EUA abandonam fórum global de cibersegurança

EUA abandonam fórum global de cibersegurança

O governo Trump anunciou ontem que está retirando os Estados Unidos de duas organizações internacionais focadas em cibersegurança, como parte de uma retirada mais ampla de instituições multilaterais. O presidente Donald Trump assinou ontem uma ordem executiva determinando que os EUA deixem um total de 66 organismos internacionais, sob a alegação de que a participação contínua é contrária aos interesses dos EUA. Entre essas instituições estão o Fórum Global sobre Especialização em Cibersegurança e o Centro Europeu de Excelência para o Combate a Ameaças Híbridas. As agências federais foram instruídas a encerrar a participação e o financiamento onde for legalmente permitido. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou em uma declaração complementar que o governo “considerou essas instituições redundantes em seu escopo, mal administradas, desnecessárias, dispendiosas, mal geridas e capturadas pelos interesses de atores que promovem suas próprias agendas contrárias às nossas”. FONTE: CISO ADVISOR fonte https://santotech.com.br/eua-abandonam-forum-global-de-ciberseguranca/

Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes

Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes

A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos. Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo, prática proibida pela Constituição Federal. Notícias relacionadas: Pix bate recorde e supera 313 milhões de transações em um dia. Veja como vai funcionar devolução do Pix em caso de golpe. Segundo a Receita, mensagens alarmistas sobre “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, como dinheiro ou cartão, e não gera, por si só, qualquer tipo de tributo. Os boatos citam a Instrução Normativa nº 2.278, de agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de transações individuais. De acordo com o Fisco, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e à ocultação de patrimônio. Não há acesso a valores individuais, origem ou natureza dos gastos dos cidadãos. As informações falsas voltaram a ganhar força nas redes sociais nas últimas horas, após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) voltar a publicar vídeos em que afirma que o governo voltará a monitorar o Pix. Há duas semanas, o Fisco tinha emitido outro alerta de notícias falsas sobre taxação de transações financeiras. De acordo com a Receita, esse tipo de conteúdo tem como objetivo enganar a população, gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança em um dos principais meios de pagamento do país. O órgão afirma ainda que a disseminação dessas mensagens atende a interesses do crime organizado e de pessoas que se beneficiam da monetização e do engajamento gerado por notícias falsas. O que diz a instrução normativa A Receita esclarece que a instrução normativa de agosto não trata de taxação nem de monitoramento de transações financeiras. O órgão reitera que a norma apenas estende às fintechs e instituições de pagamento as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais desde 2015. As informações repassadas ao Fisco não detalham transações individuais, nem permitem identificar a origem ou a natureza dos gastos dos usuários. Segundo a Receita, a medida é fundamental para evitar que fintechs sejam usadas por organizações criminosas para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, como identificado em operações policiais recentes. Reforma do IR No mesmo comunicado, a Receita destacou informações verdadeiras que vêm sendo distorcidas nas redes. Desde janeiro, quem recebe até R$ 5 mil mensais está totalmente isento do Imposto de Renda. Para rendas de até R$ 7.350, há desconto no valor devido. Essas mudanças, segundo o Fisco, não têm qualquer relação com Pix, monitoramento de transações ou criação de novos tributos. Como se proteger de golpes A Receita Federal alerta que a propagação de boatos sobre impostos e Pix cria um ambiente favorável para a aplicação de golpes. Criminosos se aproveitam da desinformação para enviar mensagens falsas por redes sociais, telefone e aplicativos como o WhatsApp, tentando coagir vítimas, solicitar pagamentos indevidos ou obter dados pessoais. Para o órgão, esse tipo de prática é perigosa porque amplia o alcance do crime e coloca a população em risco. A orientação da Receita Federal é desconfiar de mensagens alarmistas, evitar o compartilhamento de conteúdos sem fonte confiável e buscar informações em canais oficiais do governo ou em veículos de imprensa profissional. Mensagens que pedem pagamentos, dados pessoais ou “regularizações” relacionadas ao Pix e a impostos devem ser tratadas como tentativas de golpe. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/receita-federal-volta-negar-taxacao-do-pix-e-alerta-para-golpes

Saiba como fazer para reduzir consumo de energia da geladeira

Saiba como fazer para reduzir consumo de energia da geladeira

Um dos eletrodomésticos que mais pesam na conta mensal de energia é a geladeira. Além de funcionar 24 horas por dia, o abre e fecha da porta do equipamento pelas pessoas da casa levam ao aumento do consumo de eletricidade. Por essa razão, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) está orientando os cidadãos que boas práticas de instalação, uso e manutenção ajudam a reduzir o consumo, além de evitar desperdícios e prolongar a vida útil do aparelho. Dicas A primeira dica é que a geladeira não deve ficar colada à parede nem ser instalada em espaços muito estreitos. Componentes como o compressor e o condensador precisam de espaço para liberar o calor gerado durante o funcionamento. Quando essa ventilação é prejudicada, o motor trabalha mais para manter a temperatura interna, o que aumenta o consumo. O Inmetro recomenda seguir as instruções do fabricante que, em geral, indicam uma distância mínima de cerca de 15 centímetros das paredes. Outra orientação importante, é evitar abrir a porta da geladeira com frequência ou mantê-la aberta por muito tempo. Esse hábito permite a entrada de ar quente, o que exige maior esforço do sistema de refrigeração. Para reduzir o consumo, o Inmetro sugere que o ideal é organizar os produtos, abrir a porta apenas quando necessário e evitar guardar alimentos ainda quentes no interior do aparelho. Deve-se também verificar regularmente a borracha de vedação, porque desgastes e frestas comprometem a eficiência e elevam o gasto de energia. De acordo com o Instituto, a limpeza do condensador, chamado serpentina, que está localizado na parte traseira da maioria dos modelos, é fundamental para o bom desempenho da geladeira, uma vez que o acúmulo de poeira e gordura dificulta a liberação de calor e pode aumentar o consumo. Uma prática adotada por muitas pessoas, que é secar roupas atrás da geladeira, é considerada totalmente inadequada pelo Inmetro, porque bloqueia a saída de calor, reduz a ventilação e prejudica o funcionamento do equipamento. O Instituto reforça que a adoção desses cuidados contribui para um consumo mais eficiente, reduz a conta de energia e ajuda a manter o eletrodoméstico em boas condições por mais tempo. O Inmetro reforça ainda que ao comprar uma geladeira, o cidadão deve verificar na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) o consumo mensal e dar preferência aos modelos mais eficientes., “uma vez que a eficiência energética faz diferença na conta de energia”. Agência Brasil FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/saiba-como-fazer-para-reduzir-consumo-de-energia-da-geladeira/

Governo de Santa Catarina lança nova edição do Impulsiona SC com R$ 10 milhões para inovação

O Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), inicia 2026 com o lançamento do Edital de Subvenção Econômica nº 01/2026 – Programa Impulsiona SC – II Edição, voltado ao fortalecimento de empresas catarinenses de base tecnológica. A chamada pública é destinada a empresas localizadas nas seis mesorregiões do estado, com no mínimo um ano de atuação e faturamento bruto anual de até R$ 1,2 milhão, que não tenham sido contempladas no Edital nº 50/2024 – Impulsiona SC – I Edição. O programa tem como objetivo fomentar o desenvolvimento ou aprimoramento de produtos, serviços ou processos inovadores por meio de subvenção econômica, sem necessidade de devolução dos recursos. A iniciativa está alinhada à Trilha da Inovação da Fapesc, posicionando-se na fase de validação, com foco em projetos que apresentem, ao final da execução, ao menos um Produto Mínimo Viável (MVP) validado, com potencial de inserção no mercado. Além de estimular a criação e o fortalecimento de negócios de base tecnológica, o edital também incentiva soluções alinhadas aos princípios de responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, contribuindo para o desenvolvimento regional e o aumento da competitividade catarinense. Com investimento global de até R$ 10 milhões, o Impulsiona SC – II Edição prevê o repasse de até R$ 200 mil por projeto. As propostas devem estar enquadradas em pelo menos uma das linhas temáticas previstas no edital, que contemplam desafios estratégicos e contemporâneos: – Inteligência Artificial (IA);– Biotecnologia;– Saúde;– Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes;– Transição Energética;– Saneamento;– Resíduos Industriais e Urbanos. As propostas devem ser submetidas exclusivamente pelo Sistema SigFapesc até às 18h do dia 20 de março de 2026. O resultado final está previsto para 16 de junho de 2026 e será divulgado no site da Fapesc. O edital completo está disponível neste link, acesse e saiba mais sobre esta oportunidade para empresas de tecnologia! *Com informações de Fapesc (Rede de Inovação, 13/01/2026) Publicado em 14 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/governo-de-santa-catarina-lanca-nova-edicao-do-impulsiona-sc-com-r-10-milhoes-para-inovacao/

Sindicatos celebram salário mínimo e defendem melhoria em reajustes

Sindicatos celebram salário mínimo e defendem melhoria em reajustes

Criada em 1936, por iniciativa do então presidente Getúlio Vargas, a Lei do Salário Mínimo completa 90 anos nesta quarta-feira (14) e sua importância para o trabalhador é celebrada pelas centrais sindicais, que apontam desafios para o presente e futuro. “O salário mínimo é fundamental porque baliza primeiro aquelas categorias sem piso salarial. Em segundo, os aposentados e pensionistas. Ele acaba sendo um importante instrumento de distribuição de renda em nosso país”, diz João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário geral da Força Sindical. Notícias relacionadas: Lei do salário mínimo, que faz 90 anos, organizou relações de trabalho. Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer nesta quinta-feira. Novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bi na economia, estima Dieese. Juruna recorda que as centrais sindicais lutaram para que o reajuste do salário mínimo passasse a ser um instrumento de distribuição de renda. “O reajuste foi conquistado no Congresso e, com isso, o salário mínimo acabou conseguindo um aumento real, o que foi cortado nos governos [Michel] Temer e [Jair] Bolsonaro, ficando só o INPC”. Ele lembra que a política do aumento real foi resgatada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Agora houve a volta do balizamento real, um pouco menor, o que é ainda importante, mesmo que menor”, diz. Secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, lembra que o salário mínimo é instrumento de distribuição de renda – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Para Ariovaldo de Camargo, secretário de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o salário mínimo “para os trabalhadores da ativa é um colchão, um referencial importante, mas aquém do necessário”.  Camargo defende que é preciso que haja uma política de recuperação “mais acelerada” e que o reajuste real se torne uma política de Estado e não apenas de governo.  “Após o golpe de 2016 [que tirou Dilma Rousseff do poder], quando passamos seis anos sem ter reposição acima da inflação, em alguns momentos até abaixo, foi uma política descontinuada, podemos dizer”, avalia. De acordo com Ariovaldo, “é preciso criar um mecanismo que seja permanente, que não seja política de governo, mas de Estado, para que possamos ter uma recuperação do salário mínimo de forma perene”. Presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil, Ronaldo Leite, diz que o salário mínimo é uma garantia fundamental para os trabalhadores – Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Ronaldo Leite, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, também celebra a importância do salário mínimo. “É uma garantia fundamental para os trabalhadores. O fato de ter um piso constitucional garante minimamente o poder de compra da classe trabalhadora”. Leite ressalta que o governo Lula trouxe de volta a política de valorização do salário mínimo, que permite reajustes acima da inflação, mas reconhece que houve uma desvalorização ao longo dos anos. “O salário mínimo perdeu boa parte de seu poder de compra comparado a quando foi instituído. O Dieese calcula que o valor ideal atualmente estaria em R$ 7.106,83. A CTB defende a manutenção e ampliação da política de valorização do salário mínimo para garantir à classe trabalhadora a melhoria das condições de vida”. Juruna, da Força Sindical, tem um pensamento parecido com o de Leite. Para ele, é necessário “fortalecer as campanhas salariais, puxando pisos e ajudando a aumentar o consumo interno e a aumentar o PIB e afins. Sindicatos e trabalhadores têm de buscar o crescimento do país”. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/sindicatos-celebram-salario-minimo-e-defendem-melhoria-em-reajustes

Vacinação com dose de reforço bivalente contra Covid-19 é ampliada para toda a população acima de 18 anos

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A vacinação com a dose de reforço bivalente contra a Covid-19 foi ampliada para toda a população acima de 18 anos ou mais, que tenha recebido ao menos duas doses de vacinas monovalentes (Coronavac, Astrazeneca ou Pfizer) como esquema primário ou recebido previamente qualquer vacina. Cerca de 97 milhões de brasileiros já podem procurar as unidades de saúde. “Eu quero conclamar a união de todos pelo nosso Movimento Nacional pela Vacinação. É um movimento do Ministério da Saúde, dos estados, dos municípios e de toda a sociedade civil. A ciência voltou e precisamos retomar a confiança da população nas vacinas, é uma missão de todos nós”, diz a ministra da Saúde, Nísia Trindade. De acordo com o Ministério da Saúde, deve ser respeitado um intervalo mínimo de quatro meses a partir da última dose de qualquer reforço monovalente ou última dose do esquema primário. Quem ainda não completou o ciclo vacinal e está com alguma dose de reforço em atraso, também pode procurar as unidades de saúde. É mantida a recomendação de vacinação contra a Covid-19 de toda a população elegível acima de seis meses de idade. “A vacinação é fundamental para minimizar a carga e prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença”, afirma a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde, Ethel Maciel. 10 MILHÕES – O Movimento Nacional pela Vacinação foi lançado pelo Ministério da Saúde com o objetivo de esclarecer a população sobre a importância, eficácia e segurança das vacinas. A pasta reforça que as vacinas salvam milhares de vidas em todo o mundo. No país, mais de 10 milhões de pessoas já estão com a proteção reforçada por meio da vacina bivalente. Das doses aplicadas, 8,1 milhões foram destinadas a idosos com 60 anos ou mais, segundo dados da plataforma LocalizaSUS. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2023/04/vacinacao-com-dose-de-reforco-bivalente-contra-covid-19-e-ampliada-para-toda-a-populacao-acima-de-18-anos

Economia Criativa 2026: Brasil e Paraíba se preparam para novo ciclo de desenvolvimento

Economia Criativa 2026: Brasil e Paraíba se preparam para novo ciclo de desenvolvimento

O ano de 2026 começa com a economia criativa brasileira vivendo um momento de inflexão. Após a recriação da Secretaria de Economia Criativa (SEC) pelo Ministério da Cultura em 2025, conforme anunciado pelo próprio MinC, o setor se consolida como eixo estratégico do desenvolvimento social, econômico, ambiental e cultural do país, com políticas públicas estruturantes que prometem transformar a realidade de trabalhadores e empreendedores criativos em todo o território nacional. O legado de 2025 e a virada estratégica O ano que passou marcou a retomada institucional da economia criativa no Brasil. Segundo dados divulgados pela organização do evento, o MICBR + Ibero-América 2025, realizado em Fortaleza, reuniu cerca de 600 empreendedores de 15 setores criativos e gerou expectativa de R$ 94,5 milhões em novos negócios para os próximos 12 meses, um crescimento de 35% em relação a 2023. Paralelamente, de acordo com informações do Ministério da Cultura e da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), o edital Inova Cultura destinou R$ 2 milhões para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em economia criativa nos nove estados do Nordeste, além do norte de Minas Gerais e Espírito Santo. A iniciativa representa um compromisso claro com a redução das desigualdades territoriais e o fortalecimento dos ecossistemas criativos regionais. Em entrevistas à imprensa, a secretária Cláudia Leitão, à frente da SEC, enfatiza que o momento é de construção de “políticas estruturantes” capazes de deixar um legado duradouro, articulando instrumentos de financiamento, formação qualificada e inteligência de dados. Três pilares para 2026 A agenda da economia criativa brasileira para 2026, conforme anunciada pelo Ministério da Cultura, se apoia em três grandes pilares: Política Nacional Brasil Criativo: O MinC confirmou que o lançamento da Política Nacional de Economia Criativa estabelecerá princípios, diretrizes e instrumentos para consolidar o setor como estratégia de geração de trabalho decente, renda digna e desenvolvimento sustentável. A política buscará integrar ações federais, estaduais e municipais em torno de objetivos comuns. Observatório Celso Furtado: Segundo informações da Secretaria de Economia Criativa, a criação do Observatório de Cultura e Economia Criativa (Obec) responde à necessidade de dados confiáveis para orientar políticas públicas. O observatório articulará uma rede nacional de núcleos de pesquisa e monitoramento, permitindo que decisões sejam baseadas em evidências e não em achismos. Programa Nacional Aldir Blanc de Economia Criativa (PNAB-EC): Conforme previsto pelo MinC, o programa será concebido como condição necessária para financiamento federativo contínuo, garantindo recursos previsíveis para estados e municípios, permitindo a estruturação de programas plurianuais em vez de ações pontuais e fragmentadas. Territorialização: da teoria à prática Um dos eixos mais inovadores da nova política é a estratégia de territorialização. O Programa Kariri Criativo, no Ceará, citado pela SEC como modelo de referência, recebeu investimento de R$ 4,8 milhões e articula redes de empreendedores, fortalece negócios locais e produz conhecimento sobre impacto cultural nas comunidades. De acordo com a meta estabelecida pelo Ministério da Cultura, o objetivo é garantir pelo menos um território criativo em cada região do país a partir de 2026, por meio do edital Territórios Criativos via Lei Rouanet/Pronac. Esses territórios integrarão cultura, economia, inovação e desenvolvimento local, reconhecendo as vocações e potencialidades de cada região. Essa estratégia de territorialização encontra terreno fértil em estados como a Paraíba, que já acumula experiências relevantes em economia criativa. Paraíba: potencial criativo em expansão No cenário nacional, a Paraíba se destaca por experiências municipais inovadoras e pelo reconhecimento internacional de suas cidades. Levantamentos baseados em dados de emprego formal apontam que João Pessoa e Campina Grande concentram cerca de 70% dos aproximadamente 7.264 empregos criativos formais no estado (dados estimados para 2022). João Pessoa, reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa do Artesanato, lidera com aproximadamente 45% dos empregos criativos estaduais. Segundo informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest) da capital, o Programa Eu Posso Criar oferece suporte a empreendedores em artesanato, moda autoral e cultura, gerando renda para artesãos e gerando renda para artesãos. Já o Programa do Artesanato Paraibano (PAP), desenvolvido no Centro de Referência do Artesanato (CRAP) em parceria entre município e estado, inova ao integrar design competitivo à produção tradicional da renda renascença e do Filipe Retes. Campina Grande, reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa das Artes Midiáticas desde 2021, concentra cerca de 25% dos empregos criativos do estado, segundo estimativas locais. A cidade integra tecnologia e cultura, com destaque para games, audiovisual, design gráfico e a economia gerada pelo São João. O hub local da Rede Brasileira de Cidades Criativas (RBCC), em articulação com o Ecossistema de Inovação de Campina Grande (E.INOVCG), conecta parques tecnológicos, universidades e empreendedores à produção cultural. No interior, Cabaceiras se destaca no artesanato em couro. De acordo com dados da Cooperativa Arteza e informações da região do Seridó, são gerados cerca de 400 empregos diretos, impulsionados pelo turismo cinematográfico. Municípios como Alagoa Nova e o Cariri mantêm tradições de bordado e renda por meio de cooperativas que geram renda familiar. Infraestrutura de apoio e descentralização Segundo informações da Fundação de Educação, Tecnologia e Cultura da Paraíba (Funetec), e em parceria com o Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-PB) e o Instituto Federal da Paraíba (IFPB), os Birôs Criativos foram implantados em 22 campi do IFPB e UFCG, oferecendo capacitação gratuita para Lei Aldir Blanc e Paulo Gustavo em municípios como Sousa, Patos, Cuité e Sumé, com atendimento de mais de 100 produtores por mês em cada localidade. O Mapa Cultural da Paraíba, plataforma mantida pelo governo estadual, funciona como ferramenta colaborativa para mapeamento de agentes, espaços, eventos e editais. Dados das secretarias municipais e estaduais indicam que essas políticas elevaram os empregos criativos em mais de 15% nos últimos dois anos nas principais cidades, mas o desafio para 2026 é descentralizar esse crescimento para o interior. Tendências e oportunidades para 2026 Integração cultura-tecnologia: A convergência entre produção cultural e inovação tecnológica deve se aprofundar, especialmente em cidades como Campina Grande, conforme sinalizam análises do setor. Games, audiovisual, design digital e artes midiáticas ganharão ainda mais espaço. Territórios

Ministério de Portos e Aeroportos anuncia 40 leilões para 2026

Ministério de Portos e Aeroportos anuncia 40 leilões para 2026

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, em entrevista coletiva, que o governo pretende fazer 40 novos leilões na área de infraestrutura este ano. A lista inclui, segundo o ministério, 21 aeroportos, 18 portos e uma hidrovia. A previsão é que, já em fevereiro, seja leiloado o primeiro bloco, com quatro empreendimentos portuários localizados em Macapá, Natal, Porto Alegre e no Recife. A expectativa é que o bloco receba aproximadamente R$ 230 milhões em investimentos. Notícias relacionadas: B3 realiza 75 leilões em 2025 e alcança marca histórica. Ministro dos Transportes prevê 14 leilões rodoviários no país em 2026. Para março, está previsto o leilão do Tecon Santos 10, projeto que tem uma previsão de investimentos na faixa de R$ 6,4 bilhões, para ampliar em 50% a capacidade de movimentação de cargas do Porto de Santos. A expectativa do ministro é lançar este edital entre o final de fevereiro e o início de março, para que, já em abril, seja feito o leilão. “Estamos trabalhando para, na próxima semana, apresentarmos um detalhamento do cronograma do Tecon Santos 10”, disse o ministro, referindo-se ao novo terminal de carga que terá área de 621 mil metros quadrados. “Será o maior leilão da história do Brasil”, complementou. Outro empreendimento a ser leiloado é o da Hidrovia do Paraguai, que ajudará no escoamento de produtos na América do Sul. Segundo o ministro, essa concessão deverá ser feita no segundo semestre de 2026. “Será  a primeira concessão hidroviária do Brasil. A gente espera que sejam feitos investimentos de mais de R$ 60 milhões [nesta hidrovia]. A partir daí, vamos avançar fortemente nessa agenda de concessões hidroviárias brasileiras”, disse. Aeroportos Silvio Costa Filho destacou também, entre as prioridades para 2026, o leilão do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, marcado para o dia 30 de março, e de outros 20 aeroportos regionais. “Estamos reduzindo investimentos em aeroportos regionais para jogá-los à iniciativa privada, a exemplo dos 13 leilões que nós fizemos no ano passado, de forma a retirar, de prefeitos e governadores, a responsabilidade de cuidar do aeroporto. Até porque, acho, isso cabe a iniciativa privada”, argumentou o ministro. *Colaborou Gabriel Brum, da Rádio Nacional Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/ministerio-de-portos-e-aeroportos-anuncia-40-leiloes-para-2026

Carnaval de rua de Florianópolis terá trio elétrico e ampliação da área cercada no centro

Da Coluna de Fabio Gadotti (fabiogadotti.net, 13/01/2026) A prefeitura de Florianópolis e a Hit Makers, hub de negócios do Grupo 4ZERO4 – responsável pela organização da festa – apresentaram nesta terça-feira (14) a programação oficial do Carnaval de rua. Segue o modelo que deu certo em 2025, com nove arenas espalhadas pela cidade e cercamento dos espaços públicos com controle de segurança na entrada. Mais de 100 blocos devem reunir cerca de 1,5 milhão de pessoas nas ruas, de acordo com expectativa da organização. No centro da cidade a área cercada será ampliada, incluindo toda a Praça XV. Os shows das atrações nacionais Ferrugem, Jammil e Gloria Groove serão no trio elétrico – novidade de 2026 – que será acompanhado pelos foliões na avenida Paulo Fontes. Um trio elétrico menor circulará no entorno da praça com apresentações dos artistas locais. O prefeito Topázio Neto (PSD) destacou que a proposta é consolidar Florianópolis como um dos grandes destinos de Carnaval de rua do país. “Florianópolis se prepara para viver mais um Carnaval que valoriza a nossa identidade, movimenta a economia e garante alegria com organização e segurança”, disse. Para o CEO do Grupo 4ZERO4, Fernando Ligório, uma das grandes preocupações dos organizadores é o resgate da identidade da festa. “Queremos conectar o Carnaval com sua essência, com os desfiles pelas ruas. Vamos estimular as pessoas andando atrás dos blocos, ocupando os espaços urbanos com alegria e segurança”. Além disso, ele disse que uma das metas é manter a “posição de Carnaval mais seguro do país”. Além do centro, o Carnaval de rua terá outras oito arenas: Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui, Canasvieiras, Ponta das Canas, Ingleses, Lagoa da Conceição, Campeche e Pântano do Sul. ATRAÇÕES NO CENTRO DE FLORIANÓPOLIS Sexta – 13/2FerrugemEm Cima da Hora Sábado – 14/2JammilDiana Dias Domingo 15/2MC PedrinhoMC Davi Segunda – 16/2Glória Groove Publicado em 14 janeiro de 2026 fonte https://floripamanha.org/2026/01/carnaval-de-rua-de-florianopolis-tera-trio-eletrico-e-ampliacao-da-area-cercada-no-centro/

Em pronunciamento à nação, presidente anuncia política de aumento real do salário mínimo e nova faixa de isenção do IR

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Primeiro veio a retomada dos programas e iniciativas sociais, como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos e Programa de Aquisição de Alimentos. Agora, o Governo Federal direciona esforços para medidas com impacto direto na renda da população e na economia nacional. Em pronunciamento à nação na noite deste domingo, 30/4, em homenagem ao Dia do Trabalhador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a volta de uma política de valorização real do salário mínimo e a nova faixa de isenção da tabela do Imposto de Renda. » Confira a íntegra do pronunciamento à nação deste domingo (30/4) “A partir de amanhã, o salário mínimo passa a valer R$ 1.320 reais para trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas. É um aumento pequeno, mas real, acima da inflação, pela primeira vez depois de seis anos. Nos próximos dias, encaminharei ao Congresso Nacional um projeto de lei para que esta conquista seja permanente, e o salário mínimo volte a ser reajustado todos os anos acima da inflação, como acontecia quando governamos o Brasil”, afirmou. Na fala em cadeia de rádio e televisão, o presidente homenageou trabalhadores brasileiros de todas as categorias e faixas etárias. Ressaltou que eles são os responsáveis pela geração de riqueza do país. Recordou as conquistas de seus primeiros dois mandatos, com geração recorde de empregos e salário mínimo crescendo acima da inflação. Lamentou as perdas dos últimos anos, em especial com a queda do poder de compra dos salários e as altas taxas de inflação e juros. E anunciou as novas medidas e o impacto delas na retomada da economia.   “É preciso lembrar que a valorização do salário mínimo não é essencial apenas para quem ganha salário mínimo. Com mais dinheiro em circulação, as vendas do comércio aumentam, a indústria produz mais. A roda da economia volta a girar e novos empregos são criados”, disse. O salário mínimo é referência para repasses diretos do Governo Federal a mais de 25 milhões de brasileiros, via aposentadorias, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Seguro Desemprego. Juntos, representam R$ 470 bilhões por ano. Instituída em 2007, transformada em lei em 2011 e interrompida na gestão anterior (2019-2022), a política de valorização do mínimo prevê a combinação de correção da inflação, considerando o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC), mais o percentual de variação do PIB de dois anos anteriores ao do reajuste. Essa matemática foi fundamental para que o mínimo alcançasse aumento real de 77% entre 2003 e 2015, contribuísse para a retirada do país do Mapa da Fome e para a redução da desigualdade social.   IMPOSTO DE RENDA – Também começa a valer em maio a nova tabela do Imposto de Renda, oficializada com a Medida Provisória nº 1.171. Com isso, empregados, autônomos, aposentados, pensionistas e outras pessoas físicas que recebam até R$ 2.640 por mês não terão que pagar Imposto de Renda. Mais de 13 milhões de pessoas serão beneficiadas e não pagarão nada, nem na fonte, nem na declaração de ajuste anual. “Estamos mudando a faixa de isenção do imposto de renda que há oito anos estava congelada em R$ 1.903 reais. A partir de agora, o valor até R$ 2.640 reais por mês não pagará mais nem um centavo de Imposto de Renda. E, até o final do meu mandato, a isenção valerá para até R$ 5 mil reais por mês”, explicou o presidente. A última atualização da tabela do IR ocorreu em 2015. Desde então, a inflação foi de aproximadamente 50% e nenhum reajuste ocorreu. “Não haverá reconstrução do Brasil sem a valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras. O Brasil vai voltar a crescer com inclusão social e novos empregos serão criados. Podem estar certos de que o esforço do seu trabalho será cada vez mais reconhecido e recompensado”, disse o presidente. “E o Primeiro de Maio, que sempre foi um dia de luta, voltará a ser também um dia de conquistas para o povo trabalhador”, concluiu. CICLO DE MEDIDAS – Os anúncios referentes ao 1º de maio completam um ciclo de medidas que beneficiam diferentes setores da sociedade, mas que atendem especialmente as classes sociais de menor renda. Desde janeiro, o Governo Federal já retomou o Minha Casa Minha Vida com a Faixa 1 (para quem ganha até R$ 2.640), fundamental para que os mais pobres consigam realizar o sonho da Casa Própria. Reinstituiu e já publicou edital do Mais Médicos, que garante a presença dos profissionais nas áreas mais distantes. Retomou o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que faz a ponte entre o pequeno produtor rural e o sistema de atenção social aos mais vulneráveis. Além disso, houve a reformulação do Bolsa Família, que garante o mínimo de R$ 600 por mês aos contemplados e conta com adicional de R$ 150 do Benefício Primeira Infância, destinado a cada criança de zero a seis anos na composição familiar. Em abril, o valor médio recebido por família foi de R$ 670,49, o maior já registrado na história. A partir de junho, haverá um adicional de R$ 50 a cada integrante de famílias contempladas que tenham de sete a 18 anos e para gestantes. fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2023/04/em-pronunciamento-a-nacao-presidente-anuncia-politica-de-aumento-real-do-salario-minimo-e-nova-faixa-de-isencao-do-ir