Governo anuncia mais de R$ 10 bi em investimentos nos setores de portos, aeroportos e hidrovias em seis meses

Governo anuncia mais de R$ 10 bi em investimentos nos setores de portos, aeroportos e hidrovias em seis meses

Nos seis primeiros meses da atual gestão, o volume aproximado de novos investimentos anunciados nas áreas de portos, aeroportos e hidrovias superou os R$10 bilhões. As ações englobam as cinco regiões. Confira: SETOR AÉREO – A movimentação de passageiros nos aeroportos brasileiros registrou o melhor primeiro semestre dos últimos oito anos. Mais de 43,8 milhões de pessoas passaram pelos terminais, alta de 15% em relação ao mesmo período de 2022. Um dos novos projetos para o setor, o “Voa Brasil” busca ampliar o universo de brasileiros com acesso ao transporte aéreo. O programa vai oferecer bilhetes de até R$ 200, na baixa temporada, para um público inicial formado por aposentados e pensionistas do INSS. Tudo isso sem qualquer tipo de subsídio por parte do governo, utilizando somente assentos ociosos nos voos domésticos. Na aviação regional, a meta é que 100 aeroportos em todo o país sejam qualificados para operar voos regulares até 2026. Já foram autorizados mais de R$ 100 milhões em repasses para a revitalização de aeroportos públicos, a maior parte com foco na aviação regional: estão na lista Linhares (ES), Guarujá (SP), Cáceres (MT), Serra Talhada (PE) e Conselheiro Lafaiete (MG). Também foram inauguradas salas multissensoriais nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). Os espaços são planejados com o objetivo de ampliar a inclusão e trazer mais tranquilidade às pessoas autistas que utilizam os terminais. SETOR PORTUÁRIO – A movimentação do setor portuário cresceu 4,4% nos primeiros cinco meses do ano em comparação ao mesmo período de 2022. O volume total de cargas transportadas através dos portos brasileiros foi de 495,8 milhões de toneladas, de acordo com Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). O túnel submerso Santos-Guarujá, anunciado como prioridade pelo Governo Federal e pelo ministro do setor, Márcio França, deve ter início em 2024. O túnel, que terá cerca de 1,7 quilômetro de extensão, vai beneficiar cerca de 70 mil pessoas. Outro anúncio importantes no período foi o desconto nas tarifas cobradas nos Portos de Santos, da PortosRio (RJ), de Ilhéus (BA) e do Rio Grande (RS). O destaque dos investimentos no setor foi a assinatura de seis contratos de adesão no valor total de R$ 8,2 bilhões, referentes à autorização de novas instalações portuárias nos estados do Rio Grande do Norte, Pará, São Paulo, Rio de Janeiro, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Oito termos aditivos foram assinados com portos dos estados de Maranhão, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro e Amazonas, com valor total de R$ 628,4 milhões. HIDROVIAS – O montante de recursos liberados pela União para o modal hidroviário chegou a R$177 milhões no primeiro semestre de 2023, de acordo com levantamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). De janeiro a maio, o fluxo de cargas em embarcações que navegam pelos rios cresceu 6,5% e chegou a 51,2 milhões de toneladas, na comparação com os cinco primeiros meses de 2022. Os dados são da ANTAQ. Desde o início do ano, o Governo Federal anunciou quase R$ 50 milhões para obras de dragagem em rios considerados estratégicos para o transporte de cargas, em diferentes regiões. O destaque é a conclusão da dragagem da hidrovia do Rio Madeira (R$ 45,6 milhões), considerada uma das mais estratégicas do eixo logístico da região Amazônica. No quadro de obras em andamento, o destaque é a retomada da derrocagem de um trecho do canal de Nova Avanhandava, no rio Tietê, em São Paulo. O trabalho consiste na extração de rochas para garantir o aprofundamento do canal e viabilizar a navegação e o transporte de cargas ao longo do rio. O repasse do governo no período foi de R$ 98,7 milhões. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2023/07/governo-anuncia-mais-de-r-10-bi-em-investimentos-nos-setores-de-portos-aeroportos-e-hidrovias-em-seis-meses

Vulnerabilidade no MongoDB entra no radar como possível causa do ataque ao Rainbow Six Siege

Créditos da Imagem: Ubisoft

O Rainbow Six Siege (R6), da Ubisoft, foi atingido por um incidente de segurança que permitiu que hackers abusassem de sistemas internos para banir e desbanir jogadores, forjar mensagens no “ban ticker” (o feed de punições exibido no jogo) e conceder grandes quantidades de moeda e itens para contas em escala global. Relatos de jogadores e capturas de tela compartilhadas nas redes indicam que os invasores conseguiram, entre outras ações, desbloquear todos os cosméticos do jogo incluindo skins restritas a desenvolvedores e distribuir aproximadamente 2 bilhões de R6 Credits e Renown. Seems like R6 is completely fucked. It’s unreal how bad. Hackers have done the following. 1. Banned + unbanned thousands of people.2. Taken over the ban feed can put anything.3. Gave everyone 2 billion credits + renown.4. Gave everyone every skin including dev skins. — KingGeorge (@KingGeorge) December 27, 2025 O impacto chama atenção principalmente pelo valor econômico associado aos R6 Credits, que são vendidos por dinheiro real na loja da Ubisoft. Pela precificação informada no próprio ecossistema do jogo (ex.: 15.000 R6 Credits por US$ 99,99), a distribuição de 2 bilhões de créditos equivaleria, em termos de “valor de tabela”, a cerca de US$ 13,33 milhões em moeda virtual concedida indevidamente. Na manhã de sábado, por volta de 9h10, a conta oficial de Rainbow Six Siege no X (antigo Twitter) reconheceu o problema e informou que equipes estavam trabalhando para resolver a falha. Pouco depois, a Ubisoft derrubou intencionalmente o Siege e o Marketplace para conter o incidente e acelerar a correção. We’re aware of an incident currently affecting Rainbow Six Siege. Our teams are working on a resolution. We will share further updates once available. — Rainbow Six Siege X (@Rainbow6Game) December 27, 2025 Em uma atualização posterior, a empresa afirmou que jogadores não seriam punidos por terem gasto os créditos recebidos, mas avisou que faria um rollback (reversão) de todas as transações realizadas desde 11:00 (UTC). A Ubisoft também disse que não gerou as mensagens exibidas no ban ticker e que o recurso já havia sido desativado anteriormente. Até o momento descrito no texto, o jogo ainda enfrentava instabilidade com servidores fora do ar, e a empresa não havia publicado um comunicado técnico detalhando como a brecha aconteceu, nem respondeu aos pedidos de esclarecimento citados. Além do abuso visível dentro do jogo, circularam rumores não confirmados de que o caso poderia ser parte de uma invasão mais ampla na infraestrutura da Ubisoft. Segundo relatos atribuídos ao grupo de pesquisadores VX-Underground, hackers teriam alegado acesso a servidores da empresa usando uma suposta vulnerabilidade recente do MongoDB apelidada de “MongoBleed” (CVE-2025-14847). A falha, de acordo com as alegações, permitiria que invasores sem autenticação vazassem conteúdo de memória de instâncias expostas do banco de dados, abrindo caminho para a exposição de credenciais e chaves de autenticação. Também foi citado que já existiria um PoC público capaz de procurar segredos em servidores MongoDB expostos. O texto ainda menciona a possibilidade de múltiplos grupos hackers, não necessariamente relacionados, terem mirado a Ubisoft ao mesmo tempo: um grupo teria manipulado punições e inventário do Siege sem acesso a dados de usuários; outro teria usado a falha para pivotar até repositórios internos e alegar roubo de código-fonte histórico; um terceiro teria supostamente capturado dados de usuários e tentaria extorquir a empresa; e um quarto contestaria partes dessas alegações. No entanto, o ponto central é que essas afirmações não foram verificadas de forma independente e, até aqui, o único fato confirmado publicamente (com base no texto fornecido) é o abuso dentro do Rainbow Six Siege, sem evidências públicas de um comprometimento maior envolvendo código-fonte ou dados de clientes. FONTE: CYBERSECBRAZIL fonte https://santotech.com.br/vulnerabilidade-no-mongodb-entra-no-radar-como-possivel-causa-do-ataque-ao-rainbow-six-siege/

Reforma tributária entra em fase de testes em 2026

Reforma tributária entra em fase de testes em 2026

O ano de 2026 marca uma virada histórica no sistema tributário brasileiro. A partir desta quinta-feira (1º), começa oficialmente o início da transição da reforma tributária sobre o consumo, com a entrada em operação do novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual. Embora a Receita Federal classifique 2026 ano como um “ano de testes”, o contribuinte que emite notas fiscais deve estar atento. Não se trata de uma simulação: haverá movimentação financeira real, emissão de notas fiscais com novos campos obrigatórios, adaptação de sistemas e impactos diretos na rotina de empresas, produtores rurais, importadores e, em alguns casos, pessoas físicas. Notícias relacionadas: Reforma tributária: veja o que muda com o projeto aprovado pela Câmara. Câmara aprova texto para regulamentar pontos da reforma tributária. Na prática, este ano funcionará como um grande ensaio geral antes da substituição definitiva de cinco tributos. Desse total, três são federais: o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é administrado pelos estados; e o Imposto sobre Serviços (ISS), pelos municípios. Esses cinco tributos começarão a ser extintos em 2027, mas haverá uma alíquota de teste em 2026. O PIS, a Cofins e o IPI darão origem à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). O ICMS e o ISS darão origem ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A soma da CBS e do IBS resultará no IVA Dual. Neste ano, haverá uma alíquota de teste de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, que serão deduzidas dos tributos atuais. A partir de 2027, os cinco tributos sobre o consumo serão gradualmente extintos, enquanto as alíquotas de CBS e de IBS subirão. A seguir, veja o que começa a valer em 2026 e quais providências os contribuintes precisam tomar: Mudanças em 2026 Primeiro ano de operação prática do novo sistema; Início da transição com movimentação financeira real; Tributos atuais continuam existindo em paralelo; Extinção gradual de PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI começa em 2027 Ano-chave para ajustes tecnológicos e fiscais Cobrança do IVA Dual em caráter de teste Alíquota total de 1%: 0,9% de CBS (federal); 0,1% de IBS (estadual e municipal). O valor pago não representa aumento efetivo de carga tributária. O montante recolhido a título de CBS e IBS será compensado com o que a empresa já paga de PIS e Cofins. Na prática, a empresa paga o novo imposto, mas desconta o mesmo valor dos tributos antigos, mantendo o desembolso total inalterado em 2026. Mudanças nas notas fiscais Mesmo com alíquotas simbólicas, as obrigações acessórias são imediatas. As empresas deverão: Destacar CBS e IBS nas notas fiscais; Preencher novos campos obrigatórios; Informar corretamente a classificação fiscal de produtos e serviços. Erros na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) ou no enquadramento tributário podem: Impedir a emissão da nota; Gerar recolhimento incorreto; Travar o faturamento da empresa. Atualização de sistemas das empresas Softwares de gestão e emissão de documentos fiscais precisam ser adaptados Sistemas passam a consultar regras tributárias em tempo real; Notas fiscais podem ser rejeitadas por inconsistências cadastrais; Quem não se adequar corre risco de: Rejeição das notas fiscais; Paralisação das operações; Autuações futuras. Adiamento de penalidades Em 23 de dezembro, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS anunciaram o adiamento das punições automáticas: Não haverá multas imediatas por falta de preenchimento de IBS e CBS; A dispensa vale até o primeiro dia do quarto mês após a publicação dos regulamentos. Apesar da flexibilização, a recomendação é que o contribuinte que emita notas fiscais cumpra integralmente as regras desde janeiro, para evitar inconsistências futuras e problemas quando a fiscalização estiver plenamente ativa. Split payment (pagamento dividido) Regulamentado pelo projeto de lei aprovado pelo Congresso no fim do ano passado, o split payment (pagamento dividido) fará a separação automática do imposto no momento do pagamento. O valor do tributo não entrará na conta da empresa, sendo transferido diretamente ao governo. Isso exigirá revisão do fluxo de caixa e do capital de giro, porque o dinheiro do imposto deixará de circular na empresa ao longo do mês. Embora seja obrigatório apenas a partir de 2027, as empresas precisam se preparar em 2026. Revisão de contratos e cadastros Empresas devem: Rever contratos com fornecedores e clientes; Ajustar cláusulas de repasse tributário; Revisar cadastros fiscais e classificações. O enquadramento correto será fundamental para a geração e o aproveitamento de créditos no novo modelo de não cumulatividade do IVA. Esse modelo extingue a cobrança em cascata, comum em empresas de médio e pequeno porte. Pessoas físicas A partir de julho de 2026: Pessoas físicas consideradas contribuintes habituais de IBS e CBS precisarão se inscrever no Cadastro Nacional Pessoa Jurídica (CNPJ); Medida não transforma a pessoa física em empresa, mas facilita a apuração e o controle fiscal. Teste em imóveis e aluguéis Em 2026 começa a coleta de dados para a futura tributação, que passa a valer em 2027. Poderão ser tributadas pessoas físicas que: Vendam mais de três imóveis no ano, adquiridos há menos de cinco anos; Vendam mais de um imóvel construído por elas nos últimos cinco anos; Obtenham receita anual superior a R$ 240 mil com aluguel de mais de três imóveis. Produtores rurais Isenção total para faturamento anual de até R$ 3,6 milhões; Produtores acima desse limite passarão a contribuir com o IVA; Alíquota estimada pode chegar a 28%, contra cerca de 5% hoje; Sementes e adubos ficam isentos; Alimentos e insumos agrícolas terão redução de 60% da alíquota geral de IVA. Importações Importação de bens e serviços passa a ser tributada por CBS e IBS; Tributação na entrada do produto no país, para igualar a tributação ao produto nacional; IVA estimado em cerca de 28%, além dos impostos já existentes; Em 2026, segue fase de testes, sem aumento efetivo da carga tributária. Em resumo: como se preparar para 2026 Atualizar sistemas e softwares de gestão; Adequar a emissão de notas

Taxa de desemprego no país cai para 8%, menor índice desde 2014

Taxa de desemprego no país cai para 8%, menor índice desde 2014

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 8% no trimestre de abril a junho de 2023, uma queda de 1,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo período de 2022. É o menor índice para um trimestre encerrado em junho desde 2014, de acordo com os dados da PNAD Contínua, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A população desempregada (8,6 milhões) caiu em duas comparações: -8,3% (menos 785 mil) frente ao trimestre anterior e -14,2% (menos 1,4 milhão) no ano. Por sua vez, a população ocupada (98,9 mihões) cresceu 1,1% (mais 1,1 mi de pessoas) ante o trimestre anterior e aumentou 0,7% (mais 641 mil) em comparação ao mesmo trimestre de 2022.  Indicador/Período Abr-Mai-Jun 2023 Jan-Fev-Mar 2023 Abr-Mai-Jun 2022 Taxa de desocupação 8,0% 8,8% 9,3% Taxa de subutilização 17,8% 18,9% 21,2% A economia está pronta para voar. A indústria está pronta para crescer, para gerar empregos de qualidade. As ações do governo têm sido muito positivas. Desde as reformas, o arcabouço fiscal, a reforma tributária, a retomada das obras públicas que estavam paradas, o Minha Casa, Minha Vida, o PAC vem aí. Enfim, um conjunto de ações que animam os agentes econômicos e vamos crescer” Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego A taxa composta de subutilização ficou em 17,8% e a população subutilizada atingiu 20,4 milhões de pessoas, queda de 17,5% no ano. Essa categoria se refere a pessoas que atendem quatro condições: tinham 14 anos ou mais; trabalhavam habitualmente menos de 40 horas no seu único trabalho ou no conjunto de todos os seus trabalhos; gostariam de trabalhar mais horas do que as habitualmente trabalhadas; e estavam disponíveis para trabalhar mais horas.  Em contrapartida, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade para trabalhar foi de 56,6%, e a população ocupada com algum tipo de trabalho subiu para 98,9 milhões, um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas em relação aos três meses anteriores.   CAGED – A tendência de redução do desemprego registrado pela PNAD conversa com outro dado sobre o mercado de trabalho. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) indicou que o Brasil superou a marca de um milhão de empregos com carteira assinada gerados nos primeiros seis meses de 2023. Entre janeiro e junho, houve 11,9 milhões de contratações e 10,8 milhões de demissões registradas.  Com isso, o Brasil chegou a um total de 43,4 milhões de pessoas no mercado formal, o maior valor já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020). Em junho, o crescimento de empregos ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 76,4 mil postos formais. A Agropecuária foi o segundo maior gerador de postos no mês, com 27,1 mil empregos gerados, favorecido pelo cultivo de laranja, em especial no estado de São Paulo, e de soja. “A economia está pronta para voar. A indústria está pronta para crescer, para gerar empregos de qualidade. As ações do governo têm sido muito positivas. Desde as reformas, o arcabouço fiscal, a reforma tributária, a retomada das obras públicas que estavam paradas, o Minha Casa, Minha Vida, o PAC vem aí. Enfim, um conjunto de ações que animam os agentes econômicos e vamos crescer”, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Luís Marinho.  fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2023/07/taxa-de-desemprego-no-pais-cai-para-8-menor-indice-desde-2014

renegociações com bancos atingem R$ 2,5 bilhões em duas semanas

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Nas duas primeiras semanas do Programa Desenrola Brasil, mais de R$ 2,5 bilhões de dívidas foram renegociadas em mais de 400 mil contratos. O montante é referente à Faixa 2, que corresponde às pessoas físicas com renda de até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (31/7) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No mesmo período, os bancos retiraram a negativação de cerca de 3,5 milhões de registros de clientes que tinham dívidas bancárias de até R$ 100. Esse balanço não inclui baixas de registros de outros credores não bancários. » Tire suas dúvidas sobre o Desenrola Brasil “Até agora, o sucesso do Desenrola é muito maior do que a expectativa. O sucesso, a procura e a competência de funcionamento. As coisas funcionaram bem, os bancos trabalharam bem, as pessoas que têm dívidas trabalharam bem e o governo articulou corretamente”, destacou o presidente Lula sobre a iniciativa. Idealizado pelo Governo Federal, o programa tem como principal objetivo reintroduzir pessoas com restrição de crédito na economia, permitindo melhores condições de renegociação de suas dívidas. Cada banco tem sua estratégia de negócio e adota políticas próprias para adesão. As condições para renegociação são diferenciadas e cabe a cada instituição financeira que aderir ao programa defini-las. TRÊS ETAPAS – O Desenrola prevê três etapas. As duas primeiras já estão válidas. Envolvem a “desnegativação” de dívidas bancárias de até R$ 100 e a renegociação de dívidas bancárias para pessoas físicas com renda de até R$ 20 mil. A terceira etapa ocorrerá em setembro, com adesão de devedores com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico – Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – e com dívidas financeiras cujos valores não ultrapassem R$ 5 mil. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2023/07/desenrola-brasil-renegociacoes-com-bancos-atingem-r-2-5-bilhoes-em-duas-semanas

Mega da Virada premia 6 apostas; cada uma vai receber R$ 181,8 milhões

Mega da Virada premia 6 apostas; cada uma vai receber R$ 181,8 milhões

Seis apostas vão dividir o prêmio bilionário da Mega da Virada, sorteado nesta quinta-feira (1º), no valor total de R$ 1.091.357.286,52. Em nota, a Caixa informou que cada aposta vencedora levará para casa R$ 181.892.881,09. Os números sorteados no Concurso 2.955 foram 09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. Das apostas ganhadoras, três foram feitas em lotéricas de João Pessoa, Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP). As outras três apostas foram feitas por meio de canal eletrônico. Duas das seis apostas ganhadoras foram bolões: a de Ponta Porã, com dez cotas; e a de Franco da Rocha, com 18. Notícias relacionadas: Sorteadas as seis dezenas da Mega da Virada: 09-13- 21-32-33-59 . De acordo com a Caixa, para os 3.921 jogos que acertaram a quina (cinco números), a bolada em dinheiro será de R$ 11.931,42 para cada. Por fim, a quadra, que premia quem acerta quatro números, vai pagar R$ 216,76 para cada um dos 308.315 ganhadores. “A 17ª edição da Mega da Virada registrou mais de R$ 3 bilhões em arrecadação, o que representa 22,6% a mais do arrecadado em 2024”, informou o banco. Saques Na nota, a Caixa reforçou que prêmios com valor superior a R$ 2.428,80 são pagos exclusivamente nas agências do banco. “O ganhador pode escrever, no verso do recibo da aposta premiada, seu nome completo e CPF. Dessa forma, o bilhete torna-se nominal”. Em caso de bolão, cada participante pode fazer o mesmo no verso de seu recibo individual de cota. Os ganhadores também devem ficar atentos às datas – os prêmios das Loterias Caixa prescrevem em 90 dias a partir da data do sorteio. Após o prazo, o prêmio é repassado integralmente ao Fundo de Financiamento ao Ensino Superior (Fies), conforme Lei 13.756/18. Problemas operacionais ​A Caixa Econômica Federal realizou nesta manhã o sorteio da Mega da Virada 2025. O sorteio previsto para quarta-feira (31) à noite foi adiado para esta quinta-feira (1º) devido a problemas operacionais. Em comunicado, o banco público explicou que o prêmio recorde gerou um movimento inédito nos canais de aposta. A Caixa contabilizou 120 mil transações por segundo no canal digital e 4.745 transações por segundo nas unidades lotéricas de todo o país. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/mega-da-virada-premia-6-apostas-cada-uma-vai-receber-r-1818-milhoes

João Pessoa vai ganhar memorial em homenagem ao mestre Sivuca

O Estado da Paraíba ganhará em 2026 o Memorial Mestre Sivuca. O Governo do Estado e a Universidade Federal da Paraíba assinaram um convênio de R$ 1,2 milhões para a reforma e adequação do prédio, onde funcionará o espaço no centro da capital paraibana. O memorial reunirá um acervo de cerca de 10 mil peças, doadas pela viúva do artista, Glória Gadelha. Entre os itens estão instrumentos musicais, partituras, fotos, documentos e objetos pessoais. As obras já estão em licitação e, segundo o governo, tem recursos garantidos com a previsão de início das obras em fevereiro. A expectativa é que o novo espaço fortaleça a ocupação cultural do centro histórico e integre o roteiro turístico de João Pessoa. O secretário de Estado da Cultura da Paraíba, Pedro Santos, enaltece a importância do mestre Sivuca. “Pouca gente conhece a trajetória de Sivuca, pouca gente sabe inclusive que ele passou mais de uma década residindo nos Estados Unidos, que foi inclusive onde ele compôs Feira de Mangaio, por exemplo. Mas foi onde ele também desenvolveu uma grande fusão estética do jazz com o baião. Foi onde ele conheceu Miriam Makeba, ele foi um importante arranjador, inclusive de grandes canções de Miriam”. Para o secretário, o memorial dará visibilidade à vida e à obra do artista. “Essa história ela precisa ser conhecida porque realmente foi uma pessoa que impactou profundamente na música brasileira e na música mundial”. Severino Dias de Oliveira, o mestre Sivuca, nasceu na cidade de Itabaiana, no interior da Paraíba, e se consolidou como um dos principais músicos e instrumentistas brasileiros com reconhecimento internacional. Entre suas obras estão os clássicos Feira de Mangaio e João e Maria, feito em parceria com Chico Buarque. Sivuca morreu em 14 de dezembro de 2006 aos 76 anos. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-01/joao-pessoa-vai-ganhar-memorial-em-homenagem-ao-mestre-sivuca

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta quinta-feira

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta quinta-feira

O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, passa a valer a partir desta quinta-feira (1º). O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518. O novo valor foi informado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses. Notícias relacionadas: Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor. Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese. Pela estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia. O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas. Entenda A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos. No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%. No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%. Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.  Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/salario-minimo-de-r-1621-comeca-valer-nesta-quinta

Bolsa Atleta dá suporte a conquistas inéditas do esporte brasileiro

Bolsa Atleta dá suporte a conquistas inéditas do esporte brasileiro

O fim de uma marca que durava 35 anos nos 100m rasos do atletismo olímpico. A conquista de três medalhas num mundial de tiro com arco paralímpico com direito a assumir a liderança do ranking da modalidade. Desempenho histórico do atletismo paralímpico no Mundial, com liderança no quadro quantitativo de medalhas. E um início do Mundial de natação paralímpica mais do que promissor. O Bolsa Atleta é um apoio que faz uma enorme diferença na vida de todos os atletas” Jane Karla, do tiro com arco paralímpico A pouco menos de um ano dos Jogos de Paris, as delegações olímpicas e paralímpicas dão mostras de que a preparação para 2024 reúne bons motivos para o torcedor se animar. Em comum a esses resultados expressivos, a onipresença do Bolsa Atleta, programa de suporte ao esporte de alto desempenho do Governo Federal. NA MOSCA – Exemplo claro é a goiana Jane Karla, do tiro com arco. No Mundial disputado na cidade de Pilsen, na República Tcheca, na semana passada, a brasileira conquistou três medalhas. Foi bronze no individual pela primeira vez e conquistou pratas nas duplas feminina (ao lado de Helena de Moraes) e mista (com Reinaldo Charão). O resultado ainda levou a atleta de 48 anos à liderança do ranking da modalidade. “Foi tudo incrível. Um grande sonho realizado. Que mundial, viu? Três medalhas, a conquista da vaga em Paris para o Brasil e a primeira colocação do ranking mundial. Foi emoção atrás de emoção”, afirmou a brasileira, que volta ao topo do ranking que já havia liderado em 2018. “Isso dá força, confiança de que o trabalho vem trazendo resultados”. Jane integra o Bolsa Atleta de forma ininterrupta desde 2005. Durante dez anos, até 2014, defendeu o Brasil no tênis de mesa paralímpico. Na última década, trocou as raquetes por arcos e flechas e continuou com a mesma qualidade de performance no cenário internacional. Integrante da categoria Pódio, a principal do programa, desde 2016, ela defendeu o Brasil no tiro com arco nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro e de Tóquio e sonha chegar ao pódio em Paris 2024. O investimento total do Governo Federal via Bolsa Atleta ao longo da carreira dela supera R$ 1,3 milhão. “É um apoio que faz uma enorme diferença na vida de todos os atletas”, resumiu a atleta, que vive atualmente em Portugal. Erik Cardoso: o primeiro brasileiro a correr os 100m abaixo de 10s. Foto: Wagner Carmo/CBAt HISTÓRIA – No atletismo olímpico, uma marca que durava 35 anos caiu na última semana na prova dos 100m mais rápida já disputada em solo brasileiro. O paulista Erik Cardoso, de 23 anos, se tornou o primeiro atleta nacional a correr a prova de maior visibilidade do atletismo abaixo dos 10s, marca que pertencia a Robson Caetano desde julho de 1988. Na final do Sul-Americano disputado em São Paulo, Erik registrou 9s97, mas a prova foi tão forte que o brasileiro não ficou com o ouro. O título foi de Asinga Issamade, de 18 anos, do Suriname, que registrou 9s89. O colombiano Ronal Mosquero foi bronze, também abaixo dos 10s, com 9s99. “Correr abaixo dos 10 segundos era meu objetivo. Só tenho de agradecer a Deus e a Nossa Senhora. Estava me sentindo bem, treinando bem durante toda a semana”, lembrou o velocista, que havia corrido os 100m duas vezes em 10s01. “Competi bem no momento certo e o resultado saiu. Saí focado na minha raia, mas ter o atleta do Suriname ao meu lado me ajudou também” o atleta, que está classificado para o Mundial. Erik tem a companhia do Bolsa Atleta desde 2016. Na medida em que foi progredindo, passou pelas categorias Base, Nacional, Internacional e Pódio. O investimento federal no velocista já supera os R$ 142 mil. MUNDIAIS – Na segunda quinzena de julho, o atletismo paralímpico do Brasil encerrou uma campanha histórica em Paris no Mundial da modalidade. Foram 47 medalhas, na liderança do quadro geral quantitativo de pódios, com duas medalhas a mais que a China. No quadro qualitativo, o país ficou em segundo lugar, com 14 ouros, 13 pratas 20 bronzes. Na campanha, 100% dos medalhistas eram integrantes do Bolsa Atleta. Maria Carolina Santiago já conquistou dois ouros e quebrou um recorde mundial em Manchester. Ela vai disputar oito provas em sete dias. Foto: Douglas Magno / CPB NATAÇÃO – O Mundial de Natação Paralímpica de Manchester, na Inglaterra, segue até o dia 6 de agosto, mas o país já tem diversos motivos para celebrar. A delegação nacional tem 29 atletas de dez estados, com 15 mulheres e 14 homens. Durante a competição, o país já superou a marca histórica de 100 ouros na história em 11 edições dos mundiais de natação. A pernambucana Maria Carolina Santiago, integrante da categoria Pódio do Bolsa Atleta, já conquistou dois ouros (100m costas e 100m borboleta) na Classe S12 (Baixa Visão) e, nesta quarta, bateu o recorde mundial dos 50m livre na eliminatória da competição. Ela vai disputar nada menos que oito provas em sete dias. “Estou emocionada. Tudo tem se encaixado bem. O resultado depende de todos os profissionais e nada como o entrosamento que vem com o tempo para chegarmos a essas metas”, disse. FUTEBOL – Eliminada nesta quarta-feira da Copa do Mundo de Futebol feminino disputada na Austrália e na Nova Zelândia, a equipe feminina de futebol também embarcou com suporte ativo do Bolsa Atleta. Dezessete das 23 jogadoras que representaram o país no Mundial estão atualmente contempladas pelo programa. O Governo Federal está empenhado em trazer para o Brasil a edição de 2027 da Copa do Mundo. Seria a primeira vez do torneio em solo sul-americano. LISTA RECORDE – Em 2023, o Bolsa Atleta atingiu um patamar inédito na história do programa voltado para fomentar o esporte de alto desempenho no Brasil. A lista dos contemplados reúne 7.887 atletas, o maior número de atletas desde que os pagamentos começaram a ser feitos, em 2005, quase 20% maior que o do edital de 2022, quando foram contemplados 6.419.

Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor

Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor

Sancionada em novembro, a reforma do Imposto de Renda (IR) entra em vigor nesta quinta-feira (1º). O novo modelo, que aumenta a faixa de isenção para cerca de 15 milhões de brasileiros que ganham até R$ 5 mil por mês, traz mudanças relevantes tanto para os trabalhadores quanto para investidores e contribuintes de alta renda. As novas regras afetam desde a retenção mensal no salário até a tributação de dividendos. Para compensar a perda de arrecadação, quem ganha a partir de R$ 50 mil por mês passará a pagar mais Imposto de Renda, assim como parte das pessoas que recebem dividendos (parcela de lucro das empresas distribuídas aos acionistas). Ao todo, 141 mil brasileiros, segundo o governo, passarão a pagar mais IR. Notícias relacionadas: Isenção do IR injeta R$ 28 bilhões na economia, diz Lula. Lula sanciona isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Isenção do IR reduz desigualdade e incentiva consumo, diz especialista. Em relação à Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, nada muda para o documento deste ano, porque a declaração se refere ao ano-base 2025. Somente em 2027 (ano-base 2026), o novo modelo de IR será ajustado definitivamente na declaração. A seguir, veja o que muda na prática e como isso pode impactar o seu bolso. Quem passa a ficar isento do IR? A principal mudança é a ampliação da faixa de isenção: Renda mensal de até R$ 5.000: isenção total do Imposto de Renda; Atualmente, a isenção vai apenas até dois salários mínimos (R$ 3.036). Segundo o governo, cerca de 15 milhões de brasileiros ficam totalmente isentos com a nova regra, o que representa uma renúncia fiscal de R$ 25,4 bilhões. Economia estimada: Quem ganha até R$ 5 mil pode economizar até R$ 4 mil por ano, considerando o décimo terceiro salário. Desconto gradual para salários até R$ 7.350 A reforma cria uma faixa intermediária de alívio tributário: De R$ 5.000,01 a R$ 7.350 por mês: isenção parcial, com desconto decrescente no imposto; Acima de R$ 7.350: nada muda; segue a tabela progressiva atual (até 27,5%). O desconto diminui gradualmente conforme a renda sobe, evitando o chamado “degrau tributário”, quando pequenos aumentos salariais geram saltos grandes no imposto. Exemplos práticos: Salário de R$ 5.500: imposto mensal cai cerca de 75%; Salário de R$ 6.500: economia aproximada de R$ 1.470 por ano; Salário de R$ 7.000: economia em torno de R$ 600 por ano. O valor exato do desconto depende do cálculo individual e de outras rendas e deduções. O que muda no desconto em folha já em janeiro? A mudança é sentida imediatamente: Quem se enquadra na nova isenção ou no desconto parcial já deixa de sofrer a retenção integral do IR na fonte sobre o salário de janeiro, pago no fim do mês ou no início de fevereiro. Atenção: Mesmo isento, o contribuinte terá de declarar IR em 2026, pois a declaração será referente ao ano-base 2025, quando a nova regra ainda não valia. Imposto mínimo para alta renda Para compensar a perda de arrecadação, a reforma cria o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), voltado à alta renda: Renda anual acima de R$ 600 mil (R$ 50 mil/mês): entra na regra Alíquota progressiva de até 10% Renda acima de R$ 1,2 milhão por ano: alíquota mínima efetiva de 10% Estimativa do governo: Cerca de 141 mil contribuintes serão afetados. O que entra no cálculo do IRPFM? Salários; Lucros e dividendos; Rendimentos de aplicações financeiras tributáveis; Em relação aos salários acima de R$ 50 mil por mês, essa fonte de renda gera desconto no IRPFM a pagar, mesmo incluída na base de cálculo. Isso porque o Imposto de Renda já foi descontado na fonte, com alíquota de 27,5%. Ficam fora: Poupança, Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), fundos imobiliários, Fiagro e outros investimentos incentivados; Heranças e doações; Indenizações por doença grave; Ganhos de capital na venda de imóveis, exceto fora da bolsa; Aluguéis atrasados Valores recebidos acumuladamente, por meio de ações judiciais;. O imposto mínimo será apurado apenas na declaração de 2027. Tributação de dividendos Outra novidade relevante é a tributação de dividendos na fonte: 10% de imposto retido sobre dividendos;  Apenas quando superarem R$ 50 mil por mês; Valor pago por uma única empresa à pessoa física. A maioria dos investidores não será afetada. A medida mira sócios e empresários que recebiam altos valores em dividendos, até então isentos. O imposto retido poderá ser compensado na declaração anual. Pontos de atenção e possíveis disputas Dividendos relativos a lucros apurados até 2025 só permanecem isentos se a distribuição tiver sido aprovada até 31 de dezembro de 2025. Especialistas alertam para possíveis questionamentos judiciais, por possível efeito retroativo da regra. >> Resumo rápido: o que muda a partir desta quinta Isenção total até R$ 5 mil por mês; Desconto gradual até R$ 7.350; Nada muda para salários acima disso; Imposto mínimo de até 10% para renda acima de R$ 600 mil por ano; Dividendos acima de R$ 50 mil por mês passam a ser tributados. A reforma redesenha a tributação da renda no país e começa a ser sentida agora no salário, mas os efeitos completos aparecerão apenas na Declaração do Imposto de Renda de 2027. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/isencao-de-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-entra-em-vigor