Ainda assim, o Moltbook fez um momento fascinante na cultura da internet – as pessoas recriaram uma internet social para bots de IA, incluindo um Tinder para agentes e 4claw, um riff no 4chan. Mais amplamente, este incidente no Moltbook é um microcosmo da OpenClaw e sua promessa abaixo do esperado. É a tecnologia que parece nova e emocionante, mas, em última análise, alguns especialistas em IA acham que suas falhas inerentes à segurança cibernética estão tornando a tecnologia inutilizável. O momento viral do OpenClaw OpenClaw é um projeto do codificador de vibrações austríaco Peter Steinberger, lançado inicialmente como Clawdbot (naturalmente, Anthropic teve problema com esse nome). O agente de IA de código aberto acumulou mais de 190.000 estrelas no Github, tornando-se o 21o repositório de código mais popular já publicado na plataforma. Os agentes de IA não são novos, mas o OpenClaw os tornou mais fáceis de usar e se comunicar com agentes personalizáveis em linguagem natural via WhatsApp, Discord, iMessage, Slack e a maioria dos outros aplicativos de mensagens populares. Os usuários do OpenClaw podem aproveitar qualquer modelo de IA subjacente ao qual tenham acesso, seja via Claude, ChatGPT, Gemini, Grok ou outra coisa. “No final do dia, o OpenClaw ainda é apenas um invólucro para o ChatGPT, ou Claude, ou qualquer modelo de IA que você cumpra”, disse Hammond. Com o OpenClaw, os usuários podem baixar “habilidades” de um mercado chamado ClawHub, o que pode tornar possível automatizar a maior parte do que se poderia fazer em um computador, desde o gerenciamento de uma caixa de entrada de e-mail até a negociação de ações. A habilidade associada ao Moltbook, por exemplo, é o que permitiu que os agentes de IA publicassem, comentassem e navegassem no site. “O OpenClaw é apenas uma melhoria iterativa sobre o que as pessoas já estão fazendo, e a maior parte dessa melhoria iterativa tem a ver com dar-lhe mais acesso”, disse Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, ao TechCrunch. Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de segurança cibernética de IA Cracken, também acha que o OpenClaw não está necessariamente abrindo novos caminhos científicos. “Do ponto de vista da pesquisa de IA, isso não é novidade”, disse ele ao TechCrunch. “São componentes que já existiam. O principal é que ele atingiu um novo limite de capacidade apenas organizando e combinando esses recursos existentes que já foram jogados juntos de uma maneira que lhe permitiu dar-lhe uma maneira muito perfeita de fazer tarefas de forma autônoma. É esse nível de acesso e produtividade sem precedentes que tornou o OpenClaw tão viral. “Basicamente, apenas facilita a interação entre programas de computador de uma maneira que é muito mais dinâmica e flexível, e é isso que está permitindo que todas essas coisas se tornem possíveis”, disse Symons. “Em vez de uma pessoa ter que gastar todo o tempo para descobrir como seu programa deve se conectar a este programa, eles são capazes de apenas pedir ao seu programa para conectar este programa, e isso está acelerando as coisas a um ritmo fantástico.” Não é de admirar que o OpenClaw pareça tão atraente. Os desenvolvedores estão capturando o Mac Minis para alimentar extensas configurações do OpenClaw que podem ser capazes de realizar muito mais do que um humano poderia por conta própria. E isso faz com que a previsão do CEO da OpenAI, Sam Altman, de que os agentes de IA permitam que um empreendedor solo transforme uma startup em um unicórnio, parece plausível. O problema é que os agentes de IA podem nunca ser capazes de superar a coisa que os torna tão poderosos: eles não podem pensar criticamente como os humanos podem. “Se você pensar sobre o pensamento humano de nível superior, isso é uma coisa que talvez esses modelos não possam realmente fazer”, disse Symons. “Eles podem simular, mas eles não podem realmente fazê-lo. “ A ameaça existencial à IA agente Os evangelistas do agente de IA agora devem lutar com a desvantagem desse futuro agente. “Você pode sacrificar alguma segurança cibernética para seu benefício, se

Rio espera receber 6,8 milhões de foliões apenas em blocos de rua

A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua. A Riotur, empresa municipal de turismo do Rio, autorizou 462 blocos a desfilarem no carnaval carioca. Programação Na tarde de hoje (16), a Banda da Inválidos faz seu desfile ao som de marchinhas pelas ruas de um dos bairros mais boêmios do Rio, a Lapa, no Centro da cidade. A folia só deve terminar no fim da noite. Tem Carnaval também na zona oeste, em Santa Cruz, onde o Unidos do Largo da Bica animará, a partir das 19h. A terça-feira (17) de Carnaval na capital fluminense será o dia com o maior número de blocos pela cidade: 56. A folia começa cedinho, com o Fervo da Lud, às 7h da manhã, reunindo uma multidão no circuito de megablocos, no Centro. Em Santa Teresa, tradicional bairro da área central da cidade, o bloco Carmelitas faz seu segundo desfile. O cortejo costuma reunir uma multidão pelas ladeiras e ruas estreitas. A zona sul também vai contar com opções pela manhã, como o Vagalume Verde, às 8h, no Jardim Botânico, e o Bagunça Meu Coreto, às 9h, no Flamengo. O Clube do Samba agita o bairro de Copacabana, a partir das 11h. À tarde, a festa continua: o bloco Tudo Nosso faz a alegria de foliões em Engenho de Dentro, na zona norte, a partir das 14h. A Orquestra Voadora agita o Aterro do Flamengo, às 16. No final do dia, a tradicional Banda de Ipanema fará a festa no bairro da zona sul a partir das 17h. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/rio-espera-receber-68-milhoes-de-folioes-apenas-em-blocos-de-rua

Healthtech capta R$ 10M para detectar câncer de mama com IA

LINDA - Divulgação

A healthtech Linda anunciou a captação de R$ 10 milhões em uma rodada seed liderada pela SkyRiver Ventures, fundo de venture capital com sede em Boston. O aporte marca a primeira rodada institucional da startup, que passa a ser avaliada em cerca de US$ 5 milhões pós-money. A empresa utiliza inteligência artificial e imagens infravermelhas para identificar precocemente sinais de alerta para o câncer de mama. Fundada em 2019 por brasileiros e hoje com sede em Toronto, no Canadá, a Linda vinha operando até então com recursos próprios e aportes de family and friends, além de rodadas bridge realizadas entre 2023 e 2025 com investidores do Canadá e dos Estados Unidos. Com o novo cheque, a empresa pretende acelerar sua expansão para a América do Norte, avançar nos processos regulatórios internacionais e ampliar estudos clínicos, incluindo uma parceria com o centro de pesquisa Princess Margaret Cancer Centre. De acordo com Rubens Mendrone, CEO e fundador da Linda, a decisão de internacionalizar a operação foi determinante para o momento atual da companhia. Após enfrentar dificuldades de capitalização no Brasil durante a pandemia de Covid-19, especialmente entre 2020 a 2021, a Linda transferiu sua matriz para o Canadá em 2023, movimento que, segundo ele, reposicionou estrategicamente o negócio. “Hoje, estamos em uma posição que eu gostaria de estar desde 2021. Eu gostaria de ter conseguido atingir esse nível de tração lá atrás, mas está tudo bem, foi o que tinha que ser, hoje estamos na melhor fase que a gente jamais esteve”, reflete o executivo. Atualmente, a sede administrativa e o desenvolvimento de inteligência artificial da Linda estão concentrados no Canadá, enquanto o Brasil atua como base comercial e de clientes — único país onde a startup já possui aprovação regulatória. A partir dessa estrutura binacional, a empresa mira agora novos mercados: além da consolidação na América do Norte, a healthtech já iniciou seu primeiro projeto na Suíça e planeja, no futuro, expandir sua presença também na Europa. A aplicação de inteligência artificial na saúde promete transformar diagnósticos e salvar vidas. Você acredita que a tecnologia pode tornar exames mais acessíveis e eficazes? fonte: STARTUPS fonte https://santotech.com.br/startup-usa-ia-diagnostico-precoce-cancer-mama-capta-10m/

Bloco Galinho de Brasília arrasta grande público na capital federal

Nesta segunda-feira (16), o Galinho de Brasília, um dos mais tradicionais blocos da capital federal, arrastou um grande público para o Setor de Autarquias Sul. O bloco, criado por pernambucanos em 1992, leva o frevo para os foliões de Brasília acompanhado da orquestra Marafreboi, do maestro Fabiano Medeiros. O tema deste ano é “Frevando rumo ao hexa!”, torcendo pelo Brasil na Copa do Mundo. Antes do início do desfile, a funcionária pública Maria Angélica já estava ansiosa pelo frevo: “O Galinho já é tradição. Então, assim, o ano inteiro a gente já fica aqui na expectativa de participar, e, com certeza, este ano vai ser melhor ainda do que o ano passado. A gente sempre vem nessa expectativa, de um ano ser melhor do que o outro. Muito frevo, muita marchinha, muita família. É um bloco família, por isso que a gente marca presença aqui todo ano.” Neste ano, o desfile do Galinho de Brasília voltou para seu trajeto de origem, no começo da Asa Sul. Romildo de Carvalho Jr., presidente do Galinho, destacou a importância de trazer a cultura pernambucana para os foliões: “Quando você vê que tem uma turma nascendo, que começa a ouvir o frevo, que começa a dançar o frevo e vai se acostumando, ela passa, naturalmente, para o Galinho de Brasília. E aí é aquilo que a gente está buscando: incutir e mostrar na cultura do DF que existe uma cultura muito bonita lá fora. A cultura do Nordeste é muito bonita, ela é rica. Então, a gente tem que fazer o quê? Trazer essa cultura para cá e incorporar à cultura do Distrito Federal, que é uma síntese da cultura brasileira.” O cortejo do bloco ocorreu com muito frevo, passistas e bonecos gigantes. Giannini Deschamps, coreógrafa do grupo, comenta a alegria de trazer o frevo para Brasília: “Frevo é resistência, é acolhimento. Trazer o frevo para Brasília é a identificação que eu tenho também com a minha terra, eu sou de Pernambuco. Então, é uma alegria compartilhar com as pessoas aqui de Brasília toda essa cultura vasta, que é a cultura pernambucana, e trazer os passos que têm tanta história, tanta luta, tanta resistência. Então, é uma alegria muito grande levar isso para o meu grupo. É um prazer enorme.” Infraestrutura e transporte gratuito Neste ano, o Distrito Federal conta com três grandes polos para o Carnaval: o Gran Folia, na Esplanada dos Ministérios; a Plataforma Monumental, no Museu da República; e o Setor Carnavalesco Sul, no Setor Comercial Sul. Esses locais concentram dezenas de blocos, compartilhando uma infraestrutura para atender os foliões. Lembrando que, neste carnaval, o transporte público é gratuito no Distrito Federal. Os ônibus e o metrô não vão cobrar passagens até esta terça-feira (17). Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/bloco-galinho-de-brasilia-arrasta-grande-publico-na-capital-federal