Rio recebe série de atividades culturais em unidades prisionais

O Rio de Janeiro recebe uma série de atividades culturais em sete unidades prisionais do estado até esta sexta-feira (10). A Semana da Cultura no Sistema Prisional conta com música, cinema, teatro e artes visuais. O projeto foi lançado nesta terça-feira (7), na Biblioteca Nacional, na capital fluminense. Além de reforçar as atividades que já ocorrem nas unidades prisionais, como o concurso de música Voz da Liberdade, realizado desde 2024 no Presídio Djanira Dolores de Oliveira, o evento conta com outras atrações, pensadas especialmente para compor a Semana, dentro e fora das unidades prisionais. O projeto é voltado para pessoas em privação de liberdade, egressas, familiares e servidores penais. Alguns exemplos das atividades são visitas guiadas a museus, com a participação de quem já retornou ao convívio social, doação de livros e exposição de peças de arte relacionadas à temática penal, que passaram por curadoria. De acordo com levantamento do CNJ realizado em 1,2 mil unidades prisionais, 45% delas não contam com atividades de cultura. O coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Conselho Nacional de Justiça, Luis Lanfredi, destacou a importância do evento: “Nós damos início a essa semana, que não é apenas celebratória, mas é histórica, por reposicionar a cultura, a leitura, a arte, a expressão do espírito como direitos fundamentais de todas as pessoas no nosso país, incluídas as que estão em privação de liberdade”. A programação no Rio de Janeiro funciona como projeto-piloto e deve orientar a expansão para outros estados. O coordenador falou sobre essa ideia: “O piloto Rio de Janeiro, na verdade, é o sonho de replicação possível dessa experiência em todas as unidades federativas do nosso país”. Horizontes Culturais A Semana de Cultura será concluída com o lançamento da estratégia nacional de fomento à cultura no sistema prisional, o Horizontes Culturais, em um evento no Theatro Municipal. A política tem por objetivo fortalecer práticas culturais já existentes nas unidades prisionais e ampliar o acesso à arte e à cultura, por meio de um plano nacional para o setor e de iniciativas nas áreas de audiovisual, música e comunicação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/rio-recebe-serie-de-atividades-culturais-em-unidades-prisionais

Governo projeta superávit comercial de US$ 72,1 bi em 2026

Governo projeta superávit comercial de US$ 72,1 bi em 2026

Em meio às incertezas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o comércio exterior, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) projeta que a balança comercial brasileira terá superávit de US$ 72,1 bilhões em 2026, alta de 5,9% em relação ao saldo positivo de US$ 68,1 bilhões registrado em 2025. A estimativa considera exportações de US$ 364,2 bilhões, avanço de 4,6% na comparação anual, e importações de US$ 292,1 bilhões, com crescimento de 4,2%. O valor projetado fica próximo do piso da faixa estimada anteriormente pelo governo, que varia entre US$ 70 bilhões e US$ 90 bilhões. Notícias relacionadas: Exportações para o Oriente Médio caem 26% desde início da guerra. Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020. FGC libera R$ 6 bi a credores com mais de R$ 1 mil no Will Bank. Segundo o diretor de estatísticas e estudos de comércio exterior do MDIC, Herlon Brandão, o cenário internacional ainda apresenta incertezas, mas os indicadores internos sustentam a projeção. “Sabemos que o cenário internacional tem desafios, mas pelas informações que temos até agora, olhando atividade econômica, taxa de câmbio e consumo, os modelos apontam para esse resultado”, afirmou. Brandão também destacou a resiliência do comércio exterior brasileiro diante de crises. “Por mais que tenha variações, olhando a direção e o patamar, observamos um comércio exterior brasileiro relativamente estável e resiliente a crises”, acrescentou. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. Resultado de março Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior mostram que o Brasil registrou superávit de US$ 6,4 bilhões em março, abaixo das expectativas do mercado. No período, as exportações somaram US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 25,2 bilhões. O desempenho das exportações foi puxado principalmente pela indústria extrativa, com alta de 36,4%, impulsionada pelo aumento nas vendas de petróleo. Também houve crescimento na indústria de transformação (+5,4%) e na agropecuária (+1,1%). Já as importações cresceram em todos os segmentos, com destaque para bens de consumo (+54,4%) e bens de capital (+26,5%). Acumulado do ano No primeiro trimestre de 2026, o país acumula superávit de US$ 14,1 bilhões, acima dos US$ 9,6 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com o Mdic, fatores como nível de atividade econômica, câmbio e preços internacionais seguem influenciando as projeções, que podem ser revisadas ao longo do ano conforme o cenário global evolua. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/governo-projeta-superavit-comercial-de-us-721-bi-em-2026

FloripAmanhã apresenta Programa Floripa +100 à Secretaria de Saúde e avança articulação sobre longevidade na Capital

FloripAmanhã apresenta Programa Floripa +100 à Secretaria de Saúde e avança articulação sobre longevidade na Capital

Representantes da FloripAmanhã, da Secretaria Municipal de Saúde e parceiros participaram da reunião que apresentou a proposta do Programa Floripa +100. A construção de uma Florianópolis mais preparada para o envelhecimento foi tema de uma reunião entre a FloripAmanhã e a Secretaria Municipal de Saúde. No encontro, realizado no dia 2/4, a Associação apresentou a proposta do Programa Floripa +100, voltado à promoção da saúde, do bem-estar, da longevidade e da valorização da memória de pessoas com 100 anos ou mais que vivem na Capital. A proposta foi recebida pelo secretário municipal de Saúde, Almir Gentil, e por integrantes de sua equipe. Pela FloripAmanhã, participaram o presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário Daniel Araújo, a gerente executiva Márcia R. Teschner, o coordenador do Programa Floripa +100, Dr. Luiz Alberto Silveira, e a coordenadora nacional do Conselho Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida (CBMEV), Fernanda Bornhausen. Como encaminhamento do encontro, o secretário Almir Gentil e Fábio Dias, da área de Planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, passam a integrar o grupo de trabalho da iniciativa. Proposta conecta saúde, longevidade e qualidade de vida O Programa Floripa +100 foi apresentado como uma iniciativa que busca estimular uma visão mais ampla sobre o envelhecimento, associando saúde, bem-estar, prevenção, autonomia e participação social. A proposta parte do entendimento de que a longevidade precisa ser tratada como tema estratégico para o presente e para o futuro da cidade. Ao reunir diferentes áreas e instituições em torno desse debate, a iniciativa pretende contribuir para a construção de caminhos que respondam ao crescimento da população idosa e à necessidade de fortalecer políticas e práticas voltadas à qualidade de vida em todas as fases do envelhecimento. Mapeamento de centenários integra a iniciativa Uma das frentes do Programa Floripa +100 é o mapeamento de pessoas com 100 anos ou mais que vivem em Florianópolis. A ação busca valorizar histórias, trajetórias e contribuições de quem atravessou décadas da vida da cidade e carrega experiências que ajudam a preservar sua memória histórica. Para a FloripAmanhã, cada centenário representa um patrimônio vivo de Florianópolis. O levantamento pretende dar visibilidade a essas trajetórias e ampliar a compreensão sobre longevidade, cuidado e pertencimento, aproximando a cidade de quem ajudou a construir sua história. Comunidade pode colaborar com o levantamento Familiares, amigos, vizinhos e instituições podem participar indicando pessoas centenárias que vivem em Florianópolis. Para contribuir, é necessário informar nome completo, data de nascimento, bairro ou região onde a pessoa reside e telefone para contato. As indicações podem ser feitas pelo telefone e WhatsApp (48) 9987-0244 ou pelo e-mail secretaria@floripamanha.org. Segundo a FloripAmanhã, os dados serão utilizados exclusivamente para o levantamento, com respeito à privacidade das informações. Com a participação da Secretaria Municipal de Saúde no grupo de trabalho e o apoio da comunidade no mapeamento dos centenários, a iniciativa amplia sua base de construção coletiva e reforça a proposta de pensar uma Florianópolis mais preparada para o envelhecimento, com saúde, memória e qualidade de vida. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/floripamanha-apresenta-programa-floripa-100-a-secretaria-de-saude-e-avanca-articulacao-sobre-longevidade-na-capital/

Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020

Balança comercial tem superávit mais baixo para março desde 2020

A queda nas exportações de café e o aumento na importação de veículos fizeram a balança comercial registrar o superávit mais baixo para meses de março em seis anos, divulgou nesta terça-feira (7) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No mês passado, as exportações superaram as importações em US$ 6,405 bilhões. O resultado representa queda de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o superávit ficou em US$ 7,736 bilhões. O superávit é o mais baixo para meses de março desde 2020, início da pandemia de covid-19, quando o resultado ficou positivo em US$ 4,046 bilhões. Notícias relacionadas: Balança comercial tem quarto melhor resultado para fevereiro. Agro brasileiro exportará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz. O valor das exportações e das importações ficou o seguinte: Exportações: US$ 31,603 bilhões alta de 10% em relação a março do ano passado; Importações: US$ 25,199 bilhões, alta de 20,1% na mesma comparação. O valor das exportações é o segundo maior para meses de março desde o início da série histórica, só perdendo para março de 2023. As importações registraram o maior valor da série, que teve início em 1989. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Setores Na distribuição por setores da economia, as exportações em março variaram da seguinte forma: Agropecuária: +1,1%, com queda de 2 no volume e alta de 3% no preço médio; Indústria extrativa: +36,4%, puxada pelo petróleo, com alta de 36,4% no volume e de 0,2% no preço médio; Indústria de transformação: +5,4%, com alta de 4,2% no volume e de 1% no preço médio. Produtos Os principais produtos responsáveis pela alta das exportações em março foram os seguintes: Agropecuária: animais vivos, exceto pescados ou crustáceos (+49,4%); algodão em bruto (+33,6%); e soja (+4,3%). Indústria extrativa: outros minerais brutos (+55,9%); outros minérios e concentrados de metais de base (+66,8%); e óleos brutos de petróleo (+70,4%); Indústria de transformação: carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+29%); combustíveis (+30%); e ouro não monetário (excluindo minérios de ouro e concentrados) (+92,7%). Apesar do crescimento das exportações agropecuárias, as vendas de café despencaram em março. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 437,1 milhão a menos que em março de 2025 (-30,5%). A queda deveu-se à redução de 31% na quantidade exportada, por diferença de cronogramas de embarque. Em relação ao petróleo bruto, a alta nas exportações chega a US$ 1,971 bilhão em relação a março de 2025. Tradicionalmente, as vendas de petróleo registram forte variação mensal por causa da manutenção programada de plataformas. No entanto, a expectativa é de queda nos próximos meses por causa da alíquota temporária de 12% de Imposto de Exportação de petróleo, imposta em meados de março como medida para segurar a alta dos combustíveis após o início da guerra no Oriente Médio. Importações Em relação às importações, a alta está vinculada principalmente a veículos, cujas compras do exterior subiram US$ 755,7 milhões em março na comparação com o mesmo mês de 2025. Na divisão por categorias, os principais produtos são os seguintes: Agropecuária: pescados (+28,9%); frutas e nozes não oleaginosas (+26,6%); e soja (+782%); Indústria extrativa: minérios e concentrados de metais de base (+33,7%); carvão não aglomerado (+59,9%); e óleos brutos de petróleo (+19,4%); Indústria de transformação: outros medicamentos, incluindo veterinários (+72,2%); adubos ou fertilizantes químicos (+61%) e automóveis de passageiros (+204,2%). Acumulado Nos três primeiros meses do ano, a balança comercial registra superávit de US$ 14,175 bilhões, valor 47,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O crescimento deve-se à importação de uma plataforma de petróleo em fevereiro de 2025, operação que não se repetiu em 2026. A composição ficou a seguinte: Exportações: US$ 82,338 bilhões, alta de 7,1% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado; Importações: US$ 68,163 bilhões, alta de 1,3% na mesma comparação. O superávit acumulado é o terceiro maior da série histórica, só perdendo para o primeiro trimestre de 2024 e de 2023. Projeções O Mdic atualizou as estimativas para a balança comercial em 2026. Para este ano, a pasta projeta superávit comercial de US$ 72,1 bilhões, alta de 5,9% em relação ao resultado positivo de US$ 68,1 bilhões em 2025. Em janeiro, o ministério tinha estimado superávit de US$ 70 bilhões a US$ 90 bilhões neste ano. Segundo o Mdic, as exportações deverão encerrar o ano em US$ 364,2 bilhões, alta de 4,6% em relação a 2025. As importações deverão chegar a US$ 280,2 bilhões em 2026, aumento de 4,2% na comparação com o ano passado. As projeções oficiais para a balança comercial são atualizadas trimestralmente. Segundo o Mdic, novas estimativas mais detalhadas sobre exportações, importações e saldo comercial de 2026 serão divulgadas em julho. O recorde de superávit foi registrado em 2023, quando o resultado positivo ficou em US$ 98,9 bilhões. As estimativas do Mdic estão mais otimistas que a das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado, a balança comercial encerrará o ano com superávit de US$ 70 bilhões. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/balanca-comercial-tem-superavit-mais-baixo-para-marco-desde-2020

FloripAmanhã convoca Assembleia Geral Ordinária para apresentar relatório de atividades e deliberar sobre contas de 2025

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Associados da FloripAmanhã foram convocados para a Assembleia Geral Ordinária, que será realizada em formato on-line. A FloripAmanhã realizará, no dia 9/4 de 2026, sua Assembleia Geral Ordinária em formato on-line, com primeira convocação às 9h30 e segunda e última convocação às 10h. A reunião foi convocada para apresentar aos associados temas institucionais da entidade, entre eles o relatório de atividades e as informações do exercício de 2025. A convocação foi encaminhada aos associados em nome do presidente da FloripAmanhã, empresário e publicitário Daniel Araújo. Além do edital de convocação, a Associação também disponibilizou previamente o Relatório de Atividades 2025, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos participantes sobre os principais projetos, articulações e ações desenvolvidas ao longo do último ano. O documento apresenta um panorama das frentes de atuação da FloripAmanhã e registra que 2025 foi marcado pelos 20 anos da Associação, com ações voltadas ao desenvolvimento urbano sustentável, à economia criativa, à articulação institucional, à saúde e à produção de estudos e indicadores para a cidade. Relatório de 2025 reúne ações em diferentes áreas Entre os destaques do relatório estão a celebração dos 20 anos da FloripAmanhã, o fortalecimento do programa FloripAmanhã 20+ | Diálogos para o Futuro e a continuidade de projetos e grupos de trabalho ligados à qualificação urbana, à promoção da saúde, à gastronomia, ao monitoramento de indicadores e à atuação em conselhos e fóruns da cidade. O documento também reforça o papel da Associação como articuladora entre sociedade civil, poder público e iniciativa privada. Na área de estudos e pesquisas, o relatório registra a apresentação do Relatório Anual de Progresso dos Indicadores, o RAPI 2025, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina e o Observatório Social de Florianópolis, além do encaminhamento do documento ao prefeito da Capital. Já na frente de relações interinstitucionais, o material destaca o avanço da campanha de destinação do Imposto de Renda para os fundos sociais. Segundo o relatório, o valor destinado por contribuintes de Florianópolis aos Fundos da Infância e Adolescência e da Pessoa Idosa cresceu de R$ 1,9 milhão em 2024 para R$ 5,8 milhões em 2025, embora a cidade ainda mantenha elevado potencial de crescimento nessa área. Assembleia integra rotina de transparência e participação A realização da Assembleia Geral Ordinária integra a rotina institucional da FloripAmanhã e representa um espaço de participação dos associados nas decisões da entidade. A reunião também permite compartilhar os resultados do período, apresentar o andamento das ações e fortalecer o vínculo entre a Associação e sua base associativa. O relatório encaminhado previamente também registra reconhecimentos recebidos pela entidade em 2025, entre eles o Certificado de Responsabilidade Social da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, recebido pela 11ª vez, e destaca a continuidade da atuação da FloripAmanhã em temas estratégicos para Florianópolis, como planejamento urbano, revitalização de espaços públicos, turismo, gastronomia, longevidade e desenvolvimento sustentável. Associados devem confirmar presença A FloripAmanhã orienta os associados a confirmarem presença no grupo informado na mensagem de convocação. A participação é importante para garantir o quórum da Assembleia e ampliar o diálogo sobre os temas que integram a pauta do encontro. Com a reunião, a FloripAmanhã dá sequência ao calendário institucional de 2026 e abre espaço para que os associados acompanhem de perto os resultados do último exercício e os próximos passos da atuação da entidade. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/floripamanha-convoca-assembleia-geral-ordinaria-para-apresentar-relatorio-de-atividades-e-deliberar-sobre-contas-de-2025/

FGC libera R$ 6 bi a credores com mais de R$ 1 mil no Will Bank

FGC libera R$ 6 bi a credores com mais de R$ 1 mil no Will Bank

Quase três meses após a liquidação do Will Bank, fintech ligada ao Banco Master, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou a segunda fase de pagamentos aos clientes da instituição. Nesta etapa, serão liberados R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil credores com valores a receber entre R$ 1 mil e R$ 250 mil. Os pagamentos são feitos exclusivamente pelo aplicativo do FGC. Para receber, o cliente precisa se cadastrar na plataforma, preencher os dados solicitados, enviar a documentação necessária e formalizar o pedido. Notícias relacionadas: Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida. Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida. Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank. O fundo orienta que os usuários mantenham as notificações do aplicativo ativas para acompanhar o andamento da solicitação e eventuais pendências. Como receber Para ter acesso ao dinheiro, o credor deve: Baixar o aplicativo do FGC; Realizar cadastro na plataforma; Conferir e complementar informações; Enviar documentos exigidos; Pedir o ressarcimento. O FGC alerta que não entra em contato por telefone, redes sociais ou aplicativos de mensagens para pedir dados ou senhas. Todo o processo deve ser feito apenas pelos canais oficiais. Balanço A primeira etapa dos pagamentos aos credores do Will Bank, iniciada em fevereiro, contemplou clientes com até R$ 1 mil a receber. Até agora, foram pagos R$ 126 milhões a mais de 1,1 milhão de pessoas. Desde janeiro, o FGC desembolsou cerca de R$ 39,3 bilhões em ressarcimentos a clientes do Banco Master, Banco Master de Investimento e Letsbank, o equivalente a 96,9% da quantia prevista. Ao todo, aproximadamente 669 mil credores já receberam os valores, o que representa 90,24% dos beneficiários. Em relação ao Banco Pleno, outra instituição ligada ao Master, os pagamentos somam R$ 3,61 bilhões, beneficiando cerca de 107,3 mil pessoas. Isso equivale a 70,45% dos credores e a 75,39% do valor previsto a ser liberado para essa instituição. Regras e limites O ressarcimento segue o limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme as regras do sistema. Clientes que já atingiram esse teto em outras instituições do mesmo grupo, como o Banco Master e empresas associadas, não terão valores adicionais a receber do Will Bank. Há exceção para investimentos realizados até 31 de agosto de 2024, que mantêm a garantia individual dentro do limite. Liquidação A liquidação do Will Bank foi decretada pelo Banco Central (BC) após a deterioração da situação financeira da instituição e problemas no cumprimento de obrigações. O banco fazia parte do conglomerado liderado pelo Banco Master. Desde então, o FGC vem conduzindo o processo de devolução dos valores aos clientes afetados. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/fgc-libera-r-6-bi-credores-com-mais-de-r-1-mil-no-will-bank

Livros sobre bloco Ilê Aiyê e mulheres no Axé são lançados em Salvador

Dois livros que resgatam parte importante do cenário musical da Bahia serão lançados nesta terça-feira (7); um fala da importância das mulheres na construção do movimento da Axé Music; e o outro, sobre o legado das composições do grupo Ilê Aiyê, considerado o primeiro bloco afro do país. No livro “FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral”, escrito pelo jornalista Carlos Leal em parceria com cantora e pesquisadora Carla Visi, apresenta um panorama da presença feminina na história do Axé Music, nos primeiros dez anos do movimento, entre os anos de 1985 e 1995. Carla, que também esteve durante muitos anos à frente de uma das bandas mais importantes da Bahia, a Cheiro de Amor, destaca que o pontapé inicial para a obra foi seu trabalho acadêmico de conclusão de curso de Jornalismo, pela Universidade Federal da Bahia. “Tudo isso começou numa pesquisa despretensiosa sobre a origem do axé, a origem desse movimento que mudou a cultura, mudou a economia criativa, mudou a música da Bahia. Mas quando visitamos essa história, ficamos com uma curiosidade: aonde estavam as mulheres no momento que surge esse movimento?” FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral será lançado, às 18 horas, no espaço Cultural Casa da Mãe, no Rio Vermelho, em Salvador. Carlos Leal reforça que o trabalho documental avança para além das mulheres que brilharam nos palcos e trios da Bahia, nos primeiros anos do Axé.  “A primeira cantora de trio, a gente sabe; a primeira mulher a descer com trio elétrico para Barra, a gente sabe; primeira cantora de banda, a primeira cantora de bloco afro.  Mas e aí? Tinha mulher cordeira? Tinha mulher motorista elétrico? Tinha mulher iluminadora? Tinha minha mulher produtora?  E foi isso que nós fizemos. Fomos atrás dessa história, fomos pesquisar, entrevistamos mais de 30 mulheres e fizemos uma mesclagem dos textos de Carla Visi, do TCC, com nossa pesquisa”. A outra obra documental que fala sobre o legado musical produzido na Bahia é o livro “Cantos de Ancestralidade – Antologia Musical do Ilê Aiyê”.  A publicação do Instituto da Mulher Negra Mãe Hilda Jitolu foi organizada pela jornalista Valéria Lima, neta de Mãe Hilda a partir da pesquisa de Catarina Lima e faz um apanhado das mais de 200 composições do repertório do bloco.  O livro será adotado como apoio didático para educação antirracista nas escolas. Cantos de Ancestralidade – Antologia Musical do Ilê Aiyê será lançado logo mais, às 14h, na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, também na capital baiana. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/livro-sobre-bloco-ile-aiye-e-mulheres-no-axe-sao-lancados-em-salvador

Centro de Florianópolis ganha vida com evento que registra 30% de crescimento

Da Coluna de Renato Igor (NSC, 06/04/2026) A Feira Viva Cidade, edição especial de Páscoa, consolidou o crescimento de 30% dos últimos seis meses do evento promovido pela CDL de Florianópolis. A ação ocorre aos sábados com o propósito de ativação econômica e requalificação urbana da região central. Essa movimentação crescente impacta diretamente a dinâmica do comércio local e evidencia a retomada de fluxo qualificado no Centro. Para o vice-presidente da entidade, Rafael Salim, o resultado consolida a agenda da CDL voltada ao fortalecimento do varejo. “Estamos falando de uma ação que gera fluxo, ativa negócios e reposiciona o Centro como polo de convivência e consumo. Esse crescimento consistente é reflexo de um trabalho estruturado, com foco em resultado para os empresários”, afirma. A entidade já prepara a próxima edição especial da Feira Viva Cidade, marcada para 9 de maio, em comemoração ao Dia das Mães, mantendo o calendário de ações voltadas à geração de fluxo e estímulo à economia local. Publicado em 07 abril de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/04/centro-de-florianopolis-ganha-vida-com-evento-que-registra-30-de-crescimento/

Livros sobre mulheres no Axé são lançados em Salvador

Dois livros que resgatam parte importante do cenário musical da Bahia serão lançados nesta terça-feira (7); um fala da importância das mulheres na construção do movimento da Axé Music; e o outro, sobre o legado das composições do grupo Ilê Aiyê, considerado o primeiro bloco afro do país. No livro “FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral”, escrito pelo jornalista Carlos Leal em parceria com cantora e pesquisadora Carla Visi, apresenta um panorama da presença feminina na história do Axé Music, nos primeiros dez anos do movimento, entre os anos de 1985 e 1995. Carla, que também esteve durante muitos anos à frente de uma das bandas mais importantes da Bahia, a Cheiro de Amor, destaca que o pontapé inicial para a obra foi seu trabalho acadêmico de conclusão de curso de Jornalismo, pela Universidade Federal da Bahia. “Tudo isso começou numa pesquisa despretensiosa sobre a origem do axé, a origem desse movimento que mudou a cultura, mudou a economia criativa, mudou a música da Bahia. Mas quando visitamos essa história, ficamos com uma curiosidade: aonde estavam as mulheres no momento que surge esse movimento?” FemininAxé: o axé tem mátria e sua voz é ancestral será lançado, às 18 horas, no espaço Cultural Casa da Mãe, no Rio Vermelho, em Salvador. Carlos Leal reforça que o trabalho documental avança para além das mulheres que brilharam nos palcos e trios da Bahia, nos primeiros anos do Axé.  “A primeira cantora de trio, a gente sabe; a primeira mulher a descer com trio elétrico para Barra, a gente sabe; primeira cantora de banda, a primeira cantora de bloco afro.  Mas e aí? Tinha mulher cordeira? Tinha mulher motorista elétrico? Tinha mulher iluminadora? Tinha minha mulher produtora?  E foi isso que nós fizemos. Fomos atrás dessa história, fomos pesquisar, entrevistamos mais de 30 mulheres e fizemos uma mesclagem dos textos de Carla Visi, do TCC, com nossa pesquisa”. A outra obra documental que fala sobre o legado musical produzido na Bahia é o livro “Cantos de Ancestralidade – Antologia Musical do Ilê Aiyê”.  A publicação do Instituto da Mulher Negra Mãe Hilda Jitolu foi organizada pela jornalista Valéria Lima, neta de Mãe Hilda a partir da pesquisa de Catarina Lima e faz um apanhado das mais de 200 composições do repertório do bloco.  O livro será adotado como apoio didático para educação antirracista nas escolas. Cantos de Ancestralidade – Antologia Musical do Ilê Aiyê será lançado logo mais, às 14h, na Senzala do Barro Preto, no Curuzu, também na capital baiana. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-04/livros-sobre-mulheres-no-axe-sao-lancados-em-salvador

Padrão Ouro: estudantes trocam ensino privado pela rede pública do Piauí

Padrão Ouro: estudantes trocam ensino privado pela rede pública do Piauí

Salas de aula modernizadas, laboratórios de ciências e informática, espaços de Atendimento Educacional Especializado (AEE), ambientes amplos equipados com tecnologia moderna, além de cursos técnicos, intercâmbios internacionais e uma diversidade de projetos educacionais. O chamado “padrão ouro” das escolas estaduais do Piauí tem atraído, cada vez mais, estudantes do ensino privado para a rede pública. Os pais da estudante Lara Beatriz Vieira foram atraídos pela estrutura educacional da Secretaria de Estado da Educação do Piauí (Seduc) e optaram por transferi-la de uma instituição privada em Teresina após a conclusão do ensino fundamental. Ela foi matriculada no Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Professora Helena Carvalho, localizado na zona norte da capital piauiense, para cursar o ensino médio. “O ensino em tempo integral mantém os alunos por mais tempo na escola, permitindo maior aprofundamento nos estudos. Isso chamou muito a minha atenção. Além disso, a estrutura é excelente, não deixa a desejar em relação à escola anterior”, relata Fátima Aparecida Vieira, mãe da estudante. Atualmente, Lara Beatriz cursa o ensino médio integrado ao curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas e afirma que a nova escola superou suas expectativas. “Estou gostando muito. Tive uma recepção acolhedora e uma adaptação tranquila. A escola é organizada, possui ótimos projetos e oferece todo o suporte necessário aos estudantes. Acredito que a escola me oferece as condições necessárias para prosseguir com meus estudos e alcançar meus objetivos”, destaca. Quem também escolheu a rede estadual para concluir o ensino médio foi a estudante Maria Rita Rodrigues. Ela ingressou no Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) João Henrique de Almeida Sousa em 2025 para cursar a 1ª série. Atualmente, faz o curso técnico em Administração e pretende concorrer a uma vaga em Direito por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) após concluir o ensino médio em 2027. “O Ceti João Henrique sempre foi bem conceituado e conhecido pela minha família. Sabíamos que era uma instituição confiável, organizada e com ensino de qualidade. O regime de tempo integral foi decisivo na minha escolha, pois eu buscava aproveitar melhor o meu tempo. Encontrei aqui uma escola mais organizada e com muito mais oportunidades, com acesso a olimpíadas e iniciativas como o Programa ‘Do Piauí para o Mundo’ e o ‘Clube da Leitura’, algo que não existia na minha antiga escola. São muitas oportunidades”, relata. Maria Rita se prepara para disputar uma vaga na edição de 2026 do programa “Do Piauí para o Mundo”, projeto de intercâmbio internacional gratuito para estudantes e professores da rede estadual, com foco em tecnologia e inovação. Ela também se dedica à Olimpíada Piauiense de Língua Estrangeira Moderna (Seduc LEM), que avalia habilidades em língua inglesa e premia os participantes com medalhas de ouro, prata e bronze. “São competições que aguardo com muita expectativa. Quero muito conquistar uma vaga no intercâmbio e uma medalha na olimpíada. Também estou me preparando para a Olimpíada Brasileira de Foguetes 2026. Aqui na escola, somos incentivados por toda a equipe a participar dessas iniciativas. Encontrei um ambiente mais estruturado e com um nível de exigência maior, que nos motiva a superar nossos próprios desafios”, afirma. O secretário de Estado da Educação, Rodrigo Torres, ressalta que o aumento na procura por matrículas de estudantes oriundos da rede privada reflete o trabalho que vem sendo desenvolvido e que tem impulsionado uma verdadeira transformação educacional no estado. “Os estudantes estão buscando nossas escolas porque percebem a elevação da qualidade do ensino. São inúmeros programas, projetos, melhorias na estrutura física das escolas e cursos técnicos que permitem ao aluno concluir o ensino médio com uma formação profissional. Nosso objetivo agora é continuar inovando, ampliando e aprimorando essas oportunidades”, destaca. Maria Rodrigues no laboratório. (Crédito: Pablo Cavalcante | Divulgação) Revolução educacional e tecnológica O Piauí vive, nos últimos anos, uma verdadeira revolução educacional. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) de 2023, o estado possui o melhor ensino médio do Nordeste e figura entre os melhores do Brasil. No que se refere às matrículas no ensino médio integrado à Educação Profissional, Técnica e Tecnológica (EPT), bem como à oferta de ensino em tempo integral, a rede estadual ocupa o 1º lugar no ranking nacional, segundo dados do Censo Escolar 2025, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). O estado também se destaca como o primeiro das Américas a implementar a Inteligência Artificial (IA) na educação básica. Além disso, as escolas da rede estadual passam por uma expressiva modernização estrutural. Já são mais de 120 escolas Seduc inauguradas no “padrão ouro” e mais de 300 obras em andamento em todo o estado. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/padrao-ouro-estudantes-trocam-ensino-privado-pela-rede-publica-do-piaui/