Floripa Sustentável celebra marco decisivo para o futuro do Parque Urbano e da Beira-Mar Norte

O Movimento Floripa Sustentável celebra o avanço de mais uma etapa fundamental para a construção do Parque Urbano e Marina Beira-Mar: a concessão da Licença Ambiental de Instalação (LAI) pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), que autoriza de forma definitiva o início das obras na Beira-Mar Norte. A licença foi entregue pelo governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, nesta segunda-feira (9), e recebida pelo prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, durante solenidade realizada no Trapiche da Beira-Mar Norte. A LAI corresponde à segunda das três etapas do licenciamento ambiental exigidas para o empreendimento, que prevê investimento aproximado de R$ 350 milhões. Além do prefeito e do governador, participaram da solenidade o presidente do Movimento Floripa Sustentável, Roberto Costa, e o vice-presidente da entidade, Júlio Geremias. Também marcaram presença fundadores do Movimento, como Vinicius Lummertz, Fernando Marcondes de Mattos e Zena Becker; e do presidente da JL Construtora, empresa responsável pela obra, João Luiz Felix. Para o Floripa Sustentável, que acompanha e defende a implantação do projeto desde sua concepção, o momento representa a consolidação de um trabalho construído ao longo dos anos. “Realizamos diversas ações junto à população, promovemos manifestos e dialogamos com diferentes instâncias, inclusive com o Judiciário, para destravar processos que estavam parados. A marina é um dos equipamentos mais democráticos que existem. Onde ela está presente, gera uma ampla rede de serviços, empregos e oportunidades que contemplam toda a sociedade”, defende Roberto Costa. TRABALHO COLETIVO “A emissão desta licença ambiental coroa um trabalho bem feito na área de gestão ambiental”, acrescenta o coordenador de Preservação Ambiental do Floripa Sustentável, Emerilson Emerim, que também destaca a contribuição da Prefeitura de Florianópolis por meio dos secretários Juliano Pires e Alexandre Waltrik. A obra, aguardada há muitos anos por diversos setores da sociedade, atende a uma demanda histórica por melhor ordenamento náutico, qualificação da orla e fortalecimento do turismo e da economia do mar, além de contribuir para a integração da cidade com o ambiente costeiro e a conexão entre diferentes modalidades de transporte. Para o coordenador de Turismo do Movimento, Leandro “Mané” Ferrari, a nova aprovação é um momento decisivo para a cidade. “É preciso comemorar esse avanço. Depois de um período de incertezas, Florianópolis dá um novo passo na direção certa. Essa aprovação mostra que o diálogo, a persistência e o trabalho técnico fazem a diferença. Esse projeto vai muito além de uma marina: simboliza uma cidade que entende seu potencial, se reconecta com o mar e que aposta em desenvolvimento sustentável, qualificação urbana e geração de oportunidades”. Segundo o presidente do Floripa Sustentável, a concessão da licença abre um caminho importante para a educação voltada ao mar. “Ninguém ama o que não conhece. Por isso, este momento é, de fato, um marco. Muitas mãos contribuíram para que essa marina se tornasse realidade, mas é importante lembrar que este é apenas o começo. Florianópolis precisa de mais marinas”, conclui. (Assessoria de Imprensa Movimento Floripa Sustentável, Publicado em 10 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/floripa-sustentavel-celebra-marco-decisivo-para-o-futuro-do-parque-urbano-e-da-beira-mar-norte/

Concurso 2.971: Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 35 milhões

O prêmio do concurso 2.971 da Mega-Sena acumulou nesta terça-feira (10).  A estimativa de prêmio do próximo concurso, que será realizado no dia 12 de fevereiro, é de R$ 55 milhões.  Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56 >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Na quina, 33 apostas acertaram. Cada uma vai receber o valor de R$ 65.041,25. Outras 2.294 apostas levaram a quadra, alcançando R$ 1.542,26 cada. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/concurso-2971-mega-sena-acumula-e-premio-vai-r-55-milhoes

Governo do Piauí adota rastreabilidade na execução de emendas parlamentares

Governo do Piauí adota rastreabilidade na execução de emendas parlamentares

Com foco na transparência, a Secretaria da Fazenda do Piauí (Sefaz), por meio da Superintendência de Controladoria-Geral do Estado (CGE), apresentou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI), um módulo específico no Sistema Integrado de Gestão de Repasses (SIGRP). A ferramenta foi desenvolvida para o acompanhamento e a prestação de contas dos recursos provenientes de emendas parlamentares. De acordo com a Instrução Normativa TCE nº 5/2025, a partir de 1º de janeiro de 2026, a execução orçamentária e financeira de recursos provenientes de emendas parlamentares passou a estar condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas pela Corte de Contas, que emite a Certidão de Atendimento aos Critérios de Transparência e Rastreabilidade, com validade de um ano. A exigência aplica-se também aos municípios e às organizações sociais beneficiárias de emendas parlamentares. “Ficamos muito felizes que o Tribunal de Contas do Estado do Piauí autorizou e liberou essa certidão que torna o Estado apto para o cumprimento da medida do STF. Mas o principal objetivo dessa certidão é justamente dar um recado para a sociedade, de que qualquer cidadão pode acompanhar, a partir de agora, informações sobre a origem da emenda parlamentar, qual o valor, quem é o deputado, para onde está sendo direcionada, afirmou o secretário da Fazenda, Emílio Junior. Para a controladora-geral Amparo Esmério, o cumprimento dessa medida representa um avanço importante, especialmente para promover maior transparência para a sociedade. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/governo-do-piaui-adota-rastreabilidade-na-execucao-de-emendas-parlamentares/

Llama.cpp exposto na internet: configuração pode abrir brechas graves de segurança em sistemas de IA

Llama.cpp exposto na internet: configuração pode abrir brechas graves de segurança em sistemas de IA

A rápida adoção de modelos de Inteligência Artificial tem levado muitas organizações e profissionais a implementarem soluções localmente para ganhar autonomia, reduzir custos e preservar dados. Entre essas ferramentas, o llama.cpp se tornou extremamente popular por permitir a execução de modelos de linguagem de forma eficiente, inclusive em ambientes on-premises. No entanto, durante análises recentes de segurança, um cenário preocupante tem se tornado cada vez mais comum: instâncias de modelos de IA sendo disponibilizadas diretamente na internet, muitas vezes sem qualquer mecanismo de autenticação ou controle de acesso. Este artigo é um alerta técnico para profissionais de tecnologia, segurança e engenharia que estejam implantando ou avaliando infraestruturas baseadas em IA. O Problema: Bind em 0.0.0.0 Uma das configurações mais críticas — e frequentemente negligenciadas — ocorre quando o serviço é iniciado utilizando o bind 0.0.0.0. Em termos práticos, isso significa que a aplicação passa a escutar requisições em todas as interfaces de rede, tornando-se potencialmente acessível a qualquer origem caso exista exposição pública. O que muitas vezes começa como um ambiente de testes rapidamente se transforma em um serviço aberto na internet. Esse tipo de exposição normalmente ocorre por alguns fatores: Ambientes criados com pressa para validação de conceito Falta de revisão de configuração antes do deploy Uso de containers sem políticas de rede restritivas Ausência de hardening básico Desconhecimento do impacto da publicação O resultado é uma nova superfície de ataque — frequentemente invisível para o time responsável. Por que isso é especialmente perigoso em sistemas de IA? Ao contrário de aplicações tradicionais, serviços de IA podem operar como interfaces inteligentes para dados, automações e integrações internas. Quando expostos indevidamente, não estamos falando apenas de acesso a uma API — mas potencialmente de acesso indireto a: Bases de conhecimento internas Prompts proprietários Dados sensíveis enviados por usuários Conectores com ferramentas corporativas Rotinas automatizadas Além disso, modelos podem ser manipulados para gerar respostas inesperadas, abusivas ou desalinhadas com o propósito original. A exposição amplia significativamente o risco operacional e reputacional. Possíveis Vulnerabilidades Associadas Embora cada ambiente possua suas particularidades, algumas fragilidades aparecem com frequência. Ausência de autenticação: Endpoints acessíveis sem qualquer validação permitem que terceiros utilizem o modelo livremente, consumindo recursos e explorando capacidades. Enumeração de endpoints: Atacantes podem mapear rotas disponíveis e entender rapidamente como interagir com o serviço. Vazamento de dados: Dependendo da arquitetura, prompts e respostas podem conter informações sensíveis. Abuso computacional: Modelos demandam alto processamento. Um serviço aberto pode ser explorado para gerar custos elevados ou causar degradação. Negação de serviço (DoS): Requisições massivas podem tornar o serviço indisponível para usuários legítimos. Uso indevido da infraestrutura: Ambientes expostos podem ser utilizados para geração automatizada de conteúdo malicioso, spam ou outras atividades não autorizadas. Integrações inseguras: Quando o modelo possui acesso a plugins, ferramentas ou scripts, a exposição amplia o impacto potencial de qualquer abuso. O Falso Sentimento de Segurança Um erro comum é assumir que “ninguém vai encontrar esse serviço”. Hoje, mecanismos automatizados realizam varreduras constantes na internet em busca de portas abertas e serviços identificáveis. Muitas vezes, uma nova exposição pode ser detectada em minutos. Segurança baseada em obscuridade não é uma estratégia confiável. Recomendações de Mitigação A proteção de ambientes de IA deve seguir princípios clássicos de segurança — adaptados à nova realidade tecnológica. Nunca exponha diretamente à internet: Sempre que possível, mantenha o serviço em redes privadas. Implemente autenticação forte: Utilize tokens, chaves de API ou camadas de identidade antes de permitir qualquer interação. Restrinja acesso por rede: Firewalls, listas de IP permitidos e segmentação reduzem drasticamente o risco. Utilize um proxy reverso com TLS: Além de criptografia, isso permite adicionar camadas extras de controle e inspeção. Monitore continuamente: Logs, métricas e padrões de uso ajudam a identificar comportamentos anômalos rapidamente. Aplique o princípio do menor privilégio: Limite acessos, integrações e permissões ao estritamente necessário. Realize avaliações de segurança: Testes periódicos ajudam a identificar exposições antes que terceiros o façam. Revise configurações antes de publicar: Ambientes de laboratório frequentemente acabam sendo promovidos para produção sem revisão adequada. Segurança deve acompanhar a inovação A democratização da Inteligência Artificial representa um avanço extraordinário — mas também inaugura uma nova fronteira de riscos. Cada modelo exposto sem controle amplia a superfície de ataque global. Não se trata de evitar a adoção da IA, mas de implementá-la com maturidade e responsabilidade. A pergunta que toda organização deveria fazer não é apenas: “Estamos usando IA?” Mas sim: “Estamos usando IA de forma segura?” Conclusão O caso das instâncias do llama.cpp expostas na internet é um lembrete claro de que configurações simples podem gerar impactos significativos. Em um cenário onde modelos se integram cada vez mais a processos críticos, tratar segurança como etapa opcional não é mais aceitável. Se você lidera iniciativas de IA, engenharia ou segurança, este é o momento ideal para revisar seus ambientes. Porque, na prática, a diferença entre inovação e risco muitas vezes está em um único parâmetro de configuração. fonte https://santotech.com.br/llama-cpp-exposto-riscos-seguranca-modelos-ia-internet/

Carnaval infantil: dicas para produzir fantasia e brinquedos com material reciclável

Carnaval infantil: dicas para produzir fantasia e brinquedos com material reciclável

Carnaval está batendo à porta de Norte a Sul do país. Pais e filhos podem celebrar de uma maneira diferente, aprendendo a fazer fantasias e instrumentos musicais com material reciclado. A ideia é promover um Carnaval sustentável e colocar em prática, de forma divertida, conceitos de sustentabilidade. “A proposta é criar elementos ligados às festividades, usando criatividade aliada à reutilização”, afirmou a coordenadora do Movimento Plástico Transforma, Fernanda Maluf. Abaixo seguem algumas ideias para o “bloco dos sustentáveis”. Fantasia infantil com materiais recicláveis Para dar vida às fantasias de maneira didática e sustentável, a principal dica é transformar materiais que seriam descartados em recursos lúdicos. O papelão se destaca como um dos itens mais versáteis: com cortes simples e fita adesiva, pode virar escudos, asas de borboleta, armaduras ou até um pequeno televisor. Retalhos de tecido e roupas antigas dos próprios pais também ganham nova função. Com amarrações simples, sem necessidade de costura, é possível criar capas de super-heróis ou saias coloridas, incentivando a autonomia e a criatividade das crianças. Fantasia de astronauta Embalagens de refrigerantes podem se transformar em um colorido foguete. A dica é pintar os itens com tinta guache e uni-las com a ajuda de fita dupla face. Para a cauda, aposte em papel crepom vermelho para representar o fogo. Embalagens de refrigerantes podem se transformar em um colorido foguete. (Crédito: D24AM) Instrumentos musicais A folia fica ainda mais animada com a criação da própria “bandinha da sala”. Potes de iogurte ou garrafas PET pequenas recheadas com arroz ou feijão funcionam como chocalhos. Já latas de leite vazias, decoradas com fita adesiva colorida, se transformam em tambores resistentes e sonoros. Chocalho. (Fotos: Abeaço | Divulgação) Os pequenos foliões farão muito barulho com chocalhos produzidos com tampinhas plásticas de garrafa PET e tubos de PVC. Neste brinquedo, os pais devem ajudar na hora de perfurar a parte central das tampas e a parte superior dos canos. Depois, as crianças auxiliam passando as tampas pelo barbante que unirá ao tubo. Aí é só amarrar as pontas do barbante e começar a festa. Chocalhos podem ser produzidos com tampinhas plásticas de garrafa PET e tubos de PVC (Foto: Divulgação) Maquiagem infantil segura Como a pele das crianças é mais sensível, o ideal é optar por tintas à base de água ou receitas caseiras, como a mistura de hidratante infantil com corante alimentício ou glitter biodegradável. É fundamental evitar produtos com solventes químicos ou glitters plásticos, que podem causar irritação nos olhos e na pele além de serem péssimos para o meio ambiente. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/carnaval-infantil-dicas-para-produzir-fantasia-e-brinquedos-com-material-reciclavel/

Parque Urbano e Marina Beira-Mar inauguram nova economia do mar na Capital

A assinatura das licenças ambientais e do alvará de construção do Parque Urbano e Marina Beira-Mar marca o início de uma das maiores transformações urbanas da história recente de Florianópolis. Com investimento privado estimado em R$ 350 milhões e previsão de gerar mais de 2.000 empregos diretos e indiretos, o projeto inaugura uma nova economia ligada ao mar, ao lazer e aos serviços náuticos no coração da Capital. Autorizada oficialmente ontem, em cerimônia na própria Beira-Mar Norte, a obra prevê a criação de um parque urbano de grande porte integrado a uma marina no Centro da cidade, devolvendo Florianópolis à sua vocação marítima e criando um novo espaço público de convivência, esporte, comércio e turismo. Após décadas de debates e cerca de cinco anos de licenciamento, o projeto sai do papel com cronograma definido: quatro anos para entrega total, com parte da estrutura já disponível à população à metade desse período. “Essa é uma estrutura que vai ditar novos rumos para a cidade como um todo. É um equipamento absolutamente democrático, com grande impacto positivo em cadeia, desde a construção até o pleno uso pela população”, afirmou o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), destacando a geração de empregos e a movimentação de novos serviços ligados à economia náutica, à gastronomia e ao turismo. MÃO DE OBRA Além da transformação urbana, o projeto inaugura um novo ciclo econômico para Florianópolis, com impacto direto na geração de empregos e na qualificação profissional. A expectativa é de cerca de 2.000 postos de trabalho, conta com empregos diretos e indiretos, desde a fase de obras até a operação plena do parque e da marina. “Esse empreendimento vai movimentar todo o ecossistema da cidade, com capacitação de mão de obra para a área náutica, manutenção de embarcações, motores, além de serviços, comércio e gastronomia”, destacou o prefeito, lembrando que já há conversas com o Senai para a criação de cursos específicos voltados à economia do mar. Para o presidente da Acatmar (Associação Náutica Brasileira), Leandro Ferrari, o projeto simboliza um avanço estratégico. “É um passo decisivo para uma cidade que entende seu potencial, se reconecta com o mar e aposta em desenvolvimento sustentável, qualificação urbana e geração de oportunidades”, afirmou. Cidade viva O novo parque será dividido em três setores, com equipamentos voltados à fruição pública, práticas esportivas e integração com o mar. Estão previstos playgrounds, academias ao ar livre, pista de esportes radicais em padrão olímpico, quadras recreativas e de areia, quiosques, arquibancadas, rampas náuticas de uso público, áreas verdes e espelhos d’água interativos. A marina contará com mais de 600 vagas para embarcações, distribuídas entre uso público e privado, em um espelho d’água de aproximadamente 300 mil metros quadrados. O espaço também reunirá serviços, gastronomia e entretenimento, consolidando uma nova centralidade urbana na Beira-Mar Norte. “O diferencial está na geografia. Estamos falando de atividades integradas, de frente para a baía Norte, aproximando definitivamente a cidade do mar”, reforçou Topázio Neto. Licenciamento ambiental e sustentabilidade O licenciamento ambiental, concedido pelo IMA (Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina), foi considerado um dos mais complexos já analisados no Estado. O processo envolveu a avaliação de impactos ambientais, sociais e econômicos, além de uma série de condicionantes para garantir a preservação da baía Norte. “O IMA está extremamente orgulhoso de contribuir para um projeto dessa magnitude. É um empreendimento que mandou horas técnicas dentro do instituto e um dos mais completos do ponto de vista ambiental”, afirmou o presidente do órgão, Josevan Camargo Cruz Junior. Segundo ele, o projeto comprova que é possível conciliar sustentabilidade, desenvolvimento urbano e crescimento econômico dentro da legislação. Entre as medidas previstas está a retirada de sedimentos contaminados acumulados ao longo dos anos, ações que devem contribuir para a melhoria da qualidade da água na região central da cidade. Um legado para a cidade Entidades empresariais e movimentos da sociedade civil participaram ativamente da construção do projeto ao longo dos anos. Para o presidente da ACIF (Associação Empresarial de Florianópolis), Célio Bernardi, a oficialização do parque e da marina representa o resultado de décadas de articulação. “É uma vitória urbanística, econômica e social, construída a muitas mãos, que coloca Florianópolis em um novo patamar”, avaliou. Já o presidente da FloripAmanhã, Daniel Araújo, destacou o legado urbano do projeto. “Estamos falando de planejamento de longo prazo, de reconexão com a vocação natural da cidade e de criação de espaços públicos de qualidade. É um marco para as próximas gerações”, afirmou. O presidente do movimento Floripa Sustentável, Roberto Costa, comentou sobre a ideia de que o espaço da marina seria um ambiente destinado a frequentadores com alto poder aquisitivo, quando, na verdade, o novo parque será aberto e de uso gratuito. “A gente não entende como é que alguns segmentos ideologizados colocam a marina como uma coisa para ricos. Na verdade, a marina é um dos equipamentos mais democráticos que tem no mundo. Em todos os lugares que ela existe”, comentou. Conclusão em quatro anos Com a liberação das licenças, a empresa concessionária inicia agora a fase de mobilização. A primeira etapa contempla a execução do aterro, implantação de equipamentos públicos e jardinagem, com prazo estimado de dois anos e meio. A conclusão total, incluindo a marina, está prevista para quatro anos. O secretário municipal de Infraestrutura e Manutenção da Cidade, Rafael Hahne, explica que o planejamento busca minimizar impactos no trânsito e na rotina da cidade. “É uma obra executada em etapas, com foco em reduzir interferências e garantir segurança. A prioridade é concluir o aterro para depois avançar nas estruturas”, afirmou. O projeto também prevê integração com o transporte público, requalificação do traçado existente e adequações viárias para futura inserção do sistema de BRT na Beira-Mar Norte. Eduardo Koerich, presidente da CDL Florianópolis, afirma que o parque representa um avanço importante na forma como a cidade pensa seus espaços urbanos. “Projetos como o Parque Urbano e a Marina mostram que é possível conciliar desenvolvimento econômico, sustentabilidade e bem-estar coletivo, transformando áreas estratégicas em ativos urbanos vivos, acessíveis e pensados

FGC aprova plano emergencial para cobrir rombo do Banco Master

Lula sanciona Orçamento de 2026 e veta R$ 400 milhões em emendas

O conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aprovou nesta terça-feira (10) um plano emergencial para recompor o caixa após o impacto financeiro provocado pela liquidação do Banco Master. A medida busca garantir que o fundo, mantido pelas instituições financeiras para cobrir eventuais quebras e liquidações, tenha liquidez compatível com os riscos do sistema financeiro já até o fim do primeiro trimestre. O plano prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, dividida em três parcelas mensais. O cronograma inclui ainda novos adiantamentos: mais 12 meses de aportes em 2027 e outros 12 meses em 2028, o que, na prática, representaria até sete anos de contribuições antecipadas. Notícias relacionadas: Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6×1. Portos brasileiros movimentaram 1,4 bi de toneladas de cargas em 2025. Diretor Jurídico do BRB deixa cargo após caso Banco Master. Além disso, as instituições financeiras concordaram em elevar temporariamente o valor das contribuições mensais ao FGC. O aumento extraordinário deve variar entre 30% e 60% e valer por, no mínimo, cinco anos, segundo fontes envolvidas nas negociações. Pelas regras atuais, os bancos associados recolhem mensalmente 0,01% sobre o total de instrumentos financeiros cobertos pela garantia do fundo. No caso dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as alíquotas são mais altas e variam de acordo com a estrutura das emissões. Em nota, o FGC afirmou que discute a recomposição da própria liquidez com as instituições associadas e com o Banco Central, mas evitou detalhar as alternativas em análise. “As discussões estão em andamento e uma deliberação deverá ocorrer no curto prazo”, declarou. Compulsórios Outra alternativa em discussão no setor é a destinação de parte dos recursos do compulsório de depósitos à vista, reservas que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC), para reforçar o caixa do FGC. A proposta, no entanto, depende de autorização do BC, que ainda não se manifestou sobre o tema. Até o momento, o FGC desembolsou cerca de R$ 36 bilhões de um total superior a R$ 40 bilhões previstos para ressarcir os credores do Banco Master. O fundo ainda não iniciou os pagamentos relacionados ao Will Bank, que integrava o conglomerado e teve a liquidação decretada posteriormente. Nesse caso, a estimativa é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões em garantias. O restante das perdas está associado a linhas de crédito concedidas pelo próprio FGC a empresas do grupo Master. Governança A recomposição do caixa é vista pelo setor financeiro como etapa prévia a uma possível reforma nas regras do fundo. Entre as discussões preliminares estão medidas para ampliar a fiscalização da qualidade dos balanços das instituições associadas, restringir níveis elevados de alavancagem e reduzir a concentração da distribuição de produtos financeiros em poucas plataformas. Parte das instituições financeiras, principalmente os bancos tradicionais de maior porte, crítica o uso do FGC nos últimos anos. Segundo esse segmento, algumas plataformas e instituições de menor porte usaram o FGC para alavancar balanços (usando recursos emprestados para emprestar), com o fundo sendo usado arbitrariamente para recompor perdas de investidores num modelo de negócio insustentável. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/fgc-aprova-plano-emergencial-para-cobrir-rombo-do-banco-master

Em João Pessoa, tradicional Folia de Rua já esquenta o carnaval

O Folia de Rua é um movimento que dá identidade ao pré-carnaval de João Pessoa. Durante os 10 dias que antecedem o feriado oficial, 42 blocos tomam conta de ruas, praças e avenidas de 22 bairros da capital. Tudo de forma gratuita, sem cordas ou camarotes, reunindo diferentes ritmos e expressões da cultura popular. Reconhecido como patrimônio cultural imaterial de João Pessoa, o Folia de Rua vai contar com shows de mais de 80 artistas, além de apresentações de grupos tradicionais da região. De acordo com dados do Sebrae Paraíba, durante os dias de festa circulam cerca de 8 milhões de pessoas, o que gera impacto direto na economia local com aumento significativo no volume de negócios e na movimentação financeira da cidade. Como detalha, o diretor operacional do Folia de Rua, Jairo Pessoa. “Folia de Rua é um patrimônio, amado, tá no coração, na memória afetiva de todos os foliões da cidade. E assim como também é um momento de forte oportunidades de geração de renda para as famílias paraibanas e dos estados vizinhos que também chegam para fazer negócios”. Além do Folia de Rua, o pré-carnaval e o carnaval em João Pessoa devem levar cerca de 100 blocos para as ruas da cidade, prometendo muita alegria tanto para os pessoenses, quanto para os turistas. *Com sonoplastia de Andrade Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/em-joao-pessoa-tradicional-folia-de-rua-ja-esquenta-o-carnaval

Projeto reaproveita fantasias da Sapucaí para novos foliões

Projeto reaproveita fantasias da Sapucaí para novos foliões

Para reutilizar parte da quantidade de resíduos gerados pelas escolas de samba nos desfiles na Avenida Marquês de Sapucaí, Mariana Pinho, fundou o Projeto Sustenta Carnaval em 2022. O trabalho de reciclagem desse material para mitigar o impacto dos produtos têxteis no meio ambiente recolheu 3 toneladas de resíduos de fantasias dos desfiles já em seu primeiro ano, e continuou crescendo. O projeto se tornou parceiro da Rio Carnaval e da Liga Independente das Escolas de Samba no Rio de Janeiro (Liesa) na gestão de resíduos têxteis da Sapucaí. Em 2023, foram recolhidas 23 toneladas; em 2024, 24 toneladas; e em 2025, 23 toneladas. O Sustenta Carnaval encaminha o material para um galpão no território da Pequena África, no bairro da Gamboa, em frente ao Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira. Localizado na Rua Pedro Ernesto 67, o espaço tem as portas abertas para o público garimpar fantasias de quarta a sexta, das 14h às 19h, e sábado, das 10h às 19h. “Temos compradores que são da arte, do mundo do carnaval, que entendem que aquilo tudo ia para o lixo, e ficam emocionados. Temos amantes da moda, do figurino, de cenário, que ficam o dia inteiro”, conta Mariana. “A questão ambiental é como se fosse o fechamento do ciclo do enredo. Reutilizando essas fantasias, fazemos com que a receita gere emprego para as pessoas do território que fazem parte desse movimento do samba”, acrescenta. O figurinista Wagner Louza tem um ateliê no Santo Cristo em que reutiliza as fantasias do Sustenta Carnaval e cria outras peças. Ele trabalha com material reciclado e adiciona poucos materiais novos, porque precisa ressignificar a fantasia. “Há quatro anos, o projeto Sustenta contribui bastante para meu trabalho, porque eles oferecem os insumos. Com esse material, produzo figurinos para carnaval e festa junina. O carnaval não conta somente a história do carnaval mas também a história da nossa cultura”, diz Wagner. Figurino de Wagner Louza com material reaproveitado da Sapucaí Foto: @moskow/Divulgação Já a figurinista Lohanne Tavares produz biquinis, hotpants (biquini de cintura alta) e adereços de cintura com o resto das fantasias, e tem conseguido alcançar o público jovem. “Criei um desfile sobre mudanças climáticas com resíduos de carnaval. Acredito que a gente consegue, através da arte, falar sobre assuntos mais complexos. Uma pessoa que viu o meu desfile me conectou com o Projeto Sustenta Carnaval. Tem dois anos que a gente começou essa parceria”, conta Lohanne. Agência Brasil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/projeto-reaproveita-fantasias-da-sapucai-para-novos-folioes/

Rodadas de investimento em startups caem pela metade em janeiro

América Latina

ano começou devagar para os investimentos em startups no Brasil e na América Latina, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Sling Hub. Em janeiro, foram registradas 18 rodadas no Brasil, uma queda de 53% em relação ao mesmo mês de 2025. Na América Latina, foram 35 rodadas, 49% a menos que em janeiro do ano anterior. Também houve queda no volume investido nessas regiões. A América Latina registrou US$ 311 milhões em investimentos no primeiro mês de 2026, retração de 75% em relação a dezembro e de 12% na comparação anual. O Brasil manteve protagonismo regional ao movimentar US$ 128 milhões em janeiro, o equivalente a 41% de todo o capital investido na América Latina no mês. No entanto, o volume investido ficou 77% abaixo do registrado em dezembro e teve queda de 16% em relação a janeiro do ano anterior. O país também concentrou 51% das rodadas realizadas na região, com tíquete mediano de US$ 4,3 milhões. A inteligência artificial segue como principal foco de interesse dos investidores, especialmente em um cenário de baixa liquidez. Em janeiro, startups ligadas ao tema movimentaram US$ 121 milhões em 20 rodadas, o que representou 39% de todo o volume investido na América Latina e 57% das operações realizadas no mês. Teses mais tradicionais também se destacaram em um ambiente mais restritivo. As fintechs concentraram 62% de todo o volume investido na América Latina, com destaque para o Brasil, que respondeu por US$ 84 milhões dentro da vertical. A maior rodada de janeiro ficou por conta da fintech argentina Pomelo, que levantou uma série C de US$ 55 milhões. O aporte foi co-liderado por Kaszek e Insight Partners, que já haviam investido na startup, com participação de Index Ventures, Adams Street Partners, S32, Endeavor Catalyst, monashees e TQ Ventures. O levantamento aponta ainda para movimentos pontuais de forte expansão em nichos específicos, como logtech, que cresceu 1.504% em volume na comparação anual, e edtech, que registrou um salto de 4.020% nos investimentos em rodadas de equity na região. Do ponto de vista do tipo de operação, 72% dos recursos investidos em janeiro foram destinados a rodadas de equity, enquanto 28% vieram de estruturas via Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), evidenciando a maior presença de instrumentos alternativos em um mercado mais seletivo. É o caso da fintech brasileira UY3, que levantou um FIDC de US$ 37,2 milhões, na segunda maior captação de janeiro entre as startups da América Latina. Considerando apenas as rodadas de equity, o Brasil levantou US$ 42,3 milhões em 15 operações, com mediana de US$ 2,4 milhões, e registrou queda de 47% no número de rodadas na comparação anual. FONTE: STARTUPS.COM fonte https://santotech.com.br/rodadas-de-investimento-em-startups-caem-pela-metade-em-janeiro/