Fundo Garantidor começa a ressarcir clientes do Master

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) começa a restituir, nesta segunda-feira (19), os clientes dos bancos Master, Master de Investimento e Letsbank, parte do dinheiro bloqueado devido à liquidação extrajudicial oficializada em novembro de 2025. Cerca de 570 mil das 800 mil pessoas que tinham dinheiro em contas ou investido em produtos como CDB, LCI ou LCA do Master já pediram a devolução dos valores a que têm direito. No entanto, apenas 377 mil finalizaram todo o processo de solicitação, segundo informou o FGC, associação privada responsável por administrar os fundos que as instituições financeiras são obrigadas a reservar para garantir que os correntistas recebam o que investiram em caso de falência ou liquidação. Notícias relacionadas: FGC inicia pagamento de clientes do Banco Master com até R$ 250 mil. Toffoli prorroga por mais 60 dias investigações sobre o caso Master. INSS bloqueia repasses a Master por problemas em consignados. A consolidação e a conferência da lista dos credores que têm direito a receber a garantia foram feitas pelo Banco Central (BC). A estimativa é que o montante restituído devido à liquidação do Master alcance cerca de R$ 40,6 bilhões. Pessoas físicas devem pedir o pagamento de garantia por meio do aplicativo do FGC, disponível para Android e iOS. As pessoas jurídicas devem solicitar a restituição no Portal do Investidor. O limite da cobertura do FGC é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. O valor inclui o montante investido e os rendimentos acumulados até a data da liquidação. O ressarcimento abrange contas-correntes, poupanças e outros investimentos como CDB, RDB, LCI, LCA, LCD e demais produtos financeiros. Em comunicado, o FGC alerta que não autoriza ou credencia nenhum tipo de instituição ou empresa para intermediar negociação para o recebimento do valor garantido, muito menos solicita o pagamento de qualquer taxa ou o depósito prévio de valores. Além disso, nenhum contato é feito por meio do WhatsApp ou SMS. Dúvidas podem ser esclarecidas por meio do e-mail do FGC. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/fundo-garantidor-comeca-ressarcir-clientes-do-master
Rio de Janeiro ganha novo pacote de editais do Ministério da Cultura

Um novo pacote de editais do ciclo II da Política Nacional Aldir Blanc, totalizando investimento de R$ 38,896 milhões, está sendo destinado pelo Ministério da Cultura (MinC) à cultura carioca. O novo pacote de editais foi lançado no Palácio Gustavo Capanema, na capital do estado do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (16), e contou com as presenças do secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, e do secretário municipal de Cultura do Rio, Lucas Padilha. Em entrevista à Agência Brasil, o secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, ressaltou que esse “é o maior investimento direto em cultura feito pelo governo do Brasil no Rio de Janeiro, com um pacote de editais que são divididos pela prefeitura carioca em mais de 15 áreas de atuação, que vão desde o fomento direto à residência artística, formação de plateias e editais específicos para o desenvolvimento do setor do audiovisual”. Tavares acrescentou que esse conjunto completo de editais culmina em um edital para ações continuadas, para grupos, coletivos e atividades que atuam de forma recorrente, o que alinha esses novos editais do Rio com as novas políticas da Lei Aldir Blanc. “Foi um lançamento muito esperado pela comunidade e muito bem sucedido”, afirmou o secretário-executivo do MinC. Os novos editais, que somam R$ 13,4 milhões em sua primeira etapa de lançamento, incluem o edital Mestre Bira Presidente (R$ 1 milhão), Apoio a Ações Locais – Cineclubes (R$ 3,4 milhões), Ações Locais (R$ 3,2 milhões), Mediação e Formação de Plateia (R$ 3 milhões), Produção de Mostras e Festivais de Audiovisual (R$ 300 mil), Produtos Culturais – Fluxo Contínuo (R$ 800 mil) e o Prêmio João e Júlia do Rio (R$ 615,5 mil). Reconhecimento O secretário-executivo do MinC também explicou sobre o Prêmio João e Júlia do Rio, que reconhece pessoas que contribuíram para o mundo literário carioca. O nome homenageia João do Rio, jornalista, cronista, contista, romancista, tradutor e teatrólogo brasileiro, segundo ocupante da cadeira 26 da Academia Brasileira de Letras (ABL), para onde foi eleito em 7 de maio de 1910; Já Júlia Lopes de Almeida foi escritora, cronista, teatróloga e abolicionista brasileira, que integrava o grupo de escritores e intelectuais que planejou a criação da ABL. Entretanto, na primeira reunião da Academia, seu nome foi excluído porque os fundadores optaram por manter a instituição exclusivamente masculina, seguindo a Academia Francesa, que lhes servia de modelo. O veto à participação de mulheres na ABL só terminou em 1977, com a eleição de Rachel de Queiroz para a cadeira número 5. Márcio Tavares informou que o Prêmio João e Júlia vai reconhecer livreiros, livrarias, pessoas do mundo literário que contribuíram para o desenvolvimento desse setor no Rio de Janeiro. “É um prêmio inédito e que também está na esteira do desenvolvimento do Rio Capital Mundial do Livro, reconhecimento que a cidade recebeu através da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)”. O secretário-executivo lembrou que essa foi a primeira vez que uma cidade de língua portuguesa recebeu esse reconhecimento. “Isso deixa como legado essas políticas que vão fortalecendo também a vocação do Rio de Janeiro para o livro, a literatura e a escrita”. Estímulo Tavares não tem dúvidas de que o prêmio e o título de Capital Mundial do Livro estimulam ainda mais a cultura no município do Rio de Janeiro. “Estimula muito porque o Rio de Janeiro é uma referência cultural do Brasil, uma cidade que tem uma diversidade cultural imensa. E é por isso que essa diversidade de editais, de linguagens e iniciativas contempladas agradou muito ao governo federal, porque busca dar abrangência, tanto territorial quanto de linguagem, necessária para responder a essa cidade que respira cultura”. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/rio-de-janeiro-ganha-novo-pacote-de-editais-do-ministerio-da-cultura/
Projeto prevê rede subterrânea de energia elétrica em Florianópolis
Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 16/01/2026) Projeto de lei apresentado pelo presidente da Câmara de Florianópolis, vereador João Cobalchini (MDB), prevê a obrigatoriedade de implementação progressiva de cabeamento subterrâneo das redes de energia elétrica em áreas urbanas da cidade. Segundo a proposta, os “novos empreendimentos imobiliários, públicos ou privados, incluindo loteamentos, condomínios residenciais, comerciais, industriais ou de uso misto, somente poderão obter aprovação de projetos, alvarás de construção e certificados de conclusão (habite-se) se contemplarem, desde a fase de implantação da infraestrutura, a execução integral do cabeamento subterrâneo de energia elétrica”. Cobalchini fala em “necessidade de modernização da infraestrutura urbana, de proteção da coletividade frente aos eventos climáticos cada vez mais intensos e na busca por uma cidade mais segura, eficiente e esteticamente qualificada”. O vereador destaca, por exemplo, que “a fiação aérea excessiva, muitas vezes desorganizada e sobreposta, produz forte poluição visual, degrada a paisagem urbana, compromete a valorização imobiliária e reduz o potencial turístico de áreas históricas, comerciais e de lazer”. Ele também chama a atenção para a prevenção de ocorrências relacionadas às mudanças climáticas. “Cabos aéreos expostos, postes inclinados, fios soltos e estruturas desgastadas representam risco real de acidentes, incêndios, choques elétricos e quedas de objetos sobre calçadas, veículos e transeuntes. Em situações de tempestades, galhos de árvores, objetos levados pelo vento e alagamentos podem interagir de forma perigosa com a rede aérea, aumentando o risco de tragédias”, pontua. Publicado em 19 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/projeto-preve-rede-subterranea-de-energia-eletrica-em-florianopolis/
Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação no Brasil em 2026. Divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC), em Brasília, o Boletim Focus projeta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano a 4,02% – percentual inferior aos 4,05% projetados há uma semana; e aos 4,06% estimados há quatro semanas. O IPCA é o índice que serve de referência para a inflação oficial do país. Para 2027 e 2028, as projeções de inflação permanecem estáveis há 11 semanas consecutivas em 3,80% e 3,50%, respectivamente. Meta de inflação Notícias relacionadas: Banco Central desiste de recurso contra inspeção do TCU no caso Master. Juros altos travam crédito para 80% das indústrias, revela pesquisa. Dólar cai para R$ 5,36 com desaceleração do emprego nos EUA. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 e 2026 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante o 0,18% do mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou dentro da meta do governo: 4,26%, portanto. Juros Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores. No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há quatro semanas consecutivas. Atualmente, a Selic encontra-se em 15%, o maior nível desde julho de 2006 quando atingiu 15,25%. Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%, percentual que se repete nas projeções há 49 semanas seguidas. Para 2028, o mercado reviu para cima as expectativas da taxa básica de juros, passando dos 9,88% projetados na semana passada para 10%. Essa tendência de alta nas expectativas para a Selic em 2028 tem sido observada em alguns dos boletins anteriores. Na semana passada, foi apresentada uma projeção de Selic a 9,88% para 2028. Há quatro semanas, as projeções apontavam uma Selic de 9,75%, também para 2028. Variações da Selic Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. Dólar Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos bens e serviços produzidos no país – as expectativas são de que a economia brasileira cresça 1,80% em 2026, mesmo percentual que se repete há seis semanas. Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027 e de 2% em 2028. As expectativas do mercado financeiro relacionadas ao dólar sinalizam cotação de R$ 5,50 para a moeda dos Estados Unidos ao final de 2026 – percentual que é mantido há 14 semanas, projetado também para 2027. Para 2028, estima-se o dólar a R$ 5,52. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/mercado-financeiro-reduz-para-402-projecao-de-inflacao-para-2026-0
Viva Maria homenageia Elis Regina 44 anos após sua morte

Há exatos 44 anos, na manhã de uma terça- feira, por volta das 11:45, nosso país foi surpreendido por uma das noticias mais tristes e marcantes da história da nossa cultura! Um dia sem poente, onde até o sol se recusou a se despedir de uma jornada marcada pela dor da perda de uma vida que não podia se acabar!ELIS Regina morreu! Elis Regina morreu!Em edição extraordinária todos os meios de comunicação anunciavam a perda de uma das maiores intérpretes que esse Brasil já conheceu! Por toda parte, como num grito parado no ar ,sua música se misturava às lagrimas de seus fãs .A comoção nacional foi tamanha que dificilmente a gente vai esquecer onde e o que estávamos fazendo naquele 19 de janeiro de 1982! Viva Maria se preparava para entrar no ar! E foi aos prantos, quase sem voz, que acompanhamos a multidão que por mais de 19 horas velou o corpo de Elis desde sua saída do Instituto Medico Legal, em São Paulo até o Teatro dos Bandeirantes onde recebeu homenagens e, finalmente sua chegada para o último adeus no Cemitério do Morumbi!Elis vive e por isso vai nos guiar numa breve travessia do tempo desde sua estreia nos palcos da vida!Nossa “Pimentinha” como também era conhecida, estreiou no programa infantil Clube do Guri, na Rádio Farroupilha, e já aos 13 era reconhecida como uma das melhores vozes do rádio gaúcho.Mas foi em abril de 1965, aos 20 anos, que o Brasil descobriu a Elis verdade. No I Festival da Música Popular Brasileira, promovido pela TV Excelsior, ela venceu com “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, em uma interpretação carregada de emoção e personalidade que mudaria os rumos da música popular no país.Ali, não nasceu só uma campeã.Nascia uma intérprete que mudaria a forma de cantar no Brasil.• O gesto, A voz, A emoção.• Tudo era novo.• Tudo era Elis.Ainda em 1965, sua voz já se impunha como uma das mais influentes da MPB, especialmente ao lado de Jair Rodrigues no programa O Fino da Bossa, que naquele mesmo ano se tornaria um verdadeiro fenômeno de público e de imaginação coletiva. Elis foi apelidada de “Pimentinha” e, às vezes, de “furacão”, por seu temperamento intenso, pela maneira como vivia a música e pela entrega total no palco — um corpo inteiro a serviço de cada canção.Na década de 1970, Elis gravou alguns de seus trabalhos mais emblemáticos. No espetáculo e álbum Falso Brilhante (1976), ela apresentou ao grande público nomes como Belchior, com “Como Nossos Pais”, e consolidou seu papel de descobridora e defensora de compositores que ainda não tinham espaço no circuito comercial.O encontro com Tom Jobim, em 1974, no disco Elis & Tom, gravado em Los Angeles, é um dos registros mais celebrados da música brasileira. Ali, sua voz encontrou uma sofisticação e intimidade que atravessam gerações.Elis também foi voz de resistência e sentimento em tempos difíceis. Sua interpretação de “O Bêbado e a Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, em 1979, se tornou um símbolo de esperança no momento em que o país vivia o final da ditadura militar, sendo chamada de “Hino da Anistia”.E entre as canções que Elis transformou em verdade cantada, há uma que conversa diretamente com a alma do Viva Maria e com a história afetiva de tantas mulheres brasileiras. “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant.Aquela Maria era também Elis.Mulher em um meio dominado por homens.Artista numa indústria que queria moldar, controlar, domesticar.Cidadã num país sob vigilância e censura.Elis brigava por repertório.Exigia arranjos melhores.Defendia seus compositores.E pagou preço por isso.Mas nunca abriu mão da verdade.Ao longo de sua carreira, ela transitou por gêneros como samba, bossa nova, jazz e MPB; e foi intérprete de grandes clássicos como “Madalena”, “Águas de Março”, “Atrás da Porta” e “Romaria”, deixando uma discografia vasta e rica em sensibilidade e técnica.Elis foi também protagonista de espetáculos inovadores no país, como Falso Brilhante, Transversal do Tempo e Saudade do Brasil, que ampliaram o conceito de show como acontecimento artístico.No plano pessoal, teve três filhos:João Marcelo Bôscoli, com o Ronaldo Bôscoli;Pedro Camargo Mariano;e Maria Rita, com o pianista e arranjador César Camargo Mariano — que também marcam presença no cenário musical brasileiro.E em meio a tantos especials ao longo dos 44 janeiros que nos separam do dia em que ela partiu no Trem azul da saudade eterna encerramos esse nosso viva maria de hoje relembrando Elis na voz dor o cantor e compositor João Bosco que em 18 de janeiro de 1985, no programa “Viva Maria – Especial Elis Regina, três anos de saudade”, falou da falta que todos nós sentimos até hoje de Elis bem como do silêncio que ela deixou na história da nossa música.•Elis Regina. Presente! Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2026-01/viva-maria-homenageia-elis-regina-44-anos-apos-sua-morte
Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro

A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de janeiro do Bolsa Família. Recebem nesta segunda-feira (19) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Ao todo cerca de 18,8 milhões de famílias receberão o benefício neste mês. Os beneficiários de nove estados receberão o crédito nesta segunda, independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficia localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Notícias relacionadas: Estudo aponta mais 365 mil pessoas em situação de rua no Brasil. Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil. Em 10 anos, 60,7% dos beneficiários conseguiram deixar o Bolsa Família. O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Além do benefício integral, cerca de 2 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Auxílio Gás Neste mês, não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro. Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Arte EBC Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/caixa-comeca-pagar-bolsa-familia-de-janeiro
IA Grok vira crise global de deepfakes e expõe fragilidades em segurança de modelos generativos

A inteligência artificial Grok, desenvolvida pela empresa xAI de Elon Musk, tornou-se um dos casos mais polêmicos de falhas de segurança em sistemas generativos, após gerar deepfakes sexuais não consensuais de adultos e menores, segundo reportagem do The Verge. Lançada em 2023 como um chatbot “rebellious” com respostas sem os mesmos filtros que concorrentes, Grok enfrentou problemas significativos depois da introdução de uma função de edição de imagens, que permitia criar imagens sexualizadas sem o consentimento das pessoas retratadas. Impactos e Reações Internacionais A crise desencadeada pelo Grok tem impactos regulatórios e tecnológicos globais: Proibições temporárias: Países como Malásia e Indonésia bloquearam o acesso ao Grok após a disseminação de deepfakes ofensivos, citando riscos à dignidade e segurança digital dos cidadãos. Investigações oficiais: Autoridades da Califórnia iniciaram uma investigação sobre a ferramenta de IA por permitir a geração de imagens sexualizadas e potencialmente abusivas. Pressão regulatória: A comunidade internacional está avaliando medidas legais e legislações específicas para conter o uso irresponsável de IA em criação de conteúdo íntimo não consensual — com projetos de lei aprovados em alguns países e propostas em discussão em outros. Críticas e Falta de Salvaguardas Especialistas e defensores da segurança digital criticam a abordagem da xAI, apontando que filtros e controles preventivos foram insuficientes ou implementados tardiamente, resultando em ampla circulação de deepfakes explícitos. A reportagem do The Verge ressalta que, mesmo após promessas públicas de implementar medidas de proteção, os mecanismos de defesa não impediram que Grok fosse usado para produzir imagens altamente sexualizadas de pessoas reais — inclusive em contextos sensíveis envolvendo menores. Debate sobre Ética e Responsabilidade em IA O caso do Grok intensificou o debate sobre os limites éticos das tecnologias generativas e as responsabilidades das empresas de IA. Reguladores, especialistas em segurança e legisladores argumentam que é necessário fortalecer políticas de controle, transparência e responsabilidade para evitar que ferramentas poderosas sejam exploradas de forma abusiva. A situação também reforça a importância de projetar sistemas de IA com guardrails robustos desde o início, em vez de depender apenas de soluções reativas após a ocorrência de abusos. FONTE: THE VERGE fonte https://santotech.com.br/a-grok-musk-deepfakes-crise-tecnologia/
