Petrobras investe em monitoramento sísmico em subsolo marinho

A Petrobras e os parceiros do Consórcio de Libra vão investir cerca de US$ 450 milhões ou R$ 2,2 bilhões, conforme o conversor de moedas do Banco Central, no que a petroleira classificou de “mais extenso” projeto de monitoramento sísmico mundial. De acordo com a companhia, essa tecnologia permite, em termos simples, a realização de um ultrassom do subsolo marinho e, com isso, pode identificar as estruturas geológicas e movimentações de fluidos como óleo, gás e água. Notícias relacionadas: Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos. Petrobras devolverá diferença de preço de leilão de gás. Petrobras destitui diretor de área que vendeu gás com 100% de ágio. Segundo a empresa, o sistema será responsável pelo monitoramento das atividades de produção de petróleo e gás nos FPSOs Guanabara (Mero 1) e Sepetiba (Mero 2). Os FPSOs são unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês. Os primeiros dados serão coletados no segundo trimestre de 2026. “O projeto inédito em águas profundas, trará dados que permitirão uma compreensão aprofundada do comportamento do reservatório e sua dinâmica ao longo do tempo. Isso permitirá um melhor gerenciamento, garantindo a máxima recuperação de petróleo dos reservatórios”, informou a Petrobras em nota. Campo de Mero O comportamento do reservatório do campo de Mero, na Bacia de Santos, será monitorado por meio de uma infraestrutura submarina integrada por uma rede de sensores e instrumentos ópticos. “Mero é um dos principais campos produtores de petróleo do Brasil e está em fase de implantação dos projetos e expansão da produção”, afirmou a empresa, acrescentando que “em janeiro de 2026, a produção ultrapassou os 680 mil barris por dia na média mensal, “reforçando sua relevância no cenário nacional”. Conforme a Petrobras, a instalação de uma rede deste tipo no leito marinho é chamada de Sistema de Monitoramento de Reservatórios Permanente ou PRM, na sigla em inglês. “Ao otimizar o gerenciamento dos campos, a tecnologia maximiza a produção de óleo sem aumento relevante de emissões, contribuindo assim para redução da pegada de carbono”. O projeto já está sendo realizado e a primeira fase, que corresponde à instalação de mais de 460 km de cabos com sensores ópticos, foi concluída em março deste ano. Essa quantidade de cabos cobre uma área de 222 km². Já para a segunda fase está sendo feita a construção de mais 316 km de cabos sismográficos. Eles vão cobrir outros 140 km² das áreas de produção dos FPSOs Duque de Caxias (Mero 3) e Alexandre de Gusmão (Mero 4). “Essa etapa será concluída no ano que vem”, disse a Petrobras. Os dados coletados do subsolo marinho serão recebidos pelos computadores a bordo das plataformas, mas, com o andamento do projeto, a previsão é que sejam enviados, por meio de fibra óptica, para a sede da Petrobras. Em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a companhia usará também a Inteligência Artificial para capturar informações continuamente do sistema PRM na área de Mero, “contribuindo com a pesquisa científica e segurança operacional do campo”. Segundo a empresa, “o campo de Mero está localizado no Bloco de Libra, pertencente ao consórcio de mesmo nome, e é operado por ela em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. Total Energies EP Brasil Ltda. CNPC, CNOOC Petroleum Brasil Ltda. e Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA que exerce papel de gestora do Contrato de Partilha de Produção e representa a União na área adjacente ao campo”. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/petrobras-investe-em-monitoramento-sismico-em-subsolo-marinho
Parque Nacional da Tijuca, no Rio, é o mais frequentado do país

O Parque Nacional da Tijuca, localizado em área urbana da cidade do Rio de Janeiro, no Alto da Boa Vista, consolidou-se em 2025, pelo 18º ano consecutivo, como o parque nacional mais frequentado do país, com o recorde histórico de 4.907.563 visitantes. Considerado um dos maiores parques urbanos do mundo, o parque é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que já investiu R$ 75 milhões em obras de modernização da área. Somente no Alto Corcovado, onde está instalada a estátua do Cristo Redentor, o fluxo saltou de 2,3 milhões em 2024 para mais de 2,8 milhões no ano passado. O parque pode ser acessado pelo Alto da Boa Vista, pelo bairro da Tijuca, ou pela Barra da Tijuca, entrando pela Estrada de Furnas ou então pelo Horto, onde existe um acesso alternativo, pela Rua Pacheco Leão, na zona sul da cidade. Este ano, serão inaugurados no Alto Corcovado três novos elevadores importados, além de um novo mirante com vista panorâmica para a cidade do Rio de Janeiro. Também estão previstas obras de recuperação e manutenção dos contrafortes, as grandes colunas que seguram a rocha onde está apoiado o platô de visitação do Alto Corcovado, e contenção de encostas à beira da histórica linha férrea e das estradas de acesso ao Corcovado. O restaurante histórico A Floresta está em recuperação e serão reformados os alojamentos que recebem pesquisadores de vários pontos do país e o fortalecimento da brigada de incêndio do parque. Os pontos mais famosos do Parque Nacional da Tijuca são a Floresta da Tijuca, o Cristo Redentor, o Mirante Dona Marta e a Vista Chinesa. A floresta é fundamental para o ecossistema urbano do Rio de Janeiro, sendo uma das maiores florestas urbanas replantadas do mundo. Ela regula a temperatura local, reduzindo-a em até 4ºC a 6ºC, protege encostas contra deslizamentos, mantém a qualidade do ar, preserva a biodiversidade da Mata Atlântica e protege recursos hídricos. De acordo com a chefe do Parque Nacional da Tijuca, Viviane Lasmar Pacheco, a gestão pelo ICMBio prioriza o interesse público para que patrimônios como o Alto Corcovado e a Floresta da Tijuca, continuem pertencendo a todos os brasileiros. “No Corcovado, as obras em andamento asseguram uma modernização tecnicamente rigorosa e mais inclusiva. É importante lembrar que a União protege esta área há mais de 160 anos. Por isso, estamos trabalhando muito para unir a conservação da Mata Atlântica em todas as áreas do parque com uma infraestrutura de visitação que eleve a qualidade da experiência do visitante”, disse. Agência Brasil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/parque-nacional-da-tijuca-no-rio-e-o-mais-frequentado-do-pais/
Anthropic prepara feature para “brigar” com Lovable, dizem fontes – SantoTech Anthropic prepara feature para “brigar” com Lovable, dizem fontes

A Anthropic está desenvolvendo uma ferramenta de criação de aplicativos por linguagem natural dentro do Claude, movimento que coloca a empresa americana em rota de colisão direta com a Lovable, startup sueca que se tornou um dos nomes mais badalados dos últimos tempos. Conforme reportou o site inglês Sifted, imagens vazadas no X mostram o que parece ser um construtor de apps integrado ao chat, capaz de gerar desde chatbots e álbuns de fotos até landing pages a partir de prompts simples. “Eles estão vindo atrás de tudo”, diz o post. Se confirmado, o recurso transforma o Claude numa plataforma completa no-code de criação de aplicações, disputando diretamente o espaço que a Lovable vem construindo desde 2023, quando foi fundada pelos suecos Anton Osika e Fabian Hedin. A startup de Estocolmo cresceu rápido e captou US$ 330 milhões em dezembro passado a uma avaliação de US$ 6,6 bilhões, mais do que triplicando o valuation registrado em julho de 2025. Entre os investidores estão Accel, Creandum, Evantic e a CapitalG, braço de venture do Google. A head de growth da Lovable, Elena Verna, já havia sinalizado que a ameaça real não vinha de outras startups de vibe-coding, mas das big techs. “Eu sempre me preocupo com os grandes do mundo”, disse ela no podcast 20VC no mês passado. “OpenAIs, Anthropics, Googles, Apples — mais do que os concorrentes que surgem por baixo ou pelos lados””, disse Elena, quase profética. Do lado da Lovable, a resposta ao avanço das grandes empresas passa por escala e consolidação. O CEO Anton Osika anunciou recentemente no X que a empresa está em busca de “mais times e startups para se juntar à Lovable” e contratou Théo Daniellot, veterano de Revolut e Ledger, para liderar a estratégia de fusões e aquisições. Já pelo lado da Anthropic, caso o movimento seja confirmado, não seria uma surpresa. Nos últimos tempos, a dona do Claude já acenou em novas direções com o seu produto. No começo do ano, ela lançou uma ferramenta jurídica dentro do Claude Cowork, sua plataforma enterprise. Especializada na automação de revisão de contratos, triagem de NDAs e fluxos de compliance, o produto preocupou colocou diversas legaltechs em alerta. Procurada pelo Sifted para comentar os vazamentos, tanto a Anthropic quanto a Lovable não comentaram o assunto. fonte: startups.com.br fonte https://santotech.com.br/anthropic-prepara-feature-para-brigar-com-lovable-dizem-fontes/
Prefeitura de Florianópolis prevê concessão de mais de 600 espaços públicos
Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 13/04/2026) A prefeitura de Florianópolis preparou um projeto de lei que autoriza a concessão de mais de 600 espaços públicos em todas as regiões da cidade. O objetivo, segundo o prefeito Topázio Neto (Podemos), é qualificar as áreas, hoje ociosas ou subutilizadas, com foco na melhoria da infraestrutura urbana, segurança e manutenção permanente. “São espaços que continuarão gratuitos para a população, mas com mais atrativos, infraestrutura e segurança”, afirma Topázio. Na lista, estão pontos como os mirantes da Lagoa da Conceição e do Morro da Cruz, a praça do Carianos e o Parque de Coqueiros. A proposta também prevê pontos de concessão na Beira-Mar Continental (foto) e Beira-Mar Norte. O texto, que ainda passa por pequenos ajustes, deve ser encaminhado à Câmara de Vereadores ainda nesta segunda-feira (13). Depois do aval do Legislativo, a Secretaria Municipal de Licitações, Contratos e Parcerias vai lançar os primeiros editais com as regras que vão valer para os espaços selecionados. “Há uma série de critérios urbanísticos que precisarão ser cumpridos para esses equipamentos urbanos. Por exemplo, os espaços não poderão ser ocupados mais que 5% com construções, pois o foco é a ativação dos espaços públicos com maior atratividade para a permanência das pessoas, trazendo mais segurança para os espaços públicos”, explica Ivanna Tomasi, Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano. “São práticas comuns em países desenvolvidos, que movimentam a vida da cidade, atraem negócios e geram turismo. Após as definições, faremos a seleção das empresas por meio de licitação, seguindo critérios técnicos e legais, assegurando transparência e competitividade no processo”, afirma Katherine Schreiner, secretária de Licitações, Contratos e Parcerias. Algumas regras vão valer para todas as áreas, como a instalação de câmeras de vigilância – com imagens compartilhadas com os órgãos de segurança – banheiro público e disponibilização de wi-fi gratuito aos frequentadores. Por conta desse projeto amplo de concessões, o município deve pedir a prrorrogação do prazo acertado com o Ministério Público para regularização dos quiosques, que está em andamento desde o ano passado. Publicado em 14 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/prefeitura-de-florianopolis-preve-concessao-de-mais-de-600-espacos-publicos/
Serviços avançam 0,1% em fevereiro, patamar recorde da série histórica

O volume de serviços do país cresceu 0,1% em fevereiro, em relação a janeiro deste ano. O resultado está relacionado a altas nas atividades de Informação e Comunicação (1,1%), com destaque para os serviços de TI e Transportes (0,6%), influenciado pelo transporte rodoviário de cargas (0,9%), registrando patamar recorde da série histórica. Frente a fevereiro de 2025, o volume de serviços cresceu 0,5%, seu 23º resultado positivo consecutivo. O acumulado nos últimos 12 meses foi de 2,7%. Notícias relacionadas: Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE . Setor de serviços cresce 0,3% em janeiro e volta ao nível recorde. Inflação oficial chega a 0,88% em março, diz IBGE . Os dados constam da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O analista Luiz Carlos de Almeida Junior explica que os serviços de informação e comunicação foram os que mais impactaram o resultado na variação contra o mês imediatamente anterior e na variação contra o mesmo período do ano passado. “Esse protagonismo do setor de informação e comunicação vem se consolidando desde o período pós-pandemia, influenciando o ritmo do setor de serviços como um todo”, disse . Segundo o IBGE, em fevereiro, três das cinco atividades investigadas na PMS cresceram. Além de Informação e Comunicação e Transportes, a outra expansão do mês ficou com os serviços prestados às famílias (1,4%), que se recuperou da perda de 0,5% registrada em janeiro e apresentou a taxa mais intensa desde março de 2025 (1,8%). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Baixa Em contrapartida, os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,3%) registraram a terceira taxa negativa seguida, período em que acumulou uma perda de 0,7%. Também no campo negativo, os outros serviços (-0,4%) devolveram parte do ganho observado em janeiro (3,6%). Transportes Segundo Luiz Carlos, os Transportes cresceram 0,6% na comparação com o mês anterior puxados de forma positiva principalmente pelo transporte rodoviário de cargas, atividades relacionadas a logística e armazenamento de cargas e o transporte metroferroviário de passageiros; e pelo lado negativo pelo transporte aéreo de passageiros. “Ao analisarmos este mesmo tipo de comparação com uma ótica do tipo de uso vemos que na passagem de janeiro para fevereiro de 2026 o transporte de cargas mostrou um crescimento de 0,9%, enquanto o transporte de passageiros assinalou estabilidade (0,0%)”, explicou o analista da pesquisa do IBGE. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/setor-de-servicos-avanca-01-em-fevereiro-patamar-recorde-da-serie
Festival no interior do Pará celebra o fenômeno natural da Pororoca

A Pororoca é um fenômeno natural comum na região amazônica. Ela consiste no encontro das águas doce e salgada, forma ondas gigantes de até quatro metros que sobem o leito do rio, sendo a maior onda fluvial do mundo, com intenso estrondo e impacto na margem. Esse show que a natureza dá se tornou a atração principal de um festival em São Domingos do Capim, que propõe dias de emoção e cultura com iniciativas que enaltecem a identidade local. Orivaldo Bateria, prefeito de São Domingos do Capim, destaca a particularidade desse município do nordeste paraense. “São Domingos do Capim tem uma particularidade porque lá é o encontro dos dois rios, o rio Guamá e o rio Capim. E é um fenômeno que acontece em alguns meses do ano, que é influenciado pela tábua de maré, pela lua. E agora, em 2026, a gente tem o fenômeno acontecendo no período que a gente vai fazer o festival. Então é o momento para as pessoas conhecerem, para ver como é que essa onda nasce. Eu falo que é até difícil da gente explicar como é a Pororoca. Só tu vivenciando e vendo esse fenômeno de perto, que é um fenômeno natural. A onda da Pororoca ela surge e ela tem um percurso ali no Mirante do Barriga e na Ilha do Tóyo de quase dois quilômetros onde o pessoal consegue surfar”. A Pororoca é um momento especial, uma onda que acontece uma vez ao dia e uma vez à noite. O evento vai acontecer na Arena Pororoca e conta com várias apresentações culturais, acessibilidade, esporte, como campeonato de surf, trilha de bike, jet ski, skate, futebol de areia e vôlei de areia. Também conta com competições de decoração de rabetas e o concurso de Garoto e Garota Pororoca. A edição anunciada vai ocorrer entre 16 e 19 de abril deste ano, 2026. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/festival-no-interior-do-para-celebra-o-fenomeno-natural-da-pororoca
Porto Alegre abre a 28ª edição do Palco Giratório

O Serviço Social do Comércio (Sesc) lança nesta terça-feira (14), em Porto Alegre (RS), a 28ª edição do Palco Giratório, maior projeto de circulação de artes cênicas no Brasil. Participarão ao todo 16 grupos de teatro, dança, circo de 12 estados que percorrerão, até o final do ano, 113 cidades de 23 unidades da Federação. Segundo o gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, Leonardo Minervini, 16 grupos vão circular o país com 381 apresentações e 164 ações formativas, englobando oficinas, pensamentos giratórios, que são encontros, palestras, formações, intercâmbios. “O Palco Giratório tem um olhar para todos os públicos e todas as idades, para todas as pessoas interessadas em conhecer, ter contato e se aprofundar sobre a produção das artes no Brasil e, de uma maneira mais ampla, com as manifestações culturais brasileiras”, afirmou Minervini. Questões contemporâneas De acordo com o gerente interino, o circuito sempre inclui espetáculos que falam sobre experiências de vida e levam os temas para debate. “A gente tem vivências sensíveis, e a arte, por meio do teatro pode abordar temas que, muitas vezes, são complexos e questionam determinadas situações sociais. Também temos afirmações de identidade por meio de manifestações que circulam no palco giratório. São temas densos, complexos, mas abordados de maneira muito cuidadosa e inteligente”. Leonardo Minervino afirma que o objetivo principal do Palco Giratório este ano é proporcionar ao público “um olhar inteligente, sensível e participativo” para uma série de questões sociais contemporâneas. O circuito começa amanhã (15), em Porto Alegre, com o espetáculo Frankinho – uma história em pedacinhos, do Rio Grande do Sul, dirigida à infância. Trata-se de uma história inspirada na obra Frankenstein, da escritora Mary Shelley. O espetáculo do coletivo gaúcho aproxima arte e ciência para estimular a criatividade do público. O circuito segue da capital gaúcha para Pernambuco e, depois, Santa Catarina. A maioria dos espetáculos tem indicação etária livre ou a partir de 14 anos. “Por isso a gente fala que é um projeto cuja circulação aborda todos os públicos”. Homenagem A edição do Palco Giratório 2026 vai homenagear o grupo Sobrevento, referência internacional no teatro de animação, que está completando 40 anos. O grupo foi criado no Rio de Janeiro e está radicado em São Paulo, onde mantém atividades sem interrupção. “É uma forma de homenagear quem já está há muitos anos na cena; quem faz a diferença, quem transforma também as artes cênicas no Brasil e que serve de inspiração para tantos grupos, para tantos públicos, tantos fazedores de cultura.” O Sobrevento apresentará o espetáculo de animação Para Mariela, que aborda de maneira sensível e poética os sonhos de uma vida simples e os desafios da imigração, a partir de histórias reais de crianças bolivianas. Curadoria nacional A escolha dos trabalhos artísticos foi feita pela curadoria nacional do Sesc. Em cada departamento regional, o Sesc tem uma profissional que atua com arte cênica, compõe a rede de curadoria e assiste mais de 150 espetáculos para definir os trabalhos artísticos que vão circular. “Então, é fruto de muito trabalho coletivo e de muita diversidade de olhares para a cena contemporânea brasileira, não só centrado em um determinado estado, uma região do Brasil, mas com representatividade territorial do país.” Alguns estados, como Rio Grande do Sul e Pernambuco, incluem em festivais espetáculos dos 16 grupos artísticos. Outros fazem mostras, que são recortes dos grupos participantes da nova edição do Palco Giratório. Cada estado tem autonomia para compor a programação. “Junto com esses grupos que vão circular pelo Brasil, a gente tem grupos locais,porque o Palco Giratório é, por essência, um projeto de intercâmbio das artes cênicas”, disse Leonardo Minervini. Manifestações artísticas realizadas no ano passado pelo Sesc reuniram 33 milhões de espectadores no país. Agência Brasil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/porto-alegre-abre-a-28a-edicao-do-palco-giratorio/
Desafio de Acesso à Justiça impulsiona iniciativas que promovem direitos e cidadania no Brasil – até 250k em projetos

O Instituto Mattos Filho realiza anualmente o Desafio de Acesso à Justiça, uma iniciativa que busca incentivar projetos capazes de ampliar o acesso ao sistema jurídico no Brasil, especialmente para populações em situação de vulnerabilidade. O programa, desenvolvido em parceria com a consultoria ponteAponte, também atua como um hub de conexões entre organizações, coletivos e especialistas que trabalham com direitos humanos, cidadania e democracia. 💡 Mais de R$ 1 milhão já investidos em inovação social Desde sua criação, o Desafio já distribuiu mais de R$ 1 milhão para iniciativas em todo o país, premiando projetos com potencial de impacto social e transformação estrutural. Na edição mais recente, o programa destinou cerca de R$ 250 mil para projetos selecionados, reforçando o papel da iniciativa como catalisadora de soluções inovadoras no campo jurídico e social. 🤝 Quem pode participar O Desafio é aberto a uma ampla diversidade de atores do ecossistema: Pessoas físicas Coletivos e movimentos sociais Organizações da sociedade civil Redes e alianças Grupos acadêmicos e universidades A diversidade de perfis fortalece o caráter colaborativo da iniciativa e amplia o alcance das soluções propostas. 📊 Critérios e impacto das iniciativas Os projetos inscritos são avaliados com base em critérios como: Capacidade de ampliar o acesso à Justiça Potencial de impacto social Efetividade das soluções propostas As iniciativas premiadas atuam em diferentes frentes, como: Defesa de direitos de populações negras e indígenas Apoio a vítimas de violações de direitos humanos Combate ao racismo e à desigualdade estrutural Assistência jurídica gratuita e educação em direitos ⚠️ O desafio estrutural do acesso à Justiça Segundo o Instituto, o conceito de acesso à Justiça vai além do Judiciário e inclui também fatores como desigualdade social, acesso à informação e educação jurídica. Na prática, isso significa priorizar pessoas que: Tiveram seus direitos violados Não possuem recursos financeiros Não têm acesso à informação ou assistência jurídica O desafio busca justamente reduzir essas barreiras por meio de soluções inovadoras e escaláveis. 🌍 Um movimento que fortalece o ecossistema de impacto Mais do que uma premiação, o Desafio de Acesso à Justiça se consolida como uma plataforma de inovação social, promovendo: ➡️ Integração entre atores do sistema de justiça➡️ Fortalecimento da sociedade civil➡️ Ampliação do acesso a direitos fundamentais➡️ Desenvolvimento de soluções replicáveis O programa evidencia como iniciativas colaborativas podem gerar impacto sistêmico e contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. fonte https://santotech.com.br/desafio-acesso-justica-instituto-mattos-filho/
Homenagem na entrada da cidade reforça chancela de Florianópolis como Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia

Reconhecimento destacado em um dos acessos à Capital relembra uma conquista articulada pela FloripAmanhã e reforça a importância da gastronomia para o desenvolvimento da cidade. A entrada de Florianópolis passou a abrigar uma homenagem à chancela de Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia, um reconhecimento internacional que projeta a cidade no cenário global. A iniciativa reforça, para moradores e visitantes, uma conquista que passou a integrar a identidade da Capital. Florianópolis foi oficialmente incorporada à Rede Mundial de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na área da Gastronomia, em 2 de dezembro de 2014. A conquista foi resultado de uma articulação liderada pela FloripAmanhã, em parceria com a Prefeitura de Florianópolis e outras entidades, com o objetivo de posicionar a cidade em uma rede internacional voltada ao desenvolvimento sustentável por meio da criatividade. Desde então, a FloripAmanhã coordena o programa Florianópolis Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia, que atua para ampliar a visibilidade da cidade, fortalecer o setor turístico e gastronômico local e estimular ações conectadas à cultura, à economia criativa e ao desenvolvimento socioeconômico. Mais do que um título, a chancela representa uma plataforma de oportunidades para Florianópolis, ao valorizar sua identidade, qualificar sua presença no cenário internacional e ampliar as possibilidades de intercâmbio com outras cidades da rede. Reconhecimento que fortalece a identidade e a visibilidade da cidade A importância desse reconhecimento também está na valorização da cultura local. A gastronomia de Florianópolis expressa modos de fazer, tradições, ingredientes, práticas produtivas e referências que fazem parte da história da cidade. Preservar esse patrimônio e, ao mesmo tempo, criar condições para sua renovação é um dos sentidos do programa coordenado pela FloripAmanhã. Ao integrar a Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO, Florianópolis passou a contar com um ambiente mais amplo de troca de experiências, circulação de boas práticas e construção de projetos em parceria com outras cidades. Esse trabalho em rede fortalece ações estratégicas para o turismo, a cultura e a gastronomia, além de contribuir para consolidar a criatividade como vetor de desenvolvimento. Uma trajetória de articulação, intercâmbio e valorização da gastronomia local A trajetória da FloripAmanhã no programa começou antes mesmo da conquista da chancela. Em 2010, a entidade iniciou a estruturação técnica da candidatura, com pesquisas sobre a oferta qualificada de produtos e serviços da gastronomia local e a elaboração do dossiê que sustentou a inscrição de Florianópolis na rede. Após um processo de articulação e mobilização de parceiros, a cidade conquistou o reconhecimento em 2014 e passou a desenvolver, sob coordenação da FloripAmanhã, uma agenda de fortalecimento do setor, com oficinas, pesquisas, debates e ações voltadas à integração entre gastronomia, turismo, cultura, design e economia criativa. Ao longo dos anos, essa atuação também levou Florianópolis ao circuito de intercâmbio entre cidades criativas, com participação em reuniões, fóruns e encontros nacionais e internacionais, além da criação de iniciativas como o Observatório da Gastronomia e a Confraria do Programa Florianópolis Cidade Criativa UNESCO da Gastronomia. Essa trajetória mostra a continuidade de um trabalho que conecta articulação local, troca de experiências e valorização da identidade cultural da cidade, consolidando a gastronomia como patrimônio e como instrumento de desenvolvimento econômico, cultural e turístico. Marco visual renova lembrança de uma conquista coletiva A homenagem instalada na entrada da cidade renova a lembrança pública dessa conquista e reforça o valor estratégico da gastronomia para Florianópolis. Ao destacar esse reconhecimento em um dos principais acessos da Capital, a iniciativa ajuda a afirmar que a chancela não se resume a um marco institucional, mas representa um ativo importante para o presente e para o futuro da cidade. No caso de Florianópolis, esse reconhecimento também traduz uma construção coletiva, baseada na articulação entre poder público, iniciativa privada, academia, profissionais do setor e sociedade civil. É nesse ambiente de cooperação que a FloripAmanhã mantém sua atuação como coordenadora do programa, contribuindo para que a gastronomia siga como uma das expressões da identidade da cidade e como uma frente estratégica para seu desenvolvimento. Publicado em 14 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/homenagem-na-entrada-da-cidade-reforca-chancela-de-florianopolis-como-cidade-criativa-unesco-da-gastronomia/
Viva Maria: Coletivo Croa leva pulsação do carimbó para o Sul do país

O intercâmbio cultural entre a Amazônia e o Rio Grande do Sul marca o início de um dos maiores projetos de circulação artística do Brasil. O Coletivo Croa, grupo paraense com 12 anos de estrada, desembarca em Porto Alegre esta semana para apresentar o espetáculo “Corpos de Tambor”. A performance é uma das 16 selecionadas para a 28ª edição do Palco Giratório (Sesc), que em 2026 prevê uma maratona cultural impressionante. Serão 113 cidades visitadas em todas as regiões, 381 apresentações ao longo do ano, 164 ações formativas (oficinas e debates). O espetáculo “Corpos de Tambor” é uma imersão na cultura paraense, onde a música e a dança não se separam. Segundo Renan Rosário, diretor artístico do grupo, a obra nasce de uma pesquisa profunda sobre a sonoridade amazônica e a relação do indivíduo com o ritmo. “Entendemos que o corpo tem uma pulsação própria. É como se tivéssemos um tambor interno que toca dentro da gente”, explica Renan. Um dos grandes diferenciais do coletivo é o domínio técnico: os artistas tocam instrumentos percussivos e dançam simultaneamente. A trilha sonora é inteiramente autoral e utiliza o curimbó (tambor de Carimbó), instrumento símbolo da identidade do Pará. Além da performance no palco, o grupo participa do “Pensamento Giratório”, um momento de intercâmbio onde o público pode conhecer os bastidores da pesquisa cênica e audiovisual desenvolvida pelo Coletivo Croa na Amazônia. Apesar de já ter passado por Salvador e diversas regiões do Arquipélago do Marajó, esta é a primeira vez que o espetáculo circula pela região Sul do país. Para Renan, levar o tambor da “cidade das mangueiras” para Porto Alegre é uma oportunidade de conectar diferentes brasis através da arte independente. O projeto Palco Giratório segue com atividades na capital gaúcha até sexta-feira (17), servindo como o ponto de partida para a turnê nacional que se estenderá até o final de 2026. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/viva-maria-coletivo-croa-leva-pulsacao-do-carimbo-para-o-sul-do-pais
