Obras da Marina da Beira-Mar Norte iniciam em março, prevê empreendedor

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 07/06/2026) Com a licença definitiva liberada pelo órgão ambiental estadual, o empresário João Luiz Felix, da JL Construtora, afirmou nesta sexta-feira (6) que as obras do Parque Urbano e Marina da Beira-Mar Norte devem começar já no mês que vem. A empresa foi a vencedora da concorrência internacional, realizada há quase cinco anos, para a construção do emprendimento, que tem investimento de R$ 200 milhões. À coluna, de Cascavel (PR), Felix afirmou a previsão é de entrega da primeira fase da marina em três anos e que, desde o início do processo, o projeto sofreu apenas “algumas pequenas alterações para atender aos órgãos fiscalizadores”. De acordo com o empresário, o empreendimento “vai representar uma mudança grande da relação do continente com o mar”, além de impactos significativos na economia, ao “trazer vários players do mundo náutico, gerando renda e emprego”. Ele reforçou o que disse em 2021, quando saiu o resultado da concorrência: “A integração do Parque Urbano e Marina com a cidade vai ser total. Há uma área do parque destinada a esportes; acesso à gastronomia que vai ser locada na área das lojas; facilidade de transporte marítimo com acesso pela marina e conforto para todo o mundo náutico podendo utilizar as vagas secas e molhadas”. Ao ser questionado se a construtora fechou parcerias com outros investidores para colocar o empreendimento de pé, Felix disse que “por enquanto o capital é da própria JL” e que até agora já investiu mais de R$ 10 milhões na elaboração de projetos e tramitação de licenças. A cerimônia de assinatura da Licença Ambiental de Implantação (LAI) e do alvará de construção será nesta segunda-feira (9), no trapiche da Beira-Mar Norte, com a presença do governador Jorginho Mello (PL), do prefeito Topázio Neto (PSD) e do empresário João Felix. Publicado em 09 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/obras-da-marina-da-beira-mar-norte-iniciam-em-marco-preve-empreendedor/

Fundação Cargill abre Chamada Semeia 2026 para apoiar projetos socioambientais com até R$ 150 mil

Chamada Semeia Fundação Cargill 2026

A Fundação Cargill lançou oficialmente a Chamada Semeia 2026, programa que busca identificar, fortalecer e apoiar projetos socioambientais e negócios de impacto promovidos por cooperativas, empresas e organizações da sociedade civil (OSC) com atuação em todo o país. Segundo a Fundação, serão selecionadas até 15 iniciativas que receberão aportes financeiros entre R$ 100 mil e R$ 150 mil, com implementação prevista ao longo de até 12 meses em 2027. As propostas devem ser executadas em municípios listados no regulamento e terão prioridade nas cidades onde a Cargill tem operação. As inscrições na Chamada Semeia 2026 são gratuitas e acontecem das 00h01 do dia 2 de fevereiro até às 21h00 do dia 2 de março de 2026 (horário de Brasília), por meio do formulário online disponível no site da Fundação Cargill. O edital estabelece duas categorias de participação: projetos socioambientais, voltados a cooperativas e OSCs, e negócios de impacto, abertos também a empresas que desenvolvam soluções com foco em impacto socioambiental. Para serem elegíveis, as iniciativas devem estar alinhadas à missão da Fundação Cargill de “promover a prosperidade das comunidades fortalecendo sistemas alimentares seguros, sustentáveis e acessíveis”, além de se enquadrarem em um ou mais eixos temáticos como alimentação e qualidade de vida, qualificação profissional e empreendedora, desenvolvimento local e pesquisa e inovação. O processo de avaliação ocorrerá em quatro fases, incluindo análise de elegibilidade, análises complementares, solicitação de documentos e conversas de aproximação, e validação final do portfólio. As iniciativas selecionadas serão divulgadas entre setembro e novembro de 2026. O edital 2026 reforça o compromisso da Fundação Cargill com a promoção da sustentabilidade, inclusão e desenvolvimento comunitário por meio de soluções que gerem impacto positivo e sejam replicáveis nas realidades locais. FONTE: FUNDAÇÃO CARGILL fonte https://santotech.com.br/fundacao-cargill-chamada-semeia-2026-projetos-socioambientais/

Carnaval de Recife homenageia 3 nomes ligados à cultura pernambucana

Na edição deste ano, o Carnaval do Recife presta homenagem à prata da casa. Três nomes ligados profundamente à cultura pernambucana serão celebrados: o cantor e compositor Lenine; a iabassê do Afoxé Ogbon Obá, Carmen Virgínia; e o Bloco Carnavalesco Misto Madeira do Rosarinho, que neste ano completa 100 anos de fundação. Dissidente do também centenário Inocentes do Rosarinho, o Bloco Madeira do Rosarinho acumula mais de 50 títulos, entre vitórias e vice-campeonatos, no Carnaval do Recife.   E uma das marchinhas-frevo mais tocadas todos os anos em Pernambuco tem ligação direta com a história do bloco: “Madeira que Cupim não Rói”, do mestre Capiba. A música foi composta no início dos anos 60, depois que o compositor ficou inconformado com o segundo lugar do Rosarinho em um desfile de carnaval. A programação do bloco para o Carnaval pode ser consultada no Instagram @bloco.madeira. Além de guardiã dos saberes de Terreiro e uma das fundadoras do Afoxé Ogbon Obá, a recifense Carmen Virgínia também tem uma trajetória ligada ao Carnaval.  Ela é uma das criadoras do Ubuntu, evento afro-religioso que reúne grupos de afoxé na abertura oficial da folia no Recife, marcada para a próxima quarta-feira. “É uma emoção que atravessa e atravessa a história de muitas mulheres. Recebo essa homenagem em nome das mulheres que lideram com o coração, com as mãos e com a ancestralidade, fazendo do Recife um território vivo, de cultura, união e de liberdade”.  Nascido no bairro da Boa Vista, na capital pernambucana, Lenine é descrito em sua própria biografia na internet como alguém que cresceu brincando de caçar caranguejo nos manguezais e “pegando jacaré” nas ondas da praia de Boa Viagem. E muito do que é ser pernambucano, foi parar nas composições de Lenine. Vem do estado muitas de suas referências musicais.  Já em relação ao carnaval, o músico diz que não existe melhor época para conhecer a cultura pernambucana do que durante a folia. E afirma que a homenagem de 2026 será uma consagração. “Eu me sinto homenageado todo ano. A cada ano eu trago pessoas que nunca conheceram o Carnaval do Recife. Os artistas e músicos que eu trago, é sempre meu intuito de conhecer a cidade quando ela tá respirando Momo. Esse ano vai ser uma consagração. Se trata de outro de outro momento na minha vida”. Em Recife, Lenine se apresenta no próximo dia 12, no Marco Zero; no dia 16, no Pólo Poço da Panela; e no dia 17 de fevereiro, no Polo Várzea. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/carnaval-de-recife-homenageia-3-nomes-ligados-cultura-pernambucana

Carolina Maria de Jesus é enredo na Unidos da Tijuca

Carolina Maria de Jesus é enredo na Unidos da Tijuca

A menina Bitita é quem vai abrir o desfile da Unidos da Tijuca em 2026, para contar, desde o começo, a vida da escritora, cantora, compositora e poeta brasileira Carolina Maria de Jesus. Na língua changana ou xichangana, de Moçambique, Bitita significa panela de barro de cor ocre ou preta, representando resistência e ancestralidade. A escritora recebeu esse apelido do avô Benedito, no início do século passado, e essa será apenas uma de “outras diversas Carolinas” que vão passar pela Sapucaí para contar a trajetória da autora consagrada, como “a doméstica”, “a grávida”, “a louca do Canindé”, “a catadora”, “a escritora”, “a marionete” e “a do carnaval”. “É um enredo bem biográfico. A história se desenvolve cronologicamente”, pontuou o carnavalesco Edson Pereira em entrevista à Agência Brasil. “O que a Tijuca faz é colocar a Carolina no palco”. Apesar da grandeza que tem, argumenta o carnavalesco, sua história é pouco divulgada e, por isso, precisa ser contada. “A gente vive em um momento, não só do país, mas da cultura do nosso país, em que a gente precisa acender a luz daqueles que foram apagados pela nossa história. A Carolina representa muito bem a força da mulher”, afirmou. Apagamento e força Foi o avô alforriado e contador de histórias que influenciou Carolina a criar as suas histórias, assim como com as mulheres da família. “Ela aprendeu os segredos que só o tempo revela no encanto do falar e do ouvir; e, nas barras das saias de sua mãe, tias e madrinhas, se entrelaçou ao poder das coisas ditas, ao espírito desconhecido das letras e palavras, aquelas às quais ela desejava conhecer”, traz a sinopse da Tijuca, texto no qual as escolas explicam o enredo que vão apresentar nos desfiles. Carolina Maria de Jesus nasceu em 14 de março de 1914, em uma comunidade rural da cidade de Sacramento, em Minas Gerais. Os sonhos de deixar o interior a levaram para São Paulo. A mudança não resultou no que esperava e foi o começo de muitas adversidades. Sob muito preconceito, lutou até se tornar escritora.  “A história da Carolina enquanto escritora que foi apagada é algo que nos fascina não pelo apagamento, mas pelo empoderamento dela. A Carolina enquanto mulher, enquanto preta, enquanto resistência”, comentou o carnavalesco, lamentando que atualmente os problemas são os mesmos. “É triste falar sobre isso, mas é uma realidade”. Em São Paulo, ela foi morar na favela do Canindé. Foi lá que começou a relatar todos os preconceitos e histórias de feminicídios e viu que o desenvolvimento social não chegava aos pretos. “Ela começa a se entender no lugar de opressão”, indicou Edson Pereira, acrescentando que Carolina sonhava também em ter comida no prato para alimentar os filhos. “É um carnaval de reconhecimento, de botar o dedo nas feridas”, relatou. Edson adiantou que a terceira alegoria da Azul e Amarela da Tijuca é dedicada ao livro Quarto de Despejo – Diário de uma favelada, que se transformou em sucesso ao vender 10 mil exemplares na semana de lançamento, em 1960. A obra, escrita a partir de anotações que fazia em diários contando histórias de vizinhos, foi também traduzida para ao menos 14 idiomas e lançada em mais de quarenta países. “É todo feito de papelão, de material alternativo”, descreveu o carnavalesco sobre a composição da alegoria, em uma referência ao tempo que a escritora era catadora e construiu sua casa com o dinheiro que ganhou vendendo papelão entre outros materiais. Saúde mental Botar toda esta história de pé para contar da forma como o carnavalesco idealizou não é uma tarefa fácil, e vem sendo realizada pela dupla de diretores de carnaval da Tijuca, Fernando Costa e Elisa Fernandes. Embora seja o seu primeiro ano nesta função, Elisa não é uma desconhecida na Tijuca, onde já foi assessora de imprensa. A experiência no carnaval, no entanto, vai além dessas passagens. Até 2025, esteve por 10 anos na direção de alegorias da Portela. Elisa disse que a nova missão é de muita responsabilidade, por ter que gerenciar o projeto, o barracão e a feitura de fantasias e alegorias. Apesar de já ter tido essa experiência na União de Jacarepaguá, ela agora tem a oportunidade de realizar o trabalho no Grupo Especial. “A coisa cresce muito. O Grupo Especial é muito forte. É o maior espetáculo da Terra, mas, para mim, está sendo um grande prazer”, comentou. Como método para melhorar as condições de trabalho dos profissionais que preparam o carnaval, Elisa trouxe uma novidade para os bastidores da Tijuca. “Eu introduzi uma equipe de psicólogos. Hoje, os artistas da escola têm esse cuidado, porque eu acredito que alguns segmentos têm uma pressão muito grande”, contou, Entre os que utilizam o serviço estão passistas, casal de mestre sala e porta-bandeira, responsáveis pelos ateliês e o setor administrativo da escola. De acordo com a diretora, é necessário ter esse momento de autocuidado, de parar tudo e prestar atenção em si mesmo, diante do trabalho para fazer tudo funcionar na avenida. “Estou tentando convencer o presidente a fazer também. Ele ainda não fez, mas disse que vai fazer”, indicou. Força da mulher Elisa se orgulha de poder, no primeiro ano na função, ter pela frente um enredo em homenagem a Carolina Maria de Jesus. “Eu, como uma mulher negra, no primeiro ano na direção de carnaval, pegar um enredo desse é um presente até difícil de explicar. Estou me matando para fazer jus a essa possibilidade que me foi dada”. “Carolina é muito importante. Ela inspira outras mulheres a serem o que elas quiserem, porque Carolina não era só escritora. Ela também era cantora e compositora, eu também sou cantora e compositora”, contou. A escolha do enredo teve a sua participação, lembrou ela. Elisa chegou a defender o enredo diante do presidente da escola. “Fui incisiva. Eu falei ‘olha esse é o melhor que nós temos. Acredito que esse é um enredo que vai fazer a diferença, porque Carolina é muito grande”. Para a diretora de carnaval, a escritora representa a força de todas as mulheres e também sua versatilidade. “Acredito nessa coisa de multitarefa da mulher. A sociedade exige de nós essa polivalência.

Prefeito Topázio Neto e governador Jorginho Mello assinam licenciamento e alvará das obras do Parque Urbano e Marina Beira-Mar nesta segunda-feira (09)

Nesta segunda-feira (09), o prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, e o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, juntamente com o presidente da JL Construtora, João Luiz Felix, realizam às 12h a assinatura do Licenciamento Ambiental de Implantação (LAI) e do Alvará de Construção do Parque Urbano e Marina Beira-Mar. A implantação do Parque Urbano e Marina Beira-Mar representa uma das mais significativas intervenções urbanas já realizadas na região central de Florianópolis. Com um conceito contemporâneo e integrado à paisagem urbana e natural, o projeto prevê a criação de um parque urbano de grande porte, com aproximadamente 440 mil metros quadrados de área, reunindo espaços de lazer, convivência e uso público, além da marina. O QUE: Assinatura do Licenciamento Ambiental de Implantação (LAI) e Alvará de Construção do Parque Urbano e Marina Beira-Mar QUANDO: Segunda-feira, 09 de fevereiro ONDE: Trapiche da Beira-Mar, Av. Beira-Mar Norte (PMF, 07/02/2026) Publicado em 09 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/prefeito-topazio-neto-e-governador-jorginho-mello-assinam-licenciamento-e-alvara-das-obras-do-parque-urbano-e-marina-beira-mar-nesta-segunda-feira09/

Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano

Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil entra em vigor

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,99% para 3,97% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Notícias relacionadas: CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria. Haddad propõe que Banco Central fiscalize fundos de investimentos. Ministério da Fazenda reduz para 2,3% estimativa do PIB em 2026. Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos. Pela quinta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. A primeira divulgação sobre o IPCA de 2026 será feita nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o índice de janeiro. Em dezembro, a alta no preço dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,33%, acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o IPCA acumular alta de 4,26% em 2025. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Taxa Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica de juros caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano. Juros Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos. Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada pelo IBGE para 3 de março. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando ele alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-397-este-ano

Fecham desfiles no RJ: Tuiuti, Vila Isabel, Grande Rio e Salgueiro

Que outra forma melhor de começar o último dia de desfiles na Marquês de Sapucaí senão com a Pequena Valente de São de Cristóvão, a Paraíso do Tuiuti, que traz o enredo “Lonã Ifá Lukumi”. A amarelo-e-azul redescobre a conexão espiritual entre Brasil e Cuba, ao reverenciar a cultura dos Iorubás escravizados no país caribenho. Chamados pelos colonizadores de Lucumís, sua vertente religiosa também é praticada no nosso país. Após a passagem da Tuiuti, vamos entender que a religiosidade se encontra com a música na Avenida, pois “macumba desde sempre se misturou com o samba”. Pelo menos, é o que diz um dos pais do samba, e é homenageado pela Unidos de Vila Isabel. “Macumbebê, Samborembá. Sonhei que um Sambista Sonhou a África” homenageia um dos maiores multiartista da história do Brasil, Heitor dos Prazeres participou da criação de duas das maiores agremiações do carnaval, a Estação Primeira de Mangueira e Portela. O carnavalesco Leonardo Bora explica que a Vila Isabel vai representar a vida de Heitor de forma inédita. “Heitor foi um fundador, foi um inventor, grande mediador cultural, um aglutinador, um líder. É um enredo que exalta toda uma história da arte brasileira que, infelizmente, até pouco tempo a gente não estudou no colégio”.  Prepare-se! As arquibancadas do Sambódromo vão tremer com a Acadêmicos do Grande Rio, que ergue seu estandarte tricolor ao som dos manguezais. O enredo “Nação do Mangue”, inspirado no Manguebeat, movimento musical transformador liderado, entre outros, por Chico Science e Nação Zumbi e Mundo Livre S.A. Caracterizado pela fusão de ritmos regionais como o maracatu, frevo, coco, com outros mundiais como o rock, hip hop, funk e música eletrônica, ele reverenciava os manguezais, que na visão deles eram berço de movimentos de transformação social. Na avenida, a Grande Rio vai exaltar a fauna, flora, o maracatu e a identidade do povo que vive nas margens dos rios e mangues. Por falar em transformação, vamos encerrar o dia com aquela que tornou o carnaval uma paixão para milhões de brasileiros ao mostrar o país na avenida. Somando sete conquistas, a professora Rosa Magalhães acumulou passagens por agremiações tradicionais, mas foi no Salgueiro onde ela começou sua trajetória. A ideia da escola é resgatar o universo criativo deixado ao longo dos seus 50 anos de carnaval. O carnavalesco do Salgueiro, Jorge Silveira, explica que cada setor do enredo é como a ala de uma biblioteca, um acervo cultural e estético. “A professora Rosa Magalhães é sem dúvida a maior artista que a passarela do samba já produziu. Ela é filha da revolução salgueirense encabeçada por Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues e ela herda as características estéticas desses profissionais e vai construir seu próprio legado”.  Mesmo após sua morte em 2024, o legado de Rosa segue reverenciado por todos que transformaram o carnaval em uma paixão. *Supervisão de Vitória Elizabeth Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/fecham-desfiles-no-rj-tuiuti-vila-isabel-grande-rio-e-salgueiro

Valve adia lançamento e preços do Steam Machine, Frame e Controller por crise global de memória

Steam machine

A Valve confirmou o adiamento na divulgação de preços e datas de lançamento de seus próximos hardwares — o Steam Machine, o headset Steam Frame e o novo Steam Controller — devido à crise global de memória RAM e de armazenamento, que tem elevado os custos e limitado a disponibilidade de componentes essenciais. image Inicialmente programados para chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2026, os três dispositivos agora podem ser lançados em uma janela mais ampla, durante o primeiro semestre de 2026, enquanto a empresa trabalha para definir valores e datas que reflitam as condições voláteis do mercado de componentes. Segundo o relatório, o aumento expressivo no preço da memória RAM, impulsionado pela demanda de servidores de IA e pela escassez de chips, forçou a Valve a revisar tanto o cronograma quanto a estratégia de precificação, já que a disponibilidade restrita desses componentes críticos dificulta a definição de um preço competitivo. A companhia enfatizou que seu objetivo de lançar os produtos ainda no primeiro semestre de 2026 não mudou, mas que mais trabalho é necessário para confirmar datas concretas e valores, diante das rápidas mudanças nas condições da cadeia de suprimentos. O impacto da crise de memória não atinge apenas a Valve: fabricantes e entusiastas de hardware em geral enfrent desafios semelhantes, com preços mais altos e atrasos na produção de PCs, VR headsets e periféricos. A situação destaca as dificuldades que empresas enfrentam para equilibrar inovação, custo final ao consumidor e volatilidade do mercado global de componentes. Fonte: The Verge fonte https://santotech.com.br/valve-adia-steam-machine-steam-frame-precos-memoria-crise/

Viva Maria homenageia Carmen Miranda

Saudações carnavalescas! Neste Carnaval, o Rei Momo já está reinando em todo o Brasil com tudo que tem direito, mas hoje há uma homenagem especial a uma Maria que nasceu justo em 9 de fevereiro de 1909 e que se projetou nacional e internacionalmente como a pequena notável: Carmen Miranda. “Ai, o que que a baiana tem? Meu Deus! Que é que a baiana tem?” A pergunta ecoa até hoje a energia e o gingado que transformaram Carmen em um ícone do imaginário cultural brasileiro. Para celebrar os 117 anos de nascimento de Carmen Miranda, o Viva Maria recebe o artista plástico Zello Visconti. Nesta edição, ele fala da presença da cantora em sua obra como força inspiradora de seu trabalho. Confira no player!   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/viva-maria-homenageia-carmen-miranda

Índia muda suas regras para abertura de deep techs

Créditos da imagem: R.SATISH BABU/AFP / Getty Imagens

Startups de deep techs em setores como espaço, semicondutores e biotecnologia levam muito mais tempo para amadurecer do que os empreendimentos convencionais. Por causa disso, a Índia está ajustando suas regras de inicialização e mobilizando capital público, na esperança de ajudar mais deles a chegar a produtos comerciais. Nesta semana, o governo indiano atualizou sua estrutura de startups, dobrando o período para o qual as empresas de tecnologia profunda são tratadas como startups para 20 anos e elevando o limite de receita para benefícios fiscais, de concessão e regulatórios específicos de startups para ₹ 3 bilhões (cerca de US $ 33,12 milhões), de ₹ 1 bilhão (cerca de US $ 11,04 milhões) anteriormente. A mudança visa alinhar os cronogramas de políticas com os longos ciclos de desenvolvimento típicos de negócios liderados por ciência e engenharia. A mudança também faz parte do esforço de Nova Délhi para construir um ecossistema de tecnologia profunda de longo horizonte, combinando a reforma regulatória com o capital público, incluindo o Fundo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (RDI) de ₹ 1 trilhão (cerca de US $ 11 bilhões), anunciado no ano passado. Esse fundo destina-se a expandir o financiamento de pacientes para empresas lideradas pela ciência e orientadas para a P&D. Nesse cenário, as empresas de risco dos EUA e da Índia mais tarde se uniram para lançar a India Deep Tech Alliance, uma coalizão de investidores privados de mais de US $ 1 bilhão que inclui Accel, Blume Ventures, Celesta Capital, Premji Invest, Ideaspring Capital, Qualcomm Ventures e Kalaari Capital, com a fabricante de chips Nvidia atuando como consultora. Para os fundadores, essas mudanças podem corrigir o que alguns veem como um ponto de pressão artificial. Sob a estrutura anterior, as empresas muitas vezes arriscam perder o status de startup enquanto ainda estavam pré-comerciais, criando um “falso sinal de fracasso” que julgava empreendimentos liderados pela ciência em cronogramas de políticas em vez de progresso tecnológico, disse Vishesh Rajaram, sócio-fundador da Speciale Invest, uma empresa indiana de capital de capital de tecnologia profunda. “Ao reconhecer formalmente a tecnologia profunda como diferente, a política reduz o atrito na captação de recursos, no acompanhamento do capital e no engajamento com o Estado, o que aparece absolutamente na realidade operacional de um fundador ao longo do tempo”, disse Rajaram ao TechCrunch. Ainda assim, os investidores dizem que o acesso ao capital continua sendo uma restrição mais vinculativa, particularmente além dos estágios iniciais. “A maior lacuna tem sido historicamente o financiamento da profundidade na Série A e além, especialmente para empresas de tecnologia profunda intensivas em capital”, disse Rajaram. É aí que o fundo RDI anterior do governo deve desempenhar um papel complementar. “O benefício real da estrutura do RDI é aumentar o financiamento disponível para empresas de tecnologia profunda em estágios iniciais e de crescimento”, disse Arun Kumar, sócio-gerente da Celesta Capital. Ao encaminhar o capital público através de fundos de risco com tenores semelhantes ao capital privado, disse ele, o fundo é projetado para abordar lacunas crônicas no financiamento subsequente sem alterar os critérios comerciais que regem as decisões de investimento privado. Siddarth Pai, sócio fundador da 3one4 Capital e co-presidente de assuntos regulatórios da Indian Venture and Alternate Capital Association, disse que a estrutura de tecnologia profunda da Índia evita um “precipício de graduação” que historicamente interrompeu as empresas do apoio, assim como elas escalam. Essas mudanças de política ocorrem quando o fundo RDI está começando a tomar forma operacionalmente, disse Pai, com o primeiro lote de gestores de fundos identificado e o processo de seleção de gerentes de risco e private equity em andamento. Embora o capital privado para a tecnologia profunda já exista na Índia – particularmente em áreas como biotecnologia – Pai disse ao TechCrunch que o Fundo RDI destina-se a atuar como um núcleo em torno do qual uma maior formação de capital pode ocorrer. Ao contrário de um fundo de fundos tradicional, ele observou, o veículo também é projetado para assumir posições diretas e fornecer crédito e subsídios para startups de tecnologia profunda. O financiamento de tecnologia profunda da Índia cresce Em termos de escala, a Índia continua a ser um mercado de tecnologia profunda emergente e não dominante. Startups indianas de tecnologia profunda levantaram US $ 8,54 bilhões no total até o momento, mas dados recentes apontam para um impulso renovado. Startups indianas de tecnologia profunda levantaram US $ 1,65 bilhão em 2025, uma recuperação acentuada de US $ 1,1 bilhão em cada um dos dois anos anteriores depois que o financiamento atingiu um pico de US $ 2 bilhões em 2022, por Tracxn. A recuperação sugere uma crescente confiança dos investidores, particularmente em áreas alinhadas com as prioridades nacionais, como manufatura avançada, defesa, tecnologias climáticas e semicondutores. “No geral, a retomada no financiamento sugere um movimento gradual em direção ao investimento de horizonte mais longo”, disse Neha Singh, co-fundador da Tracxn. Em comparação, as startups de tecnologia profunda dos EUA arrecadaram cerca de US $ 147 bilhões em 2025, mais de 80 vezes o valor implantado na Índia naquele ano, enquanto a China representou cerca de US $ 81 bilhões, mostram dados da Tracxn. A disparidade destaca o desafio que a Índia enfrenta na construção de tecnologias intensivas em capital, mesmo com sua riqueza de talentos de engenharia. Portanto, a esperança é que esses movimentos do governo indiano levem a mais participação dos investidores no médio prazo. Créditos da imagem: Jagmeet Singh / TechCrunch Um sinal de longo prazo Para investidores globais, a mudança de estrutura de Nova Délhi está sendo lida como um sinal de intenção política de longo prazo, em vez de um gatilho para mudanças imediatas na alocação. “As empresas de tecnologia profunda operam em horizontes de sete a doze anos, de modo que o reconhecimento regulatório que estende o ciclo de vida dá aos investidores maior confiança de que o ambiente político não mudará no meio da jornada”, disse Pratik Agarwal, sócio da Accel. Embora ele tenha dito que a mudança não alteraria os modelos