Saldo da balança comercial tem recorde em dezembro mas encolhe em 2025

Pressionada pelo crescimento das importações e pelo barateamento das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial encerrou 2025 com superávit menor que em 2024, apesar de registrado o melhor resultado para um mês de dezembro desde 1989. No ano passado, as exportações superaram as importações em US$ 68,293 bilhões, uma queda de 7,9% em relação ao superávit registrado em 2024. Os números foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Apesar do recuo, esse foi o terceiro maior superávit comercial anual desde o início da série história, em 1989. Notícias relacionadas: Exportadores de soja deixam acordo sobre desmatamento na Amazônia. Alta de 28,6% nas exportações para a China compensa tarifaço americano. Balança comercial tem pior resultado para novembro desde 2021. Os maiores foram o de 2023, quando o superávit chegou a US$ 98,903 bilhões, e o de 2024, quando o resultado positivo ficou em US$ 74,177 bilhões. Tanto as exportações como as importações bateram recorde. Mesmo com o tarifaço dos Estados Unidos e com a queda no preço das commodities, principalmente do petróleo, as vendas para o exterior somaram US$ 348,676 bilhões, com alta de 3,5% em relação a 2024. Beneficiadas pelo crescimento da economia, no entanto, as importações aumentaram em ritmo maior. No ano passado, o Brasil comprou US$ 280,382 bilhões do exterior, alta de 6,7%. Projeções O saldo comercial veio bastante superior às projeções. O Mdic projetava superávit comercial de US$ 60,9 bilhões em 2025, com US$ 344,9 bilhões em exportações. Já as importações ficaram abaixo da projeção de US$ 284 bilhões. O fato de as importações terem ficado inferiores ao previsto ajudou a elevar o superávit da balança no fim de 2025. Resiliência Em entrevista coletiva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que o comércio exterior brasileiro cresceu em 2025, mesmo com o tarifaço e as dificuldades geopolíticas. “O nosso volume em termos de exportação cresceu 5,7%. O comércio global cresceu 2,4%. Então, crescemos mais que o dobro do comércio global. Isso mostra a resiliência e a boa competitividade dos produtos brasileiros”, declarou. Apenas em dezembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 9,633 bilhões, alta de 107,8% em relação ao mesmo mês de 2024. Esse foi o maior resultado para o mês da série histórica, iniciada em 1989, superando o recorde anterior, de superávit de US$ 9,323 bilhões, em dezembro de 2023. As importações também atingiram valor recorde para o mês. O valor das exportações e das importações em dezembro ficou o seguinte: Exportações: US$ 31,038 bilhões, alta de 24,7% em relação a dezembro do ano passado; Importações: US$ 21,405 bilhões, alta de 5,7% na mesma comparação Setores Na distribuição por setores da economia, as exportações em dezembro cresceram da seguinte forma: Agropecuária: +43,5%, com alta de 35,2% no volume e de 6,7% no preço médio; Indústria extrativa: +53%, com alta de 58,1% no volume e queda de 3,2% no preço médio; Indústria de transformação: +11%, com alta de 14,9% no volume e queda de 4,2% no preço médio. Produtos Os principais produtos responsáveis pelo crescimento das exportações em dezembro foram os seguintes: Agropecuária: soja (+73,9%); café não torrado (+52,9%) e milho não moído, exceto milho doce (+46%); Indústria extrativa: óleos brutos de petróleo (+74%) e minério de ferro (+33,7%); Indústria de transformação: carne bovina (+70,5%) e ouro não-monetário (+88,7%). No caso do petróleo bruto, a retomada da atividade das plataformas, após um período de manutenção programada em novembro, foi o principal fator para o crescimento. Em relação às importações, o crescimento está vinculado à recuperação da economia, com o aumento do consumo e dos investimentos. Na divisão por categorias, os produtos importados foram os seguintes: Agropecuária: soja (+4.979,1%) e trigo e centeio não moídos (+24,6%) Indústria extrativa: fertilizantes brutos, exceto adubos, +222,4%; carvão não aglomerado (+26,3%); Indústria de transformação: combustíveis (+42,9%) e medicamentos, incluindo veterinários (+47,7%). Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/saldo-da-balanca-comercial-tem-recorde-em-dezembro-mas-encolhe-em-2025
Com crescimento histórico, CDL Florianópolis amplia impacto urbano em 2025
2025 ficará marcado como um dos anos mais expressivos na história da Câmara de Dirigentes Lojistas de Florianópolis. Ao celebrar 65 anos de atuação em prol do associativismo, da competitividade do comércio e da qualidade de vida na capital catarinense, a entidade realizou uma série de ações que transformaram a presença da CDL na cidade, mobilizando associados, fortalecendo parcerias público-privadas e projetando soluções urbanas profundas para os desafios do Centro e bairros estratégicos. Ao longo de 2025, a CDL promoveu quase 300 eventos institucionalmente relevantes, envolvendo capacitações, encontros setoriais e ações coletivas que impactaram mais de 9 mil pessoas, entre empresários, profissionais e lideranças comunitárias. A entidade alcançou ainda o marco de mais de 1.000 novos associados, consolidando um crescimento robusto no engajamento da comunidade empresarial local. (Confira a matéria completa em CDL, 05/01/2026) Publicado em 06 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/com-crescimento-historico-cdl-florianopolis-amplia-impacto-urbano-em-2025/
Brasil mantém otimismo com acordo Mercosul–UE, diz Alckmin

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia está bem encaminhado, disse nesta terça-feira (6) o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Segundo ele, o governo brasileiro mantém uma postura otimista sobre a conclusão das negociações. “O próximo acordo, fruto de um longo trabalho, mais de duas décadas, é Mercosul–UE. Está bem encaminhado. Quero reiterar que nós estamos otimistas e é muito importante para o Mercosul, para a União Europeia e para o comércio global que, no momento de guerras, de conflitos, de geopolítica instável, de protecionismo, será o maior acordo do mundo”, disse Alckmin em entrevista para anunciar o resultado da balança comercial brasileira de 2025. Adiamento Notícias relacionadas: Brasil espera assinatura rápida do acordo Mercosul–UE, diz Alckmin. Assinatura do acordo UE-Mercosul é adiada para janeiro. Acordo UE-Mercosul será assinado mesmo com oposição francesa, diz Lula. A assinatura do tratado estava prevista para dezembro, durante a cúpula do Mercosul, mas acabou adiada diante da falta de consenso entre os países europeus. As principais resistências partiram de uma ala conservadora da Itália e, sobretudo, de agricultores da França, que pressionaram seus governos contra o avanço do acordo. O presidente francês, Emmanuel Macron, declarou recentemente que a França não apoiará o tratado sem a inclusão de novas salvaguardas para proteger os produtores rurais do país. Atualmente, a França é o principal foco de oposição ao acordo dentro da União Europeia. Apesar das dificuldades, a Comissão Europeia informou na segunda-feira (5) que houve avanço nas negociações para viabilizar a aprovação do tratado. Mesmo assim, não há confirmação oficial para a assinatura. Mesmo após a eventual assinatura, o acordo precisará cumprir uma série de etapas formais. No Brasil, o texto deverá passar pelos trâmites internos do Executivo e do Legislativo, incluindo análise e votação no Congresso Nacional. Na Europa, será necessário o aval do Conselho Europeu e do Parlamento Europeu, além da ratificação pelos parlamentos nacionais dos 27 países-membros da União Europeia. Importância estratégica Em entrevista após a divulgação dos dados da balança comercial de 2025, Alckmin reforçou a importância estratégica do acordo em um cenário internacional marcado por conflitos, instabilidade geopolítica e avanço do protecionismo. Segundo ele, o tratado Mercosul–UE tende a se tornar o maior acordo comercial do mundo, fortalecendo o multilateralismo e o livre comércio. O vice-presidente destacou ainda que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é priorizar o diálogo e a negociação. Além do acordo com a União Europeia, o governo trabalha para avançar em novas parcerias em 2026, como o tratado entre Mercosul e Emirados Árabes Unidos e a ampliação de preferências tarifárias com Índia, México e Canadá. Ao comentar o desempenho do comércio exterior, Alckmin ressaltou que as exportações brasileiras cresceram 5,7% em 2025, mais que o dobro da projeção de crescimento do comércio global, estimada em 2,4% pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Ele também destacou a Argentina como o país com maior expansão nas compras de produtos brasileiros no ano passado, com alta de 31,4%, impulsionada principalmente pelo setor automotivo. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/brasil-mantem-otimismo-com-acordo-mercosul-ue-diz-alckmin
Rede pública de saúde inclui novos procedimentos no protocolo de assistência
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 14.598, que dispõe sobre a realização de exames em gestantes. A legislação foi publicada nesta quarta-feira (14/6), no Diário Oficial da União, e visa garantir a segurança e o correto acompanhamento durante a gravidez. A partir de agora, a rede pública de saúde incluirá no protocolo o ecocardiograma fetal, exame que permite avaliar, detalhadamente, o funcionamento do coração do bebê ainda no útero e, assim, diagnosticar cardiopatias congênitas, arritmias ou distúrbios funcionais. Além dele, as unidades de saúde irão adicionar pelo menos dois exames de ultrassonografia transvaginal, durante o primeiro quadrimestre de gestação. São exames fundamentais para monitorar o desenvolvimento do feto e garantir um acompanhamento adequado na fase inicial da gravidez. A Lei também determina que, ao constatar alterações que coloquem em risco a gestação, o médico responsável encaminhe a mãe para o tratamento médico apropriado, a fim de proteger a vida materna e do bebê. As medidas garantem uma assistência pré-natal mais completa e eficaz, contribuindo para a saúde e o bem-estar das gestantes, bem como para a prevenção e o tratamento de possíveis complicações que possam surgir ao longo da gravidez. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2023/06/rede-publica-de-saude-inclui-novos-procedimentos-no-protocolo-de-assistencia
Governo projeta superávit comercial de até US$ 90 bilhões em 2026

O Brasil deve terminar 2026 com superávit comercial de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões em 2026. As estimativas foram divulgadas nesta terça-feira (6) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a previsão indica um resultado superior ao registrado em 2025, quando a balança comercial brasileira fechou com saldo positivo de US$ 68,3 bilhões. Notícias relacionadas: Brasil mantém otimismo com acordo Mercosul–UE, diz Alckmin. Com tarifaço de Trump, exportações para EUA caem 6,6% em 2025. Saldo da balança comercial tem recorde em dezembro mas encolhe em 2025. Apesar do superávit elevado, o resultado do ano passado representou uma queda de 7,9% em relação a 2024, quando o saldo foi de US$ 74,2 bilhões. Para 2026, o Mdic estima exportações entre US$ 340 bilhões e US$ 380 bilhões. As importações devem variar de US$ 270 bilhões a US$ 290 bilhões. Com isso, a corrente de comércio (soma de exportações e importações) pode alcançar entre US$ 610 bilhões e US$ 670 bilhões. Superação de expectativas O superávit de 2025 ficou acima das expectativas do mercado, que projetavam cerca de US$ 65 bilhões, e é considerado o terceiro melhor resultado da série histórica, atrás apenas dos saldos registrados em 2023 e 2024. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em abril. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/governo-projeta-superavit-comercial-de-ate-us-90-bilhoes-em-2026
Aeroportos do Sul somam 24,3 milhões de passageiros até novembro de 2025
Após registrar aumento histórico no mês de outubro, a movimentação aérea na região Sul do país manteve a trajetória de crescimento em novembro de 2025. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os aeroportos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul movimentaram, juntos, 2,38 milhões de passageiros no mês, somando embarques e desembarques. No acumulado de janeiro a novembro, o total chega a 24,3 milhões de passageiros, crescimento de 19,7%, em relação ao mesmo período de 2024. Na comparação mensal, novembro de 2025 superou, em 17,6%, o mesmo mês do ano anterior, que havia registrado cerca de 2 milhões de passageiros. O avanço reforça a leitura de continuidade do crescimento ao longo do segundo semestre. No recorte do acumulado do ano, o crescimento é ainda mais expressivo. Entre janeiro e novembro de 2025, a movimentação nos aeroportos do Sul aumentou em relação a 2024, ano impactado por eventos climáticos extremos, especialmente no Rio Grande do Sul. O volume atual também se consolida como o maior já registrado para o período de janeiro a novembro, segundo a série histórica, de 25 anos, da Anac. (Confira a matéria completa em Portos e Aeroportos, 05/01/2026) Publicado em 06 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/aeroportos-do-sul-somam-243-milhoes-de-passageiros-ate-novembro-de-2025/
Bolsa Família de junho tem maior valor médio da história: R$ 705,40

Com o decreto que regulamenta todos os benefícios publicado no Diário Oficial , o novo Bolsa Família atinge em junho toda a sua potencialidade e dois patamares inéditos: pela primeira vez o valor médio do benefício supera a casa dos R$ 700 e chega a R$ 705,40. Os repasses do Governo Federal também são os maiores já realizados: quase R$ 15 bilhões. Os pagamentos têm início nesta segunda, 19/6, para beneficiários com final 1 no Número de Identificação Social (NIS), e seguem até o dia 30. O total de famílias manteve-se no patamar de maio: 21,2 milhões. O número total de pessoas contempladas supera 54 milhões. O aumento no valor médio (que em maio foi de R$ 672,45, até então o recorde) e no total de repasses (no mês passado, R$ 14,1 bilhões) se deve à estreia de uma nova categoria do programa. O Benefício Variável Familiar assegura um adicional de R$ 50 a dependentes de sete a 18 anos e a gestantes integrantes da composição familiar. Em junho, são 15,7 milhões de contemplados, a partir de um repasse de R$ 766 milhões. Nesse universo estão 943 mil gestantes (R$ 46 milhões) e 14,8 milhões crianças e adolescentes (R$ 720 milhões). Esses acréscimos garantem que 9,8 milhões de famílias beneficiárias do programa recebam mais recursos neste mês do que em maio. Por conceito, o Bolsa Família garante o mínimo de R$ 600 mensais a cada beneficiário. Desde março, o programa paga também o Benefício Primeira Infância, que garante um adicional de R$ 150 a cada criança de zero a seis anos na composição familiar. São 9,12 milhões de crianças nessa faixa etária em junho, que demandam um investimento de R$ 1,3 bilhão. REGIÕES – O Nordeste concentra o maior número de beneficiários. Em junho, mais de 9,74 milhões de famílias da região recebem o auxílio no valor médio de R$ 696,76. O investimento federal para os nove estados supera R$ 6,79 bilhões. Os recursos chegam aos 1.794 municípios. Em seguida aparece o Sudeste, com 6,32 milhões de famílias contempladas em seus 1.668 municípios dos quatro estados. Serão transferidos R$ 4,42 bilhões, que asseguram um valor médio de R$ 700,26. O Norte reúne 2,58 milhões de famílias no programa. Elas recebem um benefício médio de R$ 740,37 (o maior do país), distribuído em todos os 450 municípios dos sete estados, com um aporte de R$ 1,9 bilhão. O Sul soma 1,42 milhão de famílias beneficiárias. Os recursos, de R$ 1,01 bilhão, chegam aos 1.191 municípios e asseguram um valor médio de R$ 711,28. Já a Região Centro-Oeste tem 1,13 milhão de famílias contempladas, resultado de um investimento federal de R$ 814,92 milhões. O benefício médio a ser pago em todos os 466 municípios dos quatro estados, além do Distrito Federal, é de R$ 721,16. ESTADOS – No recorte por Unidades da Federação, São Paulo é o estado com maior número de famílias assistidas. São 2,575 milhões, com repasses superiores a R$ 1,82 bilhão e benefício médio de R$ 707,27. Na sequência aparece a Bahia, com 2,569 milhões de famílias contempladas, resultado de um investimento superior a R$ 1,76 bilhão. Elas recebem um benefício médio de R$ 688,78. Apenas São Paulo e Bahia têm mais de dois milhões de famílias contempladas em todo o país. Outros seis estados reúnem mais de um milhão de famílias beneficiárias em junho: Rio de Janeiro (1,82 milhão), Pernambuco (1,67 milhão), Minas Gerais (1,61 milhão), Ceará (1,49 milhão), Pará (1,35 milhão) e Maranhão (1,23 milhão). COMPOSIÇÃO – A predominância no Bolsa Família é de famílias monoparentais femininas e com filho ou filhos, característica presente em mais de 10,14 milhões de lares, ou 47,81% das famílias assistidas. No programa, 17,3 milhões de famílias têm como responsável familiar uma mulher (81,5%). No recorte por raça ou cor, 40 milhões de pessoas beneficiárias se identificam como pretas ou pardas, ou 73,4%. AUXÍLIO GÁS – Em junho, o Governo Federal paga também, no mesmo calendário do Bolsa Família, o Auxílio Gás a beneficiários em maior condição de vulnerabilidade social. Em todo o país são atendidas mais de 5,62 milhões de famílias, com um benefício de R$ 109. O investimento federal é de mais de R$ 612,9 milhões. Na divisão por regiões, o Nordeste concentra o maior número de contemplados: são 2,7 milhões de famílias, a partir de um investimento de R$ 294 milhões. Na sequência aparece o Sudeste, com 1,8 milhão de famílias e repasses de R$ 198 milhões. Na Região Norte, há 543 mil famílias atendidas e R$ 59 milhões em recursos. No Sul do País, os três estados somam 359 mil famílias e R$ 39 milhões em investimento federal. No Centro-Oeste, por fim, são 191 mil e R$ 20 milhões. São Paulo é o estado com maior número de famílias contempladas em todo o país, com mais de 729,5 mil. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/assistencia-social/2023/06/bolsa-familia-de-junho-tem-maior-valor-medio-da-historia-r-705-40
BC Protege+ bloqueia 111 mil tentativas de fraude em um mês

Em pouco mais de um mês de funcionamento, o serviço BC Protege+ bloqueou 111 mil tentativas de abertura de contas fraudulentas. Segundo o balanço mais recente divulgado pela instituição, 545 mil pessoas ativaram a proteção, e as instituições financeiras fizeram 33 milhões de consultas ao sistema para verificar pedidos de abertura de contas ou inclusão de titulares. Os dados foram apurados até o início da tarde desta terça-feira (6). Lançado no início de dezembro, o BC Protege+ é um serviço gratuito para reforçar a proteção de cidadãos e empresas contra fraudes na abertura de contas-corrente, poupança e contas de pagamento pré-pagas. Notícias relacionadas: BC Protege+ bloqueia 15,9 mil tentativas de abertura de contas falsas. Relator do caso Banco Master no TCU determina inspeção do BC. Mercado financeiro projeta inflação de 4,06% em 2026. Ao ativar o serviço, o usuário comunica oficialmente que não deseja abrir contas nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. A consulta ao sistema pelas às instituições financeiras é obrigatória antes da abertura de qualquer conta. O recurso funciona como uma camada adicional de segurança para prevenir fraudes de identidade e evitar que produtos financeiros sejam contratados em contas abertas ilegalmente em nome do cidadão ou da empresa. Como ativar o BC Protege+ Acesse a área logada do Meu BC, com Conta gov.br nível prata ou ouro e verificação em duas etapas habilitada; Localize o serviço BC Protege+ e ative a proteção; Colaboradores de empresas registrados no gov.br também podem ativar a proteção em nome da organização; A escolha fica registrada no sistema e é informada automaticamente às instituições financeiras quando elas consultam os dados do cliente. Desativação para abertura de contas Caso o usuário deseje abrir uma conta ou ser incluído na de terceiros, é necessário acessar novamente o BC Protege+ e desativar a proteção temporariamente. O Banco Central recomenda programar uma data de reativação automática, garantindo que a segurança seja restabelecida após o procedimento. O serviço é gratuito e pode ser ativado ou desativado a qualquer momento. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/bc-protege-bloqueia-111-mil-tentativas-de-fraude-em-um-mes
AVANTE Jurerê alerta para riscos sanitários e reforça: combater ambulantes ilegais é uma questão de saúde pública
A presença crescente de ambulantes ilegais nas orlas de Florianópolis, especialmente durante a alta temporada, vai muito além de um problema de ordenamento urbano. Trata-se de uma questão direta de saúde pública, segurança alimentar e responsabilidade coletiva. É com esse olhar que a AVANTE Jurerê se posiciona de forma firme e educativa, buscando conscientizar moradores, turistas e frequentadores das praias sobre os riscos envolvidos nesse tipo de consumo. De acordo com o presidente da AVANTE Jurerê, Rodrigo Marques, a comercialização irregular de alimentos e bebidas expõe a população a sérios perigos sanitários. Produtos vendidos sem qualquer fiscalização podem estar armazenados de forma inadequada, fora da temperatura ideal, sem procedência conhecida e manipulados sem condições mínimas de higiene — um cenário propício para contaminações, intoxicações alimentares e a disseminação de doenças. “O problema não está apenas em quem vende, mas também em quem compra. Enquanto houver demanda, o comércio ilegal continuará ocupando as praias. É uma escolha que impacta diretamente a saúde das pessoas”, alerta Marques. Ausência de controle sanitário Outro ponto crítico é a ausência total de controle sanitário. Diferentemente dos estabelecimentos regularizados, os ambulantes ilegais não passam por fiscalização da Vigilância Sanitária, não possuem alvarás, não seguem normas de segurança alimentar e tampouco respondem por eventuais danos causados aos consumidores. Na prática, quem consome assume todos os riscos — muitas vezes sem perceber. Além da questão sanitária, Marques é enfático que o comércio ilegal contribui para a desorganização dos espaços públicos, dificulta o trabalho de fiscalização, gera concorrência desleal com comerciantes regularizados e impacta negativamente a experiência urbana e turística da cidade. Escolhas conscientes para preservar Florianópolis “Florianópolis é reconhecida internacionalmente por belas praias e qualidade de vida. Manter esse padrão exige escolhas conscientes. Comprar de vendedores ilegais pode parecer inofensivo, mas os efeitos são coletivos e profundos”, reforça Marques. A AVANTE Jurerê destaca que a responsabilidade pela manutenção da ordem e da saúde pública é compartilhada: cabe ao poder público fiscalizar e coibir as irregularidades, mas também aos cidadãos fazerem escolhas que protejam a si mesmos e à coletividade. (DeOlonaIlha, 05/01/2026) Publicado em 06 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/avante-jurere-alerta-para-riscos-sanitarios-e-reforca-combater-ambulantes-ilegais-e-uma-questao-de-saude-publica/
Com coparticipação dos municípios, Mais Médicos terá 10 mil novas vagas em todo Brasil

O Ministério da Saúde amplia o programa Mais Médicos com a abertura de 10 mil novas vagas na modalidade de coparticipação de estados e municípios. O edital, com as orientações para adesão dos municípios, foi publicado nesta segunda-feira (19/6). Municípios de maior vulnerabilidade social serão priorizados, para garantir o acesso à saúde para a população em regiões de difícil provimento e fixação de profissionais. A retomada do Mais Médicos é prioridade do Governo Federal para assegurar atendimento médico nos vazios assistenciais do Brasil. Com essa expansão, o programa poderá chegar a mais de 15 mil novas vagas até o fim de 2023. Todos os 5.570 municípios brasileiros poderão solicitar novas vagas na modalidade de coparticipação — uma parceria entre o Ministério da Saúde e municípios — até o dia 27/06. clique neste link para acessar o cronograma desta etapa A portaria com as definições e critérios para os gestores locais também deve ser publicada nesta segunda. Neste modelo, o Ministério desconta do repasse do piso de Atenção Primária à Saúde o valor de custeio mensal da bolsa-formação dos médicos. Os gestores locais seguem com a responsabilidade de pagamento do auxílio moradia, alimentação e as demais despesas do programa ficam a cargo do Ministério da Saúde. Essa forma de contratação garante às prefeituras um menor custo, maior agilidade na reposição do profissional e a permanência nessas localidades. Os médicos brasileiros formados no Brasil seguem sendo priorizados na seleção. No primeiro chamamento após a retomada do programa, divulgado em maio, mais de 34 mil médicos se inscreveram, um número recorde desde o lançamento da iniciativa pela presidenta Dilma Rousseff em 2013. Esses profissionais participaram da seleção para 5.970 vagas distribuídas em 1.994 municípios em todas as regiões do país. O Mais Médicos também quer atrair os profissionais formados com apoio do Governo Federal. Os beneficiados pelo Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) que participarem do programa poderão receber incentivos de R$ 238 mil a R$ 475 mil, dependendo da vulnerabilidade do município e a permanência no programa por 48 meses. Assim, o profissional poderá ter auxílio para o pagamento de até 80% do financiamento. Os profissionais também terão benefícios proporcionais ao valor da bolsa pelo tempo de permanência no programa e por atuação em áreas de alta vulnerabilidade. Esses incentivos podem chegar a R$ 120 mil. clique neste link para acessar o edital de adesão dos municípios, publicado no Diário Oficial da União A adesão e o número de vagas possíveis aos municípios seguem critérios estabelecidos com base no Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). São eles: Município com índice maior ou igual a 0,4 no IPEA: oportunidade de solicitar um aumento de até 100% das Equipes de Saúde da Família; Municípios com pontuação de vulnerabilidade entre 0,3 e 0,4: solicitação de até 40% do aumento do número de equipes; Municípios com pontuação de vulnerabilidade igual ou inferior a 0,3 pontos: aumento de até 10% do total de equipes. Cabe ao gestor, também, priorizar as alocações dos médicos nas equipes de atenção básica que estejam sem médicos e/ou que atendam populações que dependem exclusivamente do SUS, populações vulneráveis e historicamente excluídas, assim como garantir ao profissional os auxílios alimentação e moradia. Após a etapa de validação das vagas dos municípios, o Ministério da Saúde publicará, desta vez, o chamamento aos profissionais inscritos no edital. leia mais na notícia publicada pelo Ministério da Saúde. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2023/06/com-coparticipacao-dos-municipios-mais-medicos-tera-10-mil-novas-vagas-em-todo-brasil
