Desfiles do Grupo Especial abrem Carnaval com enredos potentes

Tá ouvindo isso? O batuque sagrado da bateria só pode significar que a maior festa do mundo está chegando. Então se prepare, pois a Folia sente falta de algo especial. É mais um episódio da série que estamos levando a vocês sobre a parte mais monumental da Folia, os desfiles das escolas de samba que estão no grupo de elite do espetáculo. Alô, bateria. Logo na abertura, no domingo de Carnaval, já tem novidade na passarela do samba. É a caçulinha, Acadêmicos de Niterói, fundada em 2018 e que está no Grupo Especial pela primeira vez. Ela traz um enredo, Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil, sobre a trajetória do metalúrgico que chegou à presidência da República. Imperatriz Leopoldinense Logo depois, cruza o Sambódromo a agremiação considerada uma das realezas do Carnaval. Tanto que carrega o título até no nome. É a Imperatriz Leopoldinense, que chega exaltando um ícone da música brasileira com o enredo Camaleônico. Vem, meu amor, escutar a homenagem da Imperatriz para o cantor Ney Matogrosso, um dos mais premiados da MPB e símbolo do combate ao preconceito e à discriminação contra a comunidade LGBTQIAPN+. A ideia é levar essa luta à Avenida, a denúncia em tom de alegria e festa. Ao longo de sua carreira, o cantor destaca em suas canções diversas características socioculturais e políticas dos muitos brasis. Nesse sentido, o diretor de Carnaval da Imperatriz Leopoldinense, André Bonatti, defende a importância de trazer a história do artista como enredo, reafirmando o papel político e educacional que é próprio das escolas de samba, além de elemento importante para conquistar a décima estrela. “A escola de samba tem um papel fundamental político. Quando eu falo político, não é panfletário, principalmente na questão da disseminação de cultura e educação, de trazer esses brasis que ficam fora da educação formal da escola. E no momento em que a gente tem sempre que levantar essa bandeira do respeito e, mais do que o respeito, acho que a admiração. Eu acho que é um discurso muito importante falar de Ney Matogrosso num momento como esse, num Brasil como esse que a gente vai vivendo ainda tão polarizado.” Portela Depois do furacão Ney Matogrosso passa pela Marquês de Sapucaí ninguém menos que a dona da maior quantidade de títulos de campeã do Carnaval. A Portela, embalada pela águia, seu símbolo maior, mergulha na religiosidade com o enredo O Mistério do Príncipe do Bará — a oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande. Quem rege a coroa do Orixá Bará é o príncipe africano Custódio Joaquim de Almeida, símbolo da resistência negra no Rio Grande do Sul entre os séculos XIX e XX e fundador do Batuque, a principal religião de matriz africana do Sul do país. O diretor de harmonia da Portela, Julinho Fonseca, conta que foi feito um grupo para ir às terras gaúchas conhecer mais da história de Custódio. O sentimento foi de surpresa. “Falar do príncipe Custódio é mergulhar a fundo da nossa cultura, da nossa negritude, representatividade negra, que é tão esquecida. Muita gente não sabia que existia essa parte nossa no Rio Grande do Sul. Muita gente, quando pára para falar qualquer coisa sobre o enredo, fica surpresa quando a gente começa a falar do príncipe Custódio, da assentamento do Bará, dos orixás, que têm o mesmo nome, mas a cultura é outra da que a gente está acostumado a ver aqui no Rio. Vai ser muito rico mesmo, vai ser um banho de cultura. A escola está feliz, a escola está diferente. Vocês podem esperar uma Portela alegre, leve, com muita vontade de buscar sua 23ª estrela.” Ainda se refazendo da morte de seu grande intérprete Gilsinho, a Portela aposta na voz poderosa de Zé Paulo e tem esperanças de quebrar o jejum de 9 anos sem título. Mangueira Se começamos com a caçulinha, por que não encerrar com uma das mais tradicionais? A verde e rosa da Zona Norte: a Estação Primeira de Mangueira encerra o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial com o enredo Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra, em homenagem a um dos maiores curandeiros e figura religiosa do Amapá. Raimundo dos Santos Souza, o Mestre Sacaca, homem de origem negra e indígena, nascido no Amapá, que utilizava ervas e conhecimentos tradicionais para curar doenças, sendo chamado de doutor da floresta. Se este primeiro dia está carregado de emoção, se preparem, porque vêm mais dois dias por aí. São diferentes histórias que remetem aos muitos brasis contadas na Avenida com um objetivo em comum: alcançar o tão sonhado título. *Sob supervisão de Vitória Elizabeth. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/desfiles-do-grupo-especial-abrem-carnaval-com-enredos-potentes

Agricultores familiares de Santa Catarina contrataram R$ 16 bilhões em crédito rural nas últimas três safras

Agricultores familiares de Santa Catarina contrataram R$ 16 bilhões em crédito rural nas últimas três safras

O Governo do Brasil retomou o Plano Safra da Agricultura Familiar na safra 2023/2024. Desde então, os agricultores familiares de Santa Catarina já contrataram R$ 15,9 bilhões em crédito com juros subsidiados pelo governo para investir na produção de alimentos saudáveis ​​para as famílias catarinenses e de todo o Brasil. Até o momento, considerando que a safra 2025/2026 finaliza no dia 30 de junho, já foram mais de 190 mil contratos de crédito rural no estado. Em todo o Brasil, entre 2023 e 2025, mais de 2 milhões de agricultores familiares acessaram o crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf, previsto no Plano Safra da Agricultura Familiar .  Transição ecológica e linhas de crédito inovadoras Além de registros em investimentos, o Governo do Brasil garantiu à agricultura familiar redução de juros para a produção de alimentos e novas linhas para mulheres rurais, jovens, supervisão sustentável e transição agroecológica. Essas mudanças resultaram na ampliação da diversificação dos produtos financiados, com variação, por exemplo, nos contratos para o cultivo de feijão (+92%), arroz (+30%), leite (+26%), pescados (+26%) e bovinos (+107%). É mais renda no campo e mais alimento de qualidade para a mesa das famílias brasileiras. Queda nos preços dos alimentos A agricultura familiar impactou na redução histórica no preço dos alimentos e na saída do Brasil do Mapa da Fome da ONU, em 2025, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. “Nós diferenciamos os juros para esses alimentos que vão para a mesa do povo brasileiro. E foi um sucesso porque houve queda dos preços dos produtos nas feiras e supermercados. Um segundo esforço foi aumentar os programas de compras públicas para a agricultura familiar, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar [Pnae] e o Programa de Aquisição de Alimentos [PAA], que é aquele programa que você compra alimentos da agricultura familiar e faz naquelas regiões onde tem insegurança alimentar ou com aquelas entidades que trabalham com pessoas que estão em insegurança alimentar”, explica Teixeira. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/agricultores-familiares-de-santa-catarina-contrataram-r-16-bilhoes-em-credito-rural-nas-ultimas-tres-safras/

Sandora, startup investida pelo Instituto Atlântico, é selecionada para programa de aperfeiçoamento em Portugal

Meline Lopes - CEO SANDORA

A Sandora, startup investida pelo Instituto Atlântico, foi selecionada para integrar o Programa de Incubação Internacional da ApexBrasil e do Sebrae Nacional, em Lisboa, Portugal. A empresa, com sede em Maceió, apresentou sua proposta durante o Web Summit Portugal, realizado em novembro de 2025, e foi escolhida entre os participantes para uma jornada de aperfeiçoamento internacional. Reconhecido como um dos maiores eventos de inovação e tecnologia do mundo, o Web Summit reuniu mais de mil empresas, entre as quais a Sandora se destacou após um processo que envolveu capacitação com a Plug and Play e apresentações em inglês. Como parte do programa, a startup participará de uma imersão presencial de até nove meses em Portugal, com foco na validação da estratégia de entrada no mercado europeu, conexão com investidores e consolidação da operação internacional. Nos três primeiros meses da jornada, a Sandora contará com um escritório próprio dentro da sede da ApexBrasil em Lisboa, atuando presencialmente no ecossistema local e ampliando a proximidade com parceiros estratégicos, mentores e potenciais investidores. Meline Lopes – CEO SANDORA “Estou muito feliz com essa conquista, e também por representar todas as mulheres nordestinas. Hoje, somos uma solução capaz de prevenir o adoecimento mental dentro das instituições e também o assédio, que é uma das principais causas desse adoecimento. Além disso, ajudamos a reduzir custos para as empresas, considerando que, em 2024, o Brasil bateu recorde de afastamentos junto ao INSS, gerando um impacto milionário para as contas públicas”, avalia Meline Lopes, CEO da Sandora. Com atuação no Brasil e no Canadá, a Sandora atua na resolução de um problema crescente nas organizações: a ausência de mecanismos eficazes para prevenir o assédio e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho. Além de expor as empresas a passivos trabalhistas e danos reputacionais, essa lacuna compromete diretamente o bem-estar das equipes e a sustentabilidade dos negócios. Apoio do Instituto Atlântico A Sandora é uma das startups investidas pelo Instituto Atlântico por meio do Praia, veículo de venture capital da instituição. O Praia investe na aceleração de startups em fase de tração e aposta em empreendedores que desenvolvem soluções transformadoras para desafios reais do Brasil. A seleção da Sandora reforça a relevância de apoiar negócios liderados por mulheres que unem tecnologia, impacto social e visão de futuro. FONTE: ENGAJA COMUNICAÇÃO fonte https://santotech.com.br/sandora-startup-investida-pelo-instituto-atlantico-e-selecionada-para-programa-de-aperfeicoamento-em-portugal/

Festa de Iemanjá leva milhares de pessoas ao Rio Vermelho, em Salvador

Desde as primeiras horas do dia, o bairro do Rio Vermelho, em Salvador, virou cenário de devoção, religiosidade e festa. 2 de fevereiro é dia de saudar a Rainha das Águas: Iemanjá. Na Praia de Santana, baianos e turistas se revezam para jogar flores e outras oferendas ao mar, seja por meio de barcos alugados ou diretamente na água. Já na avenida, a fila para acessar o presente principal só crescia. Uma das pessoas que estavam na fila logo pela manhã era a Cristiane, que celebra por um motivo duplo. Hoje também é aniversário dela. A participação na festa é uma tradição iniciada pela mãe quando ela ainda era pequena. “Desde os dois anos que eu pedi a minha mãe para me trazer. Eu estou fazendo 55 hoje e eu venho sempre trazer as minhas flores, fazer os meus pedidos, agradecer. Iemanjá é mãe, né? Você sente pela energia que ela transmite pra gente. Em vários momentos ela se fez presente, me deu força para várias situações e desafios que eu atravessei na vida até agora. E eu gosto da festa, gosto de vir aqui principalmente pela diversidade que é essa festa, né? Você pode ver todos os tipos de pessoas, de classes, uma festa tranquila”. Da tradição para a estreia. Esta é a primeira vez que a dona de casa mineira Etna Rodrigues, de 53 anos, participa da festa. Ela veio para Salvador com a família e o foco na celebração a Iemanjá, e explica que foi influenciada pela mãe. “Minha relação com Iemanjá é por causa da minha mãe. Ela que é espírita, então a gente começou nessa área por causa dela. Ela que levou a gente desde criança, porque ela trabalhava, não tinha quem cambonasse ela, aí minha mãe me ensinou e meu irmão mais velho a cambonar. Oferendas com responsabilidade ambiental Uma das pessoas que chamavam atenção pelo presente ecológico é a professora Erieide Carla Silva, de 34 anos, que sempre se preocupa com a questão ambiental na hora de presentear Iemanjá. “Para além da questão do sincretismo religioso, da fé em Iemanjá, tem que ter consciência ambiental, entender que a gente está falando de um ambiente que é de todos, e que para isso a gente precisa entregar para ela presentes que não acabem com esse ambiente. Então, pensando nisso, ela gosta de flores, ela gosta de frutas verdes, então, todos os anos eu tenho a tradição de presenteá-la com o que ela gosta pensando na consciência ambiental”. Pensar em presentes biodegradáveis e que não poluem o mar foi um dos temas destacados pelo governador Jerônimo Rodrigues, que visitou a colônia de pesca Z1, onde está o presente principal. E disse que o momento é de agradecimento pelo ano que passou. “Inclusive, sempre na véspera a Sema [Secretaria de Meio Ambiente] faz um ato. Fizemos isso ontem. A Sema vem para o mar fazer uma divulgação, fazer a catagem daquilo que é possível fazer, mostrando que a tem que cuidar das águas do mar. Iemanjá não quer poluir o meio ambiente. Mas, acima de tudo, a gente veio agradecer o ano de 2025 e pedir para que 2026 seja um ano de paz, de tranquilidade e um ano com muita renda, muito alimento e muita felicidade para povo da Bahia, do Brasil e do mundo”. Ancestralidade e turismo Já o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, destaca que a Festa de Iemanjá reúne tradição e ancestralidade. “Aqui é um festejo de fé, mas é também um festejo de ancestralidade, de tradição e de identidade cultural do povo baiano. E essa celebração, assim como as festas populares da Bahia terem uma presença cada vez maior de apoio a projetos culturais, é a conexão disso com a história, é aquilo que nos diferencia e que faz da fé das celebrações do povo baiano serem tão diferentes e terem esse significado tão cativante. Agora não é mais só o carnaval que atrai tantos turistas, pessoas do Brasil e do mundo todo. As festas populares da Bahia cada vez mais, também, isso pela força da nossa cultura”. A Festa de Iemanjá conta com um esquema especial de segurança, com 1.152 policiais, peritos e bombeiros. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/festa-de-iemanja-leva-milhares-de-pessoas-ao-rio-vermelho-em-salvador

Obras da terceira pista da SC-401 avançam para construção de elevados e passarelas

As obras de triplicação da SC-401, principal acesso ao Norte da Ilha, em Florianópolis, foram retomadas no dia 12 de janeiro com as frentes de trabalho concentradas na implantação da terceira faixa nos trechos do Morro das Madeireiras e do Cemitério Jardim da Paz. A próxima fase, segundo o governo catarinense, se concentra nos elevados e nas passarelas. As intervenções ocorrem das 23h às 5h, período de menor fluxo de veículos. Também estão sendo feitas vias marginais, com o objetivo de organizar o tráfego local e melhorar a fluidez da rodovia, segundo o governo. De acordo com a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, a execução das terceiras pistas segue conforme o planejamento técnico. Ainda restam cerca de 50% das vias marginais a serem implantadas, especialmente no sentido Centro, além da execução dos passeios e das ciclofaixas, que vão garantir mais segurança para pedestres e ciclistas. — Nossa meta é entregar a obra pronta até novembro deste ano. Mas quem transita pela SC-401 já percebe a melhora no fluxo do trânsito na região — afirmou o secretário adjunto de Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando. (NSC Total, 31/01/2026) Publicado em 02 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/obras-da-terceira-pista-da-sc-401-avancam-para-construcao-de-elevados-e-passarelas/

Novas regras de segurança do Pix entram em vigor; veja mudanças

Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes

Entram em vigor nesta segunda-feira (2) as novas regras de segurança do Pix definidas pelo Banco Central (BC), com foco na recuperação mais rápida dos valores transferidos de forma indevida. Foram reforçados mecanismos de combate a golpes, fraudes e casos de coerção. A principal novidade é a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a permitir o acompanhamento mais eficiente do caminho do dinheiro. Notícias relacionadas: Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco. Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes. BC aperta regras de provedores de TI para instituições financeiras. Os recursos serão rastreados, mesmo quando são rapidamente transferidos para outras contas, prática comum em crimes financeiros. Com o novo modelo, a expectativa do Banco Central é aumentar significativamente a taxa de recuperação dos valores e reduzir o sucesso das fraudes. Especialistas estimam que as mudanças podem diminuir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Outra frente importante é o reforço da integração entre bancos, instituições de pagamento e órgãos de segurança, além da ampliação do uso do autoatendimento nos aplicativos, o que torna a contestação mais simples e rápida para o usuário. O BC esclarece que o MED só deve ser acionado em caso de fraude, suspeita de fraude ou erro operacional das instituições financeiras. A ferramenta não pode ser usada no caso de Pix a destinatários errados digitados pelo usuário. Em outubro, o Banco Central havia determinado que todas as instituições financeiras oferecessem o MED por meio de um botão de contestação em seus aplicativos. A medida preparou o sistema para a adoção das novas regras. O que muda com as novas regras do Pix MED passa a ser obrigatório: todos os bancos e instituições de pagamento que operam o Pix devem adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução. Rastreamento do dinheiro entre contas: a devolução não fica mais restrita à conta que recebeu inicialmente o valor. O sistema passa a rastrear transferências para contas intermediárias. Bloqueio automático de contas suspeitas: contas com denúncia de fraude podem ser bloqueadas de forma imediata, antes mesmo da conclusão da análise. Prazo menor para devolução: o Banco Central estima que os valores possam ser recuperados em até 11 dias após a contestação, prazo mais curto do que o praticado anteriormente. Compartilhamento de informações entre instituições: bancos passam a trocar dados sobre o caminho do dinheiro, o que facilita o bloqueio e a restituição dos recursos. Autoatendimento para contestação: A vítima pode solicitar a devolução diretamente pelo aplicativo do banco, sem necessidade de contato humano. O que o correntista deve fazer em caso de golpe: O cliente deve contestar a transação o quanto antes pelos canais oficiais do banco; a instituição de origem comunica a instituição recebedora em até 30 minutos; Os recursos são bloqueados na conta do suspeito; As instituições analisam o caso; Se confirmada a fraude, o valor é devolvido; Se não houver indícios, o dinheiro é liberado ao recebedor. Criado em 2021, o MED é um dos principais pilares de segurança do Pix. Com as novas regras, o Banco Central espera desestimular o uso recorrente de contas para crimes financeiros e ampliar a proteção dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/novas-regras-de-seguranca-do-pix-entram-em-vigor-veja-mudancas

Soberania digital poderá fragmentar o mercado de IA

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Um novo relatório do Gartner prevê que pressões geopolíticas, regulatórias e de segurança levarão 35% dos países a serem bloqueados em plataformas de IA regionais e específicas até 2027. O movimento, impulsionado por objetivos de soberania digital, representa um aumento drástico em relação aos 5% atuais. Nações estão investindo em infraestruturas domésticas de IA — incluindo poder de computação, data centers e modelos alinhados a leis e culturas locais — como alternativa aos modelos fechados predominantes. Segundo Gaurav Gupta, Vice-Presidente de Análise do Gartner, a confiança e o ajuste cultural emergiram como critérios-chave para os tomadores de decisão. Eles priorizam plataformas que se alinham com valores locais, marcos regulatórios e expectativas dos usuários, em detrimento daquelas com os maiores conjuntos de dados de treinamento. Modelos linguísticos (LLMs) regionalizados superam os globais em aplicações como educação, conformidade legal e serviços públicos, especialmente em idiomas não ingleses. Impacto econômico e estratégico para nações Para estabelecer essa pilha de soberania de IA, o Gartner prevê que as nações precisarão investir pelo menos 1% de seu PIB em infraestrutura de IA até 2029. O desejo de autossuficiência em todos os aspectos da pilha de IA, movido pelo temor de ficar para trás na corrida tecnológica, acelerará os investimentos. “Data centers e a infraestrutura de fábrica de IA formam a espinha dorsal crítica da pilha de IA que permite a soberania”, afirma Gupta. Recomendações para CISOs e líderes de TI O relatório apresenta recomendações críticas para os CISOs navegarem neste cenário em fragmentação. A principal é projetar fluxos de trabalho agnósticos a modelos, utilizando camadas de orquestração que permitam alternar entre LLMs de diferentes regiões e fornecedores. Isso mitiga o risco de bloqueio tecnológico. É fundamental assegurar que a governança de IA, a residência de dados e as práticas de ajuste de modelos possam atender aos requisitos legais, culturais e linguísticos específicos de cada país. Paralelamente, deve-se estabelecer relacionamentos com provedores de nuvem nacionais, fornecedores regionais de LLM e líderes em pilhas de IA soberanas nos mercados prioritários, construindo uma lista aprovada de parceiros. O monitoramento contínuo da legislação de IA e das regras de soberania de dados é essencial. FONTE: CISO ADVISOR fonte https://santotech.com.br/soberania-digital-podera-fragmentar-o-mercado-de-ia/

Rio de Janeiro comemora Dia de Iemanjá com celebrações pela cidade

O dia 2 de fevereiro, é quando os mares brasileiros se põem em festa para celebrar o Dia de Iemanjá, orixá conhecida como a “Rainha das águas, mares e oceanos” e cultuada por religiões de matriz africana como Candomblé e Umbanda. Na cidade do Rio de Janeiro, milhares de fiéis se organizam para celebrar uma das entidades religiosas mais conhecidas com cortejos, rituais e apresentações musicais. Para abrir o dia, a Associação Recreativa Filhos de Gandhi do Rio de Janeiro celebrou os 50 anos do Presente para Iemanjá, um dos eventos culturais mais tradicionais que reforça a ancestralidade negra fluminense. A programação começou às 7h, na região da Pequena África, Zona Portuária do Rio, com rituais de saudações aos orixás e café da manhã aberto ao público. Rio de Janeiro (RJ), 02/02/2026 – O grupo Afoxé Filhos de Gandhi desfila no dia de Iemanjá pelas ruas da zona portuária do Rio de Janeiro – Tomaz Silva/Agência Brasil De lá, um cortejo seguiu até a praça Mauá, onde houve a saída da célebre embarcação que leva os fiéis vestidos de branco a entregar suas oferendas à entidade e desfrutar do restante da programação cultural. Até o fim do dia haverá apresentações de sambas e outras atividades. Ouça também 🎧:Festa de Iemanjá leva milhares de pessoas ao Rio Vermelho, em SalvadorMonumento a Iemanjá é vandalizado em Teresina História A tradição remonta ao pai de santo umbandista Tatá Tancredo, um dos maiores líderes espirituais da história do Rio, que em 1950 reuniu um grupo de religiosos vestidos de branco no evento Flores para Iemanjá, para entregar suas oferendas ao mar antes da meia-noite. O costume foi ganhando mais adeptos e se tornou prática popular que originou a festa de Reveillon na praia de Copacabana. A chefe da Fundação Palmares, Sylvia Leandro, explica que os rituais reforçam a ancestralidade negra no Rio. “É um enfrentamento que toda a comunidade negra tem feito. Aqui na Pequena África, a gente tem trabalhado também junto ao comitê do Cais do Valongo, para que a gente consiga permanecer aqui, permanecer nesses espaços e demonstrar que o negro ele construiu o Brasil também.” Mas as comemorações não terminam por aí. Na praia do Arpoador, zona Sul da cidade, tem a quinta edição da Festa de Iemanjá do Arpoador, com rodas de ritmos e danças candomblecistas com o grupo Orin Dudu, no Largo Millôr. A concentração para o cortejo sagrado será a partir das 15h e a saída às 16h, na altura da estátua de Tom Jobim.  Além das giras e entregas de oferendas, o público também terá acesso à feira gastronômica e 21 atrações artísticas e religiosas, com 300 artistas de grupos de jongo e samba. Dia de Iemanjá no centro do Rio, por Tomaz Silva/Agência Brasil Oferendas Sobre as oferendas do ritual, é recomendado ao público que todas sejam biodegradáveis e sem materiais plásticos, vidro ou madeira. Nas águas, somente flores e frutas serão oferecidas. No término da programação, tanto o público quanto a equipe da Pedra do Arpoador Conservação farão um mutirão de limpeza das praias e pedras. Após anos de luta dos povos de terreiro, a importância dessa celebração foi reconhecida pela prefeitura do Rio, que a instituiu, em janeiro deste ano, como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade.  No ano passado, a festa reuniu cerca de 25 mil pessoas. Este ano, a expectativa é de que cerca 30 mil pessoas participem da saudação à “Mãe cujo os filhos são peixes”. * Sob supervisão de Fábio Cardoso.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/rio-de-janeiro-comemora-dia-de-iemanja-com-celebracoes-pela-cidade

Cidades estão perdendo a oportunidade de adotar soluções baseadas na natureza

Cidades estão perdendo a oportunidade de adotar soluções baseadas na natureza

De acordo com especialistas globais, as cidades estão perdendo a oportunidade de adotar soluções baseadas na natureza que poderiam impulsionar a resiliência climática. Pensando nisso, uma das estratégias importantes que deve ser considerada é a infraestrutura verde e azul, que é explicada pela professora Amarilis Lucia Casteli, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, supervisora no Centro de Síntese Cidades Globais do Instituto de Pesquisas Avançadas da USP. A professora também participou da formulação de um renomado artigo sobre esse importante conceito, o CCD USP Cidades. “A infraestrutura verde e azul é um termo utilizado no planejamento de gestão urbana, que, como o próprio nome diz, representa os elementos verdes – parques, gramados, árvores, florestas urbanas – e os elementos azuis, como rios, lagos e córregos. Por outro lado, também existe a infraestrutura cinza, representada por edificações, ruas, pontes, que, com o processo acelerado de urbanização, vai substituindo o natural. Neste contexto, e pensando também nas mudanças climáticas, o termo infraestrutura verde e azul ganha destaque como estratégia de proteger essas áreas e desenvolver soluções para mitigar os problemas urbanos, tais como inundações, secas, ilhas de calor, qualidade do ar, biodiversidade e outros”, explica Amarilis. Fatores críticos Roberta Kronka, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP que também fez parte da elaboração do artigo, comenta os fatores que impedem a implementação dessas técnicas. “Esses fatores críticos podem ser divididos em quatro grupos, as barreiras relacionadas à governança (políticas públicas), ambientais, econômicas e sociais, que se conectam e se relacionam. Alguns exemplos são: escassez de terra e expansão urbana, a fragmentação dos estudos em frente à estrutura verde e azul, o financiamento para a implementação dessa tecnologia e a injustiça social.” Amarilis ressalta exemplos de SBNs, termo que é utilizado para se referir a essas estratégias urbanas de resiliência climática, e os divide em três tipos. “Existem três tipos de soluções, a primeira tipo 1, que representa um melhor uso dos ecossistemas naturais protegidos, ou seja, criar novas unidades de conservação, mesmo em áreas urbanas, periurbanas, áreas de preservação permanente. O tipo 2, que trata da recuperação desses ecossistemas degradados, restaurando paisagens, áreas verdes urbanas, recuperação de córregos e rios. E, por fim, o tipo 3, que refere-se a projetos, inclusive a criação de novos ecossistemas, por exemplo, corredores verdes, parques, sistemas de drenagem sustentáveis, telhados verdes etc. A cidade de São Paulo tem, como exemplo, um programa de jardim de chuva, visando a mitigar as inundações.” “Outra barreira, agora em âmbito nacional, que atrapalha o desenvolvimento da infraestrutura verde e azul, foi o planejamento urbano orientado ao automóvel. Isso muitas vezes impede que a cidade seja utilizada para caminhabilidade e soluções baseadas na natureza. Por outro lado, vejo que as mudanças climáticas mostram um grande potencial da integração dessa infraestrutura e, ao mesmo tempo, melhorar os centros das cidades. Barcelona é um exemplo de cidade que tem adotado soluções maravilhosas neste período de crise”, adiciona Roberta. Para sair do papel “A Universidade tem desempenhado um papel importante nesse contexto, mas é preciso também engajar empresas, a sociedade, e divulgar mais o tema em sua perspectiva técnica, em suas multifacetas, suas diferentes visões. Também mostrar para o público que são soluções eficientes e podem ser implementadas nas nossas cidades para a melhoria da nossa qualidade de vida e enfrentamento dos graves problemas que vivenciamos”, finaliza a professora da Escola Politécnica. Por fim, Roberta adiciona suas conclusões finais. “Temos um potencial muito grande, eu vejo que essa herança das cidades voltadas para os automóveis pode trazer modificações importantes. Existem questões muito importantes já acontecendo efetivamente e que incorporam a finança adaptativa e incentivos à política pública, caminhos para um futuro melhor.” Jornal da USP FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/cidades-estao-perdendo-a-oportunidade-de-adotar-solucoes-baseadas-na-natureza/

Revitalização da Travessa Ratcliff – FloripAmanhã

Da Coluna de Diogo de Souza (ND, 31/01/2026) Foram instalados 134 guarda-chuvas, em seis cores diferentes, ao longo de 38 metros da Travessa Ratcliff, no Centro Leste de Florianópolis. A iniciativa, da ACIF (Associação Empresarial de Florianópolis), visa valorizar a revitalização da região e será oficializada na próxima segunda-feira (2), a partir do meio-dia, com uma feijoada no bar do Noel. Publicado em 02 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/revitalizacao-da-travessa-ratcliff/