Salvador recebe festival de artistas de rua; confira a programação

A programação do Festival Internacional de Artistas de Rua da Bahia começa nesta sexta-feira (13) e segue até o próximo domingo (15), em Salvador, depois de passar pelos municípios de Jequié e São Felipe. Esta 19ª edição reúne 20 nomes de grupos e artistas brasileiros e do exterior ligados ao teatro, dança, bonecos, marionetes, circo, artes plásticas e música, que irão se apresentar gratuitamente e com garantia de interação com o público, marcas registradas do evento. Entre os estrangeiros convidados estão artistas da Argentina, Colômbia, Estados Unidos e Guiné Bissau. Além das apresentações, o festival terá ações formativas e atividades interativas para o público. O circuito “Circo para todos”, por exemplo, coordenado por Alexis Ayala, da Companhia Circonstance, convida a garotada para experimentar o mundo das acrobacias, trapézio, malabares e arame. Já a artista Gleice Ferreira irá promover uma vivência sobre Grafismo Indígena, utilizando materiais naturais como o urucum e o jenipapo. Haverá ainda a equipe do Camapet, com uma oficina de reciclagem que transforma resíduos plásticos em brinquedos e objetos utilitários. As apresentações e oficinas acontecem na Fábrica Cultural, que fica na Rua da Penha, no Largo da Ribeira; nesta sexta e sábado das 19h às 22h e no domingo das 17h às 21h. A programação está disponível no site: festivalderua.com. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/salvador-recebe-festival-de-artistas-de-rua-confira-programacao

Big techs se unem em defesa da Anthropic e acirram disputa entre IA, ética e poder militar dos EUA

Créditos da imagem: Anthropic

A disputa entre a startup de inteligência artificial Anthropic e o governo dos Estados Unidos deixou de ser um conflito isolado para se tornar um teste de estresse global sobre os limites éticos da IA aplicada à defesa. Classificada pelo Pentágono como um “risco à cadeia de suprimentos” por se recusar a permitir o uso irrestrito de seus modelos em armas autônomas e vigilância em massa, a empresa passou a contar com o apoio público de grandes nomes do setor e de funcionários de gigantes como Google, OpenAI e Microsoft. No centro da disputa está o Claude, modelo de IA da Anthropic, que a companhia insiste em proteger com cláusulas contratuais que vetam aplicações em sistemas letais sem supervisão humana e em esquemas de monitoramento em larga escala de cidadãos. A decisão do governo Trump de enquadrar a empresa como ameaça à segurança nacional, restringindo contratos com órgãos federais, desencadeou uma reação inédita no ecossistema de IA, que agora acompanha de perto um caso com potencial para definir padrões de uso militar da tecnologia.​ O processo da Anthropic contra o governo Trump Em resposta às sanções, a Anthropic entrou com uma ação em um tribunal federal da Califórnia para tentar reverter a classificação de risco e liberar novamente seus serviços para agências do governo. No processo, a empresa argumenta que foi punida justamente por exercer sua “liberdade de expressão” ao defender limites éticos para o uso de IA, e pede que a Justiça considere ilegal o ato do Departamento de Defesa. A companhia não busca indenização financeira, mas sim a anulação da designação como ameaça à cadeia de suprimentos e o reconhecimento de que o governo não pode obrigar empresas de tecnologia a aceitar “todos os usos legais” de seus modelos, quando isso contraria seus princípios de segurança. A defesa ressalta que as “guardrails” da Anthropic foram concebidas para garantir “resultados positivos para a humanidade” e diferenciar a empresa justamente pelo foco em IA confiável. Como as big techs entraram na disputa A pressão sobre o governo aumentou quando grandes players do setor e especialistas de renome decidiram se posicionar judicialmente ao lado da Anthropic. A Microsoft apresentou um documento à Justiça pedindo a suspensão da decisão do Pentágono, argumentando que a medida cria insegurança jurídica e pode prejudicar a inovação em IA ao punir empresas que tentam impor limites éticos ao uso de suas tecnologias. Paralelamente, dezenas de engenheiros e pesquisadores de IA da OpenAI e do Google, incluindo Jeff Dean, cientista-chefe do Google DeepMind, assinaram manifestações formais em apoio à startup. Eles afirmam atuar em nome próprio, e não em representação das empresas, mas defendem que o tribunal decida a favor da Anthropic para evitar que a mensagem enviada ao mercado seja a de que salvaguardas de segurança podem se tornar um passivo regulatório. Ética, armas autônomas e vigilância em massa no centro do debate Os documentos apresentados pela Anthropic deixam claro que a linha vermelha está em dois tipos de uso: vigilância em massa de cidadãos americanos e operação de armas totalmente autônomas, sem supervisão humana significativa. A empresa sustenta que aceitar esse tipo de aplicação contraria suas próprias diretrizes internas e as boas práticas de segurança que ela promove no setor.​ O conflito com o governo Trump expõe uma tensão crescente entre a necessidade estratégica dos Estados Unidos de contar com tecnologias avançadas de IA em defesa e o esforço de parte da comunidade técnica em estabelecer freios éticos. Especialistas alertam que, se prevalecer a visão de que o governo pode punir empresas que se recusam a usos militares considerados sensíveis, o recado para o mercado será de que “ética em IA” pode custar contratos bilionários.​ O que está em jogo para o ecossistema de IA Além da sobrevivência comercial da Anthropic, o caso cria precedentes que podem afetar todo o ecossistema de IA generativa e de nuvem. Investidores acompanham com atenção, temendo que a classificação como risco à cadeia de suprimentos afaste clientes estratégicos, pressionando modelos de negócio e desvalorizando empresas que apostam em compromissos públicos de segurança e responsabilidade. Para as big techs, o processo oferece uma oportunidade de influenciar, por meio de intervenções judiciais e lobby político, qual será a fronteira aceitável entre colaboração com a defesa e preservação de princípios éticos em IA. Já para reguladores e formuladores de políticas, o desfecho tende a servir de referência para futuros marcos regulatórios sobre IA em contextos militares, em um momento em que a tecnologia deixou de ser apenas uma vantagem competitiva de mercado para se tornar um ativo geopolítico de alto impacto. fonte https://santotech.com.br/big-techs-defendem-anthropic-contra-governo-eua-ia-militar/

Petrobras reajusta preço do diesel em R$ 0,38 por litro

Petrobras reajusta preço do diesel em R$ 0,38 por litro

A Petrobras anunciou no fim da manhã desta sexta-feira (13) que vai reajustar o valor do óleo diesel vendido às distribuidoras em R$ 0,38 por litro. O novo preço passa a valer a partir de sábado (14).  Em comunicado, a estatal explica que o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras aumentará para R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B será, em média, de R$ 3,10. Notícias relacionadas: Petrobras aprova adesão ao programa do governo para baratear diesel. Distribuidoras pedem mais importação de diesel pela Petrobras. Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo. O diesel A é o vendido nas refinarias, antes de ser misturado a biocombustíveis. Já o diesel B é o comercializado nos postos ao consumidor final. Impacto mitigado A companhia explicou que o reajuste do diesel foi mitigado pelas medidas para conter a escalada do preço do combustível, anunciadas na quinta-feira (12) pelo governo federal. Mesmo assim, o aumento do petróleo no mercado internacional em meio à guerra no Oriente Médio exerce pressão sobre o preço. O governo zerou as alíquotas dos dois tributos federais sobre a importação e comercialização do diesel, o PIS e a Cofins, o que representa corte de R$ 0,32 centavos no preço do litro do óleo diesel, segundo cálculos do Ministério da Fazenda.  Além disso, uma Medida Provisória publicada autoriza a subvenção econômica para importadores e produtores de diesel. Com isso, o governo pode pagar R$ 0,32 por litro, desde que esse desconto seja repassado à cadeia de preços, baixando o custo ao consumidor final.  Juntas, as duas medidas representam alívio de R$ 0,64 por litro. As iniciativas são um enfrentamento à alta do preço do petróleo no mercado internacional, causada pela guerra iniciada por Estados e Israel contra o Irã.  Histórico de preços  A Petrobras lembra que a última vez que o preço do diesel foi alterado foi em maio de 2025, quando houve uma redução. Já o último aumento foi em fevereiro de 2025.  Nas contas da Petrobras, desde dezembro de 2022, os preços de diesel vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período. Petróleo mais caro A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã completa duas semanas nesta sexta-feira. Uma das formas de retaliação do Irã é o bloqueio do Estreito de Ormuz, ligação marítima entre os golfos Pérsico e de Omã, ao sul do Irã. Por lá, passam 20% da produção mundial de petróleo e gás. O gargalo na região pressiona a oferta de petróleo no mercado internacional, o que eleva a cotação dos preços. Nesta sexta-feira, o contrato futuro do barril de petróleo Brent, preço de referência, está negociado perto de US$ 100 (equivalente a cerca de R$ 520). Há duas semanas, a cotação beirava US$ 70, ou seja, em 15 dias subiu cerca de 40%. O Irã chegou a alertar o mundo para se preparar para o petróleo a US$ 200. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/petrobras-reajusta-preco-do-diesel-em-r-038-por-litro

Hackers despejam 1,5 TB de dados atribuídos à FGV e escancaram risco sistêmico para educação e concursos no Brasil

imagem gerada por ia

O grupo de ransomware Dragonforce publicou na dark web mais de 1,5 TB de arquivos que afirma ter extraído dos sistemas da Fundação Getulio Vargas (FGV), um dos principais centros acadêmicos e de pesquisa do país. O episódio eleva o nível de alerta sobre a maturidade de segurança digital no setor de educação superior e na cadeia de concursos públicos, área em que a instituição tem forte atuação. O que foi vazado Segundo as publicações dos hackers, o pacote inclui a estrutura de um servidor interno, com pastas de departamentos, diretórios pessoais de funcionários e diversos tipos de documentos administrativos e institucionais. Entre os materiais atribuídos à FGV estariam planilhas administrativas, relatórios, registros de cursos, manuais internos, normas, portarias e arquivos usados na rotina de gestão de projetos e convênios. Os diretórios listados indicam a presença de áreas como auditoria, controladoria, unidades acadêmicas, educação a distância e setores ligados à gestão de parcerias com órgãos públicos, empresas e organismos internacionais. A forma como os arquivos estão organizados sugere que os invasores conseguiram acessar servidores internos da instituição, indo além de simples indisponibilidade de serviços. Quem é o grupo Dragonforce O Dragonforce é um grupo de origem malaia que atua desde 2023 no modelo de ransomware as a service (RaaS), oferecendo ferramentas de sequestro de dados para afiliados que executam os ataques em troca de parte dos valores de resgate. No blog mantido na dark web, a FGV aparece listada entre as vítimas, junto com outras organizações brasileiras, como o Banco Guanabara e a empresa C&M Software, supostamente atacadas em 2025. Na página associada ao caso da FGV, os criminosos divulgaram um contador com prazo de cerca de oito dias para o pagamento do resgate, sob ameaça de divulgação integral do banco de dados. O despejo de mais de 1,5 TB de arquivos, portanto, indica que o prazo teria expirado ou que as negociações não avançaram, culminando na exposição em larga escala. Posição da FGV e investigação em andamento Procurada pela imprensa, a FGV afirmou que ainda apura internamente o incidente e que não tinha, até o momento dos primeiros relatos, confirmação sobre invasão ou exfiltração de dados de seus sistemas. Em comunicações anteriores, emitidas quando começaram as instabilidades, a instituição havia atribuído os problemas a provedores de serviços, destacando que não havia evidências de acesso indevido aos arquivos eletrônicos. Com o vazamento agora disponível na dark web, a tendência é que a fundação precise aprofundar a resposta técnica, jurídica e de comunicação, envolvendo equipes de cibersegurança, encarregado de dados e, possivelmente, autoridades como a ANPD. Especialistas lembram que, em incidentes com dados pessoais, a avaliação sobre categorias de dados, volume de titulares afetados e consequências prováveis é obrigatória para definir notificações a órgãos reguladores e ao público. Impactos para educação, concursos e gestão pública A FGV é peça central em diversos concursos públicos, programas de formação executiva e projetos com governos e empresas, o que torna um vazamento dessa magnitude potencialmente sensível para múltiplos ecossistemas. Documentos administrativos, contratos, relatórios de projetos e dados de colaboradores e parceiros, se confirmados, podem gerar riscos reputacionais, jurídicos e operacionais tanto para a instituição quanto para terceiros ligados a esses acordos. No contexto mais amplo, o ataque reforça a necessidade de fortalecer políticas de governança de dados, segmentação de acessos, backups resilientes, planos de resposta a incidentes e testes regulares de segurança em instituições acadêmicas e de pesquisa. Para especialistas, o caso deve servir de gatilho para que universidades, fundações e bancas organizadoras revisem com urgência seus controles de cibersegurança, considerando o aumento da sofisticação de grupos de ransomware e o potencial de danos para cidadãos e para a administração pública. fonte https://santotech.com.br/vazamento-15-tb-dados-fgv-dragonforce-ransomware/

Escritor e jornalista Marcelo Moutinho lança livro de contos no Rio

O escritor e jornalista Marcelo Moutinho lança neste sábado (14/3), no Rio de Janeiro, o livro “Gentinha”, que marca seu retorno aos contos após seis anos. A obra traz, em 16 narrativas, personagens curiosos que carregam retratos extremamente humanos, com um olhar sensível e atento para o cotidiano brasileiro. O autor fala sobre o prazeroso retorno aos contos. “Essa volta aos contos está sendo bem interessante. Lancei dois livros de crônicas, uma biografia, alguns infantis nesse período aí dos seis anos. E agora retornar para aquele que foi o gênero com o qual eu iniciei como escritor é uma alegria. Eu acho também que esse livro marca uma certa mudança com relação aos anteriores, uma mudança estilística mais até do que temática, e também esse reencontro com a ficção, né? A ficção mais pura, digamos assim”. Vencedor do prêmio Jabuti em 2022, na categoria Crônica, com “A Lua na Caixa D’água”, e do prêmio Clarice Lispector 2017 da Fundação Biblioteca Nacional, com o livro de contos “Ferrugem”, o escritor defende que mais importante que premiações é o reconhecimento dos leitores. “Eu sempre acho que a gente tem que fazer o livro que a gente considera o melhor livro possível, considera que tem a ver com aquilo que você quer expressar naquele momento. Prêmio é consequência. E o conto, talvez não tanto quanto a crônica, a crônica é muito mais marginalizada no sistema de premiação brasileiro, a maioria dos prêmios não tem uma premiação específica para crônica. O conto um pouco menos, mas ainda assim sempre é colocado meio que à sombra do romance. Então eu não alimento grandes expectativas com relação a premiação. Acho que o mais importante do livro é ele ser fiel àquilo que o autor pensou na hora de escrevê-lo. E, de fato, o grande prêmio que a gente tem é a receptividade do leitor”. Dividido em duas partes, “Dentro de um mundo” e “A verdade não rima”, “Gentinha” percorre cenários que vão dos bairros das periferias a casas da classe média. O autor, que nasceu no subúrbio carioca e já morou em diversas regiões da cidade, carrega para suas histórias um pouco da realidade que conheceu com essas vivências. Tudo isso misturando lirismo, tensão e humor. São histórias de pessoas simples, gente do povo. O autor fala sobre algumas dessas tramas. “A gente tem, por exemplo, um conto protagonizado por um senhor que vai na feira de São Cristóvão, que é uma feira de concentração nordestina aqui do Rio, cantar Altemar Dutra no karaokê. E um conto de uma moça que adoraria ir para um baile de carnaval e cujo namorado não gosta de carnaval, e ela vai resolver essa folia de uma forma alternativa. A gente tem o conto de dois indivíduos que se fantasiam de Papai Noel para assaltar uma loja perto do período natalino. Como você vê, são personagens bem variados. A gente tem também um ‘bebê gourmet’, né? Um bebê que se revolta com o fato de só tomar mamadeira ou fórmula”. O lançamento do livro “Gentinha” acontece neste sábado, a partir das duas da tarde, no Alfa Bar e Cultura, espaço que mistura música, gastronomia e venda de livros usados e raros, na Rua do Mercado, no centro do Rio.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/escritor-e-jornalista-marcelo-moutinho-lanca-livro-de-contos-no-rio

Rio sedia evento para debater e impulsionar o turismo no Brasil

Rio sedia evento para debater e impulsionar o turismo no Brasil

Começa nesta quinta-feira (12) e vai até sábado (14) a primeira edição da feira de turismo TurisMall, plataforma multieventos de turismo, negócios e inovação. Concebido como uma plataforma estratégica permanente, o evento integra governos, lideranças internacionais, investidores e entidades institucionais. O TurisMall vai ocupar pontos-chave da cidade do Rio de Janeiro como o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio (MAR), o Copacabana Palace, a Casa Firjan e a Associação Comercial do Rio de Janeiro. Notícias relacionadas: Turismo brasileiro tem faturamento recorde de R$ 185 bi em 2025 . O Museu do Amanhã será o ponto de encontro para agentes e operadores no fórum de turismo. Além de atividades profissionalizantes, o local abrigará estandes de empresas e estados para realização de negócios.  Serão 20 expositores da iniciativa pública e privada, e entre os destinos confirmados, estão Mato Grosso do Sul, São Paulo, Foz do Iguaçu, Rio de Janeiro, Niterói e Petrópolis. Segundo o presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, o Brasil teve mais de 9 milhões de turistas internacionais em 2025 e foi o país que mais cresceu no turismo internacional, em 37%. O segundo país foi o Egito, com 20%. “O Brasil oferece uma experiência em todos os cantos. O maior produto de exportação é a alegria do povo, com muita diversidade na cultura”, disse na abertura do evento.  O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, informou que janeiro de 2026 foi o melhor mês da série histórica em passageiros domésticos com mais de 9 milhões de turistas internos.  “No início do ano, os turistas estrangeiros injetaram US$ 730 milhões, fomentando a economia”, disse o ministro. A empresária e criadora do evento Mônica Medeiros disse que estar à frente de um evento setorial de turismo e negócios, como mulher, é uma conquista que carrega responsabilidade e visão de futuro.  “Ao inaugurar o TurisMall no Museu do Amanhã e em outros espaços emblemáticos do Rio de Janeiro, buscamos ir além da experiência, com geração de impacto econômico fomentando os negócios locais, promovendo um legado para a cidade”, afirmou. Confira s programação no site oficial do evento.  O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, participam da cerimônia de abertura do TurisMall no Museu do Amanhã, região central da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/rio-sedia-evento-para-debater-impulsionar-o-turismo-no-brasil

Trabalhadores da Avibras encerram greve após três anos de paralisação

Trabalhadores da Avibras encerram greve após três anos de paralisação

Depois de 1.280 dias de greve, os trabalhadores da Avibras Indústria Aeroespacial  aprovaram a proposta de pagamento da dívida trabalhista acumulada pela empresa. As atividades da principal indústria bélica do país, localizada em Jacareí, interior de São Paulo, devem ser retomadas em abril, depois de três anos sem produção contínua. A greve começou em 9 de setembro de 2022.   Notícias relacionadas: Petroleiros do Norte Fluminense suspendem greve após 16 dias. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, a proposta aprovada de pagamento da dívida trabalhista soma R$ 230 milhões. O plano para quitação desse débito prevê o parcelamento de 12 a 48 vezes, de acordo com a faixa salarial de cada trabalhador. Ao todo, 1,4mil pessoas têm valores a receber. “Para voltar à atividade, a direção da Avibras vai desligar todos os 850 trabalhadores que permanecem registrados na fábrica, quitar as dívidas conforme o plano de parcelamento e fazer 450 recontratações. O processo de demissões, homologações e contratações vai acontecer entre março e abril”, explica o sindicato. Em nota, a Avibras afirmou que a decisão dos trabalhadores é um avanço relevante para o processo de reestruturação da empresa. Outro fator importante para viabilizar a retomada das operações foi a decisão do Tribunal de Justiça rejeitando os recursos apresentados contra a homologação do Plano de Recuperação Judicial da companhia. “A empresa prossegue na fase de transição, que inclui os preparativos necessários para o restabelecimento de suas operações. Também segue empenhada na implementação do Plano de Recuperação Judicial e na construção de um novo ciclo para a empresa, com foco na continuidade de suas operações e no fortalecimento de sua atuação nos setores de defesa e aeroespacial”, diz a empresa.  A Avibras pediu recuperação judicial em março de 2022, devido a uma crise financeira, alegando estar com dívidas de R$ 600 milhões. No mesmo momento, anunciou 420 demissões, que foram suspensas pela Justiça um mês depois, devido a uma ação movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região. A fábrica será retomada sob nova direção. O ex-proprietário João Brasil Carvalho Leite foi destituído em 25 de julho de 2025, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que homologou a transferência de 99% das ações para o Brasil Crédito Gestão Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, credor da Avibras. A Avibras é uma empresa brasileira privada de engenharia, com mais de 50 anos de atuação e desenvolve tecnologia para as áreas de defesa e civil. Os destaques da produção são sistemas de lançamento de mísseis de cruzeiro e foguetes guiados, além de diferentes motores foguetes para a Marinha e para a Força Aérea Brasileira e veículos blindados.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/trabalhadores-da-avibras-encerram-greve-apos-tres-anos-de-paralisacao

Petrobras pagou R$ 277,6 bi em tributos em 2025; saiba detalhes

Saldo da balança comercial tem recorde em dezembro mas encolhe em 2025

A Petrobras pagou R$ 277,6 bilhões em tributos e participações governamentais no ano passado. As informações fazem parte do Relatório Fiscal da companhia, divulgado nesta quinta-feira (12). O valor equivale à média de R$ 1,1 bilhão por dia útil. Com essa contribuição, a empresa se mantém como a maior pagadora de impostos e contribuições do país, respondendo por cerca de 7% da arrecadação nacional. Notícias relacionadas: Petrobras diz que pode reduzir impacto da alta do petróleo no Brasil. Petrobras registra lucro líquido de R$ 110,1 bilhões em 2025. Conflito no Irã não deve afetar exportações da Petrobras, diz diretor. O montante pago em 2025 supera em quase 3% a contribuição do ano anterior, de R$ 270,3 bilhões. Os valores não estão deflacionados, ou seja, não levam em conta a inflação do período, que fechou em 4,26%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O total da contribuição de 2025 ficou abaixo do dispêndio de 2022, que alcançou R$ 279 bilhões, mesmo sem levar em conta a inflação do período. Veja abaixo o valor total de tributos e participações governamentais da Petrobras nos últimos cinco anos: 2025: R$ 277,6 bilhões 2024: R$ 270,3 bilhões 2023: R$ 240,2 bilhões 2022: R$ 279 bilhões 2021: R$ 202,9 bilhões Destino Os tributos pagos são direcionados à União, aos estados e municípios. Já as participações governamentais incluem, principalmente, royalties pela exploração de petróleo. Há ainda a participação especial (PE), uma compensação financeira extraordinária devida pelos concessionários de exploração e produção de petróleo ou gás natural por campos de grande volume de produção. O relatório da estatal explica que, dos R$ 277,6 bilhões pagos no território nacional em 2025, a soma de R$ 68,6 bilhões equivale à rubrica participação governamental, sendo R$ 39,7 bilhões de royalties e R$ 21,5 bilhões de PE. A maior arrecadadora é a União, que ficou com R$ 161,9 bilhões. Esse valor responde por 6% de toda a arrecadação federal. Os principais tributos pagos à União se referem a impostos sobre o lucro (IRPJ e CSLL) e sobre o faturamento (PIS e Cofins). As participações governamentais são repassadas à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), uma autarquia federal, que, por sua vez, distribui para União, unidades da federação e municípios. De tudo o que a agência reguladora recebeu em participações governamentais em 2025, 65% saíram da Petrobras. Estados Os estados receberam da Petrobras R$ 113,8 bilhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Isso representa 14% da arrecadação das 27 unidades da federação. Incluindo o repasse de participações governamentais, o valor chega a R$ 132,9 bilhões. Veja os 10 estados que mais receberam contribuições da Petrobras em 2025: 1º Rio de Janeiro: R$ 26 bilhões 2º São Paulo: R$ 24,4 bilhões 3º Minas Gerais: R$ 15,3 bilhões 4º Rio Grande do Sul: R$ 8,1 bilhões 5º Paraná: R$ 7,9 bilhões 6º Santa Catarina: R$ 7,2 bilhões 7º Goiás: R$ 6,8 bilhões 8º Mato Grosso: R$ 6,8 bilhões 9º Mato Grosso do Sul: R$ 5,3 bilhões 10º Espírito Santo: R$ 4,7 bilhões Municípios Em 2025, a Petrobras contribuiu para a arrecadação de 271 municípios, distribuídos em 22 unidades da federação. Ao todo, foram pagos R$ 1,9 bilhão, praticamente tudo em Imposto sobre Serviços (ISS) e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). Os dez municípios mais beneficiados representaram 67% do total do recolhimento municipal. Veja a lista: 1º Macaé (RJ): R$ 395,9 milhões 2º Cubatão (SP): R$ 141,7 milhões 3º Caraguatatuba (SP): R$ 125,1 milhões 4º Ipojuca (PE): R$ 123,4 milhões 5º Rio de Janeiro (RJ): R$ 104,6 milhões 6º Paulínia (SP): R$ 94,7 milhões 7º Duque de Caxias (RJ): R$ 90,0 milhões 8º São Sebastião (SP): R$ 88,5 milhões 9º Canoas (RS): R$ 64,3 milhões 10º São João da Barra (RJ): R$ 46,9 milhões Responsabilidade tributária A Petrobras explica que o total repassado para os governos inclui tributos retidos de terceiros, uma vez que a companhia possui o dever legal de recolhimento por toda a cadeia, na figura de responsável ou substituta tributária. A técnica da substituição tributária busca promover uma concentração da arrecadação em poucos agentes econômicos para facilitar o recolhimento e a fiscalização. Outros países A companhia informou ainda que US$ 448,65 milhões (equivalente a R$ 2,3 bilhões) foram tributos pagos no exterior. Países que mais receberam: 1º Holanda: US$ 264,69 milhões 2º Estados Unidos: US$ 69,26 milhões 3º Colômbia: US$ 68,12 milhões 4º Singapura: US$ 36,25 milhões 5º Argentina: US$ 5,72 milhões 6º Bolívia: US$ 2,93 milhões 7º China: US$ 1,39 milhões 8º Espanha: US$ 0,21 milhões 9º Uruguai: US$ 0,08 milhões Balanço e dividendos O relatório da Petrobras detalha que a empresa tem 477 filiais e está presente em 22 estados e 128 municípios. Na semana passada, a companhia revelou que teve lucro líquido de R$ 110 bilhões em 2025. No ano passado, a companhia distribuiu R$ 45,2 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (forma de remuneração de acionistas). A maior parte desse valor foi para o governo, que é o maior acionista da Petrobras via União e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/petrobras-pagou-r-2776-bi-em-tributos-em-2025-saiba-detalhes

Lançamento Revista VIA – Edição 20: Laboratórios de Inovação

O lançamento oficial da Revista VIA – Edição nº 20, dedicada ao tema “Laboratórios de Inovação”, acontece durante o 2º Conex.Labs – Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação, realizado no evento Convergência 2025, em Goiânia (GO) acontece nesta quinta-feira dia 12 de Março. Produzida em colaboração com mais de 30 autores, pesquisadores, servidores e inovadores, esta edição é um espaço de compartilhamento de conhecimento, experiências e reflexões que desse movimento que tem transformado a inovação pública. A Revista VIA – Edição 20 estará disponível gratuitamente no site da VIA. (Confira a matéria completa em VIA – Estação Conhecimento, 11/03/2026) Publicado em 12 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/lancamento-revista-via-edicao-20-laboratorios-de-inovacao/

Estação de tratamento de esgoto do Pântano do Sul

Da Coluna de Diogo de Souza (ND, 12/03/2026) O processo licitatório para a construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) do Pântano do Sul tem previsão de abertura das propostas para 27 de abril. A ETE atenderá o Sul da Ilha e contemplará 11 bacias de esgotamento sanitário, com previsão de atender cerca de 15 mil pessoas até 2037. O investimento previsto é de R$ 65 milhões, sendo o prazo estimado para a obra de 24 meses após a emissão do licenciamento ambiental. A região não conta com o sistema de coleta e tratamento de esgoto, o que torna a obra aguardada e fundamental para a cobertura do esgoto sanitário na Capital. Publicado em 12 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/estacao-de-tratamento-de-esgoto-do-pantano-do-sul/