Piauí inaugura Escola de Tecnologia que vai beneficiar quase 3 mil estudantes com cursos na área digital

Piauí inaugura Escola de Tecnologia que vai beneficiar quase 3 mil estudantes com cursos na área digital

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, inaugurou, nesta sexta-feira (26), a nova Escola de Tecnologia da Secretaria da Educação do Piauí (Seduc), localizada no Centro de Teresina. O espaço vai atender mais de 2.800 alunos das escolas de tempo integral da capital que cursam formações técnicas voltadas à área de tecnologia, como Desenvolvimento de Sistemas e Programação de Jogos Digitais. Localizada na Avenida Campos Sales, a unidade conta com estrutura moderna, incluindo salas de aula, sala maker, ambientes de inovação, sala gamer e áreas de convivência. Com investimento superior a R$ 5 milhões, o espaço também dará suporte às atividades do Piauí Instituto de Tecnologia (PIT), fortalecendo a formação de talentos e a conexão entre educação e mercado de trabalho. Durante a inauguração, o governador destacou a expansão do ensino superior na área tecnológica no estado. “Nos próximos anos, teremos uma grande ampliação do ensino superior, tanto na Uespi quanto no Piauí Instituto de Tecnologia, com a criação de cerca de 10 mil novas vagas, principalmente em cursos tecnológicos. Isso amplia as oportunidades para que os jovens possam trabalhar não apenas para empresas do Piauí, mas também de outros estados e até de outros países, já que a área de tecnologia permite o trabalho remoto”, afirmou Rafael Fonteles. O secretário da Educação, Washington Bandeira, ressaltou o papel estratégico da nova unidade para a inovação educacional. “A Escola de Tecnologia da Seduc passa a funcionar integrada à nova sede do Piauí Instituto de Tecnologia. No local, serão ofertados cursos técnicos de curta e média duração, além de cursos de ensino superior. Os estudantes vão desenvolver projetos com uma abordagem prática, voltada à tecnologia e à inovação, criando soluções para desafios reais da sociedade. Será um ambiente de empreendedorismo digital, onde muitos jovens poderão ser descobertos e contratados por empresas”, explicou o gestor. Crédito: João Allbert | Divulgação O governador também destacou a interiorização da política de formação tecnológica. “Essa estratégia de ensino técnico e superior em tecnologia já está presente em Teresina, Parnaíba e Picos, e a meta é alcançar os 12 territórios e, futuramente, as 28 microrregiões do Piauí. Esta escola será um verdadeiro hub para impulsionar a interiorização do ensino superior presencial em tecnologia”, completou Rafael Fonteles. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/piaui-inaugura-escola-de-tecnologia-que-vai-beneficiar-quase-3-mil-estudantes-com-cursos-na-area-digital/

Marcha das Margaridas retorna a Brasília com expectativa de mais de 100 mil mulheres de todo o Brasil

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A Marcha das Margaridas tem um significado especial para cada uma das mulheres que participam do tradicional evento, que, nesta quarta-feira (16/8), faz o trajeto de aproximadamente dez quilômetros do Parque da Cidade até o final da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Realizada a cada quatro anos, a marcha representa um grito de resistência e da cotidiana luta em defesa dos direitos dos povos do campo. É um movimento para as mulheres trabalhadoras rurais, indígenas, quilombolas, ribeirinhas, sem-terra, extrativistas, LGBTQIA+ e moradoras de centros urbanos usarem o espaço público – no centro político brasileiro – para apresentar reivindicações vindas de todos os cantos e interiores do país. Cida Rodrigues foi a Brasília com uma caravana de 42 mulheres do município de Urandi (BA) | Foto: Vinicius Neves/Divulgação “Essa sétima marcha é importante para nós pelo fortalecimento da agricultura familiar, em defesa das mulheres, no combate contra a violência da mulher. São várias pautas que nós, aqui, vamos reivindicar. Pela segurança alimentar nutricional também. São várias pautas. Nós estamos com uma caravana com 42 mulheres aqui do município de Urandi, na Bahia”, disse a trabalhadora rural Cida Rodrigues. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa do encerramento do ato, na Esplanada dos Ministérios, a partir das 10h. Além das mais de 100 mil mulheres brasileiras do campo, da floresta, das águas e das cidades, participam representantes de 33 países. Neste ano, as atividades da 7ª Marcha das Margaridas ocorrem desde esta terça-feira (15/8), com painéis, discussões e eventos. Coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), federações e sindicatos filiados e 16 organizações parceiras, o evento tem como lema ‘Pela Reconstrução do Brasil e pelo bem viver’. A professora de sociologia Suzana da Silva Pimentel aguarda a participação do presidente Lula nesta quarta | Foto: Vinicius Neves/Divulgação A trabalhadora rural e professora de sociologia Suzana da Silva Pimentel veio de Monte Santo, no Território Sisal, na Bahia, para participar da marcha pela primeira vez. Ela compartilhou seu sentimento em participar do ato: “Só de sair lá do interior da Bahia e vir para essa aglomeração, no coletivo com outras mulheres de outras regiões, já mostra uma força muito grande. Demonstra o quanto a gente precisa se organizar e quem tem que se organizar e lutar somos nós. Nós, mulheres que estamos lá na Caatinga, lá no interior, temos que enfatizar as necessidades que temos, as mulheres catingueiras lá do Nordeste”. Ela é uma das que aguarda o pronunciamento do presidente Lula durante a Marcha das Margaridas: “A gente está acreditando nesse novo governo. É a nossa cara, foi o nosso voto e é por isso que a gente acredita”, contou a professora baiana. A quebradeira de coco Raimunda Nonata Bezerra de Oliveira, conhecida como Mundinha, contou um pouco sobre sua rotina em Imperatriz, no Maranhão: “A luta no dia a dia é grande. Amanhece o dia, a gente já tem que estar pegando no batente, como é o ditado de lá. A gente trabalha na roça, a gente pesca, a gente quebra coco babaçu e é grande a luta, mas é gratificante”. Ela frequenta a Marcha das Margaridas desde 2011 e acrescenta: “Para nós, é uma importância muito grande porque o nosso movimento se identifica com essa marcha, identifica nós, o movimento das quebradeiras de coco lá do Maranhão. Para nós é uma satisfação e é muito bom estar participando. É um prazer estar participando porque a gente reivindica os nossos direitos e os nossos deveres”. MARGARIDA ALVES – A Marcha das Margaridas é uma homenagem a Margarida Maria Alves, uma trabalhadora rural e sindicalista paraibana que passou sua vida lutando pelos direitos das mulheres trabalhadoras rurais. Ela foi assassinada em 12 de agosto de 1983 e se tornou um símbolo em defesa dos direitos da categoria – e um marco na denúncia das violações sistemáticas dos direitos fundamentais. Foi entendido, em âmbito internacional, que o Estado brasileiro foi responsável pela violação dos direitos à vida, integridade pessoal, proteção e garantias jurídicas de Margarida Alves. A advogada Dennise Januário, conterrânea de Margarida Maria Alves, participa pela primeira vez da Marcha das Margaridas | Foto: Vinicius Neves/Divulgação “É de suma importância a gente, principalmente nós, mulheres representantes que somos da terra de Margarida – nós somos de Alagoa Grande, Paraíba – onde ela nasceu, militou e morreu, brutalmente assassinada. Então a gente tem essa responsabilidade de levar a luta dela aos quatro cantos do Brasil e do mundo, para que mais e mais mulheres se envolvam e que a gente possa, com a nossa voz, reivindicar por mais políticas públicas ao qual ela já reivindicava naquele tempo”, afirmou a advogada Dennise Januário, que é filha de agricultor assentado e conterrânea de Margarida Maria Alves. Enquanto Dennise se preparava para contar sobre sua história e a importância de estar participando, pela primeira vez, da Marcha das Margaridas, uma colega de caravana, também de Alagoa Grande, fez questão de reforçar para todos ouvirem: “Não esquece de dizer que você é da terra de Margarida”. A maioria delas vestia camisetas estampadas com o rosto da paraibana e os dizeres “Margarida presente!”. PAUTAS – Uma das missões da Marcha das Margaridas é apresentar pautas ao poder público, na região central da capital federal, onde se concentram as discussões políticas sobre os desafios da população brasileira. Neste ano, a Marcha das Margaridas vai às ruas com 12 eixos políticos: Democracia participativa e soberania popular Poder e participação política das mulheres Autodeterminação dos povos, com soberania alimentar, hídrica e energética Democratização do acesso à terra e garantia dos direitos territoriais e dos maretórios Vida saudável com agroecologia e segurança alimentar e nutricional Direito de acesso e uso da biodiversidade, defesa dos bens comuns e proteção da natureza com justiça ambiental e climática Autonomia econômica, inclusão produtiva, trabalho e renda Educação pública não sexista e antirracista e direito à educação do e no campo Saúde, previdência e assistência social pública, universal e solidária Universalização do acesso à internet e inclusão digital Vida livre de todas

À medida que a UE reduz as metas de 2035 para veículos elétricos, as startups do setor expressam preocupação

À medida que a UE reduz as metas de 2035 para veículos elétricos, as startups do setor expressam preocupação

O futuro pode ser elétrico, mas esse futuro está sendo adiado. A Comissão Europeia, citando a necessidade de flexibilidade, suavizou seu ambicioso plano de proibir a venda de carros movidos a gás até 2035. Em vez de exigir que 100% dos carros novos sejam veículos de emissão zero até essa data, o plano revisado permitiria que 10% das vendas de carros novos fossem híbridos ou outros veículos, desde que os fabricantes comprassem compensações de carbono para compensar. Esta mudança faz parte de um “Pacote Automotivo” mais amplo projetado para ajudar a indústria automobilística europeia a se tornar limpa e competitiva. Se o Parlamento Europeu aprovar essa mudança, provavelmente satisfaria as tradicionais montadoras europeias que têm pedido mais tempo para ir além dos veículos híbridos. Essas empresas estão lutando para competir com a Tesla e o aumento de veículos elétricos acessíveis (EVs) vindos da China. Mas a mudança de política criou uma divisão entre as startups de veículos elétricos e seus investidores. “A China já domina a fabricação de veículos elétricos”, disse Craig Douglas, sócio do World Fund, uma empresa europeia de capital de risco focada no clima. “Se a Europa não competir com sinais políticos claros e ambiciosos, perderá a liderança de outra indústria globalmente importante – e todos os benefícios econômicos que vêm com ela.” Douglas estava entre os signatários de “Take Charge Europe”, uma carta aberta à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que foi publicada em setembro. Executivos seniores de empresas como Cabify, EDF, Einride, Iberdrola e inúmeras startups relacionadas a EV assinaram a carta, exortando a Comissão a “se manter firme” na meta original de emissão zero de 2035. Seu apelo não foi suficiente para combater a pressão da indústria automobilística tradicional, que representa 6,1% do emprego total da União Europeia. Mas a pressão contínua provocou debate dentro da comunidade de startups e além sobre o melhor caminho para a Europa se quiser permanecer competitiva durante a transição energética. Indústria dividida em linha do tempo Mesmo dentro da indústria automobilística, as opiniões diferem. Em um comunicado à mídia sueca, um assessor de imprensa da Volvo alertou que “recuar nos compromissos de longo prazo em favor de ganhos de curto prazo corre o risco de prejudicar a competitividade da Europa por muitos anos”. Ao contrário da Mercedes-Benz e de outros fabricantes, a montadora sueca não tinha preocupações sobre o cumprimento da proibição de 2035. Em vez de adiar o prazo, a Volvo teria preferido ver um aumento do investimento na expansão da infraestrutura de carregamento – algo que os críticos temem que a nova política possa realmente desencorajar. Issam Tidjani, CEO da Cariqa, uma startup de mercado de carregamento de veículos elétricos com sede em Berlim, ecoou essas preocupações. Ele advertiu que o enfraquecimento do mandato de emissão zero de 2035 pode prejudicar o progresso da eletrificação em geral. “A história mostra que esse tipo de flexibilidade nunca funcionou bem”, disse Tidjani, que também assinou a carta Take Charge Europe neste outono. “Isso atrasa a escala, enfraquece as curvas de aprendizado e, em última análise, custa liderança industrial em vez de preservá-la.” Para ser justo, a Comissão não ignorou completamente as questões de infraestrutura e cadeia de suprimentos. Como parte de seu Pacote Automotivo, introduziu o “Battery Booster”, uma estratégia que investiria € 1,8 bilhão (cerca de US $ 2,11 bilhões) no desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento de baterias totalmente fabricada na Europa. O objetivo é fortalecer a produção local e garantir a segurança do abastecimento. O plano recebeu feedback positivo da Verkor, uma startup francesa que produz células de bateria de íons de lítio para veículos elétricos. A empresa, na esperança de ter sucesso onde a fabricante sueca de baterias Northvolt lutou, abriu sua primeira fábrica de baterias em grande escala no norte da França nesta semana. Verkor chamou a iniciativa Booster de “um passo necessário para ampliar a indústria de baterias da Europa”. Sinais mistos Ainda assim, muitos questionam se o Battery Booster é suficiente para compensar o que eles veem como sinalização negativa sobre o compromisso da UE de usar a descarbonização como um motor de crescimento econômico. Já, as montadoras tradicionais começaram a reclamar que os requisitos de compensação de carbono poderiam tornar os carros mais caros para os consumidores, potencialmente prejudicando a própria competitividade que a mudança de política deveria proteger. Outra incerteza envolve o Reino Unido. Não está claro se o Reino Unido seguirá a liderança da UE e modificará sua própria proibição de motores de combustão em 2035. Ao contrário da União Europeia e dos Estados Unidos, o Reino Unido ainda não impôs tarifas sobre veículos elétricos chineses, apesar de suas vendas crescentes no mercado britânico terem levantado preocupações entre os fabricantes domésticos. O debate destaca as tensões em curso na política climática entre como equilibrar as realidades econômicas enfrentadas pelas indústrias existentes com a urgência de fazer a transição para tecnologia mais limpa. À medida que a Europa tenta enfiar esta agulha, as decisões tomadas agora irão invariavelmente impactar se o continente lidera ou fica no mercado global de veículos elétricos. fonte: TECHCRUNCH fonte https://santotech.com.br/a-medida-que-a-ue-reduz-as-metas-de-2035-para-veiculos-eletricos-as-startups-do-setor-expressam-preocupacao/

Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

A Receita Federal paga nesta terça-feira (30) lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) referente ao mês de dezembro de 2025. O lote é composto por 263.255 restituições destinadas a contribuintes prioritários e não prioritários, com valor total de R$ 605.998.834,65. Notícias relacionadas: Receita abre consulta a lote residual do Imposto de Renda. A Receita informou, em nota, que as restituições incluem declarações de 2025 transmitidas fora do prazo, com pendências já regularizadas, além de valores residuais de anos anteriores. Do valor total, R$ 309,6 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma: idosos a partir de 80 anos: 5.310 restituições; idosos entre 60 e 79 anos: 34.796 restituições; pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 4.087 restituições; contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 11.344 restituições. Além dessas, 178.030 restituições serão destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal, mas receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou por terem optado por receber via Pix. Outras 29.688 restituições serão pagas a contribuintes não prioritários. Para consultar a restituição de imposto de renda, é preciso acessar a página da Receita , clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar minha restituição. Também é possível consultar o lote por meio do aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, que permite verificar a liberação das restituições e a situação cadastral do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). O pagamento da restituição, de acordo com a Receita, é feito somente na conta do titular da declaração. “Dessa forma, as rotinas de segurança impedem o pagamento, caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino”. “Em caso de erro nos dados bancários, a Receita oferece o serviço de reagendamento, oferecido pelo Banco do Brasil (BB) pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de crédito.” Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/receita-paga-lote-residual-de-restituicao-do-irpf-de-dezembro-de-2025

Streamings garantem opções de filmes gratuitos para assistir no Natal

Neste Natal, tem filme clássico para ver de graça online: La Dolce Vita, A Doce Vida, dirigido por Federico Fellini, numa crítica ao culto das celebridades. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 1960, o filme é estrelado por Marcello Mastroianni, que interpreta um jornalista que escreve sobre a elite de Roma, e Anita Ekberg, protagonista de uma das cenas mais icônicas do cinema. A Doce Vida está disponível na plataforma do Sesc Digital até o dia 31 de dezembro. Outra opção para este feriado é um clássico do cinema nacional: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, que está disponível online no SP Cine Play, a primeira plataforma de streaming público do país. Lançado em 1968, durante a ditadura militar, o filme é descrito pelo diretor como “um faroeste sobre o terceiro mundo, mas também musical, documentário, policial, comédia e ficção científica. Com Paulo Villaça como protagonista, O Bandido da Luz Vermelha parte de um caso real de um assaltante que usava uma lanterna vermelha enquanto roubava casas de luxo. O filme faz uma sátira da política e do sensacionalismo da imprensa. E ainda falando em cinema nacional, tem homenagem aos 110 anos de nascimento de um dos maiores nomes do nosso cinema: Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Otelo. Natural de Uberlândia, Minas Gerais, o ator entrou para o circo ainda criança, fez história no teatro, no cinema e na televisão, desafiando o racismo na indústria: foi o primeiro ator negro de projeção nacional. Grande Otelo foi ator, cantor, compositor…um gigante da cultura brasileira. Do humor ao drama, é possível ver o talento de Grande Otelo em sete filmes estrelados pelo ator na plataforma do Itaú Cultural Play: em “Também Somos Irmãos” de 1949, pioneiro ao falar sobre racismo no cinema nacional; em “Carnaval Atlântida”, chanchada de Carlos Burle, na comédia “Matar ou Correr” de Carlos Manga, nos dramas “Rio, Zona Norte” e “Jubiabá”, ambos dirigidos por Nelson Pereira dos Santos, em “Lúcio Flávio, o passageiro da agonia” de Hector Babenco e no seu papel mais conhecido: “Macunaíma”, de 1969, adaptação do texto de Mário de Andrade dirigida por Joaquim Pedro de Andrade. As plataformas Sesc Digital, SP Cine Play e Itaú Cultural Play são gratuitas e fornecem a classificação indicativa de cada filme. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2025-12/streamings-garantem-opcoes-de-filmes-gratuitos-para-assistir-no-natal

Câmara Municipal lança aplicativo que amplia acesso da população a serviços públicos

A Câmara Municipal lançou um novo aplicativo digital que facilita o acesso da população a diversos serviços públicos de forma prática, rápida e totalmente on-line. A plataforma reúne, em um único ambiente, atendimentos e funcionalidades que podem ser acessados diretamente pelo celular. Por meio do aplicativo, os cidadãos podem agendar atendimento na Defensoria Pública, acessar a Procuradoria Especial da Mulher, solicitar agendamento para confecção do RG, utilizar a carteirinha digital do RG Pet, além de acessar serviços de cartório, criar currículo em PDF e comunicar ocorrências no bairro. A iniciativa reforça o compromisso da Câmara Municipal em aproximar o Poder Legislativo da comunidade, promovendo mais transparência, agilidade e inclusão digital, além de facilitar o acesso a serviços essenciais do dia a dia. O aplicativo já está disponível para download gratuito nas plataformas Android e iOS, permitindo que a população utilize os serviços de forma simples e segura, a qualquer momento. (Portal Sul de Floripa, 17/12/2025) Publicado em 19 dezembro de 2025 fonte https://floripamanha.org/2025/12/camara-municipal-lanca-aplicativo-que-amplia-acesso-da-populacao-a-servicos-publicos/

Universidades vão incluir favelas em estudo sobre crise climática

Universidades vão incluir favelas em estudo sobre crise climática

Em parceria com a Universidade de Glasgow, no Reino Unido, três universidades brasileiras vão conduzir uma pesquisa para propor formas de reduzir o impacto das mudanças climáticas nas favelas brasileiras. O grupo de pesquisa vai se debruçar até 2027 sobre comunidades de Natal (RN), Curitiba (PR) e Niterói (RJ), e está prevista, para a partir de janeiro de 2026, a publicação de um edital com bolsas de pesquisa destinadas a integrar moradores ao trabalho. O projeto Pacha (sigla em inglês para Análise Participativa para Adaptação Climática e Saúde em Comunidades Urbanas Desfavorecidas no Brasil) tem como coordenador-geral o cientista brasileiro João Porto de Albuquerque, diretor do Urban Big Data Centre, da Universidade de Glasgow. O financiamento, superior a R$ 14 milhões, é proveniente da fundação britânica Wellcome Trust, uma entidade sem fins lucrativos que financia pesquisas na área de saúde e mudanças climáticas. São parceiras da universidade britânica no Brasil a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), por meio do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU); a Fundação Getulio Vargas, por meio do Departamento de Tecnologia e Ciência de Dados da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP); e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) da PUC-PR, Paulo Nascimento, lembra que todos os municípios brasileiros devem elaborar planos de adaptação e mitigação das mudanças climáticas. O projeto Pacha, entretanto, parte da premissa de que os dados que são gerados refletem muito mais a cidade formal do que as favelas.  “Por isso, todo o nosso esforço é construir uma base de dados produzida coletivamente com os moradores dessas comunidades e, a partir disso, gerar evidências que vão ajudar a revisar ou a olhar de outra forma esses planos de ação climática”, disse.  Com a escolha das três cidades brasileiras que serão estudadas, o projeto vai poder abordar contextos climáticos muito diferentes, destaca Nascimento. O estudo vai investigar como as comunidades urbanas estão trabalhando essa questão e quais desafios enfrentam, dentro de uma perspectiva de criar indicadores com a participação dos moradores. A ideia é verificar quais as capacidades que essas comunidades já estão desenvolvendo e como os pesquisadores podem aprender com elas.  Pesquisadores comunitários O professor da PUC-PR chamou a atenção que as favelas são vistas, em geral, pelo olhar da precariedade, da ausência. “E o que a gente está tentando trazer é, através dos moradores, aprender e ver quais os problemas que eles consideram mais relevantes. Então, a ideia toda é a perspectiva de cocriação”. Dentro dessa ótica, o projeto vai conceder bolsas de doutorado e pós-doutorado e também bolsas vinculadas, obrigatoriamente, a moradores dessas comunidades. “A gente vai ter pesquisadores comunitários, vinculados ao projeto, mas que são dessas comunidades envolvidas e que vão ser financiados por esse agente britânico, com a perspectiva de o projeto ser construído coletivamente”. Entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, deverá ser lançado edital para pesquisadores oriundos das favelas que desejem participar do projeto em Curitiba, Natal e Niterói.  A proposta é que esses pesquisadores tenham capacidade de engajar as comunidades. “E que sejam replicadores do que for produzido para depois do projeto. Ou seja, que o projeto vai terminar em algum momento, mas a capacidade local fica com conhecimento do contexto”, afirmou Paulo Nascimento. Desigualdade Em 2022, de acordo com dados do Censo produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existiam no Brasil mais de 12 mil favelas, com um total de 16,39 milhões de pessoas ─ 8,1% dos 203 milhões de habitantes do país.  Essas populações estão entre as mais afetadas pelos impactos das mudanças climáticas, como chuvas intensas, deslizamentos de terra, enchentes e ondas de calor, uma vez que convivem com moradias precárias e ausência de infraestrutura adequada. O projeto conta ainda com parceria de outras instituições científicas, entre as quais a Fundação Oswaldo Cruz, pelo Centro de Integração de Dados em Saúde (CIDACS/Fiocruz), que trabalha com a base de dados do CadÚnico com recortes de raça, renda, gênero e idade. Isso vai permitir entender como esses diferentes grupos, dentro das comunidades urbanas, estão expostos aos diferentes tipos de riscos climáticos”, salientou Nascimento.  A ideia é de uma perspectiva para o trabalho que seja feita de baixo para cima, construindo capacidades comunitárias e, a partir disso, construir resultados que sejam relevantes para cada comunidade e para o conjunto de favelas.  O Pacha atuará na produção de dados para subsidiar políticas públicas a considerar melhor as desigualdades sociais e ambientais, criando junto com as comunidades um diagnóstico e indicadores que sejam relevantes para eles. O resultado conclusivo do projeto deverá ser divulgado no final de 2027. Lançamento Na primeira semana de dezembro, pesquisadores das universidades brasileiras se reuniram em Natal com membros da Universidade de Glascow, com representantes da Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), também ligado ao governo federal, além de representantes das comunidades potiguares que estão envolvidas na pesquisa. “A gente passou a semana inteira discutindo o desenho da pesquisa. Fizemos o lançamento oficial no Rio Grande do Norte”. Segundo o pesquisador, a cada seis meses será feito um evento em alguma das três cidades participantes, envolvendo as comunidades locais, para apresentar resultados parciais. FOntehttps://portalbrasilcriativo.com.br/universidades-vao-incluir-favelas-em-estudo-sobre-crise-climatica/

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2021 fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/cultura-artes-historia-e-esportes/2021

Brejo paraibano recebe festival Raízes do Brejo até domingo

A cerca de duas horas e meia da capital paraibana, João Pessoa, existe uma região que surpreende quem imagina o Nordeste apenas como terra de sol forte e paisagem seca. É o Brejo paraibano, uma área de clima ameno que recebe turistas de todos os lugares, interessados em conhecer a história, arte, tradições, costumes e gastronomia local. O turismo cultural fortalece a economia de cidades da região por meio de eventos como o Raízes do Brejo, que em sua 7ª edição movimenta dez cidades com programação gratuita. A iniciativa é promovida pelo Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano, com apoio do Governo do Estado. De acordo com a organização, o evento leva em média dez mil pessoas a cada município participante, totalizando cerca de cem mil visitantes. O Raízes do Brejo gera emprego e renda, valoriza o comércio, o artesanato e os artistas da região, como destaca o presidente do Fórum Regional, Josenildo Fernandes. “A partir do momento que a gente divulga o município, leva turistas, pessoas para o município em busca desse evento, eles acabam divulgando o município como um todo. Então a rota, ela é bem importante para a divulgação do turismo local, como também aquecer a economia, como toda essa economia que vai gerando a partir dos pequenos negócios, dos artesãos, dos ambulantes que vendem, e também ativar negócios como pousadas, receptivos, guias de turismo”, diz A sétima edição do Raízes do Brejo termina no dia 28 de dezembro, no município de Pilõezinhos. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2025-12/brejo-paraibano-recebe-festival-raizes-do-brejo-ate-domingo

Bolsa Família já destinou mais de R$ 10 bilhões para crianças, adolescentes e gestantes, entre março e agosto

Bolsa Família já destinou mais de R$ 10 bilhões para crianças, adolescentes e gestantes, entre março e agosto

Desde o relançamento do Bolsa Família em março deste ano, o investimento do Governo Federal nas crianças, nos adolescentes e nas gestantes supera a marca de R$ 10 bilhões. A primeira infância, que compreende a faixa etária de zero a seis anos, é a responsável pelo maior quantitativo: R$ 7,94 bilhões. Já as crianças e os adolescentes de sete a 18 anos incompletos receberam ao todo R$ 2,07 bilhões, enquanto as gestantes foram beneficiadas com R$ 127 milhões. O Dia da Infância é comemorado nesta quinta-feira, 24 de agosto. Os números do Bolsa Família comprovam a retomada do conceito fundamental de família pelo programa, que leva também em conta o tamanho e as características de cada lar para a concessão dos benefícios. “Nessa nova mudança, e isso foi uma preocupação muito grande do presidente Lula, fortalecemos a primeira infância. Nós sabemos o quanto ela é uma das fases mais importantes na vida de qualquer ser humano”, destacou Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Em agosto, 9,24 milhões de crianças de até seis anos são atendidas, totalizando um investimento de R$ 1,3 bilhão. Já na faixa etária dos sete aos 18 anos incompletos, são 15 milhões de contemplados neste mês, com repasse de R$ 683 milhões. O Benefício Variável Familiar atende ainda mais de 843 mil gestantes, com R$ 40 milhões ao todo. Apenas entre julho e agosto, o programa de transferência de renda do Governo Federal incluiu 110.657 crianças de zero a seis anos para o recebimento dos benefícios. Cada uma recebe o adicional de R$ 150, exceto as crianças de famílias que estão na Regra de Proteção por terem elevado a renda e que, por isso, recebem metade do benefício. Os recursos ajudam famílias como a de Cassilene Santos Rocha, de 39 anos. Moradora da Cidade Estrutural (DF), a mãe solo de Emanoel (6 anos), Júlio César (10), Jullya Maria (16) e Pedro Henrique (21) tem no Bolsa Família um auxílio necessário para o sustento do dia a dia. “O Bolsa Família é um achado, me ajuda muito. Eu corro atrás, faço o que eu posso para não deixar faltar”, conta. Os R$ 250 adicionais pelos filhos mais novos também têm feito a diferença. “Esse valor a mais me ajuda a comprar uma medicação, um biscoito para tomar um café, materiais para fazer um bolo”, comenta. “O Pedro já tem a vida dele. A Jullya tem o sonho de mexer com confeitaria e veterinária. Torço muito, peço muito a Deus para que eles consigam e eu tenha vida até lá para ver o progresso deles, ver que realizaram o sonho deles. Vai ser muito gratificante. Quer dizer que o meu trabalho não foi em vão, teve um resultado”, acredita. O recurso específico para crianças na primeira infância foi uma promessa de campanha do presidente Lula. Antes da posse e graças ao trabalho do Governo de Transição, foram assegurados recursos pela PEC 32/2022 para que cada lar beneficiário do Bolsa Família recebesse o valor mínimo de R$ 600. O adicional de R$ 150 foi aplicado em março, no relançamento do programa. Já em junho, foram incorporados os R$ 50 extras para gestantes, crianças e adolescentes de sete a 18 anos incompletos, além da renda per capita de R$ 142. Esse valor garante que cada criança com menos de seis anos receba, por mês, o total de R$ 292. O Bolsa Família segue também com o foco nas mulheres. Neste mês, elas representam 82% dos responsáveis familiares. O estado de Goiás é o que tem o maior percentual de mulheres como chefes do lar atendido: 89%. Acompanhamento A criança na primeira infância também é prioridade absoluta do Governo Federal no acesso à saúde e à educação. Por isso, os responsáveis por elas devem acompanhar o calendário vacinal e as medidas de peso e altura, para assegurar o crescimento e o desenvolvimento infantil. As crianças também precisam estar matriculadas e frequentando a escola. Esses são compromissos das chamadas condicionalidades. Elas foram criadas para reforçar o acesso da população a direitos sociais básicos e para identificar possíveis vulnerabilidades. Para que o acompanhamento possa ocorrer, a família beneficiária precisa informar na escola, no ato da matrícula, ou no posto de saúde, por exemplo no momento da vacinação, que a criança é de um lar que recebe o Bolsa Família. Outro acompanhamento que as famílias beneficiárias passam a ter bem de perto é o do Criança Feliz, agora chamado de Programa Primeira Infância no SUAS. No início deste mês, a Comissão Intergestores Tripartite (CIT) aprovou, por unanimidade, a resolução que pactua o reordenamento da iniciativa . A partir dela, as visitas domiciliares e sua supervisão passam a integrar o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio. A partir do momento que o Criança Feliz doi integrado ao SUAS, as visitas nos domicílios das crianças que recebem o Benefício Primeira Infância foram priorizadas. O programa tem o objetivo de apoiar e acompanhar o desenvolvimento infantil integral na primeira infância, e de facilitar o acesso da gestante, das crianças e das famílias às políticas e aos serviços públicos necessários. Por meio das visitas domiciliares, ofertadas pelos municípios, os profissionais focam nas brincadeiras, nas relações das crianças com os responsáveis, e conseguem identificar vulnerabilidades e até situações de violência. Estudos apontam que contribui com o desenvolvimento infantil ter horário para brincar e ter a oportunidade de viver relações com mais diálogos. Com as duas coisas andando juntas, a renda e a proteção no domicílio, o  MDS espera fazer com que essas crianças fiquem no mesmo nível de desenvolvimento infantil das que não estão em situação de pobreza. Atualmente, o Criança Feliz está presente em 3.014 municípios e conta com mais de 25 mil profissionais envolvidos, entre visitadores, supervisores e multiplicadores. Desde 2017, o programa realizou 88 milhões de visitas domiciliares e atendeu 1,3 milhão de famílias, sendo 1,5 milhão de crianças e 400 mil gestantes. Fonte: Ministério Do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome fonte https://www.gov.br/pt-br/noticias/assistencia-social/2023/08/bolsa-familia-ja-destinou-mais-de-r-10-bilhoes-para-criancas-adolescentes-e-gestantes-entre-marco-e-agosto