Pequenos negócios podem renegociar dívidas com a União até esta sexta

Pequenos negócios podem renegociar dívidas com a União até esta sexta

Microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte têm até esta sexta-feira (30) para aderir às condições especiais de renegociação de débitos inscritos na dívida ativa da União. No ano passado, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) prorrogou o Edital nº 11/2025, que trata da transação tributária e cujo prazo de adesão acabaria em 30 de setembro. A iniciativa permite regularizar pendências fiscais com descontos que podem chegar a 100% sobre juros, multas e encargos legais, além de prazos ampliados para parcelamento. As condições variam conforme a situação da dívida e a capacidade de pagamento do contribuinte. Quem pode aderir Microempreendedores individuais (MEI); Microempresas; Empresas de pequeno porte. Modalidades disponíveis Notícias relacionadas: União paga R$ 10,95 bilhões de dívidas de estados. Pequenos negócios têm até dia 30 para renegociar dívidas com a União. O edital prevê diferentes formas de transação, entre elas: Transação conforme a capacidade de pagamento do contribuinte; Débitos considerados irrecuperáveis; Transação de pequeno valor, para dívidas de até 60 salários mínimos, com regras específicas para MEI; Débitos garantidos por seguro garantia ou carta fiança. Como aderir A consulta às pendências e a formalização da adesão devem ser feitas pelos canais oficiais da PGFN. A prorrogação do prazo amplia o alcance da medida e busca estimular a regularização fiscal como forma de apoiar a recuperação dos pequenos negócios. A PGFN reforça que a renegociação de dívidas não se confunde com o pedido de reenquadramento no Simples Nacional, que ocorre no início de cada ano. Cada procedimento tem regras próprias e deve ser feito separadamente. Atenção aos prazos 30 de janeiro: prazo exclusivo para aderir às modalidades de renegociação da dívida ativa da União; 31 de janeiro: prazo distinto para pedir retorno ao Simples Nacional por MEIs desenquadrados do regime. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/pequenos-negocios-podem-renegociar-dividas-com-uniao-ate-esta-sexta

Dia Nacional das HQs é celebrado neste 30 de janeiro

Quem poderia prever que uma garotinha de personalidade forte e seu coelho azul atravessariam décadas marcando gerações? Ou que as maluquices de um menino com uma panela na cabeça se tornariam inesquecíveis? Há quem sinta tanta inspiração a partir das histórias destes personagens que até sonha em acompanhá-los de perto. “Tio, eu queria falar uma curiosidade muito legal: que quando meu primo crescer, ele quer ser quadrinista.” Assim como a Heloísa, de 11 anos, muitos brasileiros se conectam com as histórias em quadrinhos a partir da infância, e mantêm esse vínculo depois de adultos. É o caso do estudante de administração, Gabriel Britto. Ele conta que os gibis foram fundamentais para que aprendesse a ler. “Meus pais me incentivavam a ler desde criança. Meu pai, então, tinha uma coleção antiga de quadrinhos da Turma da Mônica e gibis de super-heróis também. Então ele sempre me incentivou a ler. E hoje em dia essa paixão ainda continua, porque eu sempre tive essa curiosidade de ler mais sobre personagens, de ler mais sobre esse mundo.” O Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, celebrado neste 30 de janeiro, reforça a importância de manter o hábito da leitura. A data homenageia a primeira HQ publicada no Brasil, em 1869: “As Aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte”, criada por Ângelo Agostini para a revista Vida Fluminense. Desde então, as histórias em quadrinhos ganharam cada vez mais espaço na cultura literária nacional, sendo utilizadas, inclusive, para o aprendizado de crianças nas escolas pelo país. A neuropsicopedagoga, Raquel Junqueira, explica os benefícios que esses materiais trazem para o desenvolvimento cognitivo das crianças. “A criança, ao ter contato com as histórias em quadrinhos, ela precisa olhar, ler, interpretar imagens, compreender as emoções, organizar a sequência dos fatos. Tudo isso acaba mobilizando a atenção, a memória, a linguagem e, principalmente, as funções executivas do cérebro. As imagens ajudam muito na compreensão do texto e acabam diminuindo a sobrecarga cognitiva, principalmente para quem ainda está se alfabetizando ou tem alguma dificuldade de aprendizado.” As histórias geram uma sensação de prazer ao cérebro, que ativa seus sistemas de recompensa e associa o ato de ler como algo positivo, lembra Raquel Junqueira. “Aos poucos, a criança passa a buscar a leitura de forma mais autônoma. E principalmente aqui no Brasil, num país em que muitas pessoas não têm o costume de ler livros, os quadrinhos podem ser sim uma grande porta de entrada. Eles funcionam como uma ponte: primeiro a criança se encanta com a história, com os personagens, com a narrativa visual, e depois a criança vai ganhando repertório e segurança para avançar para textos mais longos e complexos.” A evolução tecnológica transpôs as HQs do papel para o ambiente digital, transformando tanto os processos de produção quanto os hábitos de consumo. Em plataformas de redes sociais, a leitura torna-se mais fragmentada e acelerada, ditada por algoritmos que privilegiam temas em alta. A quadrinista Elô D’Ângelo aponta algumas diferenças em relação ao público consumidor dos livros impressos. “Eu sinto que eu não tenho muito tempo dentro do próprio quadrinho, dentro do próprio post, né, que eu estou fazendo, para abordar temas muito complexos. Então, geralmente nas redes sociais, o que que eu faço? Eu desmembro aquele tema. Ao invés de eu fazer um único post que vai tratar do tema inteiro, eu faço pequenos posts, faço episódios, faço partes daquela narrativa para depois até juntar em livro, alguma coisa assim. É muito difícil você captar a atenção das pessoas nas redes sociais.” Para Elô, além de um simples material de leitura, a HQ também é uma porta de entrada para desenvolver o pensamento crítico. Em um cenário em que mais da metade dos brasileiros não cultiva o hábito da leitura — conforme dados de 2024 do Instituto Pró-Livro — as histórias em quadrinhos continuam sendo uma alternativa para reverter esse quadro. *Sob supervisão de Fábio Cardoso Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-01/dia-nacional-das-hqs-e-celebrado-neste-30-de-janeiro

Operação Solo Legal: nove edificações irregulares são demolidas em comunidade de Florianópolis

A Prefeitura de Florianópolis, em ação integrada com as polícias Militar e Civil, realizou mais uma fase da Operação Solo Legal na manhã desta quinta-feira (29). Foram demolidas nove edificações irregulares que estavam ocupando as dunas da praia dos Ingleses, uma Área de Preservação Permanente. Nenhuma das construções estava habitada, ou seja, não configuravam moradias. A área foi mapeada anteriormente por setores de inteligência das forças de segurança, o que fundamentou a realização da operação de combate ao uso irregular do solo. As unidades removidas estavam nas Dunas dos Ingleses, Área de Preservação Permanente protegida por decreto municipal desde 1985. A operação foi conduzida pela Fiscalização de Obras, associada à Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública, com apoio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Floram), Guarda Municipal de Florianópolis, da Polícia Civil e Polícia Militar. Essa é a sexta fase da Operação Solo Legal, deflagrada em setembro de 2025. Todas as diligências foram acompanhadas por advogadas da comunidade. (Confira a matéria completa em OCP News, 30/01/2026) Publicado em 30 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/operacao-solo-legal-nove-edificacoes-irregulares-sao-demolidas-em-comunidade-de-florianopolis/

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado

Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado

O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já registrada. O número de ocupados chegou a 103 milhões. Notícias relacionadas: Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged. O ano passado também registrou recorde na renda média mensal do trabalhador, que atingiu R$ 3.560, um aumento de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024. O número de carteira assinada no ano também foi o mais alto já registrado: 38,9 milhões de pessoas, expansão de 1 milhão na comparação com o ano anterior. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pnad A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19. Caged A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada. De acordo com o Caged, dezembro apresentou saldo negativo de 618 mil vagas formais. No entanto, no consolidado de 2025, o balanço ficou positivo em quase 1,28 milhões de postos com carteira assinada.  Texto em ampliação Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/desemprego-cai-para-51-em-dezembro-o-menor-ja-registrado

InPETU hub promove palestra sobre o Arranjo Promotor de Inovação (API) e o Programa de Incentivo à Inovação (PII) 2026

O InPETU hub realizou uma palestra online voltada à apresentação do Arranjo Promotor de Inovação (API), com foco no funcionamento do Programa de Incentivo à Inovação (PII) de Florianópolis e nas oportunidades de fomento previstas para o ciclo 2026. Transmitido ao vivo pelo YouTube, o encontro reuniu empreendedores, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições que atuam no ecossistema de inovação.  O API funciona como um mecanismo de articulação entre empresas, universidades, institutos de pesquisa, organizações públicas e a sociedade civil, com o objetivo de fortalecer a inovação no município. Já o PII é uma política pública municipal voltada ao apoio financeiro de projetos inovadores com potencial de impacto econômico e desenvolvimento local.  A apresentação foi conduzida por César Panisson, membro do InPETU hub e coordenador de projetos na área de pesquisa e inovação, e Sergio Escaleira Jr., diretor da Fábrica de Inovação, vice-presidente da AnaMid SC e membro do Conselho Municipal de Inovação. Os palestrantes abordaram sobre os principais aspectos do API ENERGIAS, vinculado ao InPETU hub, detalhando critérios de avaliação, regras de submissão, limites de aporte financeiro e as etapas do PII 2026.  Entre os critérios apresentados para avaliação dos projetos estão o nível de inovação, a clareza do objeto e da finalidade, a validação mercadológica, a viabilidade financeira, a qualificação da equipe técnica e a relevância para o desenvolvimento econômico de Florianópolis, conforme estabelecido na Portaria nº 005/SMTTDE/2022.  O programa prevê a concessão de incentivos fiscais no valor de até R$180 mil por projeto, direcionado aos proponentes dos projetos de empresas (startups e corporates), universidades, institutos de pesquisa, organizações públicas, organizações da sociedade civil e pessoas físicas com atuação ou interesse na área de inovação. Também foram destacadas as despesas não permitidas no cronograma físico-financeiro, reforçando a importância da conformidade com as diretrizes do programa que podem ser acessadas no site pii.pmf.sc.gov.br  Durante o encontro, foi apresentado o cronograma do PII – Ciclo 2026, que inclui a abertura para submissão de projetos em dezembro de 2025, o prazo final de envio dos projetos em maio de 2026, as etapas de análise documental e avaliação técnica, a apresentação dos projetos ao Comitê Gestor e a divulgação oficial dos projetos contemplados em agosto de 2026. A palestra também destacou o papel do InPETU hub como Arranjo Promotor de Inovação, atuando no apoio aos proponentes desde a submissão do pré-projeto até a qualificação das propostas. Esse acompanhamento ocorre por meio de comitês de avaliação, workshops, mentorias, ações de pré-incubação e suporte técnico contínuo. Entre as iniciativas oferecidas estão programas de mentoria, Living Lab, Laboratório Maker, inovação aberta, apoio à propriedade intelectual e a conexão com o ecossistema do Sapiens Parque.  O evento contou com a participação e o apoio institucional de organizações como UFSC, FEESC, Sapiens Parque, Fapesc, Finep, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Governo Federal, reforçando a integração entre universidade, poder público e setor produtivo no fortalecimento da inovação em Florianópolis.  A transmissão completa da palestra está disponível no YouTube do InPETU hub: https://www.youtube.com/watch?v=RXNE7sA9zm0  Os interessado em submeter suas propostas de projetos ao API ENERGIAS do InPETU hub podem se cadastrar até 15 de fevereiro de 2026 por meio de formulário próprio, disponível no link https://forms.gle/FmiyiRfToYxD8huc7.  Em caso de dúvidas sobre a submissão de projetos ao Programa de Incentivo à Inovação de Florianópolis, os interessados podem acessar o site do InPETU hub para agendar um atendimentohttps://inpetuhub.sites.ufsc.br/ ou entrar em contato pelo e-mail contato@inpetu.com.br. (Assessoria de Imprensa InPETU hub) Publicado em 30 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/inpetu-hub-promove-palestra-sobre-o-arranjo-promotor-de-inovacao-api-e-o-programa-de-incentivo-a-inovacao-pii-2026/

Brasil cria 1,279 milhão de postos de trabalho em 2025, aponta Caged

Ampliação do número de carteiras assinadas é sustentada, diz IBGE

Pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia, a criação de empregos formais caiu no Brasil em 2025. Os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que 1.279.498 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no ano passado. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo é 23,73% menor em relação a 2024, quando o país tinha criado 1.677.575 empregos. Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores. Dezembro Notícias relacionadas: Marinho diz que juros pesaram mais que tarifaço no emprego em 2025. BC mantém juros básicos em 15% ao ano pela quinta vez seguida. Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano. Apenas em dezembro, mês tradicionalmente marcado por demissões, foram eliminados 618.164 empregos, 11,29% a mais em relação ao mesmo mês de 2024. No mesmo mês do ano anterior, tinham sido fechados 555.430. Em relação aos meses de dezembro, o total foi o pior desde dezembro de 2020, quando foram eliminadas 156.243 vagas. A mudança da metodologia do Caged não torna possível a comparação com anos anteriores a 2020. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Setores Mesmo com a queda em dezembro, na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em 2025. Serviços: 758.355 postos; Comércio: 247.097; Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 144.319; Construção civil: 87.878; Agropecuária: 41.870. Destaques Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com a abertura de 318.460 postos formais. A categoria de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais abriu 194.903 vagas. Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 114.127 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou o segmento de água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que abriu 14.346 vagas. A indústria extrativa abriu 9.554 vagas em setembro Regiões e estados Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais no ano passado. >> Veja abaixo o desempenho de cada região: Sudeste: 504.972 postos; Nordeste: 347.940; Sul: 186.126; Centro-Oeste: 149.530; Norte: 90.613. Na divisão por unidades da Federação, todas registraram saldo positivo em 2025. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+311.228 postos); Rio de Janeiro (+100.920) e Bahia (+94.380). Os menores saldos de criação de emprego foram registrados no Tocantins (+7.416 postos); Acre (+5.058) e Roraima (+2.568). Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/brasil-cria-1279-milhao-de-postos-de-trabalho-em-2025-aponta-caged

FGC já pagou R$ 32,5 bilhões a 75% dos credores do Banco Master

FGC já pagou R$ 32,5 bilhões a 75% dos credores do Banco Master

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já realizou pagamentos de R$ 32,5 bilhões a 580 mil credores do Banco Master até o início da tarde desta quinta-feira (29). O volume corresponde a 80,05% do valor total previsto para desembolso e alcança 75% dos investidores com direito à garantia. Notícias relacionadas: PF adia depoimentos de três investigados no inquérito do Banco Master. Haddad: STF encontrará caminhos para lidar com impactos do caso Master. Caso Master: PF vai apurar suposta campanha contra o BC nas redes. Os pagamentos começaram no último dia 19 e ganharam ritmo após ajustes técnicos que melhoraram o desempenho dos sistemas do fundo. O FGC estima a necessidade de aproximadamente R$ 40,6 bilhões líquidos para cobrir as garantias relacionadas ao Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro. O valor representa cerca de um terço dos recursos disponíveis no fundo. Segundo o FGC, existem cerca de 20 mil pedidos em processamento, que dependem de ação do credor. Apesar de, na maioria dos casos, a liberação ser rápida, o fundo informa que procedimentos de segurança e prevenção a fraudes podem exigir etapas adicionais de verificação, o que pode afetar os prazos individuais de liberação dos recursos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Will Bank Além do Master, o FGC também terá de honrar garantias relacionadas ao Will Bank, que teve a liquidação decretada nesta semana pelo Banco Central. A estimativa é de um desembolso adicional de R$ 6,3 bilhões. O início desses pagamentos depende do envio da base de dados dos credores pelo liquidante nomeado pelo BC e ainda não há prazo definido para a liberação dos valores. O fundo destacou que, como o Will Bank integra o conglomerado do Banco Master desde agosto de 2024, o limite de cobertura de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ não é duplicado. Assim, clientes que já tenham recebido o teto máximo na liquidação de outras instituições do grupo não terão valores adicionais a receber. “O credor que já recebeu o valor limite da garantia de R$ 250 mil não terá novos pagamentos, uma vez que todas as instituições pertencem ao mesmo conglomerado financeiro”, informou o FGC na semana passada. O Banco Master foi alvo de liquidação extrajudicial em 18 de novembro, no mesmo dia em que seu controlador, Daniel Vorcaro, chegou a ser preso em operação da Polícia Federal que apura suspeitas de fraudes bilionárias. Ele foi posteriormente solto e responde às investigações em liberdade, sob medidas cautelares. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/fgc-ja-pagou-r-325-bilhoes-75-dos-credores-do-banco-master

UFSC inaugura laboratórios MultiLab e consolida Rede Catarinense de Robótica Avançada

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) inaugura, nos dias 19 e 20 de fevereiro, os laboratórios MultiLab que compõem a nova Rede Catarinense de Laboratórios de Robótica Avançada (RCRobótica). As cerimônias marcam a abertura oficial de três polos distribuídos pelo Estado e colocam em destaque a infraestrutura multiusuária da UFSC dedicada à pesquisa e à inovação em robótica. Agenda de inaugurações – 19 de fevereiro, 10h – Joinville: Polo de Robótica Móvel Subaquática– 19 de fevereiro, 14h30 – Blumenau: Polo de Robótica Móvel Terrestre e Aérea– 20 de fevereiro, 10h – Florianópolis: Polo de Robótica Industrial Os MultiLabs da UFSC foram viabilizados com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), por meio do Programa MultiLab SC, e integram oficialmente a RCRobótica — uma rede voltada à pesquisa avançada e multidisciplinar em robótica industrial e móvel. A inauguração reunirá autoridades, pesquisadores, estudantes e representantes do setor produtivo. (Confira a matéria completa em UFSC, 28/01/2026) Publicado em 29 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/ufsc-inaugura-laboratorios-multilab-e-consolida-rede-catarinense-de-robotica-avancada/

MPSC articula implementação do protocolo “Não É Não” nos setores de hotelaria, turismo e gastronomia

Articular a implementação do protocolo “Não É Não” nos setores de hotelaria, turismo e gastronomia em Santa Catarina foi o objetivo de um encontro capitaneado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que reuniu representantes da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) e da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC), na tarde desta quarta-feira (28/1) em Florianópolis. Em conjunto, os integrantes das instituições definiram os próximos passos da expansão do protocolo, que visa promover o atendimento de mulheres e meninas em situação de violência em ambientes onde haja uma grande circulação de pessoas. (Confira a matéria completa em MPSC, 28/01/2026) Publicado em 29 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/mpsc-articula-implementacao-do-protocolo-nao-e-nao-nos-setores-de-hotelaria-turismo-e-gastronomia/

Juros para famílias sobem para 60,1% ao ano em 2025

Juros para famílias sobem para 60,1% ao ano em 2025

Os juros médios para as famílias subiram 7 pontos percentuais (pp) em 2025, atingindo 60,1% ao ano em dezembro, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta quinta-feira (29), pelo Banco Central (BC). O destaque é para maior participação da carteira de cartão de crédito rotativo, cujas operações operam com juros mais elevados que a média do segmento. Ainda que com recuo de 13,6 pp no ano, a taxa média do rotativo chegou a 438% ao ano. Mesmo com a limitação de cobrança dos juros do rotativo ─ em vigor desde janeiro de 2024 ─ os juros seguem variando. Isso porque a medida visa reduzir o endividamento, mas não afeta a taxa de juros pactuada no momento da contratação do crédito. O crédito rotativo dura 30 dias e é tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão de crédito, pagando a parcela mínima, por exemplo. Ou seja, contrai um empréstimo e começa a pagar juros sobre o valor que não conseguiu quitar. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Após os 30 dias, as instituições financeiras parcelam a dívida do cartão de crédito, com a modalidade do cartão parcelado. Nesse caso, o aumento dos juros também foi significativo em 2025, de 17,9 pp, indo para 189% ao ano. Outro destaque foi o avanço de 13,4 pp nas contratações de crédito pessoal não consignado, que subiram para 116,8% ao ano. No caso das operações com empresas, a taxa média situou-se em 25% ao ano no fim de 2025, acréscimo de 3,3 pp no ano. O destaque são os incrementos de 30,6 pp em capital de giro com prazo até a 365 dias, indo para 50,3% ao ano, e de 24,7 pp em cheque especial, chegando a 355,7% ao ano. Essas são as taxas no crédito livre, ou seja, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado ─ com regras definidas pelo governo ─ é destinado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito. No caso do crédito direcionado, a taxa para pessoas físicas ficou em 11,2% ao ano e no fim de 2025, aumento de 1 pp no ano. Para empresas, a taxa ficou estável no ano, em 12,2% ao ano. Juros em alta Com isso, considerando recursos livres e direcionados, para famílias e empresas, a taxa média de juros das concessões de crédito chegou a dezembro de 2025 com incremento de 3,9 pp, atingindo 32,4% ao ano. Como esperado, a alta dos juros bancários acompanha o ciclo de elevação da taxa básica de juros da economia, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação. Ao aumentar a taxa, o BC visa esfriar a demanda e conter a inflação, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, fazendo com que as pessoas consumam menos, e com que os preços subam menos. A taxa básica de juros está no maior nível desde julho de 2006, registrada em 15,25% ao ano. O spread bancário das taxas de juros situou-se em 21,4 pp, acréscimo de 3,9 pp em 2025, após diminuição de 1,9 pp em 2024. Ele mede a diferença entre o custo de captação dos recursos pelos bancos e as taxas médias cobradas dos clientes. O spread é uma margem que cobre custos operacionais, riscos de inadimplência, impostos e outros gastos e resulta, assim, no lucro dos bancos. Desaceleração no saldo Em 2025, as concessões de crédito chegaram a R$ 786,4 bilhões, com aumento de 9,1% no ano, apresentando desaceleração na comparação com 2024, quando avançaram 15,5%. Com isso, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos do Sistema Financeiro Nacional (SFN) ficou em R$ 7,122 trilhões, um crescimento de 10,2% em 2025, com desaceleração ante 2024, quando avançou 11,5%. O arrefecimento na expansão do crédito em 2025 ocorreu tanto no segmento de pessoas jurídicas (8,1%, em 2025, ante 9,9% em 2024), quanto no destinado às pessoas físicas (11,6% ante 12,6% nos mesmos períodos comparativos). As carteiras de crédito para pessoas jurídicas e famílias, respectivamente, fecharam 2024 com saldos de R$ 2,699 trilhões e R$ 4,423 trilhões, na mesma ordem. O crédito ampliado ao setor não financeiro ─ que é o crédito disponível para empresas, famílias e governos, independentemente da fonte (bancário, mercado de títulos ou dívida externa) ─ alcançou R$ 20,790 trilhões, com aumento de 11,4% no mês, refletindo avanços de 19,1% nos títulos públicos de dívida e de 10% nos empréstimos do SFN. Endividamento das famílias Segundo o Banco Central, a inadimplência ─ atrasos acima de 90 dias ─ foi 4,1% em dezembro, com elevação de 1,1 pp comparativamente ao final de 2024.  No segmento empresarial, o percentual de inadimplência situou-se em 2,5%, após alta de 0,5 pp no ano. No crédito às famílias, a inadimplência aumentou 1,5 pp no ano, atingindo 5%. O endividamento das famílias ─ relação entre o saldo das dívidas e a renda acumulada em 12 meses ─ ficou em 49,8% em novembro, aumento de 0,5 pp no mês e 1,5 pp em 12 meses. Com a exclusão do financiamento imobiliário, que pega um montante considerável da renda, o endividamento ficou em 31,3% no penúltimo mês do ano. Já o comprometimento da renda ─ relação entre o valor médio para pagamento das dívidas e a renda média apurada no período ─ ficou em 29,3% em novembro, com estabilidade na passagem do mês e aumento de 2,2 pp em 12 meses. Os dois últimos indicadores – endividamento e comprometimento de renda – são apresentados com uma defasagem maior do mês de divulgação, pois o Banco Central usa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/juros-para-familias-sobem-para-601-ao-ano-em-2025