Iniciando no GCP com BigQuery e DataProc

Neste artigo rápido, vou instigar você a iniciar seu aprendizado na plataforma GCP se cadastrando, colocando o cartão de crédito mas gastando 0 reais. Introdução: Primeiro de tudo é que você deve conhecer pelo menos o básico de todas as clouds, principalmente os principais produtos, desta forma esse artigo é simples rápido e divertido por que não tem erros, muitas dificuldades e já trás uma familiaridade com GCP CLI e sua interface cloud. Requisitos Conhecimento básico de SQL Query. ter o gcloud CLI instalado no seu Windows ou Linux. Conhecimento básico de python. Aqui está o rascunho do seu artigo para o dev.to, seguindo o estilo solicitado: linguagem descontraída, sotaque paulista, sem emojis, foco técnico prático e formatado em Markdown. Do Zero ao ETL no GCP: BigQuery, Dataproc e PySpark na PráticaFala, meu! Beleza? Hoje o papo é reto: vamos montar um pipeline de dados na Google Cloud Platform (GCP) sem enrolação. A ideia é sair do zero, configurar a conta, subir um BigQuery boladão, conectar um cluster Dataproc e rodar um PySpark maroto pra transformar uns dados de voos. Se você tá querendo entender como essas peças se encaixam no mundo real, cola aqui que eu vou te passar a visão. 1. O Início de tudo: A Conta no GCPPrimeira coisa, mano, você precisa de uma conta no Google Cloud. Se você ainda não tem, corre lá e cria. O Google costuma dar uns créditos iniciais (aqueles 300 dólares) que dá pra brincar bastante sem gastar um tostão do bolso. Criou a conta? Criou um projeto novo? Então já era, o ambiente tá pronto pra gente começar a bagunça. Preparando o Terreno: Cloud SDK e BigQuery Agora a gente vai pro terminal, que é onde a mágica acontece. Você precisa ter o Google Cloud SDK instalado na sua máquina pra rodar os comandos gcloud e bq. Vamos começar criando nossa estrutura no BigQuery. A gente vai criar uma tabela pra receber uns dados de voos. Criando a tabela na unhaDá uma olhada nesse comando aqui: bq mk –table etl_db.voos_dia_30 Aqui está o rascunho do seu artigo para o dev.to, seguindo o estilo solicitado: linguagem descontraída, sotaque paulista, sem emojis, foco técnico prático e formatado em Markdown. Do Zero ao ETL no GCP: BigQuery, Dataproc e PySpark na PráticaFala, meu! Beleza? Hoje o papo é reto: vamos montar um pipeline de dados na Google Cloud Platform (GCP) sem enrolação. A ideia é sair do zero, configurar a conta, subir um BigQuery boladão, conectar um cluster Dataproc e rodar um PySpark maroto pra transformar uns dados de voos. Se você tá querendo entender como essas peças se encaixam no mundo real, cola aqui que eu vou te passar a visão. O Início de tudo: A Conta no GCP Primeira coisa, mano, você precisa de uma conta no Google Cloud. Se você ainda não tem, corre lá e cria. O Google costuma dar uns créditos iniciais (aqueles 300 dólares) que dá pra brincar bastante sem gastar um tostão do bolso. Criou a conta? Criou um projeto novo? Então já era, o ambiente tá pronto pra gente começar a bagunça. Preparando o Terreno: Cloud SDK e BigQuery Agora a gente vai pro terminal, que é onde a mágica acontece. Você precisa ter o Google Cloud SDK instalado na sua máquina pra rodar os comandos gcloud e bq. Vamos começar criando nossa estrutura no BigQuery. A gente vai criar uma tabela pra receber uns dados de voos. Criando a tabela na unhaDá uma olhada nesse comando aqui: bq mk –table etl_db.voos_dia_30` O que tá rolando aqui? bq mk: O comando pra criar coisas no BigQuery. etl_db: É o nome do seu dataset (o banco de dados, saca?). voos_dia_30: É a tabela que a gente tá criando. Carregando os dados (e resolvendo perrengues)Agora a gente vai jogar dados lá dentro. O comando básico seria esse aqui, pedindo pro BigQuery se virar pra descobrir os tipos de dados (–autodetect): bq load –autodetect etl_db.voos_dia_30 gs://basevoos/dados_brutos/base_voos_30.json Só que a vida de dev não é fácil, né meu? Se você rodar isso direto num JSON cheio de linhas, pode dar ruim porque ele tenta ler como CSV ou se perde no formato. O pulo do gato é especificar o formato certo: bq load –autodetect –source_format=NEWLINE_DELIMITED_JSON etl_db.voos_dia_30 gs://basevoos/dados_brutos/base_voos_30.json Agora sim! O –source_format=NEWLINE_DELIMITED_JSON avisa pro BigQuery que é um JSON quebra-linha. Se você for um cara mais organizado e já tiver o esquema dos dados num arquivo local, dá pra mandar assim também: Sempre vá em detalhes e copie o gsutil por que você vai utilizar bastante: bq load –source_format=NEWLINE_DELIMITED_JSON –schema=schema.json etl_db.voos_dia_30 gs://base_voos_latam/2023-07-31.json 3. Performance é dinheiro: ParticionamentoMano, se liga nisso aqui. Fiz uns testes pra ver a diferença entre uma tabela normal e uma particionada. No BigQuery, você paga pelo tanto de dados que você escaneia. Olha a diferença nas queries: Consultando tudo (Full Scan): `SELECT * FROM `etl_db.tb_voos`; — Consome 8,49 MBSELECT * FROM `etl_db.tb_voos_particionada`; — Consome 16,98 MB (Curioso, né? Mas calma)` Consultando com filtro (Onde o filho chora e a mãe não vê): `SELECT * FROM etl_db.tb_voosWHERE flight_date=”2023-07-30″;— Continua consumindo 8,49 MB porque ele leu a tabela inteira! SELECT * FROM etl_db.tb_voos_particionadaWHERE flight_date=”2023-07-30″; — Agora sim: 8,49 MB (mas num cenário real com terabytes, isso aqui cairia drasticamente pq ele lê SÓ a partição do dia). ` Resumo da ópera: particione suas tabelas por data sempre que der. É bom pro bolso e pra performance. 4. Subindo o Nível: Dataproc e TransformaçõesAgora vamos pro Dataproc, que é o Spark gerenciado do Google. Primeiro, garante que você tem permissão pra brincar, habilitando a API: gcloud services enable cloudresourcemanager.googleapis.com –project=869694498585 Com o cluster criado (vamos supor que você já subiu um cluster chamado cluster-e063-m), a gente precisa acessar o Jupyter Notebook que roda dentro dele. Mas como acessar algo que tá numa rede fechada lá no Google? Túnel SSH, meu parceiro! Roda esse comando aqui na sua máquina local pra criar o túnel: gcloud compute ssh cluster-e063-m –project=gcplearning-486711 –zone=us-central1-a — -D 1080 -N Lembrando de trocar o project pelo nome do seu projeto
Move Brasil já liberou quase R$ 2 bilhões em um mês

Em evento em Guarulhos (SP), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse neste domingo (8) que o programa Move Brasil liberou aproximadamente R$ 2 bilhões em financiamentos para renovação da frota de caminhões no primeiro mês de vigência. O programa busca substituir veículos antigos e retomar o ritmo de vendas, que havia recuado 9,2% em 2025. Em relação aos modelos pesados, voltados para transporte de longas distâncias, a retração foi mais acentuada, de 20,5% ante 2024. Notícias relacionadas: Governo anuncia R$ 10 bilhões em crédito para compra de caminhões. Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado de caminhões iniciou o ano em retração de 34,67% (em relação a janeiro de 2024). Para Alckmin, a queda nas vendas está relacionada à alta taxa de juro no país. “Temos recorde de safra, com aumento de 17,9%. Também de exportação, com US$ 349 bilhões, e uma corrente de comércio de US$ 629 bilhões. Esses produtos precisam chegar a portos e aeroportos. Qual foi o problema? A taxa de juros. Normalmente, quem compra esse tipo de bem de uso duradouro financia, é difícil comprar à vista. Eu vou e financio. A taxa estava em 22%, 23% ao ano, e a resposta foi boa, cerca de R$ 1,9 bilhão neste comecinho”, destacou. Dono de uma empresa de transportes em Santa Isabel, na região metropolitana de São Paulo, Orlando Boaventura pegou empréstimo pelo Move Brasil. A empresa, familiar, tem 30 funcionários e existe há 20 anos. Com os recursos, compraram o 29º caminhão. “Um modelo novo gasta hoje até R$ 200 a menos em combustível em uma viagem daqui para o Rio de Janeiro, por exemplo. A gente busca a renovação de frota e essa taxa de juros é adequada, está dentro do nosso padrão. Conseguimos um bom preço e achamos que era o melhor momento para comprar”, contou. A empresa deve contratar mais cinco trabalhadores este ano. O representante dos trabalhadores, Wellington Damasceno, do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, destacou o esforço conjunto de empresas, sindicatos e do governo federal para elaboração do programa, que visa a manutenção dos empregos no setor, como a diminuição das emissões de carbono e a transição para modelos de logística mais sustentáveis. No evento, os representantes da indústria pediram a manutenção do programa, como forma de estimular a retomada das vendas do setor, que envolve fábricas, concessionárias, indústrias de peças e outros produtos relacionados. “Vemos uma tendência do Banco Central de pensar o início de um ciclo de redução da taxa Selic. Isso talvez compense, caso não haja perenização no programa, mas ele já tem um valor importante porque antecipa a expectativa e como a taxa de juros estará a partir do terceiro e quarto trimestres deste ano”, destacou o CEO da Scania, Christopher Polgorski, acrescentando que cada emprego mantido na produção e vendas diretas reflete na manutenção de outros seis empregos indiretos. Alckmin informou que o programa não tem um prazo de conclusão, e que teto deve continuar em R$ 10 bilhões. “Neste momento não temos discussão de aumento do valor [do teto]. O prazo pode durar dois meses, quatro meses, seis meses, até que o recurso se esgote. Depois disso nós vamos estudar”, disse. Move Brasil O Move Brasil libera crédito para a compra de caminhões novos e de seminovos fabricados a partir de 2012 por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os veículos precisam atender a critérios ambientais. No final de janeiro, o Renovação da Frota, dentro do Move Brasil, beneficiou caminhoneiros autônomos, cooperados e empresas transportadoras de 532 municípios. Somente no mês passado, foram realizadas 1.152 operações, com valor médio de R$ 1,1 milhão. No total, o programa disponibilizará R$ 10 bilhões em crédito, entre recursos do Tesouro Nacional e BNDES. Desse total, R$ 1 bilhão é reservado exclusivamente a caminhoneiros autônomos e cooperados. As taxas de juros cobradas estão em torno de 13% a 14% ao ano. Há condições melhores para quem comprovar entrega de veículos mais antigos para desmonte. O limite de financiamento é de até R$ 50 milhões por usuário. Os empréstimos terão prazo máximo de 5 anos e carência de até 6 meses. Todas as operações são cobertas pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), com garantias de até 80% do valor financiado. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/move-brasil-ja-liberou-quase-r-2-bilhoes-em-um-mes
EUA ordenam remoção de dispositivos obsoletos em redes federais para conter vulnerabilidades exploradas por hackers

A Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA), agência de defesa cibernética dos Estados Unidos, emitiu uma Binding Operational Directive obrigando todas as agências civis federais a remover ou substituir dispositivos de rede que já atingiram o fim de suporte (end-of-life) dentro de 12 meses — após constatar que esses equipamentos vulneráveis estão sendo amplamente explorados por hackers em campanhas persistentes de ataque. De acordo com o comunicado oficial, os dispositivos afetados incluem balanceadores de carga, firewalls, roteadores, switches, pontos de acesso sem fio, aparelhos de segurança de rede e dispositivos IoT, que não recebem mais atualizações de segurança dos fabricantes. Esses aparelhos, por estarem na fronteira das redes, são especialmente visados por agentes maliciosos, oferecendo pontos de entrada para comprometer sistemas governamentais. Diretivas e prazos Segundo a CISA, as agências federais terão os seguintes prazos para cumprir a nova ordem: 3 meses: inventariar todos os dispositivos que constam na lista de fim de suporte e reportar à CISA. 12 meses: descomissionar e substituir todos os dispositivos já sem suporte por equipamentos que recebem atualizações de firmware e segurança. 18 meses a 24 meses: estabelecer processos de gestão contínua do ciclo de vida de dispositivos de borda para evitar que equipamentos obsoletos permaneçam nas redes. A diretiva faz parte de um esforço mais amplo para reduzir o risco de ataques cibernéticos em sistemas críticos do governo, após campanhas de exploração de dispositivos sem suporte que comprometeram redes públicas e privadas por todo o mundo. Dispositivos antigos são frequentemente explorados por atores com ligações a grupos patrocinados por estados, que utilizam falhas conhecidas para ganhar acesso e persistência em redes federais e corporativas. Riscos de segurança e impacto A CISA destacou que equipamentos que não recebem mais suporte de seus fabricantes — ou seja, que estão em fim de vida — não devem permanecer em redes corporativas ou governamentais, pois representam um risco crítico de segurança. A remoção desses dispositivos é vista como prática fundamental de “higiene cibernética”, essenciais para enfrentar ameaças modernas e proteger ativos digitais críticos. A agência afirmou que irá auxiliar as organizações no processo e acompanhar o progresso das agências federais para garantir conformidade com os prazos estipulados, reforçando que a medida não foi motivada por um incidente específico, mas por um padrão também reforçado por relatórios públicos de campanhas de ataque que exploram dispositivos obsoletos. Fonte: The Record fonte https://santotech.com.br/eua-dispositivos-obsoletos-seguranca-cibernetica-agencias-federais/
Mega-Sena não tem ganhador; prêmio acumula para R$ 47 milhões

O prêmio do concurso 2.970 da Mega-Sena acumulou neste sábado (7). No próximo sorteio, o prêmio deve ser de R$ 47 milhões. Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 22 – 32 – 37 – 41 – 42 – 59 Vinte e duas apostas ganharam a quinta, cada uma no valor de R$ 103.128,37. Outras 2.828 apostas levaram a quadra e irão receber R$ 1.322,42 cada. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/mega-sena-nao-tem-ganhador-premio-sobe-para-r-47-milhoes
Malê Debalê reafirma ancestralidade e cultura negra em Itapuã

Bloco afro que exalta a ancestralidade do bairro de Itapuã, o Malê Debalê, reafirma o compromisso com a cultura negra, a formação artística e a valorização das identidades que constroem a história do bairro e da cidade de Salvador. De acordo com o presidente da agremiação, Cláudio de Araújo, o Malê Debalê nasce no final da década de 1970 e, em 1997, foi reconhecido pelo New York Times como o maior balé afro do mundo. “O balé, o Malê Debalê, nasce na década de 79 para 80, aonde os jovens, né, que pensaram essa instituição tinham nada mais, nada menos como um desejo de fazer com que Itapuã fosse melhor representada, né? Uma questão asfáltica, de educação, urbanismo, né? E aí, logo no primeiro ano dessa instituição no Carnaval, ela é consagrada com o título, né, de campeão do Carnaval. De lá para cá foi instituído, e através de uma percepção muito bacana da diretoria, que a gente precisava fazer algo para além do Carnaval. E aí eles tiveram essa expertise de fazer investimento em alas de dança, né? E quando chega em 1997, a gente recebe o título do New York Times, né? Do maior balé afro do mundo. Então isso, para a gente, foi algo assim surreal.” No Carnaval de 2026, o bloco de Itapuã leva para a avenida um desfile com o tema Malê na Corte de Oxalá, exaltando a fé, a ancestralidade e a realeza espiritual do povo negro. “Nós, na verdade, estamos dando continuidade a um processo que nós começamos em 2025. Em 2025, nós tivemos a ousadia de vislumbrar, de propor à sociedade civil, né, a Salvador, Bahia e Brasil, mundo, um tema chamado, né? Nós levamos para a avenida Exú. E agora vamos falar de Oxalá, propriamente falando da sua corte, né? Quando a gente fala na Corte de Oxalá, é claro que todos os orixás estão envolvidos, mas a gente, é claro, não tem essa expertise no sentido de ocupar tempo, de mensurar a quantidade de orixás para poder, a exemplo, colocar num tecido, nas nossas peças do Carnaval. Então, para esse Carnaval, nós estaremos com 23 alas de dança. Cada ala de dança dessa vai tomar conta aí de um orixá, tá, como subtema.” Assim como o concurso Negra e Negro Maê Adulto, festival de dança Malezinho busca valorizar a identidade negra a partir do reconhecimento de personalidades negras que fizeram história. “Até dois anos atrás, nós intitulávamos esse processo de seleção como escolha da Negra e Negro Malezinho. Mas a gente sabe que pais e mães, eles querem sempre que seus filhos cheguem no pódio em primeiro lugar. Existia um certo conflito, sabe? A não entenderem que a gente estava aqui procurando enaltecer a memória, sobretudo, daqueles jovens negros, reis e rainhas que vieram em porões de navios e que a gente, enquanto diretoria do Malê Debalê, tenta devolver isso de uma forma macro. Aqui nós temos a prerrogativa de que só através da educação iremos mudar o cidadão. Dandara Lima, de 9 anos, explica a importância de ter sido eleita a Negra Malezinho de 2026. Ser Negra Malezinho, para mim, é motivo de esperança, perseverança e também eu acredito que o maior balé afro do mundo, o Malê, ele ajuda as crianças a seguirem pelo caminho certo e não seguirem pelo caminho errado. Eles ensinam a respeitar, a cuidar e também empoderam as crianças negras da sua comunidade. Morador da Praia de Pitanga, Iago Carvalho, de 12 anos, comenta sobre ser o novo rei Malezinho. Eu me sinto feliz por poder representar crianças que querem concursar e querem chegar ao mesmo lugar que eu estou hoje. Para mim, ser Negro Malezinho é poder representar outras crianças e exaltar minha ancestralidade. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-02/male-de-bale-reafirma-ancestralidade-e-cultura-negra-em-itapua
Relatório aponta possível invasão ao Ministério de Minas e Energia do Brasil em campanha global de ciberespionagem

Um relatório recente da equipe de inteligência cibernética Unit 42, da Palo Alto Networks, revelou que um grupo de ciberespionagem conhecido como TGR-STA-1030 ou “Shadow Campaigns” possivelmente comprometeu a rede do Ministério de Minas e Energia do Brasil como parte de uma operação global que afetou organizações governamentais e infraestruturas críticas em pelo menos 37 países ao longo do último ano. Segundo a Unit 42, o ator — avaliado com alta confiança como alinhado a um Estado e operando a partir da Ásia — conduziu reconhecimento ativo contra infraestruturas governamentais associadas a 155 países entre novembro e dezembro de 2025, além de comprometer redes em diversas regiões do mundo. Brasil na mira do grupo de espionagem O relatório indica que, além de escanear infraestrutura governamental de países das Américas, o grupo teria comprometido especificamente a rede do Ministério de Minas e Energia do Brasil, em um contexto relacionado ao interesse crescente de empresas e governos em minerais de terras raras — recursos estratégicos para tecnologias avançadas. O Ministério de Minas e Energia passa a ser identificado entre as entidades governamentais alvo do grupo, que também teria comprometido entidades em países como Bolívia, México, Panamá e Venezuela, segundo a análise global. Alcance e métodos das “Shadow Campaigns” O grupo TGR-STA-1030 tem operado há pelo menos dois anos, inicialmente empregando campanhas de phishing para obter acesso inicial às redes governamentais e, mais recentemente, intensificando esforços com exploração de vulnerabilidades conhecidas para acesso e manutenção de presença prolongada em sistemas. A Unit 42 observou que as campanhas se concentram em departamentos governamentais vinculados à economia, finanças, comércio, recursos naturais e diplomacia, utilizando ferramentas sofisticadas de comando e controle para manter o acesso às redes comprometidas. Consequências e alertas de segurança Analistas de segurança cibernética alertam que essas campanhas representam um risco significativo para a segurança nacional e a proteção de dados estratégicos, pois podem resultar em espionagem econômica e coleta de inteligência sensível. A Unit 42 recomenda que organizações governamentais reforcem medidas de defesa — como filtragem avançada de URLs, segurança DNS robusta e monitoramento contínuo — para mitigar a ameaça. Até o momento, não há confirmação oficial por parte do governo brasileiro sobre a extensão do comprometimento ou medidas de contenção tomadas, e as autoridades de segurança cibernética mantêm esforços para investigar e responder às ameaças reveladas pelo relatório. Fontes:Relatório “Shadow Campaigns: Uncovering Global Espionage”, Unit 42 — Palo Alto Networks fonte https://santotech.com.br/relatorio-unit42-ciberespionagem-brasil-ministerio-minas-energia/
Parceria Antropic e wordpress lança conector que permite compartilhamento e analise de dados

Na quinta-feira, o WordPress lançou um novo conector Claude, permitindo que os proprietários de sites compartilhem dados de back-end com o sistema de chatbot do Anthropic. Os usuários podem controlar quais dados específicos desejam compartilhar e o acesso também pode ser revogado se e quando o usuário escolher. Notavelmente, Claude recebe acesso somente de leitura, o que significa que não poderá alterar nada dentro do CMS de um usuário. No entanto, no ano passado, o WP afirmou que acabaria por oferecer acesso “escrever” à integração do MCP, presumivelmente permitindo que os usuários conduzissem tarefas editoriais diretamente de um chatbot conectado de sua escolha. De qualquer forma, depois que Claude está vinculado a uma conta, os usuários podem fazer ao chatbot todos os tipos de perguntas sobre os dados do site aos quais ele recebeu acesso – desde resumir o tráfego mensal do site até a realização de análises de quais postagens têm baixo engajamento do usuário. O WordPress também forneceu uma lista de prompts de modelo para o chatbot – coisas como “Mostre-me comentários pendentes no meu blog” ou “Qual dos meus sites recebe mais tráfego?” ou “Mostre-me quais posts estão gerando mais discussão”. Outras funções incluem gerenciamento de comentários (“Mostre-me comentários pendentes no meu blog”) e gerenciamento de plug-in (“Quais plug-ins estão instalados no meu site principal?”). FONTE: TECHCRUNCH fonte https://santotech.com.br/parceria-antropic-e-wordpress-lanca-conector-que-permite-compartilhamento-e-analise-de-dados/
