Primeiro dia de desfiles em São Paulo teve chuva, sambódromo lotado e Erika Hilton com faixa presidencial

Primeiro dia de desfiles em São Paulo teve chuva, sambódromo lotado e Erika Hilton com faixa presidencial

Com enredos que destacaram a força feminina, a espiritualidade, o trabalho e a natureza, o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, entre a noite de sexta-feira (13) e a madrugada e manhã deste sábado (14), foi marcado pelo Sambódromo do Anhembi lotado e muita festa na avenida. A apoteose paulistana foi palco de apresentações icônicas de sete escolas — Mocidade Unida da Mooca, Colorado do Brás, Dragões da Real, Acadêmicos do Tatuapé, Rosas de Ouro, Vai-Vai e Barroca Zona Sul — que projetaram o Carnaval de São Paulo para o público nacional e internacional. O desfile das escolas de samba do Anhembi foi organizado com o apoio da Prefeitura em diversas áreas, como segurança, saúde, mobilidade e transporte para os foliões. A emoção falou mais alto no desfile da Acadêmicos de Tatuapé, que levou para a avenida a luta pela reforma agrária em seu enredo. Antes mesmo das agremiações entrarem na avenida, Rosas de Ouro foi penalizada e perdeu 0,5 ponto por não ter cumprido o prazo de entrega de documentos. A atual campeã também enfrentou outro problema: um integrante da agremiação desmaiou antes de começar o desfile. Estreante no grupo especial, a Mocidade Unida da Mooca abriu a noite de desfiles, trazendo o enredo Gèlèdés – Agbara Obinrin, uma homenagem ao Geledés – Instituto da Mulher Negra, fundado por Sueli Carneiro e outras intelectuais do movimento negro. A deputada Erika Hilton (Psol) foi destaque e subiu ao carro alegórico com uma faixa presidencial. Erika Hilton (Redes Sociais/Instagram) A Colorado do Brás apostou em “A Bruxa está solta! Senhoras do saber renascem na Colorado”, propondo a ressignificação da figura histórica das bruxas sob a perspectiva de mulheres perseguidas ao longo do tempo por seu conhecimento. A Dragões da Real trouxe um enredo indígena, com “Guerreiras Icamiabas – Uma lendária história de força e resistência”, inspirado nas lendárias mulheres guerreiras da Amazônia e reforçando a importância da preservação ambiental. Já a Acadêmicos do Tatuapé apresentou “Plantar para colher e alimentar. Tem muita terra sem gente, tem muita gente sem terra”, abordando a história da agricultura e as lutas sociais pela terra. Campeã de 2025, a Rosas de Ouro apostou em “Escrito nas Estrelas”, com um desfile que percorre a criação do universo e o uso dos astros como guia das civilizações. O Vai-Vai homenageou os estúdios Vera Cruz e São Bernardo do Campo com “A Saga Vencedora de um Povo Heroico no Apogeu da Vedete da Pauliceia”. Encerrando a noite, a Barroca Zona Sul desfilou “Oro Mi Maió Oxum”, homenagem à orixá das águas doces, da fertilidade e do amor, celebrando a religiosidade afro-brasileira com cores, rituais e símbolos. Para estruturar a festa, a administração municipal investiu R$ 57 milhões na Liga Independente das Escolas de Samba, beneficiando as 32 agremiações associadas e garantindo estrutura de saúde com equipes preparadas, ambulâncias com UTIs móveis em plantão contínuo, além de reforço de segurança com Guardas Civis Metropolitanos e monitoramento por câmeras. Neste sábado (14), as escolas voltam a brilhar na passarela do samba com: * 22h30 – Império da Casa Verde* 23h35 – Águia de Ouro* 0h40 – Mocidade Alegre* 1h45 – Gaviões da Fiel* 2h50 – Estrela do Terceiro Milênio* 3h55 – Tom Maior* 5h00 – Camisa Verde e Branco Já no domingo (15), as oito escolas que concorrem a uma vaga no Grupo Especial são:* 21h – Camisa 12* 22h – Unidos de Vila Maria* 23h – Acadêmicos do Tucuruvi* 0h – Mancha Verde* 1h – Nenê de Vila Matilde* 2h – Pérola Negra* 3h – Dom Bosco de Itaquera* 4h – Independente Tricolor FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/primeiro-dia-de-desfiles-em-sao-paulo-com-chuva-sambodromo-lotado-e-erika-hilton-com-faixa-presidencial/

Adaptar games ou adaptar-se às adaptações?

Adaptar games ou adaptar-se às adaptações?

Muitos afirmam que estamos vivendo uma era de ouro das adaptações de games para o cinema e a TV — e há, de fato, alguma verdade nisso. O sucesso dos filmes do Sonic, a bilheteria estrondosa de Super Mario Bros. e a recepção positiva das séries televisivas The Last of Us e Fallout certamente ajudam a dissipar dúvidas após décadas de tentativas fracassadas de adaptação. Entretanto, um curioso movimento recente do diretor francês Christophe Gans motivou-me a inaugurar esta coluna com o tema: ele realizou uma boa adaptação (Silent Hill, 2006) em uma fase amplamente desfavorável às adaptações de games e, agora, no início de 2026, entrega um filme ruim justamente em um momento considerado positivo para esse tipo de produção. Adaptar uma obra para o cinema não é uma tarefa simples. As mídias possuem linguagens distintas, públicos diferentes e hábitos de consumo próprios — cada vez mais fragmentados e difíceis de mensurar. Grande parte do encanto de personagens e mundos ficcionais está diretamente ligada ao contexto de criação e às especificidades da mídia de origem. Transpor tudo isso para um grande público pagante, seja no cinema ou no streaming, exige não apenas compreensão profunda da obra e de seus personagens, mas também domínio das particularidades do meio original. O desafio se agrava quando a mídia de origem apresenta uma linguagem complexa e repleta de nuances. A literatura se apoia sobretudo na palavra escrita, exige um alto grau de imaginação do leitor e permite que o tempo da narrativa seja mais flexível. Os quadrinhos, enquanto arte sequencial, encontram sua força na relação entre os quadros, na interdependência entre imagem e texto e na estilização gráfica. Já os jogos, como meio audiovisual híbrido, integram múltiplas linguagens, mas têm na interatividade formas específicas de narrativa que tornam o jogador uma espécie de coautor da experiência. No meio acadêmico, essa transposição harmônica é chamada de adaptação intersemiótica, pois consiste na transferência de signos de uma mídia para outra. Mas como a alternância equilibrada entre ação, resolução de puzzles e progressão narrativa de jogos survival horror, como Resident Evil e Silent Hill, pode ser adaptada para o cinema? Nesse gênero, a história não se desenvolve apenas em diálogos e cutscenes, mas também de forma fragmentada, por meio de diários, cartas, arquivos perdidos e microfilmes — elementos que o pesquisador Henry Jenkins denomina “narrativa incorporada”. Muitos desses conteúdos são opcionais, mas fundamentais para uma compreensão mais profunda do worldbuilding. Soma-se a isso a “narrativa ambiental”, construída visualmente a partir dos espaços, quando vemos a cidade fantasma de Silent Hill ou o caos de Raccoon City e logo nos perguntamos: o que aconteceu aqui? Apesar de seus problemas, a primeira adaptação de Silent Hill (2006) demonstra grande respeito pela obra original, com um visual impactante e um elenco competente. Gans errou ao inserir elementos do segundo jogo em um filme cuja protagonista, Rose, não compartilha da mesma psique de James Sunderland. Na lógica interna da série, os monstros são manifestações mentais dos protagonistas, carregadas de simbolismo. O Pyramid Head, por exemplo, representa culpa, autopunição e violência reprimida em Silent Hill 2, mas acaba reduzido, nos filmes, a um monstro genérico e recorrente, esvaziado de sua função simbólica original. Em 2022, foi anunciada uma adaptação cinematográfica do beat ’em up Streets of Rage, sob responsabilidade de Derek Kolstad. É natural que o jogador — traumatizado pelas péssimas adaptações de Double Dragon (1994) e Street Fighter (1994) — questione se tudo aquilo que torna Streets of Rage único, em meio a tantos jogos de “briga de rua”, estará presente no filme. Quem interpretará o trio Axel, Blaze e Adam? Yuzo Koshiro retornará para assinar a trilha sonora, trazendo o house, o techno e o electro-punk que definem a atmosfera da série? As mecânicas de cooperação entre os protagonistas e o side switch com os inimigos serão representadas? E a “magia” arcade de invocar apoio policial a qualquer momento para eliminar inimigos com tiros de bazuca? Blaze será instrutora de dança e fã de lambada? Vale lembrar que a própria história do jogo permanece surpreendentemente atual como uma fantasia de vigilância urbana, ao abordar corrupção policial e a falência do Estado, colocando três ex-policiais em uma cruzada de justiça pelas próprias mãos para desmantelar o sindicato do crime. Jogos possuem mecânicas, e elas são elementos intrínsecos dessa mídia. Muitas vezes, a narrativa existe como um artifício para dar sentido e contexto a mecânicas específicas. A mecânica básica de Mario, por exemplo, é o pulo — afinal, seus jogos principais pertencem ao gênero plataforma. A desastrosa adaptação live action de 1993 tentou justificar essa mecânica com o uso de botas de salto (!!!). O resultado foi a substituição do tom mágico e fantasioso dos jogos por uma distopia industrial na versão em carne e osso de Mario e companhia. Antes de Hollywood eleger os quadrinhos como sua principal galinha dos ovos de ouro no início dos anos 2000, houve inúmeras tentativas de adaptação, entre acertos e — muitos — fracassos. Se por um lado tivemos Superman (1978) e Batman (1989), por outro enfrentamos Capitão América (1990), Spawn (1997) e Batman & Robin (1997). Os games trilharam um caminho semelhante nas telonas: Super Mario Bros. (1993), Double Dragon (1994), Street Fighter (1994), Mortal Kombat (1995), Tomb Raider (2001), Resident Evil (2002), Doom (2005), Hitman (2007), Max Payne (2008), Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (2008), Prince of Persia: The Sands of Time (2010), Assassin’s Creed (2016), Um Filme Minecraft (2025), entre muitos outros. Também houve o caso do diretor alemão Uwe Boll e sua sequência de adaptações desastrosas de games — mas isso fica para outro artigo. Christophe Gans ama a série Silent Hill e, enquanto artista, parte das melhores intenções — ainda assim, falha na execução. Isso evidencia que nem toda adaptação compreende ou respeita a linguagem do jogo. O fracasso recorrente das adaptações de games está justamente em tratá-los como matéria-prima bruta, e não como sistemas narrativos complexos e sofisticados. O êxito recente de The Last of Us

Bolsa Família não retira mulheres do mercado de trabalho, diz FMI

Bolsa Família não retira mulheres do mercado de trabalho, diz FMI

Um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) constatou que o programa do governo federal Bolsa Família não reduz a participação das mulheres na força de trabalho, a não ser para aquelas com crianças de até seis anos. Nesse caso, o mercado de trabalho encontra uma menor participação feminina, por conta das responsabilidades em casa, tarefas domésticas e cuidado com a família. Ainda de acordo com o estudo, as mulheres gastam em média dez horas a mais por semana no cuidado doméstico não remunerado do que os homens. O estudo mostra, ainda, que a presença das mulheres na força de trabalho é importante para o crescimento do país. Para se ter uma ideia, se a diferença da participação de homens e mulheres no mercado de trabalho caísse de 20 para 10 pontos percentuais, até 2033 o crescimento do país poderia aumentar meio ponto percentual. E são elas as responsáveis pela administração do dinheiro que entra em casa. Quase 85% das famílias que recebem o Bolsa Família são chefiadas por mulheres. São os filhos pequenos que acabam levando essas mulheres para fora do mercado de trabalho. Segundo o FMI, metade deixa de trabalhar fora até dois anos depois do nascimento do primeiro filho. A solução, segundo a pesquisa, é ampliar o acesso a creches, incentivar o trabalho remunerado e resolver as diferenças salariais. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/bolsa-familia-nao-retira-mulheres-do-mercado-de-trabalho-diz-fmi

Mais de 70 blocos agitam o carnaval de rua em Brasília

Mais de 70 blocos animam os foliões do Distrito Federal neste carnaval. Há diversão para todos os gostos e idades — do pop ao axé, do funk ao rock. Em Brasília, três grandes espaços terão programação de sábado (14) a terça-feira (17).   Na plataforma Carnaval Monumental, na área externa do Museu Nacional da República, a festa será comandada pelos blocos do Amor, das Montadas, Na Batida do Morro, Baile Bregue, Nave Pirata e As Leis de Gaga.  No Gran Folia 2026, na Esplanada dos Ministérios, a festa será comandada por diversos blocos, incluindo o Raparigueiros. No Setor Carnavalesco Sul — Circuito Brasília em Folia, no Setor Comercial Sul, os destaques são o Bloco Saly, System Safadown e Pagodão Delas.  Neste sábado, tem o tradicional Bloco das Vassourinhas de Brasília, com o frevo pernambucano e a Ala dos Garis. Tem ainda o Aparelhinho, com seu carro de som alegórico que reúne DJs e músicos, misturando música eletrônica a hits carnavalescos.  No domingo (15), a diversão é para a criançada, com os blocos Baratinha e Carnapati.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/mais-de-70-blocos-agitam-o-carnaval-de-rua-em-brasilia

Florianópolis sanciona Lei da Confiança e inaugura novo modelo de relação entre cidadão e poder público

Florianópolis deu um passo decisivo rumo à modernização administrativa nesta segunda-feira com a sanção da Lei da Confiança, em ato realizado no gabinete do prefeito Topázio Neto. A cerimônia reuniu autoridades estaduais e municipais e marcou um novo paradigma na gestão pública da capital catarinense, baseado na boa-fé, na eficiência e na simplificação de processos. De autoria do vereador Rafael de Lima, a nova legislação institui o princípio da confiança, substituindo a lógica de desconfiança da Administração Pública em relação ao cidadão. A norma passa a privilegiar a autodeclaração como procedimento padrão nos processos administrativos municipais, sempre que a lei autorizar, assegurada a posterior fiscalização e revisão técnica por parte do Município. O ato de sanção contou com a presença do presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Júlio Garcia, do deputado estadual Mário Motta, além do líder de governo na Câmara, da vice-prefeita, secretários municipais e representantes de diferentes setores da sociedade. O gabinete do prefeito ficou lotado, refletindo o interesse institucional e social pela mudança proposta. Segundo o autor da lei, o objetivo é tornar o Estado mais eficiente sem abrir mão da responsabilidade. “A fiscalização continua existindo, mas passa a ser mais estratégica e proporcional. Quem age corretamente não deve ser penalizado por uma burocracia excessiva”, destacou Rafael de Lima durante o evento. Inspirada em modelos internacionais de gestão pública, a Lei da Confiança busca reduzir entraves administrativos, agilizar licenças e autorizações e fortalecer um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, à inovação e à vida cotidiana do cidadão. A proposta dialoga com o perfil de Florianópolis como cidade criativa e tecnológica, que aposta em soluções modernas para desafios históricos da administração pública. Para o prefeito Topázio Neto, a sanção representa um avanço concreto na forma como o poder público se relaciona com a população. “Estamos institucionalizando a confiança como método de gestão, sem perder o rigor do controle. É um equilíbrio necessário para uma cidade que quer crescer com responsabilidade”, afirmou. Com a nova lei em vigor, Florianópolis sinaliza uma mudança cultural na gestão pública: menos burocracia, mais agilidade e uma relação mais cooperativa entre Estado e sociedade. (CMF, 10/02/2026) Publicado em 13 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/florianopolis-sanciona-lei-da-confianca-e-inaugura-novo-modelo-de-relacao-entre-cidadao-e-poder-publico/

Alckmin critica quebra de patentes de canetas emagrecedoras

Alckmin critica quebra de patentes de canetas emagrecedoras

Os projetos em tramitação no Congresso que preveem a quebra ou a prorrogação de patentes de medicamentos, como canetas emagrecedoras, não têm apoio do governo, disse nesta quinta-feira (12) o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Segundo ele, mudanças nas regras de propriedade intelectual geram insegurança jurídica e afastam investimentos. Notícias relacionadas: Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras. Reino Unido alerta para pancreatite associada a canetas emagrecedoras . A declaração foi dada após reunião com representantes da Interfarma, associação da indústria farmacêutica. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto de Lei 68/26, que permite o licenciamento compulsório – na prática, a quebra de patentes – de medicamentos como Mounjaro e Zepbound, conhecidos como canetas emagrecedoras. O texto pode ser votado diretamente no plenário. “A nossa posição é contrária. Nós precisamos de inovação, de previsibilidade e de investimentos. Quando você quebra a patente, você cria insegurança jurídica e afasta investimento”, afirmou Alckmin, em entrevista coletiva. Os medicamentos citados são indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. O projeto altera a legislação de propriedade intelectual para permitir a licença compulsória em casos de interesse público. O vice-presidente também se posicionou contra propostas que preveem a prorrogação do prazo de patentes. Para ele, a extensão além do período previsto em lei pode encarecer produtos e prejudicar diferentes setores da economia. “Nem quebrar patente, nem prorrogar prazo além do previsto. Prorrogar encarece o produto para o consumidor e afeta setores como saúde e agro. Precisamos de regras estáveis”, disse. Alckmin destacou ainda a redução do prazo médio de análise de pedidos no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), que, segundo ele, caiu de seis anos e dois meses, em janeiro de 2023, para quatro anos e quatro meses atualmente. A meta é alcançar dois anos, padrão considerado internacional. Carne e China O vice-presidente também comentou a decisão da China de estabelecer uma cota anual de cerca de 1,1 milhão de toneladas para a importação de carne. Em 2025, o Brasil exportou aproximadamente 1,7 milhão de toneladas ao mercado chinês. Segundo Alckmin, o governo brasileiro apresentou dois pedidos ao vice-presidente da China, Han Zheng, por meio da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban). O primeiro é a retirada da nova cota de embarques realizados antes de 1º de janeiro de 2026. O segundo é a possibilidade de que eventuais volumes não usados por outros países possam ser remanejados ao Brasil. “A demanda por carne é grande. Se algum país não preencher a cota, queremos ocupar esse espaço”, afirmou. Alckmin disse que aguarda resposta das autoridades chinesas e classificou como positiva a retirada da carne brasileira da lista de produtos sujeitos a sobretaxa anunciada pelos Estados Unidos. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/alckmin-critica-quebra-de-patentes-de-canetas-emagrecedoras

Floram participa de Programa Jogue Limpo com o Meio Ambiente, em parceria com o Governo do Estado

A Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SMMA) e do Departamento de Educação Ambiental (DEPEA), participou nesta quarta-feira (11) de uma ação do Programa Jogue Limpo com o Meio Ambiente, realizada na praia de Canasvieiras, no Norte da Ilha. O programa é promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE), e tem como objetivo engajar a população na preservação das praias. Durante a atividade, foram realizadas orientações e dinâmicas educativas com moradores e turistas, abordando o descarte correto de resíduos e a importância da conservação ambiental. A ação contou com a participação do projeto Floram Vai à Praia, organizado pelo DEPEA, que levou informações sobre programas e projetos ambientais desenvolvidos no município. A equipe promoveu interação com o público por meio de perguntas e conversas educativas, além de distribuir mudas de plantas, sacolas para resíduos, porta-bitucas e livrinho para colorir do Projeto CAPI Floripa. (PMF, 12/02/2026) Publicado em 13 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/floram-participa-de-programa-jogue-limpo-com-o-meio-ambiente-em-parceria-com-o-governo-do-estado/

Bloco de 90 anos é destaque no Carnaval maranhense

Longe dos palcos, camarotes, festas privadas e trios elétricos que recebem as atrações nacionais neste Carnaval em São Luís, no Maranhão, o boêmio bairro da Madre Deus será reduto dos grupos e blocos mais tradicionais da capital.  Noventa atrações vão animar o Carnaval no bairro. A partir desta sexta-feira até o próximo dia 17, o Circuito Vem Pra Madre vai receber cerca de 90 atrações, permitindo que os foliões se divirtam em três pontos diferentes: o Palco do Gavião; o Palco São Jorge e o Palco Ponto de Fuga. Serão seis a cada dia, considerando os três espaços, com as apresentações começando sempre às seis da tarde.  Blocos tradicionais, afros, alternativos, o tambor de crioula e os grupos de samba é que farão a festa para os foliões nestes 5 dias de programação. Nesta sexta-feira, o Carnaval começa no circuito com o Blocão do Nina, Bloco do Reggae Gdam, Tô Com Jhon, Blocão SDS, Bloco da Cruz e Bloco do Azedinho. No domingo, além das apresentações nos palcos, o destaque é o batizado do Bloco “Os Fuzileiros da Fuzarca”, que este ano comemora 90 anos de fundação, sendo considerado o bloco de carnaval mais antigo em atividade em São Luís. A batucada será a partir das quatro da tarde, na sede do bloco, que fica na rua Afrânio Peixoto. Depois dos 5 dias de carnaval, os moradores do bairro e foliões que não querem deixar a festa acabar já avisam que São João tá logo ali. No próximo dia 18, com concentração a partir das sete da manhã, no Largo do Caroçudo, acontece o tradicional “Boi de Cinzas”. Sob o ritmo das Matracas e pandeirões os amantes da cultura do Bumba Meu Boi fazem a festa pelas ruas do Bairro da Madre Deus, na primeira prévia junina de São Luís. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/bloco-de-90-anos-e-destaque-no-carnaval-maranhense

Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%

Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%

As vendas no comércio varejista fecharam 2025 com alta de 1,6%. Na passagem de novembro para dezembro de 2025, as vendas no setor variaram negativamente 0,4%. A média móvel trimestral variou positivamente 0,3% no trimestre finalizado em dezembro. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Notícias relacionadas: Governo publica programação do Orçamento em 2026. Carnaval seguro: Cadastur identifica empresas de turismo regulares. Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6×1. Segundo o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, o comércio varejista fechou 2025 com crescimento em relação a 2024, mas com uma amplitude menor. Ele explica que, no ano passado, o acumulado de ganhos chegou a 4,1%, um crescimento bem forte. Em 2025, fechou com 1,6%, mais ou menos no mesmo nível de crescimento registrado nos anos anteriores. Em 2023, foi 1,7%; em 2022, 1%; e em 2021, 1,4%. “O crescimento de 2025 foi razoavelmente distribuído, puxado pela farmacêutica, por móveis e eletrodomésticos e equipamentos para escritório, informática e comunicação, essa última fortemente influenciada pela forte desvalorização do dólar frente ao real, que ajudou nas vendas de produtos eletrônicos importados, como celulares e laptops”, avaliou Santos. De acordo com o IBGE, no comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em dezembro de 2025 caiu 1,2% frente a novembro, após alta de 0,6%. Com isso, o comércio varejista ampliado fechou 2025 acumulando alta de 0,1%. Segundo o gerente da pesquisa, o varejo ampliado não teve expansão em 2025 em relação a 2024, variando apenas 0,1%. “Isso se deve às perdas de setores importantes, como de revenda de veículos, motos, partes e peças (que havia tido um 2024 muito forte) e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve queda na distribuição de cereais e leguminosas, produtos ofertados normalmente nos Ceasas”, afirmou Santos. Sete das 11 atividades pesquisadas, no varejo ampliado, fecharam o ano positivamente : artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), móveis e eletrodomésticos (4,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), tecidos, vestuário e calçados (1,3%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e combustíveis e lubrificantes (0,6%).   “Pelo lado negativo, as quatros atividades que sofreram queda em 2025 foram veículos e motos, partes e peças (-2,9%), atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e material de construção (-0,2%)”, afirma o IBGE. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/vendas-no-comercio-varejista-fecham-2025-com-alta-de-16

Ao Rei Momo, a chave da cidade: Rio já está sob comando da Corte Real

O prefeito Eduardo Paes entregou nesta sexta-feira (13) as tradicionais chaves da cidade ao Rei Momo Danilo Vieira, marcando oficialmente a abertura do carnaval no Rio de Janeiro. A cerimônia aconteceu no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul da capital.   A Corte Real será a responsável por comandar a folia nos próximos dias, marcando presença nos principais eventos carnavalescos na cidade.  A abertura também contou com apresentações da bateria da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis, campeã do Carnaval do ano passado, e da banda da Guarda Municipal do Rio. O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, afirmou que o Carnaval está diretamente ligado à forma como o Rio construiu sua identidade e força. Além do Rei Momo, estiveram presentes na cerimônia Tia Surica; a Rainha do Carnaval 2026, Caroline Xavier; as Princesas Samara Trindade e Luana Fernandes; e a Corte LGBT+ do carnaval, composta pelo muso John Sorriso, pela musa Viviane Carvalho e também pela cidadã não-binária Wend. O evento teve, ainda, a participação da família Candonga, guardiã da chave da cidade entregue ao Rei Momo, e representantes das Associações das Velhas Guardas das escolas de samba cariocas. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/ao-rei-momo-chave-da-cidade-rio-ja-esta-sob-comando-da-corte-real