Desenvolver aplicações de AI com o melhor prompt e contexto.

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Introdução: Quem já esta atuando com inteligência artificial desde 2022 sabe que por muito tempo (e ate hoje) o contexto e pergunta fornecido a IA é extremamente importante, principalmente em grandes contextos como chatbot corporativos, multiagentes e fluxos complexos de automação, qual quer virgula, letra maiúscula, mudança de palavra que para nós é meramente igual pode quebrar toda a performance e confiabilidade final. Passamos para a fase de se aprofundar em prompt com a tal da “engenharia de prompt” que inclusive a Anthropic lançou seu curso gratuito que na tradução seria algo como Fluência em prompt (https://www.anthropic.com/learn/claude-for-you) eu mesmo terminei o curso e percebi o quão complexo e bem estruturado deve ser os contextos para nossos agentes e suas instruções. Recentemente a mais ou menos 3 semanas venho estudando um framework em python chamado Dspy que tem como principal objetivo abstrair essa complexidade mudando para uma abordagem de programação modular e não de forma manual com prompts. OBS: Ao final vou disponibilizar um projeto completo funcional no github Como surgiu o Dspy: Ele foi desenvolvido por alunos De Stanford (pra variar rsrsrs) de forma modular, ou seja, você tem assinaturas (que são uma espécie de contratos), módulos que são a forma algoritmia de definir qual tipo de estratégia de raciocinou será utilizado, como CoT (Chain Of Thought), few-shot, ReAct que é basicamente raciocinar e agir entrou outros. Portanto o Dspy surgiu para resolver a fragilidade e a falta de escalabilidade referente ao prompt engineer manual, mas mais na frente vai ficar muito claro. Motivadores para se utilizar o Despy: 1° Inadequação do “Prompt Engineering”:Os fundadores notaram que o desenvolvimento de aplicações de IA era baseado em tentativas A/B até acertar o prompt e descobriram strings estáticas e frágeis, com o Despy você definir a entrada e a saída e ele se encarrega de encontrar o melhor prompt e salvar. 2° Portabilidade entre Modelos:Um prompt otimizado pelo Dspy pode mudar facilmente entre modelos, seja GPT, Gemini, Kimi etc.. Isso por que o Dspy aprende novamente o melhor prompt para seu cenário e modelo. 3° Programabilidade:Transformar o design de sistemas de IA em algo próximo da engenharia de software onde grandes frameworks como Langchain, Crew.AI e SDKs são próximos a engenharia de software isso deixa mais suave e familiar. 4° Auto-refinamento:O modelo recebe uma nova chance de gerar a saída, agora ciente do erro anterior e das instruções de correção, transformando a inferência em um processo de “autocura”. Em resumo, o DSPy nasceu da pergunta: “Podemos projetar programas de LLM que aprendam a se aprimorar sozinhos em vez de reescrevermos prompts manualmente”. Conceitos principais do Dspy: Signatures: Declaram a tarefa (entrada/saídas) sem especificar como o modelo deve realizá-la. from dspy import ReAct class QAWithReAct(dspy.Signature): “””Responder perguntas usando ferramentas externas quando necessário.””” question: str = dspy.InputField() answer: str = dspy.OutputField(desc=”Resposta final para o usuário”) Modules: Define a estratégia que são blocos de construção reutilizáveis que encapsulam técnicas de raciocínio como ‘ChainOfThought’ e ‘ReAct’. class CoTSentimentClassifier(dspy.Module): def __init__(self): super().__init__() self.cot = dspy.ChainOfThought(SentimentSignature) def forward(self, sentence: str) -> dspy.Prediction: # O LM é induzido a “pensar passo a passo” antes de dar o rótulo. return self.cot(sentence=sentence) Optimizers: A Otimização são algoritmos que ajustam automaticamente os prompts para maximizar uma métrica de avaliação definida pelo usuário: # Otimizador optimzer = dspy.BootstrapFewShot( metric=sentiment_accuracy, max_bootstrapped_demos=4 ) Essa estrutura aumenta drasticamente a precisão em tarefas complexas, como problemas matemáticos. DSPy, a coleta de dados Esta é a base que permite a transição do ajuste manual de prompts para a otimização sistemática. Diferente do treinamento tradicional de deep learning que exige milhares de registros, o DSPy é projetado para funcionar com conjuntos de dados muito pequenos, muitas vezes necessitando de apenas 5 a 10 exemplos para começar a gerar resultados robustos. 1. A Unidade Básica: dspy.Example Toda a estrutura de dados no framework gira em torno do objeto dspy.Example. Ele funciona como um dicionário Python especializado que armazena os campos de entrada e as saídas esperadas para o seu programa. 2. Definição de Entradas com .with_inputs() Ao coletar seus dados, você deve informar explicitamente ao framework quais campos são as entradas da tarefa utilizando o método .with_inputs(). Isso é crucial para que os otimizadores saibam quais informações estarão disponíveis para o modelo no momento da inferência e quais devem ser geradas ou aprendidas. Por exemplo: def _format_for_dspy(self, df: pd.DataFrame) -> list[Example]: “””Formats a DataFrame into a list of dspy.Example objects.””” formatted_examples = [] for _, row in tqdm(df.iterrows(), total=df.shape[0], desc=”Formatting examples”): example = Example( text=row[‘text’], sentiment=row[‘sentiment’] ).with_inputs(“text”) formatted_examples.append(example) return formatted_examples 3. Dados Não Rotulados e Bootstrapping: Uma das maiores vantagens do DSPy é a capacidade de trabalhar com dados incompletos ou sem rótulos. Se você possuir apenas as perguntas (inputs), o compilador pode utilizar um modelo de linguagem mais forte (como o GPT-4o) atuando como um “professor” para gerar automaticamente as cadeias de raciocínio e respostas corretas (traços) durante o processo de bootstrapping. Esses traços bem-sucedidos tornam-se, então, o conjunto de treinamento para otimizar modelos menores ou mais eficientes. Da hora não? Para quem não entendeu essa questão de “professor” e bootstraping deixa eu simplificar: DSPy permite otimizar programas de IA sem precisar de dados prontos com respostas. Vou quebrar isso em partes simples. Normalmente, para treinar IA você precisa de: Pergunta: “Qual a capital da França?” → Resposta: “Paris” Pergunta: “2+2=?” → Resposta: “4” Mas e se você só tem as perguntas? Sem respostas prontas. Como o DSPy Resolve (Bootstrapping) 1. Você dá só as perguntas perguntas = [ “Qual a capital da França?”, “Quanto é 2+2?”, “Explique gravidade” ] 2. DSPy usa um “Professor” (LM forte) Configura GPT-4o (ou Gemini Pro) como teacher_settings Esse professor inventa as respostas + raciocínio: Pergunta: “Qual a capital da França?” Professor GPT-4o gera: → Raciocínio: “França é um país europeu…” → Resposta: “Paris” 3. Gera “traços” automáticos Traço 1: pergunta → [raciocínio] → Paris ✓ (funciona bem) Traço 2: pergunta → [raciocínio ruim] → Londres ✗ (descarta) Traço 3: pergunta → [raciocínio] → Paris ✓ (guarda) 4. Filtra os “bons traços” DSPy testa cada traço gerado: Funcionou? → Guarda como “few-shot example” Falhou? → Descarta 5. Um código simples na prática:

IR zero para quem ganha até R$ 5 mil vale a partir deste mês

Teto do seguro-desemprego sobe para R$ 2.518,65 após reajuste

Os impactos da nova tabela do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 começam a ser percebidos nesta semana, no contracheque dos assalariados que ganham até R$ 5 mil brutos por mês. Eles estarão totalmente isentos do IR, e aqueles com renda de até R$ 7.350 terão redução gradual do imposto retido na fonte. As alterações começaram a valem para os salários pagos a partir de janeiro, com reflexo a partir do pagamento de fevereiro. Notícias relacionadas: Veja faixas e alíquotas das novas tabelas do Imposto de Renda 2026. Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco. De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, 16 milhões de pessoas deverão ser beneficiadas pela medida. [TEM FOTO] Um deles é o pedreiro do Distrito Federal, Genival Gil, de 49 anos, que ficou sabendo da medida pelo telejornal. Há três meses, ele está fichado (com a carteira de trabalho assinada) com salário de pouco mais de R$ 2,7 mil. Agora, Genival aguarda o contracheque para conferir o valor – que antes ia para os cofres da União e que agora vai ficar na conta. A sobra terá destino certo. “Vai ajudar a pagar umas contas a mais da casa”, programa o pedreiro que mora de aluguel no Paranoá, a 20 quilômetros do centro de Brasília. Com a nova regra, passam a ficar totalmente isentos do IRPF, desde que a renda mensal total não ultrapasse R$ 5 mil: – trabalhadores com carteira assinada; – servidores públicos; – aposentados e pensionistas do INSS ou de regimes próprios. A regra também se aplica ao décimo terceiro salário. Os rendimentos acima de R$ 7.350 continuam seguindo a tabela progressiva de descontos do IR atual (até 27,5%). [TEM FOTO] O jardineiro de um shopping de Brasília, Arnaldo Manuel Nunes, de 55 anos, também sabe que a partir deste mês uma fatia considerável do seu trabalho que ficava retida na fonte, agora não vai ser mais descontada de sua remuneração. Ganhando o salário do piso da categoria, R$ 2.574, Arnaldo considera a medida boa para o orçamento doméstico. “Mal dá para o cara se manter. Mas vou gastar com [as contas de] água e luz, que estão um absurdo.” Desconhecimento Nas ruas, a reportagem da Agência Brasil também entrevistou vários trabalhadores formais que desconhecem a nova tabela do imposto de renda e as principais alterações de isenção e redução da cobrança do tributo. [TEM FOTO] É o caso da atendente de caixa de uma rede nacional de farmácias, Renata Correa, que se surpreendeu com a notícia de que não terá que pagar mais imposto de renda com o atual salário de R$ 1.620. Os planos dela são de economizar o valor inesperado. “Vou fazer uma rendinha extra e deixá-la guardadinha para poder chegar ao fim do ano ou usar em datas especiais. Até mesmo usar em uma emergência.” Ao chegar ao local de trabalho, Renata prometeu avisar os colegas sobre a boa nova para que fiquem atentos. “Agora, vou vigiar o contracheque e correr atrás para não ter problemas e saber se está tudo certinho mesmo.” Renata mora em casa própria em Santo Antônio do Descoberto (GO) com as três filhas. O integrante do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) Adriano Marrocos tranquiliza os trabalhadores com carteira assinada, pois a isenção para quem recebe até R$ 5 mil e os descontos graduais, para quem tem renda de R$ 5.001 a R$ 7.350, serão automáticos. “Quem tem emprego, não precisa se preocupar, pois os cálculos são automáticos nos programas que geram as folhas de pagamento. O que a pessoa deve observar é que há o cálculo combinado com o redutor adicional e o desconto simplificado.” Comunicação mais eficaz [TEM FOTO] A notícia encheu os olhos da cozinheira Elisabete Silva Ribeiro dos Santos, de 48 anos. Há um ano e meio, ela trabalha em um restaurante localizado em área popular, no centro de Brasília, e ganha cerca de R$ 1,7 mil por mês. “Se sobrar dinheiro, quero juntar para comprar um carro porque venho de ônibus todos os dias do Recanto das Emas.” No entanto, Elisabete sentiu a falta de uma comunicação do empregador aos funcionários. Nem ela, nem o churrasqueiro sabiam da isenção do imposto de renda. Por isso, ainda demorou a confiar na veracidade da notícia. “Eu acho excelente, mas vamos ver se vai valer mesmo!” Para acabar com as dúvidas, o contador Adriano Marrocos sugere a melhoria da comunicação com os trabalhadores. “Em relação aos empregados, a sugestão é o envio de um texto explicando as mudanças e que não se trata de aumento de salário, mas de redução de imposto.” Na sexta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou em suas redes sociais a notícia de que a isenção do IR começa a ser percebida no salário recebido neste mês. “Está valendo: quem ganha até R$ 5 mil agora tem Imposto de Renda ZERO. E quem ganha entre R$ 5 mil e R$ 7.350 está pagando menos imposto. É mais dinheiro para cuidar da família, organizar a vida e viver melhor. Isso é justiça tributária, e ela está chegando para milhões de brasileiros e brasileiras”, disse o presidente Lula. De onde vem o dinheiro? A conta da renúncia fiscal — estimada em R$ 25,4 bilhões — será paga por quem está no topo da pirâmide econômica. Para compensar a perda de arrecadação, foi criado o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM). Entram no cálculo os salários recebidos; lucros e dividendos; e rendimentos de aplicações financeiras tributáveis. A estimativa do governo é de que cerca de 141 mil contribuintes serão afetados. Desde 1º de janeiro, a regra é válida para quem tem: – renda mensal de acima de R$ 50 mil (R$ 600 mil/ano), alíquota progressiva de até 10%; – renda acima de R$ 1,2 milhão/ano, os chamados super-ricos: alíquota mínima efetiva de 10%. Com o do novo imposto voltado à alta renda, o contador Adriano Marrocos acredita que o impacto na arrecadação federal de tributos deve ser mínimo. “Já havia benefício de isenção para quem recebia até dois salários-mínimos (R$ 3.036). Então, a renúncia só tem a margem de R$ 3.036,01 a R$ 5

Exposição no Rio de Janeiro junta natureza e arte popular

Um clamor pelo meio ambiente, combinando arte popular e natureza. Assim é a exposição Mata Viva, em cartaz no Rio de Janeiro. Natureza e arte popular, em um clamor pela defesa do meio ambiente. Combinando esses elementos, a exposição Mata Viva, em cartaz no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro, no Rio de Janeiro, tem encantado o público. São expostas 260 peças artesanais, criadas com materiais dos biomas do Brasil: da Amazônia à Mata Atlântica, do Pantanal e Cerrado à Caatinga e o Pampa. A mostra é uma das maiores já montadas no espaço cultural do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Jair de Souza, um dos curadores da exposição, explica o objetivo do projeto, que é um espelho do Brasil:  “Começa com uma questão que eu me coloquei: Onde nascem as coisas? As coisas nascem nos lugares que elas são produzidas, que elas são criadas, né? Quer dizer, elas nascem nos seus biomas, né? Nos biomas brasileiros, né? A arte popular brasileira, ela nasce da terra. Ela é feita com todo o material que vem da terra, a pedra, a madeira, a argila, a palha, a semente. Então, o objetivo dessa exposição é trazer essa potência da nossa arte e trazer junto com ela, e trazer junto com as obras, né, os próprios biomas”, diz. Entre os artistas de destaque na mostra estão Conceição dos Bugres, do Mato Grosso do Sul, que faz pequenas esculturas com traços indígenas de intensa força expressiva, e o mineiro Antônio Julião, autor de peças que traduzem uma crítica social e ambiental. O curador Jair de Souza conta que todos os trabalhos são expostos em um ambiente cuidadosamente preparado, que contou com apoio de artistas responsáveis pelo espetáculo das escolas de samba cariocas: “Para construir esses ambientes nós não usamos nenhuma imagem, fotografia, impressa, ploter, né? Não, em adesivos, tudo feito à mão. Dá um trabalho gigantesco de pintura, pisos também, onde você pisa, tudo é pintado à mão. Além disso, você tem todas as árvores. São mais de 150 árvores que foram criadas e todo esse trabalho manual foi feito por uma equipe, né, comandada pelo Leandro Assis, que é um grande artista das escolas de samba do Rio de Janeiro. Então, aí equipe foi toda ela feita com pintores, escultores, aderecistas que trabalham para nossas escolas de samba”, diz.  O curador também destaca a emoção dos visitantes diante da grandeza da mostra… “Tem pessoas que chegam até chorar lá dentro da exposição. Todas saem encantadas com a exposição, uma exposição imersiva, intensa, sem nenhum pingo de tecnologia. A reação das pessoas é essa, uma reação de emoção, vibrando com a potência do Brasil, reconhecendo a nossa potência criativa, um Brasil que sai do próprio Brasil, né? Um Brasil que olha para si mesmo”, aponta.  “Mata Viva”  é um programa imperdível nesta época de férias! Além da qualidade dos trabalhos o local é um grande atrativo: o Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro fica em uma área de prédios históricos, na Praça Tiradentes, centro da capital fluminense. O espaço funciona de terça a sábado e tem entrada franca.  A exposição pode ser vista até o dia 31 de março. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-01/exposicao-no-rio-de-janeiro-junta-natureza-e-arte-popular

Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco

Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco

Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras. Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira.  Notícias relacionadas: Conselho amplia poderes do FGC para socorrer banco antes da liquidação. Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida. Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos. Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação. 1. Consulte se o banco é autorizado pelo Banco Central O primeiro passo é verificar se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil. Isso pode ser feito no site do BC, no caminho: Meu BC → Serviços → Encontre uma instituição. Bancos não autorizados não podem operar no sistema financeiro nacional. 2. Use bases oficiais de dados Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis: Central de Demonstrações Financeiras (CDSFN), do Banco Central: na mesma página do serviço Encontre uma Instituição, com o seguinte caminho: digitar o nome da instituição  → clicar no resultado → clicar em Central de Demonstrações Financeiras; Site Banco Data:  organiza dados financeiros de forma acessível, com esquemas visuais e cores (verde, laranja e vermelho) para indicar o risco de cada indicador; Site de Relações com Investidores (RI) de cada instituição: cada instituição autorizada pelo BC é obrigada a manter uma página de relação com investidores, com todas as informações financeiras e com resumos de fácil leitura. Caminho: digitar em qualquer site de busca o nome da instituição + RI. Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco. 3. Avalie os principais indicadores de solidez Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.        >> Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;        >> Índice confortável: acima de 15%;        >> Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);        >> Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas. Lucro líquido recorrente: lucros consistentes ao longo do tempo indicam boa gestão. Inadimplência da carteira de crédito: percentual de empréstimos vencidos há mais de 90 dias. Índices elevados são sinal de risco. Índice de imobilização: mostra quanto do capital está preso em ativos fixos (como imóveis que não podem ser vendidos em momentos de crise); valores altos reduzem a liquidez. Rating de crédito: notas atribuídas por agências como Moody’s, S&P e Fitch. Rebaixamentos sucessivos acendem o alerta. No caso do Banco Master, no entanto, várias agências atribuíam nota alta e risco baixo à instituição. 4. Verifique a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos. O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos: Contas correntes e poupança; CDB e RDB; Letras financeiras dos seguintes tipos: LCI, LCA, LC, LH, LCD; Depósitos a prazo; Operações compromissadas com títulos elegíveis. Em caso de liquidação, o FGC é o caminho para recuperar os valores dentro do limite. Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC: CRI e CRA; Debêntures; Letras financeiras dos seguintes tipos: LF, LI, LIG;  Títulos públicos, porque esses papéis são cobertos pelo Tesouro Nacional; Títulos de capitalização; Fundos de renda fixa: em caso de quebra, têm CNPJ separado da instituição e podem ir para outro gestor; Depósitos no exterior; Depósitos judiciais. O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição. 5. Desconfie de rentabilidade fora do padrão Bancos pequenos oferecem taxas maiores que bancos grandes e de baixo risco; Bancos em dificuldade podem oferecer taxas muito acima da média do mercado para captar recursos rapidamente; Retornos extraordinários quase sempre vêm acompanhados de maior risco; No caso de CDBs, a taxa máxima recomendada está em 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O Banco Master oferecia taxas de 140% do CDI. 6. Fique atento aos sinais de alerta Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam: Queda contínua do Índice de Basileia; Prejuízos recorrentes nos balanços; Rebaixamento de rating; Notícias sobre investigações ou intervenção; Ofertas agressivas de captação; Entrada em regimes especiais do Banco Central, como o Regime de Administração Especial Temporária (RAET). No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões. 7. Compare com investimentos mais seguros Para reduzir riscos, especialistas destacam: Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país; CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/veja-como-checar-dados-oficiais-sobre-saude-financeira-do-seu-banco