Box 32 completa 42 anos de muita história em Florianópolis
Em 1984, Beto Barreiros vendeu um posto de gasolina para abrir um bar em um dos cartões-postais da Ilha. Nasceu então o hoje famoso Box 32! Há exatos 42 anos atrás, o empresário criou, no Mercado Público de Florianópolis, o que, hoje, é o principal ponto de encontro de boêmios, turistas e locais amantes da boa gastronomia. “A ideia era colocar um ponto de encontro em um local de grande passagem, já que o Mercado Público é o lugar que é visitado por todos, pelo locais e pelas pessoas que viajam”, revela Beto. (Confira a matéria completa em ACIF, 03/03/2026) Publicado em 04 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/box-32-completa-42-anos-de-muita-historia-em-florianopolis/
Dólar cai para R$ 5,21 em dia de correção no mercado

Após dois dias de turbulências, o mercado financeiro teve um dia de correção. Numa sessão marcada pelo alívio temporário nas tensões, o dólar recuou quase 1%. A bolsa de valores recuperou-se parcialmente, e o petróleo ficou próximo da estabilidade. Notícias relacionadas: Impacto da guerra no preço do combustível ao consumidor pode demorar. Novos ataques de Israel e EUA ao Irã fazem petróleo disparar . O dólar comercial encerrou esta terça-feira (4) vendido a R$ 5,218, com recuo de R$ 0,047 (-0,89%). A cotação operou em baixa durante toda a sessão, operando entre R$ 5,20 e R$ 5,22. No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 185.366 pontos, com alta de 1,24%. Em alta durante toda a sessão, o indicador foi sustentado por ações de bancos. Os papéis de petrolíferas e de mineradoras caíram, por causa da queda ou da estabilidade do preço das commodities (bens primários com cotação internacional). O barril do petróleo do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, ficou estável, em US$ 81,40. O barril do tipo WTI, negociado nos Estados Unidos, subiu 0,13%, para US$ 74,66. Apesar de o Estreito de Ormuz continuar fechado, o presidente estadunidense, Donald Trump, anunciou que navios do país poderão escoltar petroleiros e navios-tanque. Além disso, a Secretaria do Tesouro poderia fornecer seguros emergenciais para empresas de navegação. A estabilidade na cotação do petróleo ajudou a reverter parcialmente a alta do dólar nos últimos dias. Investidores aproveitaram o recente aumento para vender a moeda e embolsar os lucros recentes. * Com informações da Reuters Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/dolar-cai-para-r-521-em-dia-de-correcao-no-mercado
Páscoa em Florianópolis segue com programação conjunta da CDL, Fundação Franklin Cascaes e PMF até abril
Após a abertura oficial, a programação de Páscoa segue até abril com uma agenda conjunta promovida pela CDL, pela Fundação Franklin Cascaes e pela Prefeitura de Florianópolis. As ações incluem atrações culturais, intervenções itinerantes e edições especiais da Feira Viva a Cidade, com o objetivo de manter o Centro movimentado, fortalecer o comércio local e consolidar Florianópolis como destino também em datas comemorativas. Confira a programação completa abaixo. 05/03 – Fanfarra dos Coelhinhos das 17h às 18hRuas do Centro 07/03 – Franklin CascaesPraça XV – Banda Centenária tocando das 10h às 11h– apresentação de Boi de Mamão das 11h15 às 12h15– espetáculo de Dança 12h15 às 13h15– oficina de máscaras de Páscoa 12h – 13h– oficina de confecção de roupa de boneca temático de Páscoa 13h – 14h 14/03 – Franklin CascaesPraça XV – oficina das 10h às 11h– apresentação de grupo infantil de ballet das 11h às 11:40– apresentação musical das 11:40 às 12:30 21/03 – Feira Viva a Cidade Especial – (Aniversário Floripa) CDLR. dos Ilhéus / Calçadão João Pinto – Recreação (pintura pipoca e algodão doce) – 09h até as 17h– Brinquedos Infláveis – 09h até as 17h– PalhaMágico – 10h ate 11h– Maricotinha – 11h até 12:10– Boi de mamão – 12:10h até 13h– Fanfarra dos Coelhinhos – 14h até 15h 28/03 – Franklin CascaesPraça XV – apresentação de boi de mamão 11h – 12h– oficina de desenho e pintura facial 11h – 14h– apresentação musical 12h – 13h 28/03 – Franklin CascaesJardim Botânico – Brinquedos infláveis– Boi de mamão– oficina de desenho e pintura facial– apresentação musical– feira de artesanato 04/04 – Feira Viva a Cidade Especial – Páscoa CDLR. dos Ilhéus / Calçadão João Pinto – Recreação (pintura pipoca e algodão doce) – 09h até as 17h– Brinquedos Infláveis – 09h até as 17h– PalhaMágico – 10h ate 11h– Casal de Coelhos – 10h até 12h– Fanfarra dos Coelhinhos- 11h até 12h– Boi de mamão – 12:10h até 13h– Los Gran Nanicos – 14h até 15h (CDL, 03/03/2026) Publicado em 04 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/pascoa-em-florianopolis-segue-com-programacao-conjunta-da-cdl-fundacao-franklin-cascaes-e-pmf-ate-abril/
Impacto da guerra no preço do combustível ao consumidor pode demorar

O impacto da guerra no Oriente Médio nos preços pagos pelo consumidor brasileiro por combustíveis derivados do petróleo, como a gasolina e o diesel, pode demorar a chegar. A avaliação é do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Roberto Ardenghy. O petróleo teve forte alta nos últimos dias, desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos ao Irã, no último sábado (28), e das retaliações do país persa contra Tel Aviv e bases americanas em diversos países produtores de petróleo na região. Notícias relacionadas: Estados Unidos se dividem sobre apoio à guerra contra o Irã. Novos ataques de Israel e EUA ao Irã fazem petróleo disparar . Haddad: guerra no Irã não impactará economia brasileira imediatamente. O porta-voz do instituto que representa a indústria petrolífera no Brasil explicou que toda refinaria mantém um estoque de petróleo, e que esse é um dos motivos para que a mudança não aconteça da noite para o dia. Entretanto, se o petróleo permanecer em um patamar alto, pouco a pouco, as refinarias vão começar a comprar o produto mais caro. “Na medida em que esse petróleo mais caro chegar às refinarias, elas também, com um certo tempo, tenderão a transferir esse preço para os seus contratos novos, porque nos contratos já firmados, elas garantem o preço anterior”. “É um processo longo, que pode durar até seis meses para acontecer. Não haverá nenhuma mudança de patamar de preço a curto prazo, inclusive, para o consumidor brasileiro”, afirmou Roberto Ardenghy à Agência Brasil. O presidente apontou que a incerteza que paira no mercado global sobre o futuro do conflito é um dos motivos que pode retardar o impacto nos preços pagos pelos consumidores. “Altos patamares do preço do petróleo dependem da continuidade ou não do conflito armado, do bloqueio do Estreito de Ormuz, da disseminação do conflito para outros países do Oriente Médio. Então, ainda não se tem segurança de que isso vai acontecer”, explicou. Ardenghy acrescentou que o mercado do petróleo opera com projeções de longo prazo em contratos, que têm que ser honrados. É preciso considerar também, afirma ele, que alguns países têm estoques estratégicos importantes, que certamente serão usados nesta situação de crise. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Estreito de Ormuz Sobre o bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem da maior parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, Roberto Ardenghy pondera que o fechamento não interrompe todo o fluxo do óleo extraído na região, porque há rotas alternativas. Porta de saída do Golfo Pérsico, o estreito fica na costa do Irã, que determinou seu bloqueio em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel. O presidente do IBP cita que o Iraque, por exemplo, pode bombear petróleo por meio da Turquia. Já a Arábia Saudita tem oleodutos que podem levar suas exportações para o Mar Vermelho, alcançando os mercados por outra rota logística. O mesmo vale para os Emirados Árabes Unidos, e até mesmo o próprio Irã pode encontrar outra via para escoar parte de sua produção. “Há algumas alternativas, não para garantir todo aquele volume que passa no Estreito de Ormuz, mas, pelo menos, para uma parcela importante. Portanto, não haverá mudança de patamar de preço de modo estável, no mínimo, pelos próximos 60 a 90 dias”, avaliou. Brasil no mercado internacional O presidente do IBP destacou que o Brasil já é um importante produtor de petróleo, com uma produção que atingiu 3,8 milhões de barris por dia em 2025, enquanto a exportação chegou a 1,7 milhão de barris. “Há perspectivas, inclusive, de que aumentemos, ainda mais, a nossa produção nos próximos anos. Se a gente conseguir encontrar petróleo na Margem Equatorial, na Bacia de Pelotas e em outras áreas no Brasil, a nossa participação pode ser ainda mais relevante”, apontou. Diante desse desempenho, Ardenghy estimou que o Brasil tem condição de suprir uma quantidade de petróleo para o mercado internacional. “Somos atores importantes e podemos inclusive contribuir com essa falta de petróleo ou essa escassez que venha do Oriente Médio e compensar com a nossa produção atual e a futura. Hoje, o Brasil já é um produtor relevante. Somos o nono maior produtor e o nono maior exportador mundial de petróleo”, pontuou. O executivo acredita que, a partir do que ocorre atualmente no Oriente Médio, ocorrerá o que o setor chama de reorientação dos fluxos globais de comércio de petróleo e gás natural. “Os países muito dependentes do Oriente Médio, mesmo que as coisas se acalmem por lá, vão procurar diversificar as suas fontes de suprimento. Especialmente, os países da Ásia, como o Japão, a Coreia, a China e a Índia, países que hoje dependem muito do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz”, destacou. “Mesmo que a situação no Oriente Médio se normalize, a gente não sabe se, em médio ou longo prazo, essa situação de normalidade vai continuar ou se vamos ter um outro conflito, inclusive militar”, completou. É nesse cenário que o presidente do IBP vê espaço para o Brasil evoluir no mercado de petróleo e gás. “Somos um produtor confiável de petróleo, temos a presença, no Brasil, de grandes empresas internacionais, a presença também da Petrobras como uma empresa com muita experiência na produção e na exportação de petróleo”, indicou. Vista aérea do navio-plataforma P-71, instalado no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro. Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil Na visão dele, isso só ressalta a necessidade de o Brasil manter a atividade petrolífera, a pesquisa geológica, a perfuração na Margem Equatorial e em outras áreas do país. “Para que a gente possa, primeiro, ter segurança energética nas próximas décadas, mantendo a nossa economia livre dessas tensões globais que afetam o petróleo. E também ter um excesso de petróleo, para que a gente possa exportar para outros mercados, gerando divisas para o Brasil”, relatou. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/impacto-da-guerra-no-preco-do-combustivel-ao-consumidor-pode-demorar
Bancos poderão descontar aportes antecipados ao FGC

Os bancos poderão descontar os valores que terão de antecipar ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) do compulsório, dinheiro que são obrigados a manter parado no Banco Central (BC). A autoridade monetária aprovou nesta terça-feira (3) resolução que autoriza a operação. Na prática, a medida pode liberar cerca de R$ 30 bilhões para os bancos neste ano. O BC, no entanto, informa que o dinheiro extra não terá impacto na economia, porque compensará os recursos que deixarão de circular por causa das antecipações dos bancos ao FGC. Notícias relacionadas: Juros subiram para famílias e empresas em janeiro, mostra BC. Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis. Brasil tem sexto maior crescimento no ranking das economias do G20. Entidade privada que garante depósitos e aplicações de clientes em caso de quebra de banco, o fundo decidiu, em fevereiro, que as instituições financeiras terão de antecipar contribuições mensais para cobrir o rombo em seu caixa após a quebra do Banco Master e das demais instituições associadas a ele. Esse reforço serve para recompor o patrimônio do fundo e manter a confiança no sistema financeiro. O FGC é responsável por devolver até R$ 250 mil em investimentos por instituição liquidada e R$ 1 milhão por correntista a cada quatro anos a clientes de bancos que eventualmente enfrentem problemas. Reserva obrigatória Por meio do compulsório, os bancos são obrigados a manter parte do dinheiro dos clientes depositada no Banco Central. Essa reserva obrigatória ajuda o BC a controlar a quantidade de dinheiro em circulação na economia e a manter a estabilidade do sistema financeiro. Com a nova regra, o BC autorizou que o valor antecipado ao FGC seja abatido dessa reserva obrigatória. Sem a mudança, os bancos teriam de: Pagar antecipadamente ao FGC; Manter o mesmo volume de recursos parados no Banco Central; Isso diminuiria a quantidade de dinheiro em circulação na economia, equivalendo a um aumento de juros. Com a medida aprovada pelo BC: Os bancos poderão compensar uma obrigação com a outra; A quantidade de dinheiro em circulação na economia não mudará. Segundo o BC, a medida: Evita redução de dinheiro disponível no sistema bancário; Mantém a estabilidade do crédito; Dá mais flexibilidade às instituições financeiras. Os bancos poderão escolher se fazem essa compensação sobre recursos de depósitos à vista, como conta-corrente, ou a prazo, como Certificados de Depósito Bancário (CDB). Impacto esperado O Banco Central estima que a medida possa resultar na liberação de até R$ 30 bilhões em 2026, valor que poderá ser usado pelos bancos para concessão de crédito ou outras operações. O compulsório será recomposto gradualmente, mês a mês, conforme vencerem as parcelas antecipadas ao FGC. Segundo o BC, a decisão busca equilibrar dois objetivos: fortalecer o fundo que protege os clientes dos bancos e, ao mesmo tempo, evitar aperto de liquidez – falta de dinheiro disponível – no sistema financeiro. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/bancos-poderao-descontar-aportes-antecipados-ao-fgc
Centro de Florianópolis vai ganhar árvores adultas e mudar o visual de sete ruas
Da Coluna de Renato Igor (NSC, 04/03/2026) Florianópolis terá mais árvores no Centro Leste. A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis irá apresentar à prefeitura, no dia 10 de março, o projeto Viva a Cidade Arborizada, uma iniciativa estruturada de arborização urbana. O objetivo é trocar o cinza pelo verde e reposicionar o Centro como espaço de convivência qualificada. Desenvolvido em parceria com a Arboran, empresa especializada em arborização urbana e planejamento paisagístico, o projeto contempla estudo técnico detalhado para o plantio de árvores em sete vias estratégicas da região: João Pinto, Nunes Machado, Saldanha Marinho, Travessa Ratclif, Tiradentes, Victor Meireles e General Bittencourt. A proposta considera critérios como escolha de espécies adequadas ao ambiente urbano, compatibilidade com redes subterrâneas e aéreas, impacto no conforto térmico e valorização paisagística, com foco na qualificação da ambiência e no estímulo à permanência de pedestres. O projeto prevê o transplante ou o plantio de árvores já em estágio avançado de desenvolvimento, com porte adequado ao ambiente urbano. A diretriz técnica busca garantir maior resistência, reduzir riscos de vandalismo ou pisoteamento e assegurar impacto paisagístico imediato, contribuindo desde o início para a qualificação do espaço público. O investimento previsto contempla tanto a elaboração técnica quanto a coordenação da implementação, que serão custeadas pela CDL. Para o presidente da entidade, Eduardo Koerich, o Viva a Cidade Arborizada consolida uma estratégia mais ampla de requalificação urbana. “Não existe desenvolvimento econômico sustentável sem qualificação urbana. Se queremos um Centro vibrante nos próximos anos, precisamos começar pelas bases: segurança, ambiência e valorização dos espaços públicos, zeladoria urbana, geração de fluxo e fortalecimento empresarial. Com o Viva a Cidade Arborizada, estamos entregando à Prefeitura uma proposta técnica estruturada, pensada para gerar impacto positivo de longo prazo, valorizando o espaço público, desenvolvendo o comércio e contribuindo para uma cidade mais competitiva e sustentável”, afirma. A iniciativa integra a agenda estruturante da entidade, que vem promovendo ações sob o conceito de que existem “400 mil razões para acreditar no Centro”. O projeto se soma a investimentos em iluminação decorativa, segurança com tecnologia, limpeza e zeladoria urbana, estímulo à ocupação cultural e reconfiguração de uso do espaço público para ampliar áreas de convivência. Após a entrega do pré-projeto à Prefeitura e a validação técnica das diretrizes propostas, serão definidos cronograma de execução, detalhamento das espécies indicadas e etapas operacionais de implantação. Publicado em 04 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/centro-de-florianopolis-vai-ganhar-arvores-adultas-e-mudar-o-visual-de-sete-ruas/
Festival do Dendê começa nesta quarta-feira (4) na Bahia

Começa nesta quarta-feira, na Agrovila Pinhão Manso, em Camaçari, Bahia, a quinta edição do Festival do Dendê. O evento celebra o preparo gastronômico ancestral, os ingredientes típicos da cozinha baiana; a cultura do dendê; e sua cadeia produtiva na Bahia. O objetivo é mostrar essa culinária acima de tudo como símbolo de identidade afro-brasileira, memória e resistência. A abertura do Festival acontece logo mais, às 18h30, na Cidade do Saber, em Camaçari, com o lançamento do livro, “Festival do Dendê”, que além de reunir receitas e revelar pessoas ligadas ao festival, conta histórias de território, ancestralidade e resistência. E a partir desta quinta-feira, por meio do “Cozinha Show”, mais de vinte chefs nacionais e internacionais irão oferecer, até o dia 11 de março, vários momentos de vivência gastronômica, troca de saberes com comunidades tradicionais e conexões culinárias das cozinhas camaronesa, francesa, estadunidense, marfinesa, colombiana e brasileira. A programação conta também com momentos ligados a bioconstrução, plantio simbólico, trilhas ecológicas e encontros acadêmicos. Grande parte da programação do festival é gratuita e aberta ao público. Além da Agrovila Pinhão Manso, haverá eventos também na Comunidade Monte Gordo e no Quilombo do Kaonge, também localizados em Camaçari . As inscrições e calendário dia a dia dos eventos estão disponíveis no site festivaldodende.com Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-03/festival-do-dende-comeca-nesta-quarta-feira-4-na-bahia
Praça Tancredo Neves – FloripAmanhã
Da Coluna de Diogo de Souza (ND, 04/03/2026) Tema mais uma vez levantado pelo colunista Cacau Menezes, a reformulação da praça Tancredo Neves segue em andamento. Ao menos no que diz respeito ao trâmite burocrático já que a prefeitura admite que a obra está “em fase de estudos para elaboração de orçamento”. O Executivo dispõe de R$ 40 milhões por meio de convênio com o governo do Estado, a partir de contribuições do Poder Judiciário, Alesc e Tribunal de Contas. A prefeitura explica que já foram investidos cerca de R$ 3,5 milhões do montante recebido. Publicado em 04 março de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/03/praca-tancredo-neves-3/
Caixa retoma financiamento para imóveis acima de R$ 2,25 milhões

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira (3) a retomada do financiamento para compra de imóveis residenciais acima de R$ 2,25 milhões com recursos da caderneta de poupança. A modalidade, enquadrada no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), estava suspensa desde outubro de 2024 para contratações individuais. À época, o banco decidiu dar prioridade ao crédito para imóveis de menor valor, diante da redução de recursos disponíveis na poupança. Notícias relacionadas: Conselho do FGTS libera uso do fundo para imóveis de até R$ 2,25 mi. Governo lança novo modelo de crédito imobiliário. Com a decisão, pessoas físicas voltam a poder financiar imóveis de alto padrão com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de crédito imobiliário do país. Em nota, a vice-presidenta de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, informou que o pacote habitacional do fim do ano passado ampliou a disponibilidade de recursos da poupança para o crédito habitacional, permitindo a retomada gradual das operações nessa faixa de valor. “A reabertura amplia o escopo de atuação do banco no crédito habitacional, fortalece o relacionamento com clientes de alta renda e contribui para o aquecimento do mercado imobiliário e da construção civil”, afirmou a executiva em nota. No fim do ano passado, o governo lançou um novo modelo de crédito imobiliário. Entre as mudanças, está a redução gradual na destinação dos depósitos da caderneta para o compulsório, dinheiro que os bancos são obrigados a manter parados no Banco Central (BC), até que 100% dos recursos da poupança possam servir de referência para o crédito habitacional. Suspensão Desde 2024, a Caixa vinha destinando os recursos da poupança para imóveis enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que atende unidades de menor valor. Segundo o banco, a estratégia buscava democratizar o acesso ao crédito, atender maior número de famílias e ajustar a oferta à menor captação da poupança, que têm registrado mais retiradas que depósitos nos últimos anos. Com a melhora na liquidez (dinheiro disponível ) do SBPE após as mudanças regulatórias, o banco decidiu ampliar novamente a atuação no segmento de alto padrão. Selo de sustentabilidade A Caixa havia retomado o financiamento para a construção de imóveis no SFI, mas com uma exigência adicional: os projetos precisam obter o Selo Casa Azul Uni, certificação de sustentabilidade concedida pelo banco. O selo avalia critérios ambientais e de eficiência das obras e classifica os empreendimentos nos níveis Bronze, Prata ou Ouro. A medida está alinhada às metas ambientais, sociais e de governança (ESG) da instituição. Com a decisão, a Caixa volta a atuar em todas as faixas do crédito imobiliário com recursos da poupança, ampliando a oferta tanto para imóveis populares quanto para unidades de maior valor. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/caixa-retoma-financiamento-para-imoveis-acima-de-r-225-milhoes
Sam Altman, da OpenAI, anuncia acordo do Pentágono com “salvaguardas técnicas”

O CEO da OpenAI, Sam Altman, anunciou na noite de sexta-feira (27/02) que sua empresa chegou a um acordo que permite que o Departamento de Defesa use seus modelos de IA na rede classificada do departamento. Isso segue um impasse de alto nível entre o DoD – também conhecido sob o governo Trump como o Departamento de Guerra – e o rival da OpenAI, o Anthropic. O Pentágono empurrou as empresas de IA, incluindo a Anthropic, para permitir que seus modelos fossem usados para “todos os fins legais”, enquanto a Anthropic procurou traçar uma linha vermelha em torno da vigilância doméstica em massa e das armas totalmente autônomas. Em um longo comunicado divulgado na quinta-feira, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, disse que a empresa “nunca levantou objeções a operações militares específicas nem tentou limitar o uso de nossa tecnologia de maneira ad hoc”, mas argumentou que “em um conjunto restrito de casos, acreditamos que a IA pode minar, em vez de defender, valores democráticos”. Mais de 60 funcionários da OpenAI e 300 funcionários do Google assinaram uma carta aberta nesta semana pedindo a seus empregadores que apoiem a posição da Anthropic. Depois que o Anthropic e o Pentágono não chegaram a um acordo, o presidente Donald Trump criticou os “Malucos de esquerda na Anthropic” em um post de mídia social que também orientou as agências federais a parar de usar os produtos da empresa após um período de eliminação gradual de seis meses. Em um post separado, o secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que Anthropic estava tentando “apreender o poder de veto sobre as decisões operacionais dos militares dos Estados Unidos”. Hegseth também disse que está designando o Anthropic como um risco da cadeia de suprimentos: “Efetivo imediatamente, nenhum contratado, fornecedor ou parceiro que faça negócios com os militares dos Estados Unidos pode realizar qualquer atividade comercial com a Anthropic”. Na sexta-feira, Anthropic disse que “ainda não recebeu comunicação direta do Departamento de Guerra ou da Casa Branca sobre o status de nossas negociações”, mas insistiu que “desafiaria qualquer designação de risco da cadeia de suprimentos no tribunal”. Surpreendentemente, Altman afirmou em um post no X que o novo contrato de defesa da OpenAI inclui proteções abordando os mesmos problemas que se tornaram um ponto de inflamação para o Anthropic. “Dois dos nossos princípios de segurança mais importantes são as proibições à vigilância em massa doméstica e a responsabilidade humana pelo uso da força, inclusive para sistemas de armas autônomas”, disse Altman. “O DoW concorda com esses princípios, os reflete em lei e política, e nós os colocamos em nosso acordo.” Altman disse que a OpenAI “construirá salvaguardas técnicas para garantir que nossos modelos se comportem como deveriam, o que o DoW também queria”, e implantará engenheiros com o Pentágono “para ajudar com nossos modelos e garantir sua segurança”. “Estamos pedindo ao DoW que ofereça esses mesmos termos a todas as empresas de IA, que, em nossa opinião, achamos que todos devem estar dispostos a aceitar”, acrescentou Altman. “Expressamos nosso forte desejo de ver as coisas diminuirem das ações legais e governamentais e de acordos razoáveis.” Sharon Goldman, da Fortune, relata que Altman disse aos funcionários da OpenAI em uma reunião que o governo permitirá que a empresa construa sua própria “pilha de segurança” para evitar o uso indevido e que “se o modelo se recusar a fazer uma tarefa, então o governo não forçaria a OpenAI a fazê-la fazer essa tarefa”. O post de Altman veio pouco antes da notícia de que os governos dos EUA e de Israel começaram a bombardear o Irã, com Trump ordenando a derrubada do governo iraniani com a morte do líder supremo ali khamenei . fonte: techcrunch fonte https://santotech.com.br/sam-altman-da-openai-anuncia-acordo-do-pentagono-com-salvaguardas-tecnicas/
