CAU/SC e Prefeitura de Florianópolis avançam na organização do 11º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico Brasil-Portugal (FIPA)

Evento organizado pelo CAU/BR com apoio do CAU/SC deve reunir duas mil pessoas em julho, na capital catarinense, para debater importância do patrimônio histórico com apresentações de trabalhos científicos, além de atrações culturais Nesta segunda-feira (2/2), o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina, Carlos Alberto Barbosa de Souza, esteve reunido com a secretária Executiva de Parcerias Estratégicas e Investimentos Internacionais da Prefeitura de Florianópolis, Zena Becker, e a secretária Municipal Adjunta de Administração, Deise Fátima Menezes, para dar continuidade às tratativas de organização do 11º Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico Brasil–Portugal (FIPA), que deve ocorrer em julho, em locais a serem definidos. Estiveram na reunião, pelo CAU/SC, o gerente geral João Vicente Scarpin, o assessor da presidência Daniel Clerice e a coordenadora de eventos, Yve Sarkis. Os participantes avaliaram alguns locais para sediar o evento, assim como definiram algumas ações da organização das atividades nesta parceria entre as instituições – CAU/BR, CAU/SC, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Prefeitura de Florianópolis. O presidente do CAU/SC ressaltou a importância os temas e o papel dos profissionais nesta área: “ A atuação dos arquitetos e urbanistas nesse campo é de interesse público, pois a preservação da história e da memória social está diretamente associada ao uso qualificado dos imóveis, das edificações e dos espaços urbanos. Cabe a estes profissionais atuar na mediação entre conservação e adaptação, garantindo que o patrimônio permaneça acessível, funcional e integrado à dinâmica da cidade, sem perda de seus valores culturais e arquitetônicos”, disse ele. O FIPA funciona como um espaço de debate sobre a preservação, a gestão e o uso do patrimônio arquitetônico, reunindo experiências vinculadas a contextos históricos, urbanos e construtivos compartilhados entre Brasil e Portugal. Em 2026 o tema é “Diversidade”, tendo como eixos: 1. A Diversidade nas formas de manifestação do Patrimônio Cultural; 2. A Diversidade nas formas de diagnóstico das Patologias Edilícias; 3. A Diversidade nas formas de resiliência às Mudanças Climáticas e 4. A Diversidade nas formas de avaliação de Impactos Ambientais. O evento está inserido no campo do patrimônio como instância de troca de métodos, critérios e abordagens voltadas à intervenção em edificações e conjuntos históricos, por meio de apresentações de trabalhos científicos e debates entre os participantes. A importância do FIPA está na discussão direta sobre técnicas construtivas, processos de conservação, estratégias de adaptação e uso do patrimônio edificado, considerando realidades urbanas em funcionamento. Nesse sentido, o Fórum contribui para a qualificação das práticas profissionais e institucionais no campo do patrimônio arquitetônico, ao reunir discussões aplicadas à realidade de edifícios, conjuntos e paisagens culturais. (CAU/SC, 02/02/2026) Publicado em 03 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/cau-sc-e-prefeitura-de-florianopolis-avancam-na-organizacao-do-11o-forum-internacional-de-patrimonio-arquitetonico-brasil-portugal-fipa/

Governo revoga aumento do número de passageiros no Santos Dumont

Governo revoga aumento do número de passageiros no Santos Dumont

O governo federal informou que irá revogar a decisão que flexibilizava as restrições operacionais do Aeroporto Santos Dumont, localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. A medida foi tomada após uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, com o prefeito Eduardo Paes no Palácio do Planalto, em Brasília. No fim do ano passado, o ministério anunciou uma flexibilização no limite de passageiros do Santos Dumont, que subiria de 6,5 milhões para até 8 milhões por ano a partir de 2026.  Notícias relacionadas: Voos no Santos Dumont serão ampliados em 2026, diz ministro. “Contra fatos não há argumentos e os números não mentem: as medidas tomadas pelo presidente Lula no início de seu mandato permitiram a recuperação do aeroporto do Galeão, aumentando o número de turistas e negócios para o Estado do Rio! Mais uma vez meu muito obrigado ao presidente Lula pela defesa permanente dos interesses do Rio de Janeiro!”, escreveu Eduardo Paes na rede social X. O ministro Silvio Costa Filho compartilhou a postagem do prefeito Paes nas redes sociais. Em nota, o Ministério de Portos e Aeroportos disse que a revogação “foi motivada pelo expressivo crescimento da aviação e do turismo no estado do Rio de Janeiro, que levou a uma discussão conjunta acerca da construção de uma agenda estratégica para o estado”. A limitação do Santos Dumont, de até 6,5 milhões de passageiros por ano, foi estabelecida em 2023 como parte de uma política de reequilíbrio entre os aeroportos do Rio, priorizando o crescimento do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, que fica na zona norte da capital fluminense. Desde então, o número anual de passageiros no aeroporto central caiu quase pela metade, de 10,9 milhões para 5,7 milhões. No Galeão, no mesmo período, o movimento mais que dobrou, passando de 6,8 milhões para 16,1 milhões. Com isso, o total de passageiros nos aeroportos do Rio cresceu 23%, de 17,7 milhões em 2023 para 21,8 milhões em 2025. De acordo com a pasta, o processo de venda assistida do Aeroporto do Galeão permanece, com leilão previsto para o dia 30 de março. “Conforme solução acordada com a concessionária e aprovada pelo TCU [Tribunal de Contas da União], eventuais restrições operacionais no Aeroporto Santos Dumont implicam em reequilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão do Aeroporto do Galeão”, diz a nota. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/governo-revoga-aumento-do-numero-de-passageiros-no-santos-dumont

Carnaval 2026: entidades orientam sobre o funcionamento do comércio

A CDL Florianópolis compartilha com os associados e parceiros a orientação do Sindilojas de Florianópolis e Região para o funcionamento e operação do comércio durante as festas de carnaval. A data é uma das mais emblemáticas da cultura brasileira, impactando diversos setores da economia, especialmente o turismo e o comércio. Durante esse período, é comum que instituições bancárias, repartições públicas e algumas empresas suspendam suas atividades. No entanto, para o setor privado, a terça-feira de Carnaval (17 de fevereiro) não é considerada feriado nacional, estadual ou municipal na região metropolitana de Florianópolis, sendo um dia normal de expediente. (Confira a matéria completa em CDL, 02/02/2026) Publicado em 03 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/carnaval-2026-entidades-orientam-sobre-o-funcionamento-do-comercio/

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria

O alto nível da Taxa Selic – juros básicos da economia – foi o principal responsável pela estagnação da indústria no fim de 2025, avaliou a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao comentar a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a entidade, o ciclo de juros altos, atualmente em 15% ao ano, encareceu o crédito e drenou o apetite dos consumidores. O cenário foi agravado por uma demanda interna insuficiente e pelo avanço das importações, que capturaram parte significativa do mercado brasileiro, sustenta a CNI. Notícias relacionadas: Indústria fecha 2025 com alta de 0,6%, pressionada pelos juros altos. Faturamento da indústria sobe, mas emprego cai pelo terceiro mês. Juros altos travam crédito para 80% das indústrias, revela pesquisa. O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia como “enorme” o prejuízo causado pelos juros. “O patamar punitivo da taxa Selic encareceu o crédito ao setor produtivo, que segurou investimentos, e reduziu o apetite dos consumidores por produtos industriais. O prejuízo causado pelos juros altos é enorme. Em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025”, ressaltou Telles, em nota.   Esse enfraquecimento, ressaltou o diretor da CNI, resultou em estoques acima do planejado e na queda de 0,2% na produção da indústria de transformação, que converte matérias-primas em bens de consumo. A análise da confederação também alerta para a pressão externa: as compras de bens de consumo no exterior saltaram 15,6% no ano passado. Ao mesmo tempo em que a indústria nacional reduzia o ritmo, os produtos importados preenchiam as lacunas, dificultando qualquer tentativa de recuperação do empresariado local ao longo dos dois semestres de 2025. Queda na confiança Esse efeito conjunto impactou severamente o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado no fim de janeiro, que registrou o pior desempenho para o mês em dez anos. Com o indicador operando abaixo dos 50 pontos – linha que separa o otimismo do pessimismo – há 13 meses, a CNI diagnostica um quadro de falta de confiança persistente, o que paralisa investimentos essenciais para a modernização e expansão das fábricas brasileiras. Para a CNI, sem uma mudança na política de juros e no estímulo à demanda interna, o crescimento deste ano está em risco. A entidade receia que a inércia produtiva e a baixa intenção de contratação se estendam, prejudicando não apenas a indústria de transformação, mas o desempenho de toda a economia nacional no curto prazo. A pesquisa do IBGE confirmou a perda de fôlego do setor. A produção industrial fechou 2025 com um crescimento de apenas 0,6%, um resultado modesto se comparado à expansão de 3,1% registrada em 2024. O levantamento oficial detalha que a desaceleração ganhou força no segundo semestre, acompanhando justamente o aperto monetário. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-02/cni-aponta-juros-como-responsaveis-por-desaceleracao-da-industria

UFSC na mídia: reportagem do Globo Rural destaca pesquisa que aprimora manejo no cultivo de ostras

Reportagem do programa Globo Rural veiculada na TV Globo no último domingo (1º de fevereiro) destacou os resultados de uma pesquisa com participação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que deve aprimorar a produção de ostras em Florianópolis. O estudo, desenvolvido ao longo de dois anos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SC), mostrou que as diferenças de salinidade, temperatura e circulação das águas das baías norte e sul tornam cada região mais propícia para distintos estágios do cultivo. Na baía norte, onde há menos circulação marítima e águas mais quentes, as condições são ideias para o plantio das sementes e crescimento das ostras, com menor índice de mortalidade. Na baía sul, os moluscos que começaram a se desenvolver no norte encontram maior circulação marítima e águas mais frias, o que favorece a engorda até o ponto de consumo. (Confira a matéria completa em UFSC, 02/02/2026) Publicado em 03 fevereiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/02/ufsc-na-midia-reportagem-do-globo-rural-destaca-pesquisa-que-aprimora-manejo-no-cultivo-de-ostras/