Prefeitura define praias onde será permitida a presença de cachorros em Florianópolis

Da Coluna de Diogo de Souza – Interino Nícolas Horácio (ND, 20/01/2026) Nos próximos dias, a gestão do prefeito Topázio Neto (PSD) regulamentará a lei que permite a circulação de pets em duas praias. A permissão será em horários previamente determinados pelo Poder Público municipal. O município analisa em quais áreas das duas praias a presença dos animais será permitida, pois a liberação não será geral e seguirá regras. Mesmo sem permissão, a presença de cachorros nas praias é praticamente diária, o que se mostra nocivo para a saúde dos animais, por fatores como calor, micoses e areia nos olhos. Além disso, tem quem se incomode com a presença deles nas praias. Campeche e Ingleses foram as duas praias selecionadas pela Prefeitura de Florianópolis para regulamentar a presença de cães, sem multa aos tutores, como nos demais balneários. Novidades nos próximos dias. Publicado em 21 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/prefeitura-define-praias-onde-sera-permitida-a-presenca-de-cachorros-em-florianopolis/

Bolsa sobe mais de 3% e encosta nos 172 mil pontos com recuos de Trump

Bolsa bate recorde e fecha pela primeira vez acima dos 165 mil pontos

O mercado financeiro brasileiro viveu um dia histórico nesta quarta-feira (21), influenciado pela diminuição das tensões externas. A bolsa teve a maior alta diária desde abril de 2023, renovou recordes e encostou nos 172 mil pontos, impulsionada principalmente pelo forte ingresso de capital estrangeiro. No câmbio, o dólar recuou mais de 1% e encerrou no menor nível desde o início de dezembro. O índice Ibovespa, da B3, encerrou a quarta aos 171.817 pontos, com alta de 3,33%. Durante o pregão, o indicador superou, pela primeira vez, as marcas de 167 mil a 171 mil pontos, avançando de forma consistente desde a abertura. O volume financeiro somou R$ 43,3 bilhões, bem acima da média diária em 2026, evidenciando o aumento do apetite por risco. Notícias relacionadas: Trump diz que foi alcançado arcabouço para um acordo sobre Groenlândia. Em 2026, o Ibovespa acumula alta de 6,6%, com entrada líquida de R$ 7,6 bilhões de investidores estrangeiros até a metade de janeiro. A valorização ganhou força no período da tarde, acompanhando a melhora dos índices em Wall Street. O alívio veio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuar do discurso mais agressivo sobre a imposição de tarifas e descartar o uso da força em disputas geopolíticas sobre a Groenlândia. Em Nova York, o índice S&P 500 subiu mais de 1%. No mercado de câmbio, o dólar à vista caiu R$ 0,061 (-1,1%,) para R$ 5,321. A cotação operou em baixa durante todo o dia, mas intensificou a queda à tarde. Perto do fim das negociações, o anúncio de Trump de recuar da imposição de tarifas à União Europeia impulsionou o recuo. A moeda estadunidense está no menor nível desde 4 de dezembro, véspera do anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) às eleições presidenciais deste ano. A divisa cai 3,06% em 2026. Fluxo positivo Além do enfraquecimento do dólar em relação a divisas emergentes, o fluxo positivo de capitais para o Brasil tem ajudado o mercado financeiro. Dados do Banco Central divulgados nesta quarta mostram que o país registrou entrada líquida de US$ 1,54 bilhão em janeiro até o dia 16, puxada principalmente pela via financeira. A redução nos rendimentos dos títulos do Tesouro estadunidense, considerados os investimentos mais seguros do mundo, também contribuiu para aliviar a pressão sobre o câmbio, ampliando a oferta de dólares no mercado doméstico. Juros mais baixos em economias avançadas estimulam a migração de capitais para países emergentes, como o Brasil. A liquidação extrajudicial do Will Bank, controlado pelo Banco Master, não influiu no preço dos ativos. A decisão reforçou a atenção dos investidores, mas não interferiu no humor positivo do mercado. *Com informações da Reuters Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/bolsa-sobe-mais-de-3-e-encosta-nos-172-mil-pontos-com-recuos-de-trump

Hotspot de Sociobiodiversidade: o que é e por que a Região dos Abrolhos recebe esse título?

Hotspot de Sociobiodiversidade: o que é e por que a Região dos Abrolhos recebe esse título?

São reconhecidas como Hotspot de Sociobiodiversidade regiões que abrigam grande variedade de espécies marinhas e também ameaçadas pela ação humana. A Região dos Abrolhos, que vai do Extremo Sul da Bahia ao Norte do Espírito Santo, é considerada o hotspot dos hotspots marinhos do Brasil! Um estudo recente, liderado por pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Universidade de São Paulo (USP) e também de organizações do coletivo Abrolhos para Sempre como Conservação Internacional Brasil, Instituto Baleia Jubarte e Instituto Coral Vivo.  Esta região conta com o Banco dos Abrolhos e o Banco Royal Charlotte, abrange aproximadamente 6.180.000 hectares de ambientes costeiros e marinhos, entre o Extremo Sul da Bahia e o Norte do Espírito Santo. A região inclui estuários, manguezais, gramas marinhas, o maior banco de rodolitos do mundo e os maiores recifes de coral do Brasil que, juntos, formam um centro de biodiversidade marinha único no Atlântico Sul. A região abriga ainda mais de 1300 espécies de animais e algas marinhas, entre as quais pelo menos 134 estão ameaçadas de extinção. Abrolhos é também o maior berçário de baleias-jubarte do Atlântico Sul, que estão presentes anualmente na região de junho a novembro. O Coletivo Abrolhos para Sempre entrou em campanha para chamar a atenção da sociedade mundial sobre Abrolhos e vem compartilhando um farol de esperança para prosseguir na ampliação das áreas marinhas protegidas e na defesa dos territórios tradicionais das comunidades da região. O coletivo é composto pelo WWF-Brasil, Instituto Baleia Jubarte, Instituto Coral Vivo, Conservação Internacional Brasil, Voz da Natureza, Associação Mãe dos Extrativistas da Resex Canavieiras (AMEX Canavieiras), ArteManha, Associação das Marisqueiras e Pescadores de Belmonte (AMPB), Aliança Futuri e MOVE. A figura abaixo mostra as Unidades de Conservação (UC) e os principais habitats da região. WWF-Brasil Mas, apesar de sua importância, apenas partes dos recifes rasos, fundos arenosos, manguezais e estuários da região estão relativamente bem representados nas áreas protegidas atuais, com vários habitats ainda amplamente desprotegidos como os bancos de rodolitos, as buracas e recifes de média profundidade (mesofóticos). O Coletivo Abrolhos para Sempre segue em busca de mais ampliação e o Projeto Brasil 30×30, liderado pelo WWF-Brasil, vem sendo compartilhado para conhecimento e conscientização coletiva. O objetivo do tratado internacional 30×30 é alcançar a proteção de 30% dos Oceanos até 2030. A proteção da Região dos Abrolhos, pela sua importância para a conservação da biodiversidade marinha no Atlântico Sul, compõe os esforços do Brasil para o alcance desta meta.  A figura a seguir mostra os percentuais das áreas de cada habitat ou ecossistema que faz parte da atual rede de Unidades de Conservação (UC) na região. Fonte: Dutra et al. 2025 A figura abaixo representa a importância biológica de cada área, reforçando a necessidade da ampliação da proteção. WWF-Brasil Porém, sua diversidade não se limita ao oceano, contando com comunidades locais formadas por pescadores, marisqueiras, quilombolas e povos originários que vivem protegendo a pluralidade local, mantendo os valores e sendo detentores profundos de conhecimentos estratégicos de conservação sustentáveis. Três Reservas Extrativistas Marinhas (Corumbau, Cassurubá e Canavieiras) e um conjunto de Terras Indígenas e Territórios Quilombolas foram criadas para assegurar os meios de vida de uma parte destas comunidades.  Abrolhos é um exemplo onde a Biodiversidade e Sociodiversidade caminham juntos e geram uma grande Sociobiodiversidade, onde a vida marinha e a humana saem ganhando por fortalecerem produtos vindos das comunidades tradicionais, cooperativas, entidades locais, gerando renda e postos de trabalho, valorizando a história, tradição e preservando os mares.  E boa parte da economia da região tem como base essa Sociobiodiversidade. Estima-se que, atualmente, cerca de 11 mil pessoas na região dependem direta ou indiretamente da atividade pesqueira, que gera mais de R$100 milhões anualmente. Recentemente, a Mission Blue, organização internacional fundada pela oceanógrafa Sylvia Earle em prol da conservação marinha, ressaltou que Abrolhos também é um Hope Spot – título que a região recebeu em 2013. Esses chamados “Pontos de Esperança” são lugares considerados únicos no mundo pela sua extraordinária biodiversidade e é uma das conquistas que o Coletivo Abrolhos para Sempre vem celebrando.  Junte-se a essa causa!  A Região dos Abrolhos é um Hotspot de Sociobiodiversidade, merecendo atenção especial da sociedade para ser protegida e conservada, mantendo de forma saudável e duradoura a natureza e as pessoas que vivem dela e para ela. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/hotspot-de-sociobiodiversidade-o-que-e-e-por-que-a-regiao-dos-abrolhos-recebe-esse-titulo/

Polícia grega prende golpistas usando torre de celular falsa escondida em porta-malas de carro

Imagem: Andrea Leopardi via Unsplash

A polícia grega derrubou uma operação de golpe móvel que usou uma torre de celular falsa escondida dentro de um carro, para enviar mensagens de phishing para usuários de telefone desavisados em toda a área metropolitana de Atenas, disseram autoridades na semana passada. Segundo um comunicado da Polícia Helênica, os suspeitos são acusados de forjar documentos de identidade, realizar fraudes e acessar ilegalmente sistemas de informação como parte de um grupo criminoso organizado. Os policiais pararam os suspeitos para um checagem na área de Spata, a leste de Atenas, após relatos de comportamento suspeito. Durante a inspeção, os suspeitos supostamente apresentaram documentos de identidade forjados. Uma pesquisa subsequente de seu veículo descobriu um sistema de computação móvel escondido no porta-malas e conectado a um transmissor montado no telhado disfarçado de antena de barbatana de tubarão. As autoridades disseram que a configuração funcionava como uma estação base móvel desonesta – muitas vezes chamada de blaster de SMS – permitindo que ela imitasse a infraestrutura de telecomunicações legítima e enviasse mensagens fraudulentas em massa. O dispositivo forçou os telefones celulares próximos a se conectarem ao sistema dos suspeitos e os rebaixaram do 4G para a rede 2G menos segura, explorando vulnerabilidades conhecidas há muito tempo. Uma vez conectados, os atacantes foram capazes de colher dados de identificação, como números de telefone e, em seguida, enviar mensagens de texto fraudulentas que se passam por bancos ou empresas de correio. As mensagens continham links de phishing que atraíram as vítimas a inserir detalhes do cartão de pagamento e outras informações confidenciais, que mais tarde foram usadas para realizar transações não autorizadas, disse a polícia. Até agora, os investigadores vincularam o grupo a pelo menos três casos de fraude em Maroussi, Spata e Atenas, mas as autoridades disseram que a investigação está em andamento e que o escopo completo da operação ainda não está claro. Os suspeitos foram levados perante um promotor público. A polícia não divulgou as identidades dos suspeitos, mas a mídia local informou que eles são cidadãos chineses. Ataques com blasters por SMS foram relatados anteriormente na Tailândia, Indonésia, Qatar e Reino Unido, onde as autoridades descreveram configurações quase idênticas envolvendo estações-base falsas escondidas dentro de veículos e conduzidas por áreas densamente povoadas. Em agosto, a polícia tailandesa prendeu dois homens que admitiram que foram contratados por um manipulador chinês para enviar milhares de mensagens de phishing por dia usando uma plataforma de telecomunicações móvel escondida em um carro. No início deste ano, um estudante chinês em Londres foi condenado a mais de um ano de prisão por operar um blaster por SMS enquanto dirigia pela cidade. Comentando sobre o caso grego, o site de monitoramento de risco de telecomunicações Commsrisk disse que imagens divulgadas pela polícia mostraram um conversor de energia DC-to-AC feito pela fabricante chinesa NFA – equipamento que apareceu em casos de blaster de SMS em toda a Europa e Ásia. “Não há nada ilegal sobre a fabricação e venda de conversores de energia”, disse Commsrisk, “mas o uso repetido do mesmo equipamento do fabricante por criminosos chineses em uma ampla gama de países sugere que cadeias de suprimentos comuns estão permitindo a disseminação intercontinental do crime de blaster SMS”. FONTE: Therecord.media fonte https://santotech.com.br/policia-grega-prende-golpistas-usando-torre-de-celular-falsa-escondida-em-porta-malas-de-carro/

Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida

Banco Will: entenda como funciona a liquidação e os impactos da medida

A liquidação extrajudicial voltou ao centro do noticiário com os casos do Banco Master e do Will Bank, instituições que integravam o mesmo conglomerado financeiro. O Banco Master teve sua liquidação decretada em novembro de 2025, enquanto o Will Bank só foi liquidado nesta quarta-feira (21). A diferença de prazos gerou questionamentos entre os investidores e correntistas. Segundo o Banco Central (BC), após a liquidação do Master, o Will Bank passou a operar sob um regime especial de administração temporária. Nesse período, o BC assumiu o controle da instituição com o objetivo de preservar a operação, evitar impactos imediatos aos clientes e tentar uma solução que permitisse sua continuidade, como a venda para um novo investidor. Notícias relacionadas: Banco Will: como clientes devem proceder após liquidação pelo BC. Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank. Entenda as liquidações do Banco Master e da Reag. Em nota, o Banco Central informou que tentou “uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”. O texto, no entanto, não esclareceu se o BC tentou botar à venda o banco digital, braço do Grupo Master que atendia a consumidores de menor renda, principalmente da região Nordeste. Paralelamente, a situação financeira da instituição se deteriorou, com aumento dos passivos e dificuldades operacionais. O fator decisivo para a liquidação foi o descumprimento de compromissos no arranjo de pagamentos da Mastercard. A falha levou ao bloqueio da participação do Will Bank no sistema da bandeira e à suspensão do uso dos cartões, caracterizando, na avaliação do Banco Central, a insolvência da instituição. Em comunicado oficial, o BC afirmou que a liquidação se tornou inevitável diante do comprometimento da situação econômico-financeira do Will Bank, de sua incapacidade de honrar obrigações e do vínculo direto com o Banco Master, já em liquidação. O que é liquidação extrajudicial? A liquidação extrajudicial é um procedimento administrativo usado para encerrar, de forma organizada, as atividades de instituições financeiras que enfrentam grave crise. Quando anunciada, a medida costuma gerar apreensão entre clientes, principalmente sobre o destino de contas, investimentos e contratos em andamento. O regime é aplicado quando a situação financeira da instituição se torna insustentável. Segundo o Banco Central, o objetivo principal é proteger depositantes, credores e o próprio sistema financeiro, evitando prejuízos maiores ou uma falência desordenada. Quem decide pela liquidação? No caso de instituições financeiras, a decretação da liquidação extrajudicial é atribuição exclusiva do Banco Central. A iniciativa pode partir do próprio órgão regulador ou, em alguns casos, dos administradores da instituição, desde que haja previsão estatutária. A legislação autoriza a medida em situações como insolvência sem possibilidade de reversão, descumprimento de normas, fraudes, falhas operacionais graves ou gestão temerária. Além de bancos, outras empresas de setores sensíveis também podem ser submetidas ao regime, como seguradoras e entidades de previdência privada aberta, supervisionadas pela Susep, e operadoras de planos de saúde, reguladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O que acontece com o banco? Após a liquidação, as operações da instituição são interrompidas. Contas, transferências, cartões e novos contratos deixam de funcionar. Um liquidante é nomeado pelo Banco Central para levantar bens, dívidas e créditos, vender ativos e organizar o pagamento dos credores conforme a ordem prevista em lei. E o cliente, como fica? Quem tinha conta no banco perde o acesso imediato aos serviços. O saldo existente passa a integrar o passivo da instituição, e o correntista se torna credor no processo de liquidação. O pagamento dependerá das garantias disponíveis e do andamento do trabalho do liquidante. Dinheiro e investimentos estão protegidos? Depósitos e alguns investimentos contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), formado por recursos das instituições financeiras, públicas e privadas. O fundo assegura até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, considerando o conjunto de produtos elegíveis, como conta corrente, poupança, CDB, RDB, LCI e LCA. No caso de CDBs, a proteção também segue esse limite. Em conglomerados financeiros, porém, o valor garantido pode variar conforme a data de emissão dos títulos e a forma como as instituições são enquadradas pelo FGC, o que pode reduzir o montante efetivamente coberto. O FGC está pagando R$ 40,6 bilhões a cerca de 800 mil investidores do Banco Master. A previsão inicial estava entre R$ 41 bilhões a R$ 43 bilhões a 1,6 milhão de clientes. Com a liquidação do Master, o passivo subiu em R$ 6,3 bilhões, segundo o próprio FGC, totalizando o impacto final em R$ 46,9 bilhões. Isso equivale a mais de um terço do patrimônio do fundo. Dívidas continuam valendo? A liquidação extrajudicial não elimina débitos dos clientes. Empréstimos, financiamentos e faturas seguem válidos. O que muda é a administração desses contratos, que passa a ser feita pelo liquidante ou por outra instituição que eventualmente assuma parte das operações. Bens de administradores são bloqueados? A lei determina a indisponibilidade dos bens de controladores e ex-administradores da instituição liquidada. A medida impede a transferência de patrimônio até que sejam apuradas possíveis responsabilidades, funcionando como proteção adicional aos credores. Como o cliente deve agir? Quem tem conta ou investimentos em instituições liquidadas deve reunir extratos, contratos e comprovantes e acompanhar apenas comunicados oficiais do Banco Central, do liquidante e do Fundo Garantidor de Créditos. O FGC não cobra taxas para efetuar pagamentos e alerta para tentativas de golpe em períodos de instabilidade bancária. Liquidação não é falência Apesar de semelhantes, os processos não são iguais. A liquidação extrajudicial é a etapa inicial aplicada a instituições financeiras e ocorre sob supervisão administrativa. A falência só pode ser decretada posteriormente, caso os ativos sejam insuficientes ou sejam identificados indícios de irregularidades mais graves. Os episódios envolvendo o Banco Master e o Will Bank reforçam a importância de o consumidor compreender como funciona a liquidação extrajudicial e quais são seus direitos em situações de crise no sistema financeiro. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/banco-will-entenda-como-funciona-liquidacao-e-os-impactos-da-medida

Rio: Maior bateria do mundo entra para o Guinness

A praia de Copacabana foi palco de mais um evento histórico, dessa vez, para o carnaval carioca no feriado de São Sebastião. Na Fan Fest, evento promovido pela Rio Carnaval, 1.243 ritmistas se reuniram para formar a Maior Bateria do Mundo, marca que entrou oficialmente para o Guinness World Records. A superbateria foi composta por cerca de 105 ritmistas de cada uma das 12 escolas de samba do Grupo Especial, sob a batuta coletiva de seus respectivos mestres de bateria. O feito simbolizou o reconhecimento internacional do trabalho dos ritmistas que representam o coração pulsante das escolas de samba. A apresentação ainda contou com os shows de Belo e de Neguinho da Beija-Flor. O presidente da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba, Gabriel David, explicou que o projeto foi bem planejado e ganhou força no início deste ano, viabilizado por parcerias estratégicas. “Essa ideia surgiu desde quando a gente começou com a história da Fan Fest. Já estudávamos o evento há alguns anos. Quando virou o ano, o João Mourinho, diretor Institucional da Liga, chegou e falou: ‘cara, é o ano de a gente fazer’. Já temos aderência comercial suficiente para poder realizar esse momento”, afirmou. Segundo ele, a iniciativa foi construída a várias mãos. Camila Borinsainz, adjudicadora oficial do Guinness World Records, falou sobre o recorde quebrado: “A emoção era evidente em todos. Posicionei-me na entrada, acompanhando a validação, a distribuição e o controle das pulseiras. Ver todos caminhando em direção a um objetivo comum, com a participação de 12 escolas e mestres, e 1.243 pessoas tocando simultaneamente, foi realmente grandioso. Inicialmente, imaginei que o número fosse inferior a 1.200, mas, para nossa surpresa, foram 1.243. Todas as pulseiras foram utilizadas. O acesso era restrito, com um espaço delimitado. Na entrada, distribuímos as pulseiras, uma por pessoa, e contabilizamos apenas aqueles que portavam seus instrumentos, pois este é um recorde de instrumentos de percussão brasileiros. A contagem foi feita à medida que as pessoas passavam com seus instrumentos. Acredito que seja muito especial, pois proporciona uma visibilidade autêntica do que é o carnaval”. Carolina Freitas e Juliana Henrick Entre os mestres de bateria, a emoção foi unânime. Mestre Vitinho, da Portela, resumiu para a imprensa o sentimento dos seus pares. “Orgulho da história das baterias, da história de todos os mestres. Foi muito bacana ver o ritmo de tantas baterias unidas, juntas, fazendo o som da maior bateria do mundo”. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/rio-maior-bateria-do-mundo-entra-para-o-guinness/

Florianópolis suspende obra emergencial na Praia dos Ingleses até o fim do verão

A Prefeitura de Florianópolis anunciou a paralisação das obras emergenciais de contenção da erosão na faixa de areia da Praia dos Ingleses, na região norte da ilha. A medida ocorre cerca de dois anos após o alargamento da praia e foi justificada pelo município como uma necessidade de avaliação técnica e adequação dos serviços. (Programa SC no Ar, 21/01/2026) Publicado em 21 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/florianopolis-suspende-obra-emergencial-na-praia-dos-ingleses-ate-o-fim-do-verao/

Banco Will: como clientes devem proceder após liquidação pelo BC

Banco Will: como clientes devem proceder após liquidação pelo BC

Clientes da Will Financeira, liquidada pelo Banco Central, devem manter os pagamentos das dívidas no prazo e acompanhar os comunicados oficiais, segundo orientação de especialista. Com a liquidação extrajudicial, o Banco Central tira a empresa do mercado. A partir disso, ele deixa de operar e as aplicações congelam. Então, um liquidante é nomeado para avaliar a situação. Notícias relacionadas: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank. Entenda as liquidações do Banco Master e da Reag. O profissional vai levantar os valores que a Will possui, o que tem a receber e o que tem a pagar, para então definir como fazer o pagamento a quem tem crédito com a empresa. No entanto, as obrigações contratuais continuam existindo. Então, se a pessoa tem que pagar a fatura do cartão de crédito, ela deve fazer o pagamento, explica o especialista em mercado financeiro, André Franco. “A fatura do cartão de crédito não é perdoada, tá registrado no sistema financeiro nacional. Então, o não pagamento vai causar inadimplência e você ter ali a sua conta colocada no Serasa e no SPC.” Se a pessoa tem dinheiro em conta ou investimento, ela vai ter que esperar o trabalho do liquidante, diz André.  Se tiver cobertura pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o risco é menor. “O dinheiro em conta de investimento entra na garantia do FGC até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Então, essa garantia se estende à conta-corrente que você também tem lá dentro. Quanto a algum risco, o principal é o risco de demora do FGC. Produtos que não são cobertos pelo FGC, como débito, letra financeira e outras coisas, isso pode ser o risco do investidor. Mas, se ele tiver garantido pelo FGC, o risco é muito baixo, o principal seria o atraso no pagamento.” A Will Financeira, empresa ligada ao Banco Master, teve a liquidação extrajudicial decretada nesta quarta-feira (21) pelo Banco Central. A decisão foi tomada após a empresa não fazer os pagamentos devidos à operadora de cartão de crédito Mastercard. A reportagem entrou em contato com a Will Financeira para um posicionamento, mas ainda não obteve resposta. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/banco-will-como-clientes-devem-proceder-apos-liquidacao-pelo-bc

Governo recompõe orçamento para educação e ciência

Governo recompõe orçamento para educação e ciência

O governo federal devolveu integralmente as verbas que haviam sido cortadas do orçamento das instituições federais de ensino para este ano. Em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (20), o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) autoriza a recomposição integral do orçamento, no valor de R$ 977 milhões, para o Ministério da Educação. A portaria também incluiu a suplementação orçamentária no valor de R$ 186,37 milhões para unidades de pesquisa e projetos tecnológicos vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O dinheiro devolvido havia sido reduzido durante a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no Congresso Nacional no ano passado. O crédito suplementar para o Ministério da Educação é destinado ao custeio, bolsas de pesquisa e financiamento de obras em universidades e institutos federais.  Os recursos serão divididos da seguinte forma: R$ 332 milhões: para as universidades federais (para o custeio, como o pagamento de contas como luz, água, segurança, etc.); R$ 156 milhões: para os institutos federais (ensino técnico e profissional); R$ 230 milhões: para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), destinados especificamente a bolsas de apoio às pesquisas na graduação e na pós-graduação. Pelas redes sociais, o ministro da Educação, Camilo Santana, ressaltou que o governo federal tem feito um esforço anual de repor possíveis cortes no orçamento das instituições federais de ensino.  “Quero mostrar o compromisso deste governo com as nossas instituições [federais], com as universidades e os institutos federais, e todas as ações de quem tem feito uma construção de diálogo e parceria com as nossas Universidade do Instituto”, escreveu. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/governo-recompoe-orcamento-para-educacao-e-ciencia/

População poderá influenciar na elaboração do Orçamento da União

População poderá influenciar na elaboração do Orçamento da União

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, contou, nesta quarta-feira (25), que o governo está desenvolvendo um projeto para que a população influencie diretamente a elaboração do Orçamento da União. A iniciativa, chamada Orçamento do Povo, visa estimular a participação cidadã na definição do dinheiro público. Segundo Boulos, o projeto deve ser lançado no próximo mês e, neste primeiro ano, será apenas didático, já que o Orçamento de 2026 já foi aprovado e sancionado. “A ideia é, justamente, criar essa cultura do povo apontar o dedo e decidir o que precisa no seu município, qual a prioridade”, disse em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov. Notícias relacionadas: Fim da escala 6×1 deve aumentar produtividade, diz Boulos. Catadores devem ser aplaudidos como agentes ambientais, diz Boulos. “O Brasil todo está acompanhando o escândalo do orçamento secreto. O que é o orçamento secreto? É pegar uma fatia gigante, esse ano ficou R$ 61 bilhões em emenda parlamentar e aí, muitas vezes, não tem transparência. Esse dinheiro vai pelo ralo, não se sabe para onde está indo. O que nós vamos fazer? Mostrar que é possível o povo se apropriar do orçamento do governo brasileiro”, explicou. Emenda parlamentar é uma forma de destinação de recursos do orçamento público, indicada por deputados e senadores para finalidades específicas, geralmente para obras, serviços ou projetos em suas regiões. Com o Orçamento do Povo, segundo o ministro Guilherme Boulos, cada cidadão poderá votar, uma vez, em alguma proposta para ser implementada em sua cidade. No primeiro ano, o objetivo é chegar a cerca de 400 municípios, incluindo todas as capitais. O projeto terá um orçamento definido para cada localidade e os recursos sairão dos ministérios que aderirem à iniciativa. Sete pastas já estão no Orçamento do Povo. “Por exemplo, a Saúde já ia gastar com ambulância do Samu. Então, uma parte desse gasto vamos deixar o povo definir quais são as cidades prioritárias. Então, você vai ter, por exemplo, R$ 1 milhão para ambulância ou vai poder escolher praças com Wi-Fi, que é um projeto do Ministério da Comunicação; ou escolher salas de aula com ar-condicionado, que é um projeto de climatização das escolas do Ministério da Educação; ou tantos MovCEU, que é um projeto do Ministério da Cultura de levar a cultura itinerante para as comunidades”, explicou. A proposta mais votada é aquela que será entregue pelo governo, afirmou o ministro. “Quando você cria essa cultura – de botar o dedo e dizer para onde vai o dinheiro – ninguém segura mais o povo. E é isso que a gente quer”, acrescentou Boulos.   Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/populacao-podera-influenciar-na-elaboracao-do-orcamento-da-uniao