Ibaneis pede R$ 4 bi a Fundo Garantidor de Créditos para socorrer BRB

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pediu um empréstimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). O pedido foi formalizado por carta enviada ao fundo, com o objetivo de garantir a continuidade de serviços financeiros, apoiar políticas públicas e preservar a liquidez da instituição. Notícias relacionadas: Justiça proíbe venda de área ambiental no DF para salvar BRB. Câmara Legislativa aprova uso de imóveis públicos para socorrer BRB. Mendonça prorroga inquérito que apura fraudes no Banco Master. A operação prevê carência de um ano e seis meses, com pagamentos semestrais. A remuneração deve seguir o CDI acrescido de spread, conforme condições a serem definidas pelo FGC. O modelo inclui tanto reforço de capital quanto eventual linha de liquidez, em formato ainda sujeito a ajustes entre as partes. Garantias Para viabilizar o crédito, o Governo do Distrito Federal propôs como garantias participações acionárias em empresas públicas, como a Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal), o BRB (Banco de Brasília) e a CEB (Companhia Energética de Brasília), além de nove imóveis públicos autorizados em lei. Parte desses ativos, porém, enfrenta questionamentos. A área conhecida como Serrinha do Paranoá, por exemplo, teve o uso de garantias suspenso pela Justiça local, mas cabe recurso. Outro ponto de controvérsia é o Centrad, complexo administrativo sem uso há mais de uma década e envolvido em disputa judicial. Objetivo do aporte O Governo do Distrito Federal classifica a operação como “estruturante” e afirma que o objetivo é recompor indicadores exigidos pela regulação bancária, como o Índice de Basileia, que mede a solidez das instituições financeiras. Entre os resultados esperados estão: expansão da carteira de crédito; financiamento de infraestrutura e habitação; apoio a micro e pequenas empresas; estímulo à economia local e à arrecadação. A iniciativa ocorre em meio a dificuldades fiscais do DF. O governo local recorre ao FGC após encerrar 2025 com déficit de cerca de R$ 1 bilhão e sem capacidade de obter garantia do Tesouro Nacional para operações de crédito. No caso do BRB, a situação também é pressionada por perdas associadas a ativos problemáticos e pela necessidade de elevar provisões, estimadas em bilhões de reais. Negociação O processo ainda está em fase inicial e depende da análise do FGC quanto à viabilidade, risco e adequação às regras do fundo. O Palácio do Buriti informou que prepara documentos como plano de negócios, plano de capital e diagnóstico financeiro, além de uma proposta detalhada de garantias e cronograma de implementação. A liberação dos recursos dependerá da avaliação da capacidade de pagamento e da consistência dos ativos oferecidos. Banco Master Investigações indicam que o Banco de Brasília adquiriu R$ 12,2 bilhões em créditos considerados irregulares do Banco Master. A instituição afirma, contudo, que conseguiu recuperar parte desses recursos. Atualmente, a necessidade de provisões do BRB gira em torno de R$ 8,8 bilhões, mas uma auditoria forense independente estima um impacto maior, de até R$ 13,3 bilhões, relacionado a operações com indícios de falta de lastro. O banco também enfrenta dificuldades para divulgar os resultados de 2025 dentro do prazo, até o fim deste mês, e o Banco Central tem resistido a conceder a prorrogação. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/ibaneis-pede-r-4-bilhoes-ao-fgc-para-socorrer-banco-de-brasilia
Ponte Hercílio Luz guarda histórias de quem a manteve viva
Confira a reportagem do Jornal SCC Meio-Dia. (SCC/SBT, 26/03/2026) O post Ponte Hercílio Luz guarda histórias de quem a manteve viva apareceu primeiro em FloripAmanhã. fonte https://floripamanha.org/2026/03/ponte-hercilio-luz-guarda-historias-de-quem-a-manteve-viva/
Alcântara estreia uso de recursos do Rouanet Nordeste

A cidade de Alcântara, no Maranhão, é o primeiro município brasileiro a apresentar na prática como estão sendo aplicados os recursos públicos do programa especial de fomento à cultura Rouanet Nordeste. O programa, lançado em 2025, é uma ação do Ministério da Cultura que disponibiliza R$ 40 milhões para 126 projetos culturais da região Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Neste fim de semana, o Festival Itinerante AfroSom vai levar manifestações da música regional afro-nordestina para apresentações gratuitas no município de Alcântara, no Maranhão. O Grupo Coco Marajá do Cajueiro, Moleques do Samba e a banda de reggae Barba Branca se apresentam, a partir das seis da tarde, na Praça da Matriz. Como parte da programação, também está prevista a Oficina de Dança Afro e Encantarias, ministrada por Zayda Moraes, mestra em artes, na sede da Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial, sábado, às nove da manhã. Programação e expansão do AfroSom O projeto segue até outubro e percorrerá outras nove cidades maranhenses: Caxias, Raposa, São José de Ribamar, Pirapemas, Estreito, Paço do Lumiar, Barreirinhas, Pinheiro e a capital, São Luís. Em cada cidade, o projeto seguirá sempre o mesmo formato: apresentações culturais envolvendo gêneros como reggae, tambor de mina, tambor de crioula e bumba-meu-boi; e uma oficina artística formativa nas áreas de capoeira, dança, artesanato, audiovisual, religiões de matriz africana e patrimônio cultural da região. Trinta grupos, bandas e coletivos musicais, além de dez DJs selecionados por curadoria, integram a iniciativa maranhense vinculada ao Rouanet Nordeste. A ação quer garantir que mestras e mestres transmitam saberes ancestrais, fortaleçam tradições regionais e ampliem o acesso de jovens a essas referências, além de estimular a economia criativa de cada cidade que sediar o AfroSom. No perfil afrosomfest, no Instagram, haverá atualização da programação em cada cidade e também o link com os formulários para acessar as oficinas. Além desse, o Maranhão ainda irá executar outros sete projetos. Entre os estados vinculados ao Programa Rouanet Nordeste, Pernambuco lidera o número de iniciativas selecionadas, com 28 propostas; seguida da Bahia, com 19. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/alcantara-estreia-uso-de-recursos-do-rouanet-nordeste
Zona Azul: estacionamento rotativo deve voltar à Florianópolis; entenda
O estacionamento rotativo deve voltar à Florianópolis após meses interrompido. À reportagem da CBN Floripa, a Prefeitura de Florianópolis declarou que o processo licitatório está sendo elaborado e se aproxima da fase final. Os serviços da Zona Azul foram interrompidos em janeiro de 2025. Na época, o Tribunal de Justiça discordou do método utilizado pela prefeitura para contratar empresas responsáveis pelo serviço. Agora, pouco mais de um ano depois, a gestão municipal confirmou que elabora um novo texto para o processo licitatório. O documento está na fase final e deve ser aberto em breve. (Confira a matéria completa em CBN Total, 26/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/zona-azul-estacionamento-rotativo-deve-voltar-a-florianopolis-entenda/
Aneel leiloa cinco lotes de linhas de transmissão de energia

Cinco projetos de transmissão de energia foram leiloados hoje (27) na sede da B3, na capital paulista. Promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), este foi o primeiro leilão de transmissão de energia do ano. O certame ofereceu cinco lotes, com investimentos estimados em R$ 3,3 bilhões e previsão de mais de 8,4 mil empregos. A licitação pública se destina à construção e manutenção de 798 quilômetros de linhas de transmissão e de 2.150 megavolt-ampères (MVA) em capacidade de transformação de subestações, além de compensadores síncronos. Notícias relacionadas: Brasil tem recorde de 66,8% dos trabalhadores na previdência social. Resultado negativo nas contas externas cai para R$ 5,6 bi em fevereiro. BC decreta liquidação extrajudicial de instituições da Entrepay. Os empreendimentos estão localizados em 11 estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina, São Paulo. O prazo para conclusão das obras varia entre 42 e 60 meses. O leilão O certame desta sexta-feira foi bastante concorrido, com deságios que chegaram a alcançar 54,8%. As empresas Engie Transmissão de Energia e Cymi Construções e Participações foram as maiores vencedoras do leilão de hoje, arrematando dois lotes cada uma. A Cymi conquistou os lotes 1 e 5, enquanto a Engie venceu o lote 2 e também levou o lote 3, composto por quatro sublotes. Já o Consórcio BR2ET fez a maior oferta pelo lote 4. O primeiro lote que foi leiloado hoje era composto por instalações no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais e atraiu três interessados. A empresa vencedora foi a Cymi Construções e Participações, que ofertou R$ 46.611.311,00 de Receita Anual Permitida (RAP), o que significou deságio de 46,85% em relação ao teto definido pelo regulador. A receita anual permitida é uma remuneração que as transmissoras de energia elétrica recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. As outras empresas que concorreram pelo primeiro lote foram o Consórcio Olympus e a Axia Energia Sul. Já o lote 2, composto por instalações no Paraná e em Santa Catarina, teve quatro interessados: a Axia Energia Sul, Cox Brasil, Engie Transmissão de Energia e o Consórcio Paraná. A vencedora foi a Engie Transmissão de Energia, com a oferta de R$ 18.137.374,70, deságio de 46,89%. O lote 3 corresponde a instalações existentes no Rio Grande do Norte e no Ceará e foi dividido em quatro sublotes. A Engie acabou arrematando esse lote oferecendo as menores ofertas nos quatro sublotes. Ela ofereceu R$ 22,8 milhões para o sublote 3A, R$ 20,6 milhões para o 3B, R$ 39,6 milhões para o 3C e R$ 21,6 milhões para o 3D, resultando num deságio médio de 54,83%. O lote 4 é composto por instalações na Bahia e no Sergipe e foi arrematado pela BR2ET Transmissora, com a proposta de R$ 25.563.777,00 e deságio de 37,89%. Outras quatro empresas apresentaram lances por esse lote: a Axia, Celeo Redes Brasil, Alupar e Consórcio Atlas. O último lote a ser leiloado foi o 5, que tem como objetivo contribuir para o suprimento às regiões de Cláudia e Novo Progresso, em Mato Grosso e no Pará, e foi arrematado pela Cymi Construções e Participações. O valor ofertado pela empresa foi de R$ 91.194.333,00, representando um deságio médio de 50,89% em relação à Receita Anual Permitida (RAP) inicial estabelecida pela Aneel. Além dela, também apresentaram propostas por esse lote a Taesa-Transmissora Aliança de Energia Elétrica, a Celeo Redes Brasil, FIP Warehouse, EDP Energias do Brasil, Consórcio Olympus e Axia Energia Sul. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/aneel-leiloa-cinco-lotes-de-linhas-de-transmissao-de-energia
Centro de Floripa inicia nova fase arborizada
O Centro de Florianópolis recebeu, na quinta-feira (26), a primeira intervenção do projeto Viva a Cidade Arborizada. Um ipê-amarelo, com cerca de 15 anos e oito metros de altura, foi plantado no cruzamento do calçadão da Rua João Pinto com a Nunes Machado, dando início à proposta de transformação da paisagem urbana da região. A iniciativa é liderada pela CDL Florianópolis, em parceria com a Prefeitura, e executada pela Arboran. O projeto prevê o plantio de mais de 90 árvores nativas em sete vias do Centro Leste: João Pinto, Nunes Machado, Saldanha Marinho, Travessa Ratclif, Tiradentes, Victor Meireles e General Bittencourt. Diferente de ações convencionais, a proposta utiliza árvores já desenvolvidas, garantindo impacto visual imediato e maior resistência ao ambiente urbano. O ipê plantado já apresenta início de floração e foi cultivado em viveiro especializado em espécies nativas do estado. Segundo o presidente da CDL Florianópolis, Eduardo Koerich, a ação representa uma mudança concreta no espaço urbano. A proposta também busca melhorar o conforto térmico, valorizar o comércio e ampliar a qualidade de vida na região central. Arborização como estratégia urbana O uso de espécies nativas reforça a adaptação ao ambiente local e a preservação da biodiversidade. De acordo com o engenheiro florestal Charles Coelho, da Arboran, o plantio de árvores mais maduras, acima de seis metros, permite criar rapidamente a sensação de uma cidade mais verde. O processo inclui técnicas específicas, como preparo do sistema radicular, transporte controlado e adaptação ao novo local, garantindo a saúde das árvores. O planejamento também considera desafios urbanos, como redes elétricas, tubulações e circulação de pedestres. Projeto busca expansão A primeira etapa está sendo custeada pela CDL Florianópolis, enquanto novas fases dependem da captação de recursos junto ao poder público, especialmente em programas ligados à resiliência climática. A secretária municipal Ivanna Carla Tomasi afirma que a arborização integra as estratégias de revitalização do Centro, contribuindo para reduzir ilhas de calor e tornar os espaços mais atrativos. O município já busca financiamentos e deve avançar nas tratativas em Brasília nos próximos meses. Construção coletiva e impacto urbano O projeto também envolve comerciantes e moradores na definição dos pontos de plantio e das espécies, fortalecendo o caráter colaborativo da iniciativa. A criação de corredores verdes e áreas de sombra deve impactar diretamente a rotina de quem circula pelo Centro, além de contribuir para a valorização econômica da região. O plantio marca o início de uma transformação gradual, com foco em tornar o Centro Leste mais sustentável e acolhedor. (Portal Imagem da Ilha, 27/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/centro-de-floripa-inicia-nova-fase-arborizada/
Edificação do primeiro entreposto de pescados público da cidade será inaugurado no sábado, dia 28 de março
O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, vai inaugurar ao meio-dia do próximo sábado, dia 28 de março, a edificação do primeiro entreposto de pescados público da cidade, no João Paulo. Dentro em breve o espaço será transmitido através de cessão de uso à cooperativa de pescadores artesanais locais regularizada para atuar no entreposto pelo prazo de 20 anos para armazenagem, manuseio e venda de produtos oriundos do mar tanto in natura quanto processado, no varejo e no atacado. As obras a serem inauguradas foram conduzidas pela Secretaria de Infraestrutura e Manutenção da Cidade desde janeiro do ano passado. A Secretaria de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação, que abriga a Subsecretaria de Pesca, Maricultura e Agricultura, acompanha todas as tratativas da construção do entreposto à sua entrada em funcionamento, prevista para acontecer até agosto, e da constituição da cooperativa. “É a primeira cooperativa do Brasil a ser apoiada assim pelo governo”, ressalta o prefeito, com base no que informou o consultor de empresas Marinho São Thiago que presta serviço ao Sebrae, responsável pelo plano de negócio. Aliás, o pessoal da cooperativa vem recebendo capacitação, na parte de gestão do Sebrae, e, no que diz respeito à questão da manipulação dos produtos do Senac. O entreposto foi construído em terreno de aproximadamente 800 metros quadrados de área total de frente para o mar do João Paulo, ao final da Servidão Nonô, na altura do trapiche público. Já a edificação tem 290,28 metros quadrados de área total foi feita de alvenaria e estrutura de concreto armado com esquadrias de alumínio, e cobertura de laje com elementos cerâmicos que, associada à pintura externa branca das telhas comuns de fibrocimento, vai garantir conforto térmico. E, para fins de sustentabilidade, ganhou usina de tratamento de esgoto para que nem escamas nem vísceras dos pescados, por exemplo, caiam na rede coletora. A parte externa é urbanizada com pavimento em paver (blocos de concreto intertravados), estacionamento e grama. Internamente, o lugar dispõe de bancadas de inox e de granito. Sendo que todo esse investimento é da ordem de R$ 1,9 milhão – e as obras foram executadas pela empreiteira Litoral Engenharia e Construções Ltda – EPP. Mas a estruturação do entreposto para a entrada em funcionamento ainda vai requerer um aporte financeiro de mais R$ 1,25 milhão garantido através de emendas parlamentares. Desse montante, R$ 900 mil serão usados na aquisição dos equipamentos necessários – câmaras frigoríficas, máquina para fabricação de gelo, expositores para as vendas de produtos tanto resfriados quanto congelados, entre outros – cuja licitação já está em andamento pela Prefeitura. Os outros R$ 350 mil vão garantir ainda mais sustentabilidade ao entreposto com um sistema fotovoltaico, que converterá a luz solar, limpa, diretamente em energia elétrica, e reduzirá gastos. A cooperativa O consultor Marinho São Thiago deixa claro que a capacitação continuará sendo oferecida mesmo após a abertura do entreposto ao público. Afinal, segundo ele, a colônia de pescadores artesanais do João Paulo é composta de 173 famílias (com 63 embarcações), e 41 delas vivem exclusivamente da pesca, sendo a segunda maior e mais antiga de Florianópolis, atrás somente de seus pares na Barra da Lagoa. Juntas, essas famílias pescam atualmente em média, por mês, de 25 a 30 toneladas de peixe e camarão branco (14 toneladas desse crustáceo). Isso, portanto, no modelo de trabalho que ainda vigora, desestruturado, já que não têm onde armazenar, processar ou vender os produtos, comercializando logo na chegada dos barcos do mar, aos atravessadores, que são os lucradores. Mas essa realidade está prestes a mudar. Conforme São Thiago, o entreposto terá capacidade de armazenamento de 40 toneladas de produtos. Da primeira etapa de funcionamento da cooperativa, vão participar os 21 primeiros pescadores que toparam a ideia, o que significa dizer que todos os produtos virão deles, assim como a renda da venda estimada de 50 toneladas de produtos por mês, no primeiro ano, ficará com esses cooperados. O último ensaio financeiro, datado de março de 2024 e que será atualizado, prevê um faturamento mensal por parte da cooperativa da ordem de R$ 5,5 milhões, quando o entreposto estiver estabelecido no mercado. Na primeira fase de funcionamento do entreposto, serão oferecidos para venda os produtos in natura, sendo que ostras e mariscos serão embalados à vácuo após desconche no entreposto com vistas a aumentar seu prazo de validade, e assim agregar valor aos produtos beneficiando os produtores e tornando-se um atrativo do negócio. E, de processados, apenas peixes filetados e camarão pirulito (limpo, mas com o rabinho com casca). Cascas de ostras e mariscos, aliás, serão 100% trituradas e reaproveitadas como fertilizantes agrícolas ou em vasos decorativos, por exemplo, sem geração de resíduos. Para o segundo ano, está prevista a gourmetização, com a comercialização de pratos com receitas ensinadas por chefes de cozinha. Reivindicação atendida A obra do entreposto do João Paulo atendeu a uma antiga reivindicação da associação de pescadores artesanais do bairro, diretamente beneficiada, e promete incrementar essa tradicional atividade econômica da região. Mas os moradores do bairro e da cidade em geral também podem comemorar essa conquista inédita para a Florianópolis. Afinal, vão poder adquirir produtos resultantes da pesca com qualidade assegurada pela estocagem adequada. Para o secretário de Turismo, Desenvolvimento Econômico e Inovação, Juliano Richter Pires, que responde pela área de pesca na Prefeitura, “essa obra é um marco importante para a pesca local e para a economia do município. O entreposto vai proporcionar melhores condições para os pescadores e também para a população, que poderá adquirir produtos frescos e de qualidade. É um investimento que vai gerar empregos, renda e desenvolvimento para a região”. (PMF, 26/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/edificacao-do-primeiro-entreposto-de-pescados-publico-da-cidade-sera-inaugurado-no-sabado-dia-28-de-marco/
BC decreta liquidação extrajudicial de instituições da Entrepay

O Banco Central (BC) decretou, nesta sexta-feira (27), a liquidação extrajudicial de instituições da Entrepay, por risco a seus credores. A medida atinge a Entrepay Instituição de Pagamento, líder do conglomerado, e, por extensão, da Acqio Adquirência Instituição de Pagamento e da Octa Sociedade de Crédito Direto. Notícias relacionadas: Galípolo: BC tem margem para avaliar impactos da guerra sobre o Brasil. BC reforça segurança em contas de instituições no sistema de pagamento. Bancos farão aporte extra de R$ 32,5 bilhões no FGC até dia 25. De acordo com a autarquia, trata-se de um conglomerado de porte pequeno que, em dezembro de 2025, detinha aproximadamente 0,009% do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Como exemplo, as quatro maiores instituições do país concentram 54,7% dos ativos totais do SFN. De acordo com o relatório de Estabilidade Financeira do BC, de abril de 2025, a Caixa aparece em primeiro lugar, com 15,1%, seguida de Banco do Brasil (14,9%), Itaú (13,6%) e Bradesco (11,1%). “A liquidação extrajudicial foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição líder do Conglomerado, bem como por infringência às normas que disciplinam sua atividade e por prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores”, informou em nota. Por se tratar de instituições de pagamento e de sociedade de crédito direto, as entidades liquidadas não possuem captações cobertas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O FGC é formado por recursos dos bancos para ressarcir clientes em caso de não cumprimento das obrigações pelas instituições financeiras. A liquidação extrajudicial é um regime especial de intervenção decretado pelo BC para retirar instituições financeiras inviáveis do SFN de forma organizada. A medida ocorre sem intervenção judicial direta, visando a proteger depositantes e credores quando a instituição enfrenta insolvência grave, má gestão ou fraudes. Nos termos da lei, com a liquidação, os bens dos controladores e dos ex-administradores das instituições ficam indisponíveis. O BC informou que continuará tomando todas as medidas cabíveis, dentro de suas competências, para apurar as responsabilidades da crise na Entrepay. O resultado poderá levar à aplicação de sanções administrativas e a comunicação às autoridades competentes, se aplicáveis. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/bc-decreta-liquidacao-extrajudicial-de-instituicoes-da-entrepay
Florianópolis vence prêmio nacional de inovação pela segunda vez
Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 26/03/2026) Florianópolis recebeu, nesta quinta-feira (26), o título de bicampeã do Prêmio Nacional de Inovação, maior reconhecimento do setor no país. A capital catarinense venceu na categoria “Ecossistemas de Inovação de Grande Porte”. A premiação é organizada pela Confederação Nacional da Indústria e pelo Sebrae e reconhece cidades que apresentam a melhor integração entre poder público, iniciativa privada, academia e sociedade organizada para fomentar e fortalecer o desenvolvimento tecnológico em suas localidades e áreas de influência. “Essa vitória é reflexo, entre outras coisas, de políticas públicas estratégicas implementadas pela prefeitura, como o Programa de Incentivo à Inovação, que permite com que diferentes projetos saiam do papel e se tornem ferramentas de impacto na cidade. O município tem um histórico também de investimentos em iniciativas de capacitação de mão de obra e fomento ao empreendedorismo, como o Floripa Mais Tec e a Casa do Empreendedor”, destaca o secretário de Turismo, Desenvolvimento e Inovação, Juliano Richter Pires. Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/florianopolis-vence-premio-nacional-de-inovacao-pela-segunda-vez/
Campanha incentiva destinação do Imposto de Renda para projetos sociais
Uma campanha lançada pelo FloripAmanhã busca conscientizar a população sobre a possibilidade de destinar até 6% do Imposto de Renda devido para fundos sociais. A iniciativa mobiliza entidades, empresas e cidadãos em Santa Catarina, com o objetivo de ampliar o apoio a projetos que beneficiam crianças, adolescentes e idosos. (Balanço Geral, 26/03/2026) Publicado em 27 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/campanha-incentiva-destinacao-do-imposto-de-renda-para-projetos-sociais/
