Governo define setores que podem acessar crédito de R$ 15 bilhões

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (16) os setores econômicos que terão prioridade no acesso ao crédito de R$ 15 bilhões criado para atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio e das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos (EUA). A medida também apoia segmentos considerados estratégicos, que têm déficit na balança comercial, como indústria farmacêutica e tecnologia da informação. Os detalhes foram apresentados pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. Notícias relacionadas: Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra. O novo plano de socorro, anunciado no mês passado será operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é uma segunda etapa do Programa Brasil Soberano, lançado em meados de 2025, destinado, à época, para as empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço dos EUA. As tarifas de 50% impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, acabaram sendo derrubadas por uma decisão da Suprema Corte do país, em outubro do ano passado. Elas acabaram sendo fixadas em 15% para todos os países que vendem aos EUA. “São R$ 15 bilhões para apoiar quem foi afetado pelo tarifaço americano, quem está tendo dificuldade para exportar para o Golfo Pérsico e aqueles setores estratégicos, especialmente aqueles que têm um déficit na balança comercial. Saúde, TI, químico, são os setores que têm um déficit maior na balança comercial”, ressaltou Alckmin. A abertura das linhas será possível após o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter aprovado, também nesta quinta-feira, resolução que definiu as condições para a oferta do crédito. Quem tem direito Três grupos de empresas têm direito ao crédito, conforme a Portaria Interministerial publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No primeiro segmento, estão as empresas exportadoras de bem industriais e seus fornecedores afetados pelas medidas tarifárias impostas dos Estados Unidos, cujo faturamento bruto com exportações representou 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de agosto de 2024 a 31 de julho de 2025. As empresas mais atingidas são as da indústria do aço, cobre e alumínio, que pagam 50% de tarifas extras, e os setores de peças automotivas e de alguns tipos de móveis, que pagam taxa de 25% para vender aos norte-americanos. No segundo grupo, foram incluídas as empresas de setores considerados estratégicos, pela relevância de uso de tecnologia e impacto da modernização produtiva do país, como os ramo têxtil, químico, farmacêutico, automotivo, máquinas e equipamentos eletrônicos e de informática, além de borracha e minerais críticos. No terceiro grupo, o governo incluiu as empresas exportadoras e seus fornecedores para os países da região do Golfo Pérsico, no Oriente Médio. O grupo inclui empresas brasileiras que vendem para Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã, cujo faturamento bruto com exportações represente 5% ou mais do valor apurado no período de doze meses entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025. Taxas e prazos As linhas de crédito são para financiar capital de giro; capital de giro destinado à produção para exportação; aquisição de bem de capital; e investimentos para ampliação da capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção, adaptação de atividade produtiva, e em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos. As taxas variam de 0,94% ao mês, para investimentos, até 1,28%, para capital de giro, no caso das contratações diretas com o BNDES. Nas contratações indiretas, com outras instituições financeiras, essas taxas variam de 1,06% a 1,41%. As carências variam de 1 ano a 4 anos (investimentos), com prazos de 5 a 20 anos para quitação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-define-setores-que-podem-acessar-credito-de-r-15-bilhoes
Ribeirão da Ilha: herança açoriana e sabores do mar de Florianópolis
Localizado a cerca de 36 km do centro de Florianópolis, no extremo sul da ilha, Ribeirão da Ilha é um dos bairros mais antigos da capital catarinense. Fundado por imigrantes açorianos no século XVIII, o local preserva com orgulho suas tradições culturais e arquitetônicas. Ruas de pedra, casarios coloniais coloridos, igrejas centenárias e uma gastronomia especializada em ostras fazem do Ribeirão um verdadeiro museu vivo à beira-mar. Mais do que um destino turístico, Ribeirão da Ilha é uma experiência que combina história, natureza e sabor. É ideal para quem busca tranquilidade, passeios culturais, contato com a natureza e refeições memoráveis — tudo isso embalado por uma atmosfera bucólica e um ritmo de vida que convida à contemplação. (Confira a matéria completa em floripa.com) Publicado em 16 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/ribeirao-da-ilha-heranca-acoriana-e-sabores-do-mar-de-florianopolis/
Gasto com pessoal e benefícios fiscais terão limite a partir de 2027

O Orçamento de 2027 terá mecanismos automáticos para conter despesas, após o registro de déficit nas contas públicas. Entre as medidas, está a limitação do crescimento dos gastos com pessoal a 0,6% acima da inflação. A restrição também impede a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários enquanto persistir o cenário de desequilíbrio fiscal. Notícias relacionadas: Governo propõe superávit primário de R$ 73 bilhões para 2027. Projeto da LDO prevê crescimento de 2,56% para o próximo ano. Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027. As diretrizes constam no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado pelo Executivo ao Congresso. O texto define os parâmetros para a elaboração do Orçamento e estabelece metas fiscais, prioridades e limites de gastos. Os chamados “gatilhos” foram previstos em legislação aprovada em 2024 e passam a ser aplicados após o déficit registrado nas contas públicas. As medidas valerão já no primeiro ano do próximo governo, independentemente de quem vença a eleição. A regra obriga o cumprimento dos limites ou exige que o Executivo peça flexibilização ao Congresso. A única exceção prevista é em situações de calamidade pública. Impacto nas despesas A previsão do governo é que os gastos com pessoal cresçam nominalmente 4,2% em 2027, 3,8% em 2028 e 3,6% ao ano em 2029 e 2030. Ainda assim, a nova regra deve desacelerar esse ritmo, que tem média anual de alta de 6,1% de 2023 a 2026. Essa despesa representa cerca de 20% do Orçamento sujeito ao limite de gastos. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que o aumento recente se deve à recomposição salarial do funcionalismo público. Ele destacou que a desaceleração do crescimento é esperada e será garantida pelo acionamento dos gatilhos fiscais. “Fizemos uma recomposição fundamental para o serviço público brasileiro. É natural que haja uma desaceleração da taxa de crescimento dessa despesa e ela é garantida pelo ativamento desse gatilho previsto no projeto de lei”, explicou Moretti em entrevista coletiva sobre o PLDO. Mais cedo, em viagem a Washington, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou o cenário como desafiador. Ele indicou que o governo busca alternativas para controlar outras pressões orçamentárias, como o pagamento de precatórios (dívidas da União com sentença judicial definitiva). “Há um grande aperto em termos de despesa com pessoal, vai também haver outras estratégias de incorporação dos precatórios também de maneira bastante cuidadosa e conservadora”, declarou o ministro, que participa de reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Subteto para salários Na prática, o limite funcionará como um subteto para despesas com funcionalismo, afetando decisões sobre reajustes salariais e abertura de concursos públicos. Se houver risco de descumprimento, a Secretaria de Orçamento Federal poderá barrar propostas, inclusive de outros Poderes e órgãos autônomos. Os gastos com pessoal somaram R$ 412,1 bilhões em 2025, com alta de 4,3% acima da inflação. Para 2026, a estimativa é de R$ 457,6 bilhões. Já o déficit das contas públicas foi de R$ 61,7 bilhões em 2025, o que acionou automaticamente os gatilhos previstos na legislação. Projeções e continuidade A equipe econômica prevê déficit de R$ 59,8 bilhões em 2026, ao incluir gastos fora do arcabouço fiscal, como precatórios e algumas despesas de saúde, educação e defesa. Para 2027, o PLDO oficialmente prevê superávit de R$ 73,2 bilhões, mas o governo deverá registrar superávit entre R$ 7,5 bilhões e R$ 8 bilhões ao considerar as despesas fora do arcabouço. Com a margem de tolerância de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), permitida pelo arcabouço, as contas federais poderão encerrar o próximo ano no negativo. Se o governo registrar déficit efetivo em 2027, as restrições com gastos de pessoal e com benefícios tributários devem permanecer em vigor também em 2028 e 2029. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/gasto-com-pessoal-e-beneficios-fiscais-terao-limite-partir-de-2027
"Estamos todos pagando a conta", diz bancário sobre o caso BRB/Master

Ao expor um esquema de fraudes financeiras envolvendo os bancos de Brasília (BRB) e Master, a Operação Compliance Zero, que a Polícia Federal (PF) deflagrou em novembro de 2025, atingiu o ativo mais valioso da instituição pública do Distrito Federal, a confiança. E as consequências seguem reverberando no cotidiano dos quase 5 mil empregados do BRB. “Estamos todos, sociedade e trabalhadores, pagando a conta de uma decisão política de salvar o Master”, afirmou à Agência Brasil o diretor do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal, Daniel Oliveira, funcionário concursado do BRB desde 2008. Notícias relacionadas: Ex-presidente do BRB acertou propina de R$ 146 mi, diz Polícia Federal. PF prende ex-presidente do BRB citado no caso do Banco Master. Itaú confirma acordo envolvendo ativos do BRB. Segundo Oliveira, o sindicato tem recebido relatos de um ambiente mais estressante do que o habitual. Principalmente para os funcionários convocados a contar a policiais federais e auditores o que sabem sobre as negociações com a instituição do banqueiro Daniel Vorcaro, preso desde o início de março. “São, principalmente, analistas de áreas que tiveram acesso às discussões com o Master e que podem saber algo que ajude nas apurações”, disse o sindicalista. Ele se refere às negociações que resultaram na aquisição de bilhões de reais em créditos do banco de Vorcaro e culminaram com o anúncio da intenção do BRB em comprar parte do Master por R$ 2 bi. O Banco Central (BC) acabou rejeitando a operação dois meses antes de determinar a liquidação extrajudicial do banco privado e da Polícia Federal (PF) deflagrar a Operação Compliance Zero. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A tensão que os funcionários concursados, terceirizados e estagiários relatam é resultado de uma crise institucional sem precedentes na história do banco, criado em 1964. Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (16). Foto: BRB/Divulgação Oliveira assegura que, a partir da operação da PF, quando o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (PHC), foi afastado do cargo por decisão judicial, suspeito de envolvimento com supostas irregularidades e fraudes financeiras, muitos clientes passaram a ir às agências em busca de informações sobre a solidez do banco e os eventuais riscos para seus investimentos. “Alguns chegam pensando em resgatar seu dinheiro. São os funcionários que estão fazendo o trabalho de convencer estas pessoas a confiarem na instituição e manterem suas aplicações”, acrescentou o sindicalista. Para ele, o problema maior é que, além de não terem respostas para todas as perguntas, os próprios trabalhadores estão apreensivos diante das incertezas. “Nossos empregos também estão em jogo. Somos cobrados a dar satisfações sobre fatos que escapam da nossa alçada. Quem atende ao público tem que estar o tempo todo atento ao noticiário para poder transmitir informações que, a nosso ver, são de responsabilidade do banco e do GDF”, ponderou Oliveira. Segundo o sindicalista, o sentimento entre parte dos trabalhadores tem oscilado entre “muita indignação e apatia”. Principalmente porque, na visão dele, houve, entre os funcionários, quem apontasse indícios de irregularidades nas negociações com o Master bem antes da PF torná-los públicos. Inclusive ao próprio ex-presidente, PHC, preso em caráter preventivo na quarta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada hoje (16). “O próprio sindicato, quando soube da primeira compra e venda de carteira [de créditos do Master, hoje sob suspeita], em novembro de 2024, denunciou a operação ao Banco Central e à Comissão de Valores Mobiliários, por entender que se tratava de uma operação danosa para o BRB”, garante. Informações A ansiedade também afeta em torno de 3 mil aposentados do BRB cujos planos de saúde e de previdência complementar dependem da saúde financeira do banco. A Previdência BRB tenta tranquilizar a eles e aos demais clientes garantindo dispor de um patrimônio de mais de R$ 4,39 bilhões que não se mistura com os recursos de patrocinadores e instituidores – entre eles, empresas do conglomerado BRB. “São patrimônios totalmente segregados […] e a gestão dos recursos e a atuação da Previdência BRB é autônoma e independente”, garante a Previdência BRB, em uma mensagem exposta com destaque em seu site. Com mais de 60 anos de história, o BRB também se vale do montante de recursos sob seus cuidados, mais de R$ 80 bilhões em ativos de mais de 10 milhões de clientes, para sugerir que tem condições de, com aportes de curto prazo, absorver eventuais prejuízos. “A questão é que as incertezas, a demora de uma solução, podem assustar os investidores e o mercado bem mais do que o impacto do prejuízo, ameaçando este patrimônio”, ponderou Oliveira. Ele criticou a falta de informações que, entre outras coisas, motivou a agência de classificação Moody´s a rebaixar a nota do BRB. Pesou para o rebaixamento a falta de clareza sobre o real impacto da compra de ativos do Master e de um plano definido de recuperação. Para a Moody´s, o banco precisará de uma “injeção relevante de capital”, sob risco de enfrentar dificuldades para honrar seus compromissos. O clima entre os funcionários do BRB alterna entre indignação e apatia. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil Institucionalmente, o BRB tem se manifestado preferencialmente por meio dos obrigatórios Avisos aos Acionistas; Comunicados ao Mercado e Fatos Relevantes. Dirigentes e outros funcionários foram orientados a evitar conversar com jornalistas sobre a situação. Contudo, no ambiente digital, o banco lançou mão de uma campanha na qual assegura que segue “firme e forte”, como uma “instituição sólida, estável e em pleno funcionamento”. Na semana passada, o novo presidente da instituição, Nelson de Souza, que assumiu no lugar de PHC, frustrou os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Distrito Federal, que o aguardavam para tratar da questão. Souza justificou sua ausência alegando que precisa evitar fazer manifestações públicas até que as auditorias que o banco contratou para apurar o prejuízo com a compra de créditos do Master sejam concluídas e o balanço contábil consolidado de 2025 seja analisado pelos acionistas. A ausência de Souza à reunião da CCJ irritou os deputados distritais, que aprovaram convocá-lo, tornando obrigatório seu comparecimento
Debate destaca a importância da habitação e do planejamento urbano em Florianópolis
O direito à moradia e os caminhos para enfrentar a ocupação irregular foram debatidos nesta terça-feira (15), no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em Florianópolis, durante o painel “Direito à Habitação e o Papel do Poder Público”, promovido pelo Conselho da Cidade em parceria com a Secretaria de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano. O encontro reuniu representantes dos governos municipal, estadual e federal, além de entidades como CDL, OAB, ASBEA, Floripa Sustentável, e lideranças comunitárias, com foco na busca por soluções mais efetivas para um dos principais desafios urbanos da cidade. “A regularização fundiária é um passo essencial para organizar a cidade e evitar o avanço de novas ocupações irregulares. Quando o poder público garante segurança jurídica e valoriza quem já está no território, isso impacta diretamente todo o entorno”, destacou a secretária de Planejamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Ivanna Tomasi. Um dos principais pontos levantados no painel foi o Floripa Para Todos, o maior programa habitacional de Florianópolis, que reúne ações de regularização fundiária, planejamento urbano e desenvolvimento de soluções habitacionais. “Nosso papel é construir uma legislação que permita atender o direito à moradia, junto a um Plano Diretor que fortaleça a governança da cidade. Trabalhamos com projetos de desenvolvimento urbano integrado, a partir de diagnósticos socioterritoriais que consideram a realidade de cada comunidade”, afirmou a subsecretária de Habitação, Kelly Vieira. O papel do Judiciário na garantia do direito à moradia também foi destacado durante o encontro. “Precisamos assegurar que esse direito fundamental seja respeitado, buscando sempre o equilíbrio entre a legislação e a realidade social. A moradia está diretamente ligada à dignidade da pessoa e precisa ser tratada como prioridade”, afirmou o desembargador João de Nadal. Floripa Para Todos Além das moradias, a proposta do programa inclui novos serviços públicos e infraestrutura integrada, deixando no passado a ideia de grandes conjuntos habitacionais aglomerados e isolados, que mudavam completamente a dinâmica dos bairros. São empreendimentos com cerca de 200 unidades, voltados a famílias e trabalhadores da Capital, com prioridade para quem já mora na região há pelo menos cinco anos. O Floripa Para Todos vai possibilitar a melhoria de ruas e praças, sistemas de drenagem, instalação de novos equipamentos e bases de segurança, além de facilitar a realização de projetos modernos de habitação. O debate também reforçou a importância da atuação conjunta entre diferentes setores e instituições para enfrentar o déficit habitacional, ampliar o acesso à moradia e avançar em políticas públicas mais eficazes. (Informe Floripa, 15/04/2026) Publicado em 16 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/debate-destaca-a-importancia-da-habitacao-e-do-planejamento-urbano-em-florianopolis/
Atividade econômica brasileira cresce 0,6% em fevereiro

A atividade econômica brasileira teve crescimento em fevereiro deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,6% em fevereiro em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período). As altas foram de 0,2% na agropecuária, 1,2% na indústria e 0,3% em serviços. Notícias relacionadas: Atividade econômica brasileira cresce 2,5% em 2025. Plano Nacional prevê 10% do PIB para educação; veja outras metas. Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020. Já na comparação com fevereiro de 2025, houve recuo de 0,3%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. Em 12 meses acumulados até fevereiro deste ano, o índice acumula uma alta de 1,9%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução o ritmo da economia do país e incorpora informações sobre o nível de atividade na indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O índice ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre os juros básicos da economia, a Taxa Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Produto Interno Bruto Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.” O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/atividade-economica-brasileira-cresce-06-em-fevereiro
Florianópolis recebe evento de arborização urbana do Sul do Brasil com representantes federais
Com cidades cada vez mais expostas a ondas de calor, enchentes e poluição, a arborização urbana deixou de ser questão estética para se tornar infraestrutura essencial. O V Fórum Catarinense de Arborização Urbana e VII Encontro Regional Sul chega em um momento decisivo: profissionais, gestores públicos e pesquisadores de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul se reunirão em Florianópolis para debater soluções concretas que já estão transformando cidades da região. Realizado de 22 a 24 de abril de 2026 no Auditório da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), em Florianópolis, o evento ganha dimensão inédita com a presença confirmada de representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, ao lado dos órgãos estaduais de meio ambiente e planejamento de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. É a primeira vez que o fórum reúne simultaneamente as esferas federal e estadual dos três estados em torno do tema, o que promete elevar o debate para além da técnica e alcançar o campo das políticas públicas. Programação Durante três dias de programação intensa, o evento reunirá engenheiros florestais, biólogos, gestores ambientais e representantes de entidades como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), em torno dos desafios reais das florestas urbanas: do manejo de árvores históricas à integração com a rede elétrica, da prevenção de riscos com Corpo de Bombeiros e Defesa Civil às tecnologias de infraestrutura verde. A programação inclui mesas-redondas, apresentações de pesquisas acadêmicas e minicursos práticos com vagas limitadas, entre eles, uma formação inédita de escalada em árvores urbanas voltada exclusivamente para mulheres, conduzida pela presidente da Associação Latino-Americana de Arboristas, Mónica Martínez Hurtado. Haverá ainda cursos sobre plantio em áreas públicas e elaboração de Planos Municipais de Arborização Urbana, ferramentas fundamentais para prefeituras de qualquer porte. Prefeituras da Região Sul têm acesso a cortesias especiais. O evento é uma oportunidade única para gestores municipais capacitarem suas equipes com custo zero e levarem para casa ferramentas aplicáveis imediatamente. O evento é organizado pela Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), pela Prefeitura de Florianópolis, por meio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (FLORAM), e pela Arboriza SC. O evento conta com patrocínio Diamante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), Casa das Árvores, Arboran, Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA-SC (Mútua-SC), Husqvarna e M2TEC Máquinas e Equipamentos. Na categoria Ouro, apoiam o evento a Jardim Arte, Brasil Florestal e Arbotech Brasil. Já na categoria Prata, o patrocínio é da ACCR Construções. Serviço Data: 22 a 24 de abril de 2026Local: Auditório da ALESC – Florianópolis (SC)Inscrições: doity.com.br/v-forum-catarinense-de-arborizacao-urbana (Informe Floripa, 14/04/2026) Publicado em 16 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/florianopolis-recebe-evento-de-arborizacao-urbana-do-sul-do-brasil-com-representantes-federais/
BC decreta liquidação extrajudicial da cooperativa Creditag

O Banco Central (BC) decretou, nesta quinta-feira (16), a liquidação extrajudicial da Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros – Creditag. A medida foi motiva pelo grave comprometimento da situação econômico-financeira da instituição. De acordo com o BC, o cenário sujeitou os credores quirografários da Creditag a um “risco anormal”. O credor quirografário é aquele que não tem garantia real da dívida, cujo crédito é baseado em contratos simples, como exemplo, notas promissórias, cheques sem garantia e contratos de prestação de serviços. Notícias relacionadas: Banco Central prevê crescimento de 1,6% para o PIB em 2026. BC decreta liquidação extrajudicial de instituições da Entrepay. A Creditag é cooperativa de crédito independente de pequeno porte que, segundo o BC, em dezembro de 2025, detinha aproximadamente 0,0000226% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Como exemplo, as quatro maiores instituições do país concentram 54,7% dos ativos totais do SFN. De acordo com o relatório de Estabilidade Financeira do BC, de abril de 2025, a Caixa aparece em primeiro lugar, com 15,1%, seguida do Banco do Brasil (14,9%), Itaú (13,6%) e Bradesco (11,1%). A liquidação extrajudicial é um regime especial de intervenção decretado pelo BC para retirar instituições financeiras inviáveis do SFN de forma organizada. A medida ocorre sem intervenção judicial direta, visando a proteger depositantes e credores quando a instituição enfrenta insolvência grave, má gestão ou fraudes. Nos termos da lei, com a liquidação, os bens dos ex-administradores da cooperativa ficam indisponíveis. O BC informou que continuará tomando todas as medidas cabíveis, dentro de suas competências, para apurar as responsabilidades da crise na Creditag. O resultado poderá levar à aplicação de sanções administrativas e a comunicação às autoridades competentes, se aplicáveis. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/bc-decreta-liquidacao-extrajudicial-da-cooperativa-creditag
Viva Maria homenageia cantoras do rádio no Dia Mundial da Voz

Dedicamos esta edição de hoje às cantoras do rádio que desde sempre emprestaram a potência de suas vozes às mais lindas canções da nossa MPB. E coube a amiga poeta Galvanda Galvão, da Rádio Estamira, em Belém do Pará, prestar homenagem a uma dessas cantoras que é referência na história do rádio no Brasil. “A voz, a história, a luz de uma estrela. Dalva de Oliveira. O maestro Heitor Villa-Lobos utilizava em suas aulas no Conservatório de Música, discos da cantora popular Dalva de Oliveira, como exemplo de agudos perfeitos. Vicentina de Paulo Oliveira nasceu na cidade paulista de Rio Claro em 5 de maio de 1917. Com 11 anos, para ajudar a mãe viúva, trabalhava em São Paulo como babá, arrumadeira, ajudante de cozinha e mais tarde cozinheira de hotel. Logo chegou ao rádio, numa travessia pelo teatro, pelo Brasil. Alternando rádio com espetáculos teatrais, conhece Elivelto Martins e se apresenta com ele e Nilo Chagas, a dupla Preto e Branco. O locutor César Ladeira os batiza de Trio de Ouro, contratado pela Rádio Mayrink Veiga e mais tarde pela Clube. O trio acumula sucessos Praça Onze, Ave Maria e Segredo.” O rádio é esse espaço mágico, onde você imagina os corpos a partir das vozes, das entonações, dos vários sons, abertos para a imaginação. Então Dalva nunca estava sozinha, com Carmen Miranda, Marília Batista, Linda Batista, Hebe Camargo, Elisete Cardoso e Zimbo Trio, Dircinha Batista, todo o imaginário de vozes que nos atravessam até agora.A história do rádio é esta grande invenção. Nós da Rádio Estamira para o programa Viva Maria, com a nossa queridíssima Mara Regia, aqui de Belém, do setor da Amazônia. O nosso amigo rádio apaixonado do Tocantins, que na trilha do rádio tem um acervo precioso sobre a memória do Viva Maria, chega agora com uma homenagem mais do que especial. Sou Cláudio Paixão, jornalista, e desde a minha infância acompanho a programação da Rádio Nacional da Amazônia. E no Dia Mundial da Voz é importante pararmos para ouvir o canto das Supermarias, que são a força e a expressão do programa Viva Maria, a caminho de seus 45 anos. Engrossando o coro, em memória, o canto da feminista do sertão, dona Raimunda dos Cocos. “Essa luta não é fácil, mas vai ter que acontecer. As mulheres organizadas têm que chegar ao poder.” Felizmente, algumas dessas Supermarias conseguiram chegar ao poder. É o caso da ex-vereadora Cristina Lopes Afonso. O programa Viva Maria está na minha vida desde 1986. Desde então, a gente segue com esse relacionamento. Mara Regia é uma mulher surpreendente, uma mulher que decidiu que as ondas do rádio iam, de fato, criar essa rede de proteção, essa rede de comunicação e essa rede de empatia, essa rede de alerta entre as pessoas, especialmente entre as mulheres. De A a Z, impossível esquecer da parteira Maria Zenaide de Sousa. A mulher que nasceu aos 10 anos, porque parteira só nasce depois do primeiro parto. “Vamos dar valor a essas parteiras, vamos, vamos, vamos pessoal, pois são a pobreza dessas parteiras que desenvolve um trabalho tão legal.” Desde 1981, o Viva Maria viu nascer dezenas de lideranças e até hoje acompanha de perto o protagonismo delas. Algumas, como Kenya Silva, se redescobriram a partir da poesia. De repente, eu crio coragem e envio essa poesia para Mara, contando toda essa trajetória. Mara Regia coloca a poesia no ar. “Eu sou uma Maria qualquer, uma dessas mulher que vive na roça, que viaja de carroça, de cavalo ou a pé. Eu sou uma Maria qualquer, dessas que acorda cedinho, faz o bolo e o café, cuida da casa e do quintal, dos bichinhos, dos animais, que sustenta o Brasil de pé.” E uma semana depois, a rádio tinha recebido uma enxurrada de cartas, as pessoas pedindo, as nossas Marias pedindo para ouvir novamente o poema, porque se diziam inspiradas, representadas. Outras, como a trabalhadora doméstica Lucimar Ferreira da Silva, conquistaram seu lugar de fala, pela insistência em ouvir o Viva Maria, mesmo a contragosto de sua patroa, que não queria que essa Maria se transformasse numa militante por seus direitos. “Minha patroa não gostava, porque disse que eu estava virando militante, que aquele programa estava fazendo muito minha cabeça, e mesmo assim eu ouvi.Foi muito importante, aprendi muita coisa com o Viva Maria, abriu a mente.” Unidas para além da voz, da poesia, do choro e até pela indignação e protesto, as Supermarias querem ganhar a merecida visibilidade. E para isso, em nome da autoestima conquistada, querem que seus rostos, marcados por tantas lutas, se façam presentes neste ano que irá marcar a entrada do Viva Maria no novo ciclo de vida pelas ondas da internet. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/viva-maria-homenageia-cantoras-do-radio-no-dia-mundial-da-voz
Campina Grande No Mapa Mundial Da Inovação – Nosso Ecossistema Virou Referência Científica Internacional

Há momentos em que uma cidade deixa de ser apenas um endereço e passa a ser uma referência. Campina Grande atravessou um desses momentos em abril de 2026, quando o ecossistema de inovação local, o E.InovCG, figurou como campo central de uma pesquisa científica publicada na Industrial Management & Data Systems, uma das revistas mais respeitadas do mundo em gestão e tecnologia, do grupo Emerald Publishing. O artigo “Reconceptualizing digital culture as a higher-order capability for digital transformation: insights from innovation ecosystem actors”, assinado pelas pesquisadoras e pesquisadores Farveh Farivar, Luisa Campos, Alistair Chong e Nik Thompson, não é apenas mais uma publicação acadêmica sobre transformação digital. É, na prática, um reconhecimento científico internacional de que o que acontece aqui, no coração do Nordeste brasileiro, tem valor de conhecimento para o mundo. O que o estudo descobriu? Por anos, o tema “cultura digital” foi tratado nas organizações como um elemento de apoio: algo desejável, mas secundário. O que essa pesquisa faz é uma inversão conceitual profunda: a cultura digital não é uma capacidade entre outras. Ela é uma capacidade de ordem superior, aquela que habilita, sustenta e reconfigura tudo o mais. Em linguagem mais direta: não adianta investir em tecnologia, contratar talentos ou criar processos ágeis se a cultura da organização, seus valores, seus pressupostos, suas práticas cotidianas não estiverem alinhadas com a lógica digital. A tecnologia segue a cultura, não o contrário. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores combinaram dois movimentos complementares. Primeiro, uma revisão sistemática de literatura seguindo o protocolo PRISMA: de mais de 600 artigos identificados, apenas 23 tratavam cultura digital como conceito central. O campo estava disperso, fragmentado. Havia uma lacuna teórica evidente que o estudo preencheu. Segundo, e aqui entra o E.InovCG, foram realizadas 33 entrevistas semiestruturadas com atores reais do ecossistema de inovação de Campina Grande: empreendedores, gestores de incubadoras, professores universitários, representantes governamentais, empresários, startupeiros, entre outros. Não foi um estudo feito sobre dados secundários ou em contextos genéricos. Foi feito aqui, com quem vive e constrói inovação nesta cidade. O modelo que emergiu das nossa contribuição Ancorado no modelo de cultura organizacional do teórico Edgar Schein, o framework construído pela pesquisa organiza a cultura digital em três camadas que todo gestor de ecossistema reconhecerá: Na superfície, os artefatos visíveis: práticas ágeis, flexibilidade, colaboração e conectividade digital. São os elementos mais fáceis de observar e, por isso, os mais frequentemente confundidos com “ter cultura digital”. Mais fundo, os valores declarados: orientação a dados, aprendizado contínuo, inovação como mentalidade, foco no cliente e tolerância ao risco. São os princípios que guiam decisões e que, quando ausentes, fazem com que as ferramentas mais modernas não produzam resultados. Na camada mais profunda, os pressupostos subjacentes: a abertura genuína à mudança, a confiança que permite comunicação transparente e a crença coletiva de que tecnologias emergentes criam vantagem competitiva. Esses são os elementos que não se instalam por decreto se constroem ao longo do tempo, em comunidade. O estudo também identificou algo que os profissionais de ecossistemas intuitivamente já sabem: a cultura digital floresce com liderança servidora, inclusividade e colaboração. Não se trata de ter os melhores softwares. É sobre o tipo de relações que uma organização ou um ecossistema inteiro é capaz de construir. Um dos elementos mais ricos do artigo é o uso do modelo Triple Hélicea interação entre universidade, indústria e governo, como lente para compreender como diferentes atores institucionais percebem e praticam a cultura digital. A conclusão é instigante, cada esfera opera sob uma lógica própria de risco, ritmo, abertura e responsabilização. Isso cria tensões reais dentro dos ecossistemas. E são essas tensões, quando bem geridas, que produzem inovação genuína. Para um ecossistema como o E.InovCG, que reúne mais de 150 atores entre startups, empresas, universidades, institutos de pesquisa e órgãos públicos, essa leitura não é abstrata, significa ter o mapa e um guia do território que habitamos. Por que a parceria com o E.InovCG Há uma diferença fundamental entre ser mencionado em uma pesquisa e ser o locus empírico central dela. O E.InovCG está na segunda categoria: foi dentro do ecossistema que a teoria foi testada, que as vozes foram ouvidas e que o framework foi construído. Isso tem três consequências práticas imediatas. A primeira é de legitimidade científica global. Campina Grande agora integra a literatura internacional indexada sobre ecossistemas de inovação e transformação digital. Gestores de inovação na Europa, na Ásia ou na América do Norte que pesquisarem sobre cultura digital e ecossistemas encontrarão referências ao que é feito aqui. A segunda é de autonomia epistêmica regional. Por décadas, o Brasil e especialmente o Nordeste, importou modelos de inovação construídos com base em realidades de países desenvolvidos. Este estudo inverte a lógica: constrói teoria a partir da nossa realidade, com os nossos atores, sobre os nossos desafios. É conhecimento que nasce do território. A terceira é de subsídio para políticas públicas locais. Os formuladores de políticas em Campina Grande e no estado da Paraíba agora têm evidências científicas robustas, publicadas em veículo de altíssimo impacto, sobre o que funciona e o que precisa ser desenvolvido em termos de cultura e transformação digital. Isso reduz achismos e fortalece a capacidade de argumentação em decisões de investimento, regulação e fomento. O que isso convoca em nós Publicações científicas internacionais sobre ecossistemas do interior do Brasil não são triviais. Elas são, ao mesmo tempo, uma validação do percurso feito e uma convocação para o que ainda está por construir. O E.InovCG demonstrou, com evidências, que é um ambiente fértil para pesquisa de ponta sobre inovação. Isso obriga, no melhor sentido da palavra, a elevar a régua: na governança, na produção de dados, na abertura para parcerias acadêmicas, na qualificação das lideranças e na capacidade de transformar ciência em política e prática. Campina Grande não está apenas no mapa da inovação brasileira. Está, cada vez mais, no mapa da inovação mundial. E o que essa pesquisa mostra é que o caminho passa, inevitavelmente, pela cultura, essa capacidade invisível que, quando presente, faz tudo funcionar melhor. Artigo de referência: Farivar, F., Campos, L., Chong, A. e Thompson, N. (2026). “Reconceptualizing digital culture as a
