Salvador: Movimento musical Mudei de Nome garante carnaval sem cordas

Criado em 2013, o movimento musical Mudei de Nome é formado por Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz. Os artistas defendem um carnaval de rua, coletivo e sem cordas, resgatando a essência popular da folia baiana, como explica Ricardo Chaves: “É um movimento musical que surgiu despretensiosamente. A gente estava conversando sobre o que estava acontecendo com a música da Bahia, com o movimento do carnaval, e aí surgiu a ideia de nos reunirmos num bar, na época, para fazer uma apresentação que fosse meio inusitada para as pessoas. A gente chamou isso de movimento musical Alavontê, para todo mundo ficar à vontade. O que era para ser apenas quatro apresentações para poucas pessoas, as pessoas começaram a pedir mais, mais, mais. Nós fomos evoluindo e criando ideias que mexessem com a memória afetiva das pessoas. Aí surgiram algumas festas temáticas, como a Mortalha, trazendo de novo essa indumentária para contar uma história do carnaval. Criamos também, junto com a prefeitura, há muito tempo, o Furdunço, para resgatar pequenas manifestações, aproximando mais o público, já que os trios tinham ficado muito grandes. Depois, a coisa foi evoluindo: criamos o Pranchão, com uma estética diferente de trio elétrico, mais próxima das pessoas. Ao longo desses anos, fizemos na cidade a Volta no Dique, que já virou tradição em Salvador, a Volta no Parque e a Pipoca do Mudei, que ajudou a resgatar o circuito da Avenida, que foi a matriz da música e do carnaval de Salvador.” Segundo Ricardo Chaves, o grupo apresenta um repertório que mistura clássicos da música baiana, canções autorais e sucessos que marcaram as trajetórias individuais dos integrantes. “Todos nós somos compositores e fizemos músicas que marcaram a história do carnaval. Só eu tenho 45 anos de carnaval. Gravei vários sucessos, compus alguns deles e interpretei muitos outros. Magary Lord é um compositor de mão cheia. Ramon Cruz, então, nem se fala, quantas músicas ele compôs e gravou, que viraram verdadeiros hinos. A gente visita tudo isso, mas visita também a nossa própria história. Eu, por exemplo, cantei todos os clássicos do carnaval de Salvador ao longo desses 45 anos de carreira. A gente interpreta essas canções sempre com o nosso estilo, numa formação diferente, mais próxima do público. É como uma serenata carnavalesca, onde as pessoas se divertem, tanto quanto nós que estamos em cima do Pranchão.” Em 2026, a banda Mudei de Nome está com uma agenda cheia de apresentações. Segundo Ricardo Chaves, houve uma mudança importante em relação ao Furdunço. “O Furdunço cresceu muito, passaram a ter muitas atrações, trios elétricos, jazz, e isso acabou fugindo um pouco da nossa essência, de quando a gente criou o Furdunço. O Pranchão precisa ser algo mais próximo, mais solto. Então propusemos à prefeitura que, em vez de participarmos do Furdunço no sábado, ficássemos no domingo, encerrando o Fuzuê. No dia 8 de fevereiro, a gente se apresenta depois da última atração do Fuzuê. Teremos o único Pranchão na avenida, no final da tarde, para encerrar o domingo com o Estádio de Ouro, levando a energia da pipoca do Mudei.” O grupo também mantém tradições já consolidadas no carnaval da cidade. “A gente faz um baile que já é tradicional, o Baile do Mudei, com convidado, na terça-feira, no Camarote do Arem, ali na região da Ondina. Na quinta-feira de carnaval, fazemos a abertura oficial do carnaval, este ano em homenagem ao samba. Logo depois, a primeira atração é a Pipoca do Mudei, sempre no Campo Grande. A gente sai a partir das 17h30 e faz o circuito completo, algo que muitas pessoas tinham abandonado. Quando chega na Sulacap, a gente dobra e volta pela Carlos Gomes, terminando novamente no Largo dos Aflitos, como na origem de tudo isso. Encerramos o carnaval na terça-feira, também no circuito da Avenida, ao meio-dia e meia, com a Pipoca do Mudei abrindo a programação. A gente convida todo mundo para fazer esse passeio com a gente.” Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/salvador-movimento-musical-mudei-de-nome-garante-carnaval-sem-cordas

Beija-Flor de Nilópolis inova no carnaval com impressoras 3D

Beija-Flor de Nilópolis inova no carnaval com impressoras 3D

A Beija-Flor de Nilópolis levou uma inovação para dentro da Cidade do Samba, onde estão instalados os barracões das escolas do Grupo Especial do Rio. A azul e branco da Baixada Fluminense está usando uma das maiores impressoras 3D do Brasil para produzir, em sistema de larga escala, peças das alegorias e fantasias que representam 10% do que a agremiação vai apresentar no Sambódromo com o enredo Bembé. A intenção da escola é aumentar a produção gradualmente nos próximos carnavais. Além de reduzir custos, o projeto permite mais rapidez na execução das peças e menor impacto ambiental. Financiado pelo presidente da agremiação, Almir Reis, o laboratório de indústria 4.0 montado no barracão foi idealizado e desenvolvido pelo engenheiro mecânico Luiz Lolli, que responde pela criação de toda a estrutura de fabricação digital Segundo a atual campeão do carnaval carioca, a utilização da impressora de grande porte, que está entre as maiores em operação no Brasil, é algo inédito no carnaval brasileiro. Os profissionais produzem, no local, peças cenográficas, adereços e elementos de fantasias, a partir de arquivos digitais com precisão industrial, controle técnico e repetibilidade, características típicas desta indústria. A tecnologia utilizada é a FDM, método em que filamentos de plástico são derretidos e depositados, camada por camada, até formar a peça final. A mesma técnica é empregada em setores como a indústria automotiva, a prototipagem, a arquitetura e a medicina. “Em áreas mais avançadas, esse mesmo princípio já se estende inclusive a impressões com matéria orgânica. O conceito é o mesmo. O que muda é o material.” O laboratório da Beija-Flor utiliza o ABS, que é um plástico resistente, leve e reciclável. De acordo com a agremiação, o nível de detalhamento é uma das mais relevantes vantagens técnicas da produção. “As máquinas trabalham com tolerâncias de décimos de milímetro, permitindo reproduzir texturas, volumes e padrões com extrema fidelidade ao projeto original”, completou. Outra vantagem é a rapidez do sistema, com o qual, uma peça de aproximadamente 1,10 metro de altura pode ser produzida em cerca de 24 horas. Esse tempo é bastante inferior na comparação ao empregado em processos tradicionais de escultura e acabamento manual. Para o presidente Almir Reis, o projeto representa o futuro do carnaval e garante os ganhos diretos de custo e eficiência. “A gente deixa de gastar com resina, pintura, isopor, papel carne seca e uma série de acabamentos”, disse, acrescentando que os profissionais que eram empregados nestes trabalhos podem ser deslocados para “funções que dependem mais da mão de obra humana, como os adereços e os trabalhos artísticos”. O artista Kennedy Prata, líder da equipe de esculturas da Beija-Flor, disse que a tecnologia é uma aliada dos profissionais. “As máquinas reproduzem com exatidão, esculturas em grandes quantidades e permitem que os artistas se dediquem às peças maiores, mais autorais e mais artísticas.” onto positivo A escola indicou ainda outro ponto positivo nesta tecnologia. O modelo representa um avanço do ponto de vista ambiental. O processo de adição de material permite desperdício mínimo por meio da impressão 3D, inclusive porque, após o carnaval, as peças impressas em ABS podem voltar ao barracão, ser trituradas e transformadas novamente em filamento. Nesse processo, se tornam matéria-prima para novas esculturas “dentro de um sistema de economia circular”. Segundo o carnavalesco João Vitor Araújo, o impacto da tecnologia é direto na qualidade do desfile, o que pode ser constatado nas peças que ficam mais leves, além do acabamento que alcança um nível de precisão difícil de ser atingido apenas com processos manuais. João Vitor completou que a estética do projeto digital chega à avenida sem distorções. Agência Brasil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/beija-flor-de-nilopolis-inova-no-carnaval-com-impressoras-3d/

Edital Hub Rio.IA 2026 PRORROGA inscrições para startups de IA com investimento de R$ 640 mil

rio.ia inscricões ate 06.02 foto: divulgação

O 1º Edital do Programa de Inovação Aberta do Hub Rio.IA – 2026 está com inscrições abertas e busca startups brasileiras com soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA) que respondam a desafios reais da indústria nacional, com foco na transformação digital e competitividade dos processos produtivos. Promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro e a PUC-Rio por meio do Instituto ECOA, o programa faz parte do ecossistema de inovação do Hub Rio.IA, iniciativa que conecta empresas, academia e governo para acelerar a adoção da IA no setor produtivo. Segundo o edital, até oito startups serão selecionadas, e cada uma poderá receber R$ 80 mil para desenvolver provas de conceito (PoCs), totalizando um investimento global de R$ 640 mil. O foco das soluções deve estar alinhado à Missão 4 da Nova Indústria Brasil (NIB) e às diretrizes do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), priorizando digitalização e inovação industrial. O processo seletivo compreende várias etapas, incluindo inscrição, avaliação de mérito e execução das provas de conceito, tendo como critérios principais inovação, viabilidade técnica, escalabilidade, aderência ao desafio industrial e impacto da solução. Além do aporte financeiro, as startups aprovadas terão acesso a mentoria técnica especializada, integração ao ecossistema de inovação Maravalley e visibilidade institucional em eventos e canais oficiais do Rio.IA e de seus parceiros estratégicos. As inscrições devem ser realizadas eletronicamente até 06 de Fevereiro de 2026 por meio da plataforma oficial, conforme cronograma do edital. FONTE: PROSAS.COM.BR fonte https://santotech.com.br/ub-rio-ia-2026-edital-startups-ia-investimento-industria/

Entidade máxima do surf brasileiro faz parceria com programa de SC contra a corrupção

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 04/02/2026) A SurfBrasil (Confederação Brasileira de Surf) oficializou, nesta quarta-feira (4), adesão ao programa Educando Cidadãos, criado em maio de 2024 com o objetivo de construir uma sociedade mais ética e combater a corrupção por meio da educação. “O maior inimigo do brasileiro é a corrupção”, disse nesta quarta-feira (4) o catarinense Teco Padaratz, presidente da SurfBrasil, durante a cerimônia que formalizou a parceria realizada na sede da entidade, na praia Mole. “Vamos fazer gibis para a garotada e distribuir em campeonatos ao longo do ano e nas escolas, apresentar o surfe e conteúdos ligados ao programa com exemplos de boas práticas para eles levarem para casa, discutir com pais, mães e amigos”, afirmou. Segundo ele, a confederação já iniciou contatos para que a campanha alcance o Comitê Olímpico Internacional e a Associação Internacional de Surfe, com o objetivo de ampliar o engajamento com outros países. “É o esporte sendo usado como ferramenta social e de cidadania”, complementou o ex-campeão mundial de surfe. A ideia é difundir boas práticas, para mudar comportamentos, e transformar a realidade atual. É um investimento a longo prazo. “Educação, esporte e cidadania tem tudo a ver. A melhor onda é a onda correta”, falou o promotor de Justiça Affonso Ghizzo Neto, idealizador da iniciativa e coordenador do programa no âmbito do Ministério Público de SC, que institucionalizou o projeto há um ano. O apoio da SurfBrasil, segundo ele, é um passo importante para a nacionalização do programa. “Abre as portas para uma jornada nacional”, disse. Diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional e vice-coordenador do Educando Cidadãos no MPSC, o promotor de Justiça Stefano Garcia da Silveira destacou a visibilidade da entidade esportiva, importante para a disseminação de uma cultura ética, e a força do esporte. “Temos várias iniciativas em mente e o mais legal é a empolgação da SurfBrasil em se colocar à disposição e tirar do papel essas iniciativas”, afirmou. Publicado em 05 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/entidade-maxima-do-surf-brasileiro-faz-parceria-com-programa-de-sc-contra-a-corrupcao/

Depois de 16 anos, Bloco Frenesi volta às ruas no carnaval de Salvador

O Carnaval de 2026 marca o retorno de um dos blocos mais tradicionais de Salvador, o Frenesi, afastado da Avenida há 16 anos. O bloco sai com o tema “Eu Te Conheço de outros Carnavais” e quem comanda a folia é o cantor e compositor Tatau. Segundo o artista, o desfile é um convite para o público reviver emoções guardadas na memória afetiva. “Estou muito feliz com o convite feito pela diretoria do Frenesi. Eu tenho muitas boas lembranças do Frenesi e lembranças marcantes. A passagem de Ademar pelo bloco, aquelas coisas que só Ademar fazia, né? Ave Maria, Bolero de Ravel, né? Aquele cara que ousava no Carnaval. E, assim, esse tempo que o Frenesi ficou fora do Carnaval, foi uma lacuna muito grande, pelo que ele sempre representou. Sempre foi um bloco muito ativo, muito criativo, sempre um bloco de muita repercussão. E esse afastamento deixou um buraco muito grande. E agora a gente está retomando isso, muito feliz. A tarefa não é fácil, mas tenho visto bons sinais. Tudo que tem acontecido na minha carreira”. Com 40 anos de carreira, tendo passado por blocos como Puxada Axé, Muzenza e Araketu, Tatau considera estar vivendo uma fase especial da vida artística, principalmente por esta participação no Frenesi. “Talvez eu esteja vivendo, da minha saída do Araketu para carreira solo, talvez seja o meu maior momento. Que é a afirmação do meu ensaio, né? Algo que eu queria muito. Prometi para mim mesmo que nunca mais deixaria de realizar os meus eventos. Eu acho que eu devo isso à minha terra e devo isso aos meus fãs e a gente tá fazendo os ensaios na Casa Rosa, tá muito legal. E a gente percebe a energia dentro do local. É uma energia que eu que eu tava precisando, sabe? É uma resposta muito positiva. Então, eu acho que vai ser muito bacana até pelo repertório que a gente tem montado, muita coisa nova, muita coisa da minha história e muita coisa do Frenesi também”.  Para o cantor, o desfile no tradicional circuito Osmar, no Campo Grande, é importante também para reviver grandes momentos do Carnaval de Salvador. “Todo ano a gente houve conversas, polêmica, não vai ter, vai ter, vai mudar de circuito… que mude, que coloque até 20 circuitos. Mas tem coisas que não pode ser mexida, né? O Campo Grande para mim, ele é um marco do Carnaval. A gente fala da dos grandes nomes do Carnaval, das grandes estrelas do Carnaval, mas o Campo Grande para mim é uma grande estrela do Carnaval. Se não for a maior estrela do Carnaval. Foi o primeiro palco de oportunidade, primeiro palco de rua de oportunidade e eu sou apaixonado pelo Campo Grande, amo o Campo Grande, porque eu tenho muito boas histórias, sempre foi para mim um lugar muito especial”.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/depois-de-16-anos-bloco-frenesi-volta-ruas-no-carnaval-de-salvador

POP Linhas Aéreas: nova companhia pode reforçar aviação regional e conectar cidades pouco atendidas no Brasil

POP linhas aéreas - Nova empresa de aviação focada em vôos regionais

Projeto da Total Linhas Aéreas aposta em aeronaves ATR para operar rotas regionais e atuar como alimentadora de grandes companhias aéreas. O Brasil pode ganhar uma nova companhia aérea focada na aviação regional. Batizada de POP Linhas Aéreas, a iniciativa é o nome comercial do projeto de transporte de passageiros da Total Linhas Aéreas, empresa tradicional no segmento de carga aérea em operação no país. image A proposta da POP é atuar prioritariamente em rotas regionais, conectando cidades brasileiras hoje pouco atendidas pelo transporte aéreo regular. Além disso, a companhia deve operar como alimentadora de tráfego para grandes empresas do setor, contribuindo para ampliar a malha aérea nacional. Nos estudos iniciais do projeto, a operação prevê o uso de aeronaves ATR, modelo amplamente utilizado na aviação regional por sua capacidade de operar em pistas curtas e apresentar custos operacionais mais baixos, fator considerado essencial para a viabilidade econômica das rotas regionais. Apesar do avanço no planejamento, ainda não há previsão oficial para o início das operações. Segundo a empresa, o projeto segue em fase de estruturação, e novos detalhes devem ser divulgados conforme o andamento dos estudos técnicos e operacionais. Caso seja implementada, a POP Linhas Aéreas pode representar um reforço importante para a conectividade aérea regional no Brasil, ampliando o acesso ao transporte aéreo e fortalecendo a integração entre cidades fora dos grandes centros. FONTE: JOVEM PAN NEWS fonte https://santotech.com.br/pop-linhas-aereas-aviao-regional-total-atr-brasil/

Balança comercial tem segundo melhor resultado para janeiro

Porto de Santos registrou em 2025 maior movimentação de sua história

A balança comercial registrou o segundo maior superávit para meses de janeiro desde o início da série histórica, beneficiada pela queda das importações, divulgou nesta quinta-feira (5) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 4,342 bilhões, alta de 85,8% em relação ao superávit de US$ 2,337 bilhões no mesmo mês de 2025. O resultado da balança comercial para meses de janeiro só perde para 2024. Naquele mês, houve superávit de US$ 6,196 bilhões. Notícias relacionadas: China impõe restrições a importações de carne bovina em 2026. Exportações de serviços batem recorde e alcançam US$ 51,8 bi em 2025. Saldo da balança comercial tem recorde em dezembro mas encolhe em 2025. O valor das exportações e das importações: Exportações: US$ 25,153 bilhões, queda de 1% em relação a janeiro do ano passado; Importações: US$ 20,810 bilhões, queda de 9,8% na mesma comparação. O valor das exportações é o terceiro melhor para meses de janeiro desde o início da série histórica, em 1989, só perdendo para janeiro de 2024 e de 2025. As importações registraram o segundo melhor janeiro da série, só perdendo para o mesmo mês do ano passado. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Setores Na distribuição por setores da economia, as exportações em janeiro variaram da seguinte forma: Agropecuária: 2,1%, com queda de 3,4% no volume e alta de 5,3% no preço médio; Indústria extrativa: -3,4%, com alta de 6,2% no volume e queda de 9,1% no preço médio; Indústria de transformação: -0,5%, com recuo de 0,6% no volume e de 0,1% no preço médio. Produtos Os principais produtos responsáveis pela queda das exportações em janeiro foram os seguintes: Agropecuária: café não torrado (-23,7%); algodão bruto (-31,2%); e trigo e centeio não moídos (-33,6%); Indústria extrativa, óleos brutos de petróleo (-7,8%); e minério de ferro (-8,6%); Indústria de transformação: óxido de alumínio, exceto corindo artificial (-54,6%); açúcares e melaços (-27,2%) e tabaco (-50,4%). No caso do agronegócio, as exportações de soja cresceram 91,7% em relação a janeiro do ano passado, por causa da antecipação de embarques, e as vendas de milho não moído aumentaram 18,8%. Em relação ao petróleo bruto, a queda nas exportações chega a US$ 364,6 milhões em relação a janeiro de 2025. Tradicionalmente, as vendas de petróleo registram forte variação mensal por causa da manutenção programada de plataformas. Em relação às importações, a queda está vinculada ao petróleo e à desaceleração da economia, com a diminuição dos investimentos.  Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes: Agropecuária: cacau bruto ou torrado (-86,3%); e trigo e centeio não moídos (-35,5%); Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (-49,8%); e gás natural (-15,8%); Indústria de transformação: motores e máquinas não elétricos (-66,8%); óleos combustíveis de petróleo (-17,5%); e partes e acessórios de veículos (-20,4%). Projeções Para este ano, o Mdic projeta superávit comercial de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões. As exportações devem encerrar o ano entre US$ 340 bilhões e US$ 380 bilhões e as importações entre US$ 270 bilhões e US$ 290 bilhões. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em abril.  No ano passado, a balança comercial registrou superávit de US$ 68,3 bilhões. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. As estimativas do Mdic estão mais otimistas que as das instituições financeiras. Segundo o Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano de 2026 com superávit de US$ 67,65 bilhões. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/balanca-comercial-tem-segundo-melhor-resultado-para-janeiro

Bares devem dobrar faturamento no Carnaval, enquanto comércio projeta alta de até 20% nas vendas em Florianópolis

O Carnaval de Florianópolis deve ir além da festa e se consolidar como um dos períodos mais relevantes do ano para a economia do Centro da cidade. Enquanto o comércio varejista projeta crescimento de 10% a 20% nas vendas, bares e restaurantes da região trabalham com uma expectativa ainda mais expressiva: dobrar faturamento, equipes e volume de atendimento durante os dias de folia. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita realizada pela CDL Florianópolis com empresas associadas, que analisou as expectativas do comércio e dos serviços para o Carnaval de 2026. O levantamento reforça o papel estratégico do Centro Histórico como polo de consumo durante grandes eventos, impulsionado pelo fluxo intenso de moradores e turistas. (Confira a matéria completa em CDL, 04/02/2026) Publicado em 05 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/bares-devem-dobrar-faturamento-no-carnaval-enquanto-comercio-projeta-alta-de-ate-20-nas-vendas-em-florianopolis/

Ceará tem carnaval alternativo com tradicional festival de jazz

A região de Maciço de Baturité, no Ceará, volta a ser refúgio da música durante o carnaval. Trata-se da 27ª edição do Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga, que acontece de 14 a 17 de fevereiro, transformando a cidade em um ponto de encontro cultural e de diversidade sonora.  Gratuito, o evento reúne atrações cearenses, nacionais e internacionais em uma programação que passeia pelo jazz, blues, música instrumental brasileira e outras vertentes musicais. A proposta é oferecer um carnaval com trilha sonora diferente, em uma cidade pequena onde público e músicos compartilham experiências para além dos palcos. A diretora do Festival de Jazz e Blues, Maria Amélia Mamede, detalha a programação.  “Entre os nomes estão a cantora, compositora e violonista Rosa Passos; o mineiro Beto Guedes; o instrumentista, cantor e compositor senegalês Momi Maiga; o paulista Fauzi Beydoun, e a voz marcante da lendária banda de reggae maranhense Tribo de Jah. Teremos também, de volta ao Festival de Jazz e Blues, o violonista Nicolas Krassik, e a jovem cantora Analu Sampaio, uma revelação descoberta por Roberto Menescal. E grandes representantes da música instrumental que se faz hoje no Ceará. Um deles, o multi-instrumentista Moacir Bedê, e o baterista Adriano Azevedo.” Vale destacar que a formação cultural é um dos pilares do evento. O projeto “Música é para a Vida” promove oficinas e atividades de musicalização para crianças, jovens e comunidade, reforçando a música como ferramenta de educação, inclusão e transformação social.  As ações acontecem em espaços como a Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga e o Teatro Rachel de Queiroz.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/ceara-tem-carnaval-alternativo-com-tradicional-festival-de-jazz

OpenAI lança uma maneira para as empresas construírem e gerenciarem agentes de IA

Créditos da imagem: Nathan Howard/Bloomberg / Getty Imagens

A OpenAI lançou um novo produto para ajudar as empresas a navegar no mundo dos agentes de IA, com foco no gerenciamento de agentes como infraestrutura crítica para adoção de IA empresarial. Na quinta-feira, a gigante de IA OpenAI anunciou o lançamento do OpenAI Frontier, uma plataforma de ponta a ponta projetada para empresas para construir e gerenciar agentes de IA. É uma plataforma aberta, o que significa que os usuários também podem gerenciar agentes construídos fora do OpenAI. Os usuários da Frontier podem programar agentes de IA para se conectar a dados e aplicativos externos, o que lhes permite executar tarefas muito fora da plataforma OpenAI. Os usuários também podem limitar e gerenciar o que esses agentes têm acesso e o que podem fazer, é claro. A OpenAI disse que a Frontier foi projetada para funcionar da mesma forma que as empresas gerenciam funcionários humanos. A Frontier oferece um processo de integração para agentes e um ciclo de feedback destinado a ajudá-los a melhorar ao longo do tempo da mesma forma que uma revisão pode ajudar um funcionário. A OpenAI promoveu empresas, incluindo HP, Oracle, State Farm e Uber como clientes, mas a Frontier está atualmente disponível apenas para um número limitado de usuários com planos de ser lançados em geral nos próximos meses. A empresa não divulgou detalhes de preços em uma coletiva de imprensa no início desta semana, de acordo com reportagens do The Verge. A OpenAI se recusou a comentar sobre preços. Os produtos de gerenciamento de agentes se tornam uma participação de tabela desde que os agentes de IA ganharam destaque em 2024. A Salesforce tem indiscutivelmente o produto mais conhecido, o Agentforce, que a empresa lançou no outono de 2024. Outros têm seguido rapidamente. LangChain é um jogador notável no espaço que foi fundado em 2022 e levantou mais de US $ 150 milhões em capital de risco. CrewAI é um upstart menor que levantou mais de US $ 20 milhões em capital de risco. Em dezembro, a empresa global de pesquisa e consultoria Gartner divulgou um relatório sobre esse tipo de software e chamou as plataformas de gerenciamento de agentes, tanto o “espaço imobiliário mais valioso em IA” quanto uma infraestrutura necessária para as empresas adotarem a IA. Não é surpreendente que a OpenAI lance essa plataforma no início de 2026, já que a empresa deixou claro que a adoção de empresas é uma de suas principais áreas de foco para este ano. A empresa também anunciou dois acordos empresariais notáveis este ano com a ServiceNow e a Snowflake. Ainda assim, se a OpenAI quiser ser um player significativo no espaço empresarial, oferecer um produto como o Frontier é um passo promissor. FONTE: TECHCRUNCH fonte https://santotech.com.br/openai-lanca-uma-maneira-para-as-empresas-construirem-e-gerenciarem-agentes-de-ia/